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Obra “Nº 907. Esta se chama Maria” apresentada ao público esta quarta-feira

A Brotéria recebe, esta quinta-feira, 15 de janeiro, a apresentação pública da obra “Nº 907. Esta se chama Maria”, da autoria do Padre João Sarmento SJ. A peça é parte da exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, que está patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

A sessão na Brotéria está marcada para as 18h30, com a presença do artista. De seguida haverá uma conversa sobre a espiritualidade na arte, com a participação da pintora Graça Morais, de João Sarmento SJ, de Francisco d’Orey, coordenador da exposição, e de Helena Mantas, curadora da mostra. A moderação ficará a cargo de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa.

A exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” decorre até 29 de março e visa criar pontes entre a história dos sinais das crianças expostas, bilhetes manuscritos, objetos e imagens, e leituras contemporâneas sobre a identidade, o cuidado e a memória. 

A Misericórdia de Lisboa conserva perto de 90 mil sinais de expostos, organizados em cinco séries documentais, com datas entre 1658 e 1939. Trata-se da maior coleção de documentos deste tipo a nível mundial. A exposição integra-se na candidatura destas séries ao Registo Internacional da Memória do Mundo da UNESCO, apresentada em parceria com outras instituições nacionais e internacionais.

Santa Casa inaugura Piso 3 do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa inaugurou, na passada sexta-feira, 9 de janeiro, o Piso 3 do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), um espaço remodelado e modernizado para internamento de reabilitação de adultos, com capacidade para 68 camas, num investimento de cerca de 2 milhões de euros.

Esta obra enquadra-se numa estratégia mais ampla de intervenção na infraestrutura e serviços deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, consolidando o seu estatuto de unidade de referência nacional e internacional na Medicina Física e de Reabilitação e robustecendo o compromisso da Instituição com a comunidade na área da Saúde.

Marcaram presença na cerimónia de inauguração Maria do Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais, ambos recebidos por Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e restantes membros da Mesa.

Para o Provedor da Santa Casa, o projeto de transformação que envolve o CMRA “vai muito para além da obra física”, passando igualmente por “um investimento nas pessoas, na tecnologia e na transformação digital, para garantir uma melhoria substancial dos cuidados”.

“Em 2026 temos a honra de celebrar 60 anos de existência do Centro de Alcoitão. São seis décadas de dedicação ininterrupta à reabilitação, um legado de inovação e cuidado que nos enche de orgulho e nos impulsiona para o futuro”, referiu Paulo Sousa.

Por seu lado, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, comentou que “a reabilitação deste andar era merecidíssima” e reforça, no seu entender, “a retoma da Ação Social por parte da Santa Casa no que faz de melhor, que é cuidar dos que precisam”.

Também Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara de Cascais, demonstrou a sua “enorme satisfação” por esta inauguração, que “simboliza renovação, compromisso e visão de futuro, por respeito a uma história longa, sólida e profundamente humana” como a do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.

O poeta do quiosque que a Santa Casa inspira há 40 anos

É mais um dia agitado na cidade de Lisboa e Luís Fernando Lopes está no sítio de sempre, à espera dos clientes, como faz há mais de 40 anos. O quiosque do Largo Trindade Coelho é muito requisitado logo pela manhã, embora a venda de jornais já não seja o principal motivo. As letras que nos dias de hoje já não atraem os transeuntes são as mesmas que, ao contrário, continuam a seduzir Luís. Verte-as quase diariamente em pequenos papelinhos, sob a forma de poemas, e guarda-os em montículos para o que der e vier.

Agora com 66 anos, a ligação de Luís às letras veio de berço: “Mudaram-me as fraldas aqui no quiosque, porque isto já era do meu bisavô e a minha mãe veio para cá pouco tempo depois de eu nascer. E depois ela sempre me incentivou a escrever. Normalmente fazia redações e tinha Bom ou Bom+. Comecei a escrever, mas não mostrava a ninguém. Cheguei a começar três romances, um deles tem seguramente uns 30 anos, mas não consegui acabá-los, porque requer muito tempo”.

