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Carlos Vinícius e Nuno Tavares levam sorrisos às crianças da Santa Casa

Foi um dia diferente e com muita emoção para 28 crianças da Misericórdia de Lisboa que receberam a visita de Carlos Vinícius e Nuno Tavares, jogadores do plantel sénior do clube encarnado.

No âmbito de um protocolo entre a Fundação Benfica e a Misericórdia de Lisboa, os jogadores do clube da luz visitaram esta quinta-feira, 12 de dezembro, a casa de acolhimento residencial Casa dos Plátanos, para fazerem de Pai Natal, alegrando os miúdos que ali vivem. A estes miúdos juntaram-se ainda crianças de outras quatro casas de acolhimento residencial da instituição: Girassóis; Nossa Casa; Novo Rumo e Menino Jesus.

Muito antes da chegada dos jogadores já se ouvia pela sala de estar: “Mas quando é que eles chegam?”, “O Jonas também vem?”, “Sabes quais são os presentes?”, “Eu sou do Benfica!”. A algazarra era enorme, os miúdos estavam alegres e excitados com a visita e, ao mesmo tempo, curiosos com os presentes que haveriam de abrir mais tarde.

Miguel (9 anos), Martim (5), Carolina (6) e Rogério (8) são algumas das crianças que esperam ansiosamente pela dupla encarnada. Estão aos pulos de alegria. Não é todos dos dias que os futebolistas profissionais do Sport Lisboa e Benfica visitam aquela casa. Um pouco nervoso, o Miguel diz que quer ser como o Cristiano Ronaldo. Já o Martim está mais interessado em dar abraços e falar com os jornalistas. A Carolina ficou interessada pelas objetivas das várias câmaras.

À chegada dos dois jogadores, não faltaram os gritos de “Benfica, Benfica, Benfica”, sendo bastante visível a entusiasmo das crianças com a entrega das presentes por parte da dupla. Desde legos, dinossauros, jogos, bonecas, trotinetes aos inevitáveis equipamentos e bolas do Benfica, as prendas foram muitas.

António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização da Santa Casa, defende que este género de ações é muito importante para as crianças e vem no seguimento de várias atividades que a instituição faz com a Fundação Benfica. “Mais do que uma ação, o que temos com a Fundação Benfica é um projeto. É uma delícia ver estes miúdos abrir os presentes”, afirmou o responsável.

Já Nuno Costa, secretário executivo da Fundação Benfica, reconhece a Santa Casa como um parceiro muito forte na intervenção da Fundação Benfica, temos muitos objetivos e valores comuns e, por isso, faz todo o sentido fazer este tipo de ações. Esta ação visa pôr em contacto os jogadores do Benfica com as crianças da Misericórdia de Lisboa e, ao mesmo, tempo, oferecer um presente personalizado. “É muito gratificante ver os sorrisos destas crianças”, finalizou.

O empreendedorismo de impacto social na economia nacional

O primeiro dia da conferência Portugal Economia Social 2019, ficou marcado pela presença da diretora do Departamento de Economia e Empreendedorismo Social (DEES) e da Casa do Impacto da Santa Casa, Inês Sequeira, que apresentou alguns dos projetos que a instituição tem vindo a desenvolver ao nível do empreendedorismo com impacto, revelando ainda algumas novidades para o início de 2020.

“Quisemos iniciar por fases, a parte do investimento veio mais à posteriori. Porque considerámos que o ecossistema precisava de se tornar um pouco mais maduro e ter mais projetos. Eram sempre os mesmos. Precisávamos de fomentar o pipeline”, explanou Inês Sequeira na a sua intervenção. “No início, o nosso trabalho foi mais no apoio da inovação e da capacitação, onde fomentámos mais programas de capacitação para que surgissem novas ideias e novos empreendedores que criassem novos projetos”, referiu ainda.

Para a responsável pelo hub de empreendedorismo social da Santa Casa da Misericórdia, é essencial que o apoio dado aos novos empreendedores não assente exclusivamente na vertente económica, porque ao “investir apenas na vertente económica, sem um acompanhamento permanente, corremos um risco muito maior que estes projetos falhem e acabem por ruir”.

De maneira a colmatar esta situação, a Misericórdia de Lisboa, através da Casa do Impacto, começou por desenvolver alguns mecanismos de apoio a novos players que pretendem mudar o ecossistema de empreendedorismo social.

