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A marcha de todos volta a brilhar em Lisboa

Já cheira a verão em Lisboa. As festas estão de regresso. Reina a boa disposição pelos bairros da cidade. Na tarde deste domingo, 5 de junho, o corrupio era bem visível no Espaço Santa Casa. Os 50 marchantes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa preparam-se para atuar logo à noite, no pavilhão Altice Arena.

Os protagonistas provaram os figurinos, vestiram-se e maquiaram-se. Os últimos preparativos correm a bom ritmo, e a coreografia está alinhada ao milímetro, sob o olhar atento do ensaiador Paulo Jesus. Com alegria e entusiasmo redobrados, os marchantes da Santa Casa estão sedentos de regressar às atuações. É a 12 de junho, véspera do Dia de Santo António, que a Avenida da Liberdade se vai encher de milhares de pessoas e de muita cor e alegria. Mas para já, o desafio é no Altice.

“Santa Casa abraça a vida” é o mote da marcha

A marcha da Santa Casa é diferente. Não é de um bairro. É de Lisboa. É de todos. Maioritariamente composta por utentes e funcionários da instituição, a marcha da Santa Casa tem 25 pares efetivos, dois pares suplentes, o porta-estandarte, dois mascotes e dois padrinhos.

Às 50 pessoas que atuaram no Altice Arena juntaram-se, ainda, o ator Ricardo Carriço e a apresentadora Maria Botelho Moniz, padrinhos da marcha da Misericórdia de Lisboa. Esta iniciativa garante a participação de todas as pessoas, independentemente da sua idade, condição social ou de saúde, nas festas da cidade. A marcha da Santa Casa desfiliou pela inclusão, pela diversidade, por toda a cidade e pelo combate à discriminação. E que bonita foi a festa!

Os testemunhos

Maria José Aleixo, 83 anos, utente do Centro de Dia de São Boaventura, é veterana nestas andanças. “Tinha saudades desta animação, de voltar a vestir o figurino, de dançar e cantar”, diz a porta-estandarte da marcha da Misericórdia de Lisboa. “A pandemia ia matando-me”, lamenta. A octogenária não sofre de ansiedade por cada vez que atua. Está habituada a estas coisas. “Eu entro à vontade. Tenho jeito para isto. Faço teatro e cinema”, confessa.
“Isto dá-me vida, dá-me energia. Vou cá andar, enquanto sentir-me com capacidade. Esta marcha é muito querida. É uma marcha Santa, porque faz bem a muita gente”, remata.

Já Maria Luísa Branco, 72 anos, aluna da Academia do Espaço Santa Casa, é a primeira vez que participa na marcha da Santa Casa. Enquanto é maquiada, Maria confessa “algum nervosismo”, mas está bastante “empolgada” com a sua estreia nas marchas populares. “Convidaram-me para vir para as marchas. Foi a melhor coisa que fiz. estou muito satisfeita, gosto muito”, admite. Sabe de cor a letra da música que vai cantar no pavilhão Alice Arena. De forma improvisada começa a cantar.

 

 

Na hora de ensaiar ou de atuar, não há dores nem angústias, não se pensa em mais nada. É o caso de Elisabete Cotrim, 69 anos, participante desde 2017. “A marcha dá-me muita alegria, muito ânimo”, enaltecendo o espírito de camaradagem do grupo. “Gosto muito de estar aqui e quero continuar enquanto puder. Elisabete confessa que sente alguma ansiedade em voltar à Avenida da Liberdade, o seu palco de eleição. “Eu sempre conheci esta tradição, todos os anos assistia às marchas, ao longe. E, pela primeira vez, com 65 anos participei nestas festas. Hoje tenho 69 anos e nunca pensei que com esta idade pudesse ter estas experiências”, finalizou.

Já Maria Manuel Loureiro, 55 anos, aluna da Academia Espaço Santa Casa, diz a brincar que veio “substituir” a mãe na marcha da Santa Casa. Elogiando o espírito da iniciativa, Manuela descobriu outra forma de fazer amigos. Está bastante empolgada com a estreia e confessa estar ansiosa com a descida da Avenida da Liberdade. “Ensaiámos todos os dias. Foi muito giro. Estamos todos muito ansiosos pelas festas de Lisboa”.