Papelinhos com poemas escritos à mão

O nascimento de um poeta

Décadas mais tarde, a assustadora pandemia que confinou o país e o mundo deu-lhe forçosamente mais tempo livre. Fechado no quiosque de sempre, mas sem os clientes habituais, afastados pelas imposições sanitárias, Luís viu-se sozinho com a escrita e os poemas começaram a brotar. Sempre nos pequenos papelinhos, em jeito de apontamentos, dali nasceram já dois livros, curiosamente por sugestão de duas clientes, funcionárias da Santa Casa.

“O primeiro chama-se ‘O quiosque tem uma janela e eu vejo o mundo através dela’ e o segundo ‘O mundo da minha janela onde Lisboa é a mais bela’. Ambos têm a palavra mundo, porque o mundo é tudo o que vejo a partir desta janela”, explica o poeta. Ainda sem planos para isso, tem, no entanto, já pensado um título para um eventual terceiro livro: ‘O mundo no meu verso entre o belo e o perverso’.

Figura bem conhecida nos arredores do Largo Trindade Coelho, as obras do poeta do quiosque ganharam fama e foi convidado a escrever regularmente num blogue.

“Escrevo de 15 em 15 dias e nunca falhei, isto há já quatro anos. Recentemente escrevi sobre o fim dos jornais em papel. Vou deixar de vender jornais, vendo um ou dois jornais por dia… Escrever isto foi, como lhe chamo, uma lamúria contraditória: estou a escrever num jornal online sobre o fim dos jornais em papel”, frisa Luís, destacando o paradoxo.

A inspiração na Santa Casa

Há mais de 40 anos diante da Santa Casa, é natural que a Misericórdia de Lisboa tenha sido – e continue a ser – uma grande fonte de inspiração para o poeta do quiosque: “A Santa Casa está sempre muito presente nos meus poemas. Já escrevi sobre muita coisa: a história da Misericórdia, o Museu e a Igreja de São Roque, a Lotaria…”.

Mais recentemente, a exposição “Filhos de Todos… Filhos de Quem?”, sobre os expostos da roda de Lisboa, patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque, despertou-lhe a atenção e mereceu-lhe uma visita, que imediatamente deu frutos no papel: nasceu um poema com o mesmo nome desta mostra.

“O assunto interessa-me muito e também vi que tinha obras de grandes artistas, como a Paula Rego, por isso fui visitar e a exposição está espetacular! E logo depois escrevi o poema. Foi como saiu, praticamente à primeira”, confessa.

O tema dos expostos não ficará por aqui na escrita de Luís, que já pensa “num conto maior”, uma espécie de auto. Mas quando tiver tempo, porque, entretanto, está já outro cliente a abeirar-se da janela do quiosque no Largo Trindade Coelho e o poeta do quiosque volta a arrumar o montículo de papelinhos.

"Filhos de Todos… Filhos de Quem?"


Sabe-se lá o desgosto
de uma mãe em aflição
ao deixar o bebé exposto
na roda para adoção.

Um ato de desespero
mas também revelador
de um certo esmero
indicativo de amor.

Agarrada à esperança
de um dia o poder resgatar
deixava um sinal de lembrança
para assim o identificar.

Resgatados da morte
filhos de todos… de quem?
Filhos da pouca sorte
mas filhos de alguém.

É sabida a fortuna
do que nasce aconchegado
já grande é a lacuna
de quem nasceu enjeitado.

Luís Fernando Lopes

Café Memória Chiado apresenta “Espaço ComVida”, uma resposta inovadora para seniores com demência

O Café Memória Chiado, na Rua Nova da Trindade, 15, acolhe, no próximo dia 14 de janeiro, às 15h00, mais uma sessão aberta a toda a comunidade. No encontro, que não requer inscrição prévia, será apresentado o projeto “Espaço ComVida”, uma resposta social inovadora promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A apresentação estará a cargo de Ana Nascimento, diretora do Espaço ComVida, que dará a conhecer esta nova abordagem de apoio à população mais velha com demência, pensada para promover a qualidade de vida, a dignidade e a participação ativa.