Desde então, destacam-se o lançamento, em 2018, o Santa Casa Challenge – com um primeiro prémio no valor de 15 mil euros – e, mais recentemente, o lançamento da call para se tornarem investidores sociais da iniciativa Projetos de Impacto – inserida na iniciativa pública do Portugal Inovação Social. Coordenada pelo DEES da Misericórdia de Lisboa, “Projetos de Impacto” vai financiar e ajudar a potenciar projetos inovadores em várias áreas, estimulando ainda a filantropia. Este é um investimento, promovido em conjunto com o Banco Montepio, no valor total de 1 milhão e 350 mil euros, que posiciona ambas as entidades como as maiores investidoras sociais do país.

A estratégia da Santa Casa passa, futuramente, pela atribuição de apoios assentes numa “filantropia estratégica”, reforçou ainda Inês Sequeira na sua intervenção, no fórum Portugal Economia Social.

Já o segundo dia do evento, 11 de dezembro, foi assinalado com a participação de Maria da Luz Cabral, coordenadora da Unidade de Missão da Santa Casa, num painel de discussão onde foi dado a conhecer o projeto “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”. Um programa pioneiro que a Santa Casa tem vindo a trabalhar, de forma integrada, com a Câmara Municipal de Lisboa, o Instituto de Segurança Social, a Administração Regional de Saúde e a Polícia de Segurança Pública, e que visa responder a questões relacionadas com a longevidade, recriando estratégias que transformem, em oportunidade, as vulnerabilidades associadas a uma população lisboeta com mais anos de vida e com níveis de isolamento e solidão inquietantes.

Portugal tem um novo jovem talento

Depois de um júri – composto por elementos da Santa Casa, da NiT e da TVI – escolher os dez finalistas do concurso, coube ao público eleger o melhor entre os melhores da geração sub27.

A dúvida resultou numa certeza e a cantora e compositora açoriana, de 24 anos, foi a grande eleita da noite. Sara Cruz é o próximo talento emergente nacional.

“Para mim já era surreal estar entre os dez finalistas, então agora que fiquei a saber que sou a vencedora é quase como um acordar para a realidade”, exclamou Sara Cruz.

Para a jovem artista, o prémio entregue esta noite simboliza “uma aposta na música nacional”, frisando que “isto tem um sabor ainda melhor porque foi uma escolha do público”.

Depois de já ter pisado alguns dos mais conceituados palcos do arquipélago insular, Sara atravessou o Atlântico e já atuou em Lisboa, Porto, Leiria, Londres, tendo feito, igualmente, a abertura de concertos para alguns dos maiores nomes da música portuguesa.

A primeira edição dos prémios “New Talent” contou com a participação de centenas de jovens portugueses, com menos de 27 anos, que diariamente criam e apostam no desenvolvimento de talento em áreas tão diversas como a cultura, lifestyle, música, street art, cinema, cozinha, representação, entre outras.

Maria João Matos, responsável pela Direção de Comunicação e Marcas da Santa Casa, anunciou a vencedora, reforçando ainda que “este prémio, mais do que a vertente financeira, é um apoio para o início de carreira destes jovens talentos”.

“A Sara transmitiu-nos um sonho fantástico. Estamos a falar de uma jovem que vive nos Açores e com a entrega deste prémio à Sara, nós, na Santa Casa, sentimo-nos honrados por conseguir estar na fase inicial de uma carreira que será, certamente, em todos os aspetos grandiosa”, concluiu Maria João Matos.

Conheça mais sobre o mais recente talento jovem do nosso país, aqui.

Dia Internacional dos Direitos Humanos

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa celebra esta terça-feira, 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos com uma ação especial de arte urbana. A data foi assinalada com a pintura de um mural alusivo à efeméride, na Calçada da Glória, em Lisboa.

O dia 10 de dezembro tem como objetivo homenagear o empenho e a dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e pôr um fim a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade.

Foi neste mesmo dia de 1948 que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem. A mesma foi assinada por 58 estados com vista a promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas. A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.

Falar de Direitos Humanos é falar, obviamente, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Uma instituição que se dedica há 521 anos a promover os valores da dignidade humana, da paz, da solidariedade e, acima de tudo, a apoiar aqueles que mais precisam no dia-a-dia. Desde a sua fundação que a Santa Casa presta apoio ao próximo nas mais variadas áreas, desde as crianças em risco até envelhecimento, passando pelo fenómeno da violência de género e pelo alojamento social de emergência.

