Alfama, canta-me o fado

Em 2020, a música começou bem lá no alto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa e desceu até bem perto do Museu do Fado. Quem por Alfama passou viu Júlio Resende a escrever uma carta para Amália e Sara Correia a lembrar que a diva da música portuguesa está em cada verso de um fado. Foram dois dias de espetáculos que começaram cedo e que acabaram tarde, até porque “dona Alfama só volta para a cama quando é madrugada”.