 

Uma manhã feita de sorrisos e brincadeiras

O jardim do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian (CRPCCG), equipamento sob a gestão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, recebeu esta sexta-feira, 3 de junho, a XI edição dos Jogos Adaptados. Estimular a coordenação motora das crianças com paralisia cerebral é um dos objetivos da iniciativa.

Inserido nas comemorações do Dia Internacional da Criança, a edição deste ano dos Jogos Adaptados, que contou com a participação de dezenas de crianças e respetivas famílias, decorreu num ambiente descontraído composto por vários recantos de brincadeiras, pensadas especialmente para as crianças e os jovens que frequentam este centro.

Quem também não ficou fora da festa foi a Guarda Nacional Republicana, que, à semelhança de edições anteriores, foi uma das entidades convidadas, para proporcionar a estas crianças a oportunidade de experienciarem um pequeno passeio a cavalo.

Como explica Ana Cadete, diretora do CRPCCG, “estes jogos pretendem proporcionar às crianças a possibilidade de participarem em atividades lúdica terapêuticas, com objetivos definidos para cada uma delas, num ambiente enriquecedor sob o aspeto cognitivo, sensorial, motor e social.”

Fomentar a participação em atividades de grupo e o convívio entre crianças, pais e a equipa do centro, bem como a utilização de um espaço exterior para a exploração multissensorial e, ainda, promover o acesso a novas experiências são outros dos objetivos destes jogos.

A manhã contou, ainda, com uma atuação da tuna académica da Escola Superior de Saúde do Alcoitão, a ESSATuna.

Palácio de Belém abre portas ao público até domingo

Após dois anos de interrupção, o Palácio Nacional de Belém recebe até domingo, 5 de junho, a quinta edição da Festa do Livro de Belém. Marcelo Rebelo de Sousa abriu o certame esta quinta-feira à tarde, 2 de junho. Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, também esteve presente no regresso da Festa do Livro aos jardins do Palácio de Belém.

Festa do Livro em Belém 2022

A Festa do Livro em Belém é uma iniciativa do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, realizada anualmente desde 2016, nos Jardins do Palácio de Belém, em parceria com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. O evento tem por objetivo celebrar os editores nacionais e os autores de língua portuguesa. Uma festa onde haverá espaço para a exposição e venda de livros, promoção de leitura e divulgação de obras e autores lusófonos.

Concertos, cinema, debates, sessões de autógrafos e apresentações de livros fazem parte do programa da Festa do Livro em Belém deste ano, onde estarão presentes 70 editores e 120 mesas que trazem ao evento os seus autores favoritos e respetivas obras.

Haverá também um espaço para os mais pequenos, dinamizado pela Rede de Bibliotecas de Lisboa, com sessões do conto, jogos didáticos, ioga e música para bebés.

Festa do Livro em Belém 2022

Estarão ainda disponíveis várias áreas de leitura, uma ligação aberta ao Jardim Botânico Tropical e uma zona de restauração. A entrada é livre e o acesso pode ser feito pelo Jardim Botânico ou pela loja do Museu da Presidência da República. O controlo de segurança estará garantido não só à entrada, como em todo o espaço.

Consulte a programação, aqui.

 

Santa Casa Alfama está de regresso

Os dias 23 e 24 de setembro são as datas apontadas para a edição de 2022 do Santa Casa Alfama, dedicada a Max, uma das figuras centrais da música popular portuguesa feita no século XX. O cartaz deste ano – que será revelado na íntegra, brevemente – vai voltar a contar com algumas das maiores vozes do fado nacional.

Pelo quinto ano consecutivo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se a este festival, na qualidade de naming sponsor, reforçando assim o seu apoio à cultura nacional.

Os diversos palcos do Santa Casa Alfama espalham-se pelo bairro, criando a sensação de que ali o fado pode acontecer em qualquer lugar e, que qualquer beco, viela ou praça é capaz de se transformar numa casa de fados. Mais do que um festival de música, este evento traduz-se numa experiência em que o público é convidado a tocar na alma portuguesa, deambulando por um bairro cheio de histórias das gentes fadistas.