Valorizar os mais velhos e o seu papel na sociedade

Organizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, este evento visou proporcionar a partilha de conhecimentos e expetativas relativamente a questões relacionadas com a longevidade e a melhoria da qualidade de vida, nomeadamente em torno dos três eixos estratégicos do programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades“: Vida Ativa, Vida Autónoma e Vida Apoiada.

Na sessão de abertura, em que participaram o provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, e o secretário de Estado da Segurança Social, Gabriel Bastos, foi discutida a lógica da intervenção partilhada para problemas transversais a todos, bem como, as questões relacionadas com o papel que as pessoas mais velhas podem ocupar nas sociedades modernas.

Na sua intervenção, Edmundo Martinho, dirigiu as suas primeiras palavras a todos os parceiros que integram o programa, destacando que “o programa só é possível e viável devido a este esforço de parceria, de partilha de objetivos e recursos, mas, sobretudo de ambições”.

Para o provedor, este segundo simpósio foi “um lugar para perceber todos os desafios que temos pela frente em questões de longevidade, mas, essencialmente, as soluções que podemos testar, as que podemos pôr em prática e, fundamentalmente, ajudar-nos a perceber as nossas fragilidades e aquilo que podemos melhorar para aumentar a qualidade de vida dos cidadãos de Lisboa, mas, em boa medida, também a nível nacional”.

Uma ideia igualmente defendida pelo secretário de Estado da Segurança Social. Sobre o programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”, Gabriel Bastos não tem dúvidas de que este “será um instrumento transformador da cidade, tornando-a mais inclusiva e participativa a todas as pessoas”. O secretário de Estado explicou ainda que “é necessário um esforço concertado, por parte de todos os atores sociais, no sentido de uma estratégia coerente e integrada”, de forma a “testar soluções e apontar caminhos alternativos”.

Durante o encontro, foram também apresentados os resultados, apurados até ao momento, do projeto Radar. No decorrer do último ano, dezenas de técnicos superiores, formando equipas multidisciplinares, da Misericórdia de Lisboa, percorreram diariamente as ruas da capital para conhecerem esta população e perceberem quais são os seus maiores desafios e expetativas.

De acordo com os dados revelados esta sexta-feira, já foram identificados cerca de 23.500 idosos que se encontram sozinhos. Deste número, apenas foram registadas duas pessoas que se encontravam no nível 1 de carência, o mais gravoso, encontrando-se cerca de 92% no nível 5, o menos crítico.

Também no mesmo universo, 10% foram registados como não tendo médico de família. Entre as maiores dificuldades apontadas pelos mais velhos, estão os obstáculos na higiene e limpeza das suas casas, bem como a necessidade de cuidados de saúde. Cerca de 92% dos idosos identificados revelou ainda não receber acompanhamento de instituições de apoio social.

Para o administrador de ação social da Misericórdia de Lisboa, Sérgio Cintra, um dos oradores da última mesa redonda do simpósio, dedicada ao tema dos direitos na longevidade, “o Radar foi essencial para constatarmos que as expetativas destas pessoas variam de território para território. A resposta deve ser sempre individualizada e numa lógica de partilha entre todos os nossos parceiros”, frisando que “na mesma freguesia a resposta não pode, nem deve ser igual. O que um vizinho do primeiro andar necessita não é o mesmo que o vizinho do segundo andar precisa”.

Durante dois dias de discussão alargada, em torno da temática da longevidade, este simpósio contou ainda alguns momentos lúdicos, com particular destaque para a atuação da reconhecida cantora Anabela que, em 2018, concorreu ao Orçamento Participativo com o projeto “Grupo de Canto para Seniores”. Uma ideia que saiu vencedora nesse concurso e que tem como objetivo de aumentar o bem-estar dos mais idosos através do canto.

Ser voluntário é deixar a marca na vida de alguém

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) celebra esta quinta-feira, 5 de dezembro, o Dia Internacional dos Voluntários, com um conjunto de iniciativas que visa homenagear os voluntários que se dedicam a ajudar os outros.

O Dia Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Económico e Social dos Povos foi proclamado em 1985 pelas Nações Unidas. Nos últimos anos, governos e sociedade civil têm sido convidados a celebrar esta data que visa sensibilizar, valorizar, incentivar e dar visibilidade aos voluntários e às práticas de voluntariado em todo o mundo.