O Café Memória é um espaço de encontro e partilha destinado a pessoas com problemas de memória ou demência, seus cuidadores, familiares, amigos e a todos os que se interessam por estas temáticas. Promove conversas informais, troca de experiências e acesso a informação especializada, num ambiente seguro e acolhedor.

A iniciativa é dinamizada pelo Projeto RADAR, em parceria com a Associação Alzheimer Portugal e o Celeiro.

Já há tema para as Marchas Populares de 2026

Foi no Salão Nobre dos Paços do Concelho que voltou a decorrer a habitual cerimónia de entrega dos prémios das Marchas Populares, com o presidente da autarquia lisboeta, Carlos Moedas, a justificar a escolha do tema para a edição deste ano como sendo uma homenagem ao Tratado de Lisboa e aos 40 anos da adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia.

Perante dezenas de pessoas, entre os quais Carlos Coelho e Alfredo Sousa, ambos representantes do Parlamento Europeu, o autarca lisboeta recordou que o país “deve muito à Europa”, classificando-a como “o porto de abrigo” nacional.

A cerimónia contou ainda com outro momento muito aguardado: a entrega dos prémios referentes às Marchas Populares de 2025, nas quais participou a Misericórdia de Lisboa. Além dos prémios a Alcântara e Bairro Alto – os dois bairros que conquistaram em ex-aequo o primeiro lugar -, foram também distribuídos galardões (da autoria do ceramista lisboeta Carlos Manuel Gonçalves) para quem brilhou nas categorias especiais, assim como prémios de participação a todas as marchas que fizeram parte da edição do ano passado. Foi o caso da Santa Casa, com o provedor Paulo Sousa a receber o galardão (uma cantarilha), acompanhado pela diretora da Unidade de Animação Socioeducativa, Luna Marques.

Para 2026 estão já confirmadas as marchas de Benfica, Bica, São Domingos de Benfica, Bela Flor/Campolide, Graça, Bairro Alto e Mouraria, que irão desfilar na Altice Arena a 29 de maio, juntamente com a marcha extraconcurso da Voz do Operário. Já a 30 de maio, segundo dia de exibições, irão desfilar as marchas dos Mercados (extraconcurso), Madragoa, Castelo, São Vicente, Alto do Pina, Olivais, Penha de França e Carnide.

A fechar as apresentações no pavilhão, a 31 de maio, estará a marcha da Santa Casa (extraconcurso), assim como Alfama, Marvila, Ajuda, Alcântara, Boavista e Beato. Na noite de Santo António, de 12 para 13 de junho, as 20 marchas a concurso, juntamente com as três marchas extraconcurso, irão cumprir a tradição e descer a Avenida da Liberdade, naquela que é considerada a noite mais especial do ano para os lisboetas.

 

Fotos: Câmara Municipal de Lisboa

Realize o seu evento nos espaços históricos da Santa Casa

Reuniões de trabalho num salão palaciano? Congressos em auditórios totalmente equipados? Casamentos num convento centenário ou filmagens num cenário digno de um filme de época? Tudo isto é possível nos “espaços com História” da Misericórdia de Lisboa, agora com novas localizações disponíveis, como o Complexo de São Roque, a Residência Raquel Ribeiro e a Casa Ásia-Coleção Francisco Capelo.

A estes juntam-se alguns dos locais que já estavam disponíveis, como o Claustro do Convento de São Pedro de Alcântara, a Quinta Alegre, o Pavilhão da Aldeia de Santa Isabel, a Colónia Balnear de São Julião (na Ericeira), ou o Salão Nobre do Hospital Ortopédico de Sant’Ana (Parede).

As possibilidades estendem-se também a salas de reuniões e auditórios, como os do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão ou a Sala de Reuniões do Espaço São Julião, ideais para encontros empresariais, conferências ou colóquios. Para produções audiovisuais, há ambientes distintos e versáteis, que vão desde a arquitetura senhorial da Residência Faria Mantero ao charme bucólico da Quinta Alegre.

Com séculos de história e um portefólio ímpar, estes imóveis da Santa Casa são mais do que espaços, são cenários vivos da memória coletiva. A sua cedência permite igualmente preservar este património e dar-lhe nova vida.