Com uma seleção musical cuidadosa e exigente, dando espaço a vozes consagradas e também àqueles que garantem o futuro da nossa música, o Santa Casa Alfama é hoje um dos eventos mais relevantes da vida cultural portuguesa.

Homenagem a Max

E as primeiras confirmações para a edição deste ano do festival garantem a qualidade à qual já nos habituámos: no dia 23 de setembro, o Palco Santa Casa recebe o grande concerto de homenagem a Max por António Zambujo e convidados. Já no dia 24 de setembro, o mesmo palco recebe a voz poderosa de Dulce Pontes com o convidado Ricardo Ribeiro.

O Festival Santa Casa Alfama destaca-se pelo espaço que dá às novas vozes do fado, acabando mesmo por ser uma bússola para quem quer estar atento àquilo que o futuro trará de bom à nossa música. Como não poderia deixar de ser, este é também um Festival com memória, preocupado em lembrar e homenagear alguns dos nomes que construíram a história do fado. Depois de duas grandes homenagens, primeiro a Amália Rodrigues em 2020, no ano do seu centenário, e depois a Carlos do Carmo em 2021, ano do seu desaparecimento, em 2022 o Festival Santa Casa vai homenagear o inconfundível Max.

O futuro do fado

Há semelhança das outras edições, o festival celebra ainda o futuro do fado, com a instalação na Sociedade Boa União, do Palco Santa Casa Futuro, onde os festivaleiros ficaram a conhecer as  vozes que garantem o futuro do fado.

A programação deste palco estará a cargo de Escola de Fado Sociedade Musical de Cascais e do Clube Lisboa Amigos do Fado de Marvila.

Serão mais de 40 concertos em vários palcos em Alfama. Saiba mais sobre o festival no site oficial.

Dispositivo portátil para rastreio de cancro da mama vence RISE for Impact

A grande vencedora da edição do RISE for Impact, a Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, é a startup Glooma, responsável pelo desenvolvimento de um dispositivo portátil – SenseGlove – que consiste numa luva com sensores piezoelétricos que deteta anomalias na textura do tecido mamário, complementando a auto palpação mamária, e que tem como objetivo ajudar na deteção precoce do cancro da mama.

A Glooma arrecada, assim, um prémio de três mil euros e a incubação na Casa do Impacto, o que vai permitir à startup “explorar caminhos e definir pontos concretos para o futuro, como procurar investimento”, frisam os cofundadores Frederico Stock e Francisco Nogueira.

Em segundo lugar e vencedora de um prémio de dois mil euros, ficou a Actif, uma startup que visa melhorar a qualidade de vida da população mais idosa, promovendo um estilo de vida mais saudável e ativo durante o envelhecimento, através de um serviço de vídeos on demand com atividades físicas e cognitivas.

A completar o pódio ficou a Nevaro, que arrecadou um prémio de mil euros com a sua aplicação móvel HOLI, que permite a autogestão da saúde mental com base em estratégias gamificadas com origem na psicologia positiva.

Além do prémio monetário, todos os finalistas RISE for Impact ganham um ano de incubação na Casa do Impacto, o hub de empreendedorismo e inovação social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, comentou que “a aposta e o compromisso das startups na criação de condições para uma melhoria significativa da saúde faz com que a área healthtech seja o vetor em mais rápido crescimento no setor da saúde. Isso acontece porque existem projetos com muita qualidade a trabalhar nesta área que prometem um futuro brilhante na inovação da tecnologia para a saúde”, concluindo que “os três finalistas são sem dúvida exemplos de soluções capazes e necessárias no mercado”.

De salientar que os três projetos vencedores estavam a participar no RISE for Impact desde setembro de 2021, tendo sido selecionados de um universo de 72 projetos candidatos. Foram selecionados ao longo de três fases (bootcamp, aceleração e incubação), que culminaram agora na sessão de pitch que decidiu o vencedor.

“Magos”. Aprender português a jogar

Ao entrar na Terra da Magia, cada aluno (perdão), cada mago é convidado a resolver desafios que encontra no seu Grande Livro da Magia, ganhando forças elementais, talismãs e criaturas fantásticas. Parece um qualquer jogo para crianças e jovens, mas é muito mais do que isso. É uma ferramenta de aprendizagem que combate o desinteresse dos alunos pelas aulas, ajudando crianças e professores.