Ser o tempo” que os outros precisam

Os voluntários são o espírito e a génese Santa Casa. São homens e mulheres que enriquecem a instituição, identificam-se com a Missão, vestem a “camisola” e com muito afeto, responsabilidade e entrega ajudam a melhorar a qualidade de vida das pessoas alvo de intervenção da Santa Casa.

São mais de 400 os voluntários que participam ativamente no trabalho da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, num compromisso que é assumido com rigor: há uma entrevista, formação e enquadramento e tem de ser desenvolvido de forma regular. Os voluntários da instituição dão apoio a mais de oito mil beneficiários, estando presentes em cerca de uma centena de equipamentos (de creches a centros de dia e unidades de saúde).

A Santa Casa assinalou a efeméride Maria Imaginário, 33 anos, artista visual e ilustradora, e seis voluntários da Santa Casa juntaram-se esta quinta-feira de manhã, 5 de dezembro, para pintar um mural alusivo ao Dia Internacional dos Voluntários, na Calçada da Glória.

Um coração com olhos, bochechas, boca e com um olhar simpático foi o desenho escolhido pela artista para ilustrar a efeméride. Para Maria Imaginário, o coração é um símbolo que todos identificam facilmente – independentemente da sua raça, credo, género ou idade – com compaixão e solidariedade.

Lia Matias, voluntária da instituição, e estreante na arte urbana, estava radiante por estar a grafitar o painel na Calçada da Glória. Primeiro nervosa, sem saber por onde começar, depois pegou na lata e começou a pintar. “Isto é giro. Quero repetir”, disse Lia.

Também nesta data, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa homenageia cerca de 30 voluntários que colaboram com a instituição há mais de 5, 10, 15 e 20 anos, numa cerimónia que se realiza na Sala de Extrações.

Durante a cerimónia, será apresentado o livro “Voluntariado na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa: uma história de dedicação”. Esta obra resume a história do Voluntariado da instituição ao longo de mais de cinco séculos. Uma história marcada pela ajuda, entrega, empenho e amor aos outros, sobretudo aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade.

É a história desta expressão afetuosa de generosidade e de quem a protagoniza na Santa Casa que é contada neste volume.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Esta terça-feira, 3 de dezembro, assinalou-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) não quis deixar passar a data em claro. Este tema faz parte do trabalho diário da instituição.

Desde centros de acolhimento residencial, à prestação de cuidados de saúde, psicossociais e de reabilitação, passando pela dinamização de atividades ocupacionais direcionadas, são várias as respostas disponibilizadas pela Misericórdia de Lisboa que visam apoiar crianças, jovens e adultos portadores de deficiência ou multideficiência, inclusive com deficiência profunda.

Neste dia importa recordar as dificuldades por que passam as pessoas com deficiência e o longo caminho que deve ser feito para a inclusão, nomeadamente a eliminação de barreiras físicas e a luta para a integração destas pessoas na vida social, laboral e política.

Um dia assinalado com várias atividades

Um pouco antes das nove horas, já José Carvalho, mais conhecido por OZEARV, trabalhava num mural alusivo ao Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, na Calçada da Glória.

Habituado a criar murais e a dinamizar workshops com crianças e jovens, OZEARV diz que nesta pintura tentou trazer alegria, vida, capacidade e igualdade ao conceito que temos da deficiência.

Esta iniciativa contou ainda com a participação especial de cerca de 20 utentes da Santa Casa, com deficiência, que tiveram oportunidade de aprender e pôr em prática, técnicas de arte urbana com a ajuda do próprio OZEARV.

Enquanto esperavam pela sua vez, discutiam as cores que iriam utilizar, e todos quiseram contribuir para o mural. “Agora, a pintura está completa”, afirmou um dos participantes, ao findar o seu contributo.

Esta pintura pretende divulgar a capacidade, a perseverança e a obra destes utentes da Misericórdia de Lisboa. O objetivo é promover uma maior compreensão dos assuntos relacionados com a deficiência, demonstrando os benefícios resultantes da integração das pessoas com deficiência na sociedade.

Também o Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian da Misericórdia de Lisboa, decidiu assinalar esta data através da participação na ação “De forma Segura pela Cidade”, do Programa de Educação Rodoviária, desenvolvido pela Equipa das Escolas de Trânsito do Departamento de Educação.