Para quem procura um espaço distinto, versátil e com alma, a resposta pode estar mais perto do que imagina. E com mais história do que esperava.

Para mais informações e respetivo regulamento aceda à página “Espaços com História”.

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo apresenta programação de janeiro a abril dedicada à diversidade cultural e religiosa da Ásia

Entre janeiro e abril de 2026, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, propõe uma programação diversificada que convida à descoberta, ao conhecimento e ao diálogo intercultural, afirmando o museu como um espaço vivo de reflexão sobre a história, a cultura e as espiritualidades do continente asiático.

Em destaque neste primeiro trimestre está o Seminário sobre Religiões, um ciclo de nove conferências, conduzidas por especialistas de referência, que parte das peças e dos países representados na coleção para promover o conhecimento sobre a diversidade religiosa asiática. Ao longo de vários encontros, serão abordadas tradições como o Budismo, o Hinduísmo, o Confucionismo, o Xintoísmo, o Islamismo na Ásia do Sudeste, os cristãos do Malabar e, por fim, o papel dos jesuítas na difusão do Cristianismo na Ásia. Cada sessão decorre às 18h00, entre janeiro e abril, mediante inscrição prévia, com um valor de 10 euros por conferência.

O ciclo inicia-se a 8 de janeiro com a conferência “Os cristãos do Malabar”, seguindo-se, entre outros momentos, abordagens ao Islão no Sudeste Asiático, ao Hinduísmo, ao Império Mogol, às religiões do Japão e ao Budismo, culminando, a 23 de abril, com uma reflexão sobre o papel dos jesuítas na Ásia. Este seminário propõe uma leitura histórica, cultural e teológica das religiões, reforçando a missão da Casa Ásia enquanto espaço de diálogo entre culturas. 

Paralelamente, o museu promove duas edições do Curso para Guias-Intérpretes, destinadas a profissionais da área do Turismo, que decorrerão entre 15 de janeiro e 9 de fevereiro. O objetivo é dar a conhecer este museu recente, instalado num palácio seiscentista recuperado, e a sua coleção de mais de 1400 peças provenientes de 14 países asiáticos, adquirida pelo colecionador Francisco Capelo e integrada na Santa Casa em 2017. O curso decorre durante todo o dia, com início às 10h30, pausa para almoço às 12h00 e retoma das 14h00 às 17h00, sendo de participação gratuita mediante marcação prévia.

Com esta programação, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo reafirma-se como um espaço de encontro entre património, conhecimento e contemporaneidade, convidando o público a explorar a riqueza cultural e espiritual da Ásia através da arte, da história e da reflexão partilhada.

Mediadores com melhores resultados premiados com vouchers de viagem

Lançado no último trimestre de 2025 pela Direção Comercial e Logística do Departamento de Jogos, desde o primeiro momento que o Programa de Incentivo a Mediadores teve como objetivo impulsionar o crescimento sustentado das vendas dos Jogos Sociais do Estado nos mediadores, reconhecendo e premiando o desempenho dos que apresentaram uma evolução contínua.

Tudo começou com todos os mediadores / estabelecimentos com terminal ativo até 31 agosto de 2025 a serem automaticamente integrados no Programa de Incentivo a Mediadores, tendo sido definido um período de análise bimensal (outubro e novembro), com obrigatoriedade de crescimento em termos acumulados dos dois meses e com a comparação a ser sempre feita em relação ao período imediatamente anterior (o mês de setembro).

Analisadas as diferentes especificidades de cada mediador, os “participantes” foram distribuídos por patamares de venda mensal para assegurar uma participação justa e efetiva, com os mediadores /estabelecimentos a serem agrupados em quatro patamares, de acordo com o volume de faturação no período de referência. Em cada patamar foram apurados os três mediadores / estabelecimentos que apresentaram um crescimento de vendas superior, os quais receberam prémios em voucher de viagem com diferentes valores: 1.º prémio no valor de €1000,00, 2.º prémio no valor de €750,00 e 3.º prémio no valor de €500,00.

