Das brincadeiras aos namoricos, um passeio por Lisboa
Que memórias ainda encontramos da Lisboa de há 40, 50, 60 anos? Como era a vida da altura? Como eram os bairros, os transportes, as feiras, as festas?
Das brincadeiras aos namoricos, um passeio por Lisboa
Que memórias ainda encontramos da Lisboa de há 40, 50, 60 anos? Como era a vida da altura? Como eram os bairros, os transportes, as feiras, as festas?
Visando promover valores e práticas nas áreas da solidariedade e da sustentabilidade na sociedade, esta parceria estabelece, a longo prazo, modelos de ação fundamentais.
Procura-se assim, criar respostas efetivas em diferentes áreas de intervenção, inclusão social, sustentabilidade ecológica, ciência e tecnologia ao serviço do futebol e proteção de valores. Este conjunto de ações e projetos vai ser desenvolvido no decorrer da próxima época desportiva 2020-2021.
Para Edmundo Martinho, provedor da Misericórdia de Lisboa, “nesta parceria o futebol é apenas o veículo para a Santa Casa chegar aos mais jovens e envolvê-los em atos de sensibilização e cidadania, alargando, assim, a sua missão diária ao serviço da comunidade”, frisando que “a Misericórdia de Lisboa assume mais um compromisso importante dentro das suas responsabilidades institucionais e sociais”.

A concretização desta união valoriza o papel do futebol profissional nas nossas sociedades, uma vez que, muitas vezes, os seus jogadores são uma referência para milhões de jovens no exercício do respeito, da tolerância, da educação e do compromisso, valores fundamentais da atuação da Santa Casa partilhados pela Fundação do Futebol.
Pedro Proença, presidente da Fundação do Futebol – Liga Portugal, assinalou a importância desta parceria com “uma entidade de reconhecido valor social e com presença vincada junto da Sociedade, concluindo que “os mais de 500 anos de história da Santa Casa estão intrinsecamente ligados a Boas Causas junto da população portuguesa, nas quais a Fundação do Futebol – Liga Portugal quer estar cada vez mais envolvida”.
Saiba mais sobre a Fundação do Futebol – Liga Portugal.
Este ano as festas não saem à rua, mas continuam nas memórias de Lisboa
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Ouvir cantar o fado com caldo verde e “um belo chouricinho”
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Lembranças do Parque Mayer. “Ali é que era a vida dos artistas”
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Às compras em Lisboa no tempo da banha da cobra
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Lisboa, cidade Abril
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“Trabalhava-se muito, ganhava-se pouco e boca calada”
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Nestes dias em que o isolamento se tornou norma, o jornal Público recuperou a história de S. Roque, que, pela Europa, ganhara fama de proteger contra maleitas do corpo e da alma.
Reza a história que Roque provinha de uma família francesa abastada, e que terá abdicado da fortuna, partindo em peregrinação até Roma. Pelo caminho ia tratando dos doentes e conquistou a fama de conseguir curá-los.
A popularidade dos milagres deste santo chegou a Portugal no início do reinado de D. Manuel I, numa época em que sucessivos surtos de peste negra se alastravam. S. Roque tornou-se depois um santo lisboeta que veio marcar a paisagem espiritual e urbana da cidade de Lisboa, mas, sobretudo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Desde a sua fundação, em 1498, que a instituição reúne um vasto património histórico, artístico e documental, do qual se destacam os acervos do Museu e da Igreja de São Roque, classificada como Monumento Nacional em 1910. O Museu de São Roque é um dos mais importantes símbolos do seu património cultural, possuindo uma invejável coleção de arte sacra portuguesa.
A história de devoção ao santo que decidiu isolar-se para não contagiar os outros mantém-se presente na vida religiosa da cidade Lisboa.
Uma história que já tem 450 anos, mas que, hoje, mais do que nunca, faz todo o sentido recordar. Leia a peça integral do Público, aqui.
Um passeio pela cidade, sem sair do sítio
Que memórias ainda encontramos da Lisboa de há 40, 50, 60 anos? Como era a vida da altura? Como eram os bairros, os transportes, as feiras, as festas?