“Virar a página” do ensino tradicional

O “Magos” utiliza a gamificação (ou ludificação) e a tecnologia para transformar a sala de aula num ambiente de aprendizagem mais autónomo, colaborativo e motivador, 100% imerso numa narrativa fantástica. Com a utilização deste jogo na sala de aula do 1.º ciclo, todos os alunos têm percursos de aprendizagem ajustados ao seu perfil e alinhados com o currículo de Língua Portuguesa. Além disso, os professores ficam mais livres para responder às necessidades dos diferentes alunos e apoiar o seu progresso.

O projeto foi lançado no ano letivo de 2020/21 com o propósito de desenvolver uma ferramenta digital inovadora para sala de aula. Os resultados alcançados no primeiro ano foram bastante promissores, levando a Spot Gamesstartup incubada na Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa -, a preparar a disseminação desta solução a um número mais alargado de escolas.

O projeto piloto foi implementado nos agrupamentos de escolas do Alto do Lumiar e das Olaias. Neste âmbito, Sérgio Cintra, administrador da Ação Social da Santa Casa, Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, e representantes do Banco Montepio, da Estrutura de Missão Portugal Inovação Social e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo visitaram a “GameZone Lisboa, no Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, na passada terça-feira, 31 de maio, com o objetivo de assistir à utilização, na sala de aula, do “Magos” e ouvir o testemunho de professores e alunos.

Ferramenta digital Magos

Muito mais do que um jogo, uma ferramenta de aprendizagem

Sérgio Cintra defendeu que “a vocação primária da Santa Casa é ser um investidor social. Nesse sentido, em conjunto com os parceiros, temos que aumentar a capacitação dos mais jovens. Esta ferramenta é uma forma de combater o insucesso escolar e, simultaneamente, de melhorar a aprendizagem. Espero que este projeto possa ser adotado no território nacional”.

Rita Borges, adjunta da diretora do Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, lembra que “o agrupamento tem oito turmas de 4º ano a trabalhar no projeto. Umas fazem sessões quase diárias, outras fazem sessões semanais, depende muito da necessidade que o professor identificar para cada caso”.

A responsável pelo Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar está satisfeita com o projeto: “os alunos estão muito motivados, estão sempre dispostos a jogar. Fazem imensos exercícios, escondidos neste mundo de magia. Ou seja, fazem exercícios de língua portuguesa disfarçados num jogo. Algo que, normalmente, no livro [tradicional] não iriam fazer porque é uma chatice – e nesta plataforma é muito fácil de resolver”.

O jogo ajuda diferentes alunos a desenvolver competências. Começa com um diagnóstico e adapta-se às necessidades de cada um. É um fato à medida. Dando o exemplo de uma turma de 4º ano, com oito alunos com necessidades educativas especiais e um com autismo, Rita Borges destaca que é muito difícil um professor chegar a todos e ajudar na sua evolução. O jogo permite que todos tenham a atenção que precisam naquele período de uma hora, direcionada de acordo com as capacidades de cada um”.

Para Francisco Miranda, cofundador da Spot Games, este jogo “é um instrumento para o professor motivar os alunos, independente do seu contexto, através de ferramentas em suporte físico (livro) e digital (jogo). O ‘Magos’ consegue trazer a fantasia para a sala de aula, sem que eles se apercebam que estão a aprender. Criar impacto, melhorar os resultados e as competências dos alunos é um dos objetivos desta ferramenta”. E continua: “O sonho é ter o ‘Magos’ em cada escola e em cada turma, pelo país fora”, finaliza Francisco.

Por outro lado, Inês Sequeira afirma que “o objetivo deste jogo é que as crianças, através do jogo, consigam criar mais competências. A ferramenta desenvolvida foca-se bastante na questão da manutenção da motivação dos alunos”. Na sala de aula, a diretora da Casa do Impacto ficou “muito impressionada” com o que viu. “Estavam concentrados e interessados em cumprir objetivos”, observa.

Ferramenta digital Magos

Spot Games

Criar impacto em escolas de intervenção prioritária, onde o absentismo, o abandono e o fraco aproveitamento são a regra, foi o primeiro objetivo de Francisco Miranda, engenheiro industrial, e Joana Lopes, psicomotricista, para criarem a Spot Games. Depois da passagem pelo Rise for Impact, a startup desenhou o “Gamezone Lisboa”, que tem como principal objetivo mitigar o défice de competências de português e matemática de alunos com baixo estatuto socioecónomico. Este projeto recebeu, em 2021, investimento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa/Casa do Impacto através de um título de impacto social, no âmbito da iniciativa “Projetos de Impacto”.

 

Prémios Human Resources. Misericórdia de Lisboa volta a ser distinguida

Na cerimónia de entrega dos Prémios Human Resources 2022, que elege as melhores empresas em gestão de pessoas, de entre os 31 galardões que foram atribuídos, a Santa Casa ganhou um dos dois para os quais tinha sido nomeada: o de “Empresa Pública e/o Setor Público Estatal”.

Numa sessão realizada ao final da tarde desta terça-feira, dia 31, n´Clube – Monsanto Secret Spot, em Lisboa, a Human Resources entregou 31 prémios, 25 dos quais a empresas e seis individuais.

Em representação da Santa Casa esteve o diretor de Recursos Humanos, Nuno Prata, que agradeceu a distinção, explicando que os 523 anos de existência da Misericórdia devem-se à existência de “pessoas extraordinárias”.

Os vencedores da 11ª edição dos Prémios Human Resources resultam da escolha dos leitores (excetuando três galardões, que são atribuídos pela redação da revista: o prémio “Carreira”, a “Personalidade do Ano” e a “Comunicação em Gestão de Pessoas”).

Conheça aqui a lista e as categorias de todos galardoados.

O “indispensável contributo” do Fundo Rainha D. Leonor para a recuperação da igreja da Misericórdia de Monção

O Fundo Rainha D. Leonor voltou a fazer a diferença. A iniciativa da Santa Casa, que tem como objetivo ajudar as misericórdias portuguesas em causas sociais prioritárias e inovadoras, financiou a intervenção de conservação e restauro efetuada na Igreja da Misericórdia de Monção. O espaço que apresentava sinais de degradação passa agora a estar em perfeitas condições para receber os fregueses e os turistas que visitam a região.

A obra iniciada em fevereiro de 2021 foi concluída no presente mês de maio. Com um apoio do Fundo Rainha D. Leonor a rondar os 192 mil euros foi possível proceder à restauração do exterior e do interior da igreja, com reparos ao nível dos pavimentos, tetos, paredes e também do órgão de tubos. A profunda intervenção foi elogiada pelo provedor da Misericórdia de Monção, Armindo Ponte, que agradeceu o “indispensável contributo” do Fundo Rainha D. Leonor.

A Igreja da Misericórdia, localizada em pleno centro histórico de Monção, foi construída no século XVI tendo beneficiado de intervenções nos séculos seguintes. A maior afluência a este templo ocorre na romaria de Nossa Senhora da Dores, de enorme devoção na região.

A par da Misericórdia de Melgaço, a intervenção na igreja da Misericórdia de Monção é o apoio mais a norte prestado pelo Fundo Rainha D. Leonor. Nascido em 2014 de um acordo de parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a União das Misericórdias Portuguesas, o Fundo Rainha Dona Leonor vem dar apoio a causas sociais prioritárias das misericórdias de todo o país, cumprindo, deste modo, a vontade da instituição em intervir além das fronteiras da capital. Até ao momento o fundo já apoiou cerca de 140 misericórdias, de norte a sul do país, num valor superior a 23 milhões de euros.

Diversidade e inclusão. “O que é para todos, começa em nós”

Esta é uma campanha que reflete a estratégia da Santa Casa no que respeita à sua política de diversidade e inclusão, e que surge após a aprovação do primeiro Plano para a Diversidade e Inclusão e a consequente elaboração da Política da Diversidade e Inclusão da Misericórdia de Lisboa, na qual se reconhece a importância de promover estes valores entre todos na instituição.

A Misericórdia de Lisboa fecha o Mês Europeu da Diversidade (maio) com a divulgação desta que começou por ser uma campanha direcionada a todos os colaboradores, envolvendo os próprios como protagonistas, mas que é divulgada agora, também, ao público em geral.