Mediadores

Os vencedores foram apurados em dezembro, com os vouchers a serem entregues no mesmo mês

O sucesso desta iniciativa já levou à decisão: o programa irá ser aplicado ao longo deste ano, ainda que com uma versão ligeiramente diferente, com quatro subprogramas (trimestrais) e um programa final (referente a todo o ano).

Nesta nova versão, os desafios para os mediadores irão mudando ao longo dos trimestres, tanto em termos de jogos, como ao nível do objetivo de percentagem de aumento de vendas. Também os prémios irão alternando ao longo dos subprogramas, variando entre tecnologia, vouchers de viagem e cartões presente.

O prémio final (anual) será uma viagem a Paris durante três dias e duas noites, com uma visita à Française des Jeux ao melhor mediador de cada distrito, num total de 20. Este prémio será atribuído aos mediadores que apresentarem um crescimento mínimo anual de 20% face a 2025.

Museu de São Roque em festa para encerrar comemorações dos 120 anos

O Museu de São Roque estará em festa no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de janeiro, com o encerramento das comemorações do 120.º aniversário deste espaço cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Durante estes dois dias, a comunidade está convidada a participar nas diversas iniciativas previstas, todas elas com entrada livre.

Tudo começa no sábado, a partir das 15 horas, com a apresentação do livro “O edifício do Museu de São Roque: mais de um século de remodelações. História, projetos e intervenções”, da autoria de Sílvia Pereira.

Já no domingo, após a visita guiada matinal à Capela de São João Batista, coleção recentemente classificada como Tesouro Nacional, a tarde vai contemplar a atividade “O Meu Museu”, dedicada às famílias com crianças, seguindo-se a visita temática “Os rostos da Capela de São João Batista: D. João V, o rei”.

A partir das 16 horas, Mariana Dionísio vai apresentar uma instalação sonora concebida especificamente para o Museu de São Roque, servindo de antecipação ao concerto “Offertorium Portraits”. Às 18 horas, “LEIDA” apresenta-se na Igreja de São Roque, num autêntico diálogo com a tradição da música sacra, criado por Mariana Dionísio e pela artista multimédia Varvara Tazelaar.

Todas as atividades previstas para domingo carecem de marcação prévia, que pode ser realizada através do telefone 213 235 449 ou do email museusaoroque@scml.pt.

KORALE promove webinar que destaca boas práticas europeias no combate à solidão não desejada

A sessão decorre online, via Microsoft Teams, entre as 14h30 e 15h30 (hora de Lisboa), e integra-se no âmbito do Projeto KORALE, cofinanciado pelo programa Interreg Europe da União Europeia.

Durante o webinar serão apresentados três projetos de referência:

  • Sempre Acompanhados – Programa comunitário da Fundação “la Caixa”, desenvolvido em Lisboa pelo Centro Social Paroquial de Campo Grande, que promove relações de proximidade entre pessoas idosas e voluntários formados, contribuindo para reduzir o isolamento e fortalecer o sentimento de pertença.
  • Programa Apoio 65+ – Idosos em Segurança – Iniciativa da Polícia de Segurança Pública que reforça a segurança, a tranquilidade e a prevenção de situações de risco entre a população sénior, através de policiamento comunitário e ações de sensibilização.
  • Local Volunteer Matching – Plataforma belga que mobiliza mais de 200 mil cidadãos e 12 mil associações em 80 cidades, facilitando o voluntariado local e promovendo o bem-estar e o envolvimento comunitário.

A sessão contará com a participação de:

  • Mário Rui André, Coordenador do Programa Lisboa, Cidade Com Vida para Todas as Idades (moderador);
  • Margarida Quinhones, Coordenadora do Programa Sempre Acompanhados;
  • Inês Lemos, Comissária da Polícia de Segurança Pública;
  • Bart Wolput, Diretor do projeto Giveaday.

O webinar será realizado em inglês. O formulário de inscrição está disponível neste endereço, após a qual os participantes recebem por e-mail o link de acesso.

A Comunidade de Prática KORALE | Lisboa Com Vida continua, assim, a promover a partilha de conhecimento e a colaboração entre entidades europeias, reforçando o compromisso com uma cidade mais conectada, solidária e atenta às necessidades das pessoas mais vulneráveis.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

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