A Magia do Natal tem uma só marca: Jogos Santa Casa

O mercado Wonderland Lisboa e a Praça de Natal Jogos Santa Casa, em Gaia, foram inaugurados este sábado, dia 30 de novembro, e prometem, com as suas luzes, atrações e decorações natalícias, trazer um brilho especial às respetivas cidades.

Em Gaia, a casa do Pai Natal, a pista de gelo, os espetáculos de vídeo mapping e todas as restantes atrações que prometem deliciar os visitantes, ficaram disponíveis bem cedo. Pouco passavam das onze da manhã quando Maria João Matos, responsável pela Direção de Comunicação e Marcas da Misericórdia de Lisboa e Patrocínio Azevedo, vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, rodeados de soldadinhos de Natal, cortaram a fita cerimonial dando, assim, início a um mês de celebrações natalícias. Para além do apoio dos Jogos Santa Casa, este mercado de Natal do norte do país, conta ainda com o patrocínio do Jornal de Notícias e da TSF, e foi classificado pela diretora de comunicação da nossa instituição como uma forma de “trazer a alegria, a magia e o calor do Natal também a Gaia”. “Queremos um Natal inclusivo e fazer as famílias felizes” explicou Maria João Matos.

Também na capital do país o Parque Eduardo VII, acolhe a 4ª edição do Wonderland Lisboa. A par da sempre requisitada roda gigante e da pista de gelo, no mais emblemático espaço verde da cidade, figuram ainda os carrosséis e a típica casa do Pai Natal.A iluminação inaugural do Wonderland Lisboa ficou a cargo de Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, de Fernando Medina, presidente da Camara Municipal de Lisboa e de Luis Cabral, CEO da Media Capital e de Nuno Santana da NIU.

No evento que, para além de espalhar espírito natalício por toda a cidade é símbolo de sorte para muitos dos apostadores da Lotaria Nacional (que escolhem esta iniciativa para adquirir a sua cautela de Natal), o provedor explicou o motivo pelo qual continuam os Jogos Santa Casa a apostar no patrocínio a este mercado. “Para nós é um grande orgulho estar associados a este momento da cidade de Lisboa. A Santa Casa é uma instituição de referência da cidade e não podíamos, de maneira nenhuma, ficar de fora de um momento como este em que se exalta não apenas o Natal, mas também a família e este grande espírito de solidariedade que é uma marca muito forte do ADN da Santa Casa” referiu o principal responsável da Misericórdia de Lisboa.

As emoções dos Mercados de Natal vão continuar até janeiro, sempre de forma gratuita. Em Gaia, esta celebração familiar estende-se até dia 1 de Janeiro, já em Lisboa o espírito natalicio só termina no dia 5 de janeiro.

7ª Edição dos Prémios Neurociências

Nesta terça-feira, dia 26 de novembro, no Teatro Thalia, este valor pecuniário sofreu um aumento de 400 mil euros, com a realização da 7ª edição da cerimónia de entrega destes galardões anuais.

Duas equipas de investigação distintas – cujos trabalhos nas áreas a concurso foram contemplados com um prémio de 200 mil euros cada – foram agraciadas com esta distinção perante uma plateia que contou com a presença de representantes do governo português, bem como da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A doença de Parkinson (uma das doenças neurodegenerativas mais prevalentes em todo o mundo) é o grande foco do projeto vencedor do Prémio Mantero Belard 2019. Proveniente da Universidade do Minho, a agora premiada equipa de investigação, liderada por Fábio Teixeira, procura combinar o uso de uma tecnologia terapêutica, não invasiva e não cirúrgica – denominada Ultra-Sonografia Focada (USF) – com outras estratégias farmacológicas. A esperança deste grupo de investigadores e cientistas passa por conseguir desenvolver uma terapia inovadora que permita uma melhoria substancial da qualidade de vida dos doentes de Parkinson.

Já os vencedores do Prémio Melo e Castro 2019, provenientes do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), da Universidade do Porto, têm como intuito perceber melhor a capacidade regenerativa do African Spiny Mouse. Este grupo de premiados – que inclui ainda membros do Centro de Investigação Biomédica, da Universidade do Algarve – descobriu que esta espécie de roedor consegue recuperar o controlo da bexiga e a função motora, após uma lesão completa da medula espinal. Graças à atribuição do nosso prémio, esta descoberta será agora explorada e estudada a fundo para, a longo prazo, levar à construção de novas terapêuticas aplicáveis a pacientes humanos.