Paulo Silva, Lino Gomes, Catarina Almeida, Neli Costa, Leandro Culita, Eduarda Gomes, Alexandre Freitas e Irene Vieira são os protagonistas do filme institucional que alerta para a importância da diversidade e da inclusão na sociedade. E como os exemplos devem começar internamente, foi com a “prata da casa” que esta campanha se materializou. Oito colaboradores, com nacionalidades e experiências de vida distintas, a comprovarem que aquilo que distingue cada um de nós deve ser respeitado e naturalmente aceite, para que o mundo se torne cada vez mais inclusivo.

A representar os valores de diversidade de inclusão, inerentes à Misericórdia de Lisboa, cada um dos participantes nesta iniciativa transmite um pouco de si, relembrando que na instituição todos são iguais, independentemente de possuírem características ou representarem escolhas distintas.

Os rostos da campanha

Foi no final do verão de 2021 que a Misericórdia de Lisboa anunciou, internamente, que procurava quem representasse a diversidade existente na instituição: pessoas com diferentes identidades de género, orientação sexual, etnias, religião, território de origem, cultura, línguas, nacionalidades diferentes, entre outros fatores.

Ao apelo responderam dezenas de colaboradores que, um mês depois, participaram num casting. Os escolhidos foram, em novembro, mostrar o seu à-vontade frente às câmaras de filmar e fotografar, num dia de gravações repleto de animação e nervosismo, com recordações que ficarão na memória de todos.

Sob o lema “O que é para todos, começa em nós”, Paulo, Lino, Catarina, Neli, Leandro, Eduarda, Alexandre e Irene vestiram, com orgulho, a camisola da instituição, dando rosto à primeira campanha institucional da Misericórdia de Lisboa dedicada à diversidade, à não discriminação e à inclusão.

Assista ao vídeo da campanha, em baixo.

Como se está a sentir? O MENTAL ajuda-o a responder a esta questão

Termina hoje, 27 de maio, a sexta edição do MENTAL. Desde o dia 19 de maio que o cinema São Jorge, em Lisboa, acolheu uma programação artística e cultural variada, com o objetivo de discutir, partilhar experiências e ideias que pretendem, simultaneamente, combater o estigma, o preconceito e o isolamento, tantas vezes, associados à saúde mental.

A iniciativa arrancou com a novidade deste ano, as sessões Mental Jovem M-Cinema, com a exibição de algumas curtas-metragens, direcionadas ao público a partir dos 12 anos de idade, que abordaram esta temática de uma maneira divertida e leve.

A par do cinema para os mais jovens, o festival contou com mais filmes para outros públicos, com a apresentação de obras cinematográficas de várias partes do mundo. Destaque para “Alexandria”, dos portugueses, Luís Miguel Pereira e Thiago Cavalheiro, sobre uma escritora que batalha contra a doença de Alzheimer.

No segundo dia de festival, foi a vez do Grupo de Teatro Terapêutico da Unidade W+, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, subir ao palco e apresentar a peça de teatro “Pé no Chão”.

A peça, que conta a história do retorno a uma realidade transformada, onde os afetos são bússolas e o espaço e tempo têm agora novos cheiros e cores, foi interpretada por vinte jovens que frequentam a Unidade W+, e que desafiaram os espetadores a embarcarem numa viagem de redescoberta.

W+ Teatro

Destaque ainda no alinhamento do MENTAL para as M-Talks, que este ano versaram sobre as temáticas do medo, direitos humanos, saúde mental, trauma e superação.

Para o encerramento da sexta edição do festival, a organização convidou os músicos JP Simões e Luiz Caracol, para o concerto “My Story My Song” no Clube Ferroviário, em Lisboa.

A iniciativa conta com a coprodução da Coordenação Nacional das políticas de Saúde Mental e teve, este ano, o alto patrocínio da Presidência da República.

O objetivo do festival, que teve a primeira edição em 2017, é trazer o tema da saúde mental para a discussão pública, através de uma série de eventos integrados em várias áreas culturais como cinema, música, dança, teatro, artes plásticas, literatura e conversas temáticas.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

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