Durante a cerimónia de entrega destes dois relevantes prémios, antecedida por uma mesa redonda com alguns dos nomes sonantes da academia nacional, Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, deixou bem claro qual a importância colocada pela instituição nestes prémios anuais.

“A atribuição destes prémios tem, para a Santa Casa, uma grande relevância. Porque a importância daquilo que ainda há para saber, para descobrir e investigar é, e tem de ser, o motor da nossa própria atividade. Não conseguiremos ser melhores, se não conseguirmos entender o muito que temos que aprender” referiu o principal responsável da Misericórdia de Lisboa.

Também o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira, sublinhou a importância desta aposta da nossa instituição na investigação científica. “Parabéns à Santa Casa. Com estes prémios a Santa Casa representa um bom exemplo daquilo que a sociedade deve fazer” referiu o governante.

Com quase 3 milhões de euros atribuídos, os Prémios Santa Casa Neurociências regressam em 2020 e prometem continuar a fazer a diferença no mundo da investigação clínica e médica em Portugal!

Envelhecer com felicidade

O evento decorreu esta quinta-feira, 21 de novembro, no auditório da Assembleia Municipal de Lisboa e contou com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).

Muitos se têm questionado sobre qual é o segredo para uma longevidade plena, com qualidade e, acima de tudo, feliz. Foi através destes três eixos orientadores que, ao longo de todo o dia, foram debatidos, em algumas mesas redondas, estas problemáticas. A questão era apenas uma: “é possível adicionar vida aos anos?”.

Infelizmente, a resposta nem sempre é positiva. No entanto, das várias discussões e mesas redondas que compunham o programa, saíram algumas linhas orientadoras para um futuro esperançoso, a curto prazo.

Sérgio Cintra, administrador de ação social da Santa Casa, fez questão de enaltecer esse facto, na sessão de abertura da conferência, frisando que “a longevidade é hoje encarada de uma maneira diferente. É responsabilidade da Misericórdia de Lisboa garantir que as pessoas possam viver mais anos em qualidade, de uma maneira participativa e não alheada da sociedade”.

“A Misericórdia de Lisboa tem, muitas das vezes, que concretizar sonhos e a plenitude de uma felicidade com longevidade faz-se em alguns casos, com pequenos gestos, como levar alguns utentes a concretizar o sonho de descer a Avenida da Liberdade durante o desfile das Marchas Populares”, frisou o administrador.

Embora as instituições tenham um papel fulcral para uma longevidade com felicidade, existem ainda alguns paradigmas que devem ser ultrapassados. A inclusão do olhar científico e académico no trabalho diário da instituição é, na perspetiva de Sérgio Cintra, “essencial”.

“Muitas das vezes as questões da longevidade são determinadas por decisores políticos, não tendo sustentação científica. Nós [SCML] lançámos três prémios relacionados com esta problemática, os Prémios Santa Casa Longevidade, que consideramos ser um estímulo para a academia se debruçar e colaborar connosco”, concluiu Sérgio Cintra.

Depois das considerações iniciais, seguiu-se uma Mesa Redonda, subordinada ao tema “Os novos desafios da longevidade com felicidade, para uma maior cidadania e vivência de todos numa lógica inclusiva”, que contou com a participação da coordenadora da Unidade de Missão da Santa Casa, Maria da Luz Cabral, que apresentou a todos os presentes o programa pioneiro da instituição “Lisboa, Cidade de Todas as Idades” que visa a promoção de políticas integradas para a longevidade, que se traduzem em 3 eixos estratégicos: Vida Ativa, Vida Autónoma e Vida Apoiada.

Para a coordenadora da Unidade de Missão da Santa Casa, “é necessário dar voz a estas pessoas. Durante muitos anos, esta população não foi ouvida e com este programa queremos ir ao encontro das suas necessidades e expetativas”.

Focado numa pedagogia de proximidade, o programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”, agrega várias medidas com vista à melhoria da qualidade de vida e de bem-estar da população com mais de 65 anos, impulsionando também a manutenção e a promoção da autonomia e da prestação de cuidados qualificados.

Ao longo de 2019, através do projeto RADAR, que está inserido num dos eixos estratégicos do programa, já foram sinalizados mais de 20.000 idosos na cidade de Lisboa criando, desta maneira, “um mapa estratégico para a nossa atuação”, frisou Maria da Luz Cabral.

Durante o dia, foram ainda discutidas questões relacionadas com a vertente económica e científica na longevidade.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Projetos cofinanciados por fundos europeus e nacionais

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas