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Hospital de Sant’Ana cria Programa de Reabilitação Intensiva em Internamento

O Hospital de Sant’Ana (HOSA) criou recentemente o Programa de Reabilitação Intensiva em Internamento, que está direcionado para o acompanhamento de doentes em reabilitação pós-cirúrgica e em recuperação de lesões (por queda, acidentes de trabalho, atividades desportivas, entre outros). 

Com 121 anos de excelência na ortopedia e traumatologia, o HOSA dotou este programa com uma equipa multidisciplinar que define um Plano Individual de internamento, de forma a ajustar os tratamentos às necessidades individuais de cada utente, com principal foco na recuperação funcional rápida e segura, promovendo o regresso à autonomia e qualidade de vida.

Afirmando-se ao longo das décadas como uma referência nas áreas de ortopedia e traumatologia, conquistou igualmente reputação além-fronteiras, num percurso que resultou na procura incessante pela promoção da saúde da população e de respostas às suas necessidades, prestando hoje um conjunto diversificado de cuidados com elevada qualidade, facilidade no acesso e resposta em tempo útil.

Com mais de um século de existência, o HOSA é, simultaneamente, um farol do ponto de vista técnico e científico ao nível dos cuidados de saúde especializados em ortopedia e traumatologia, liderando pelas suas boas práticas clínicas e sempre orientado para a satisfação dos utentes.

Com mais de 2.000 cirurgias e 30.500 consultas externas por ano, a qualidade dos serviços prestados e dos próprios profissionais envolvidos fala por si, aliada à humanização dos serviços na promoção de um ambiente seguro e confortável e do respeito pela dignidade dos doentes, bem como a articulação com a comunidade, promovendo a criação de sinergias úteis para a recuperação destes.

O Hospital de Sant’Ana faz parte, juntamente com o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, do Centro Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, uma resposta integrada que tem como missão potenciar e amplificar a prestação de cuidados de saúde, em regime de internamento e ambulatório, nas áreas de ortopedia, traumatologia e reabilitação.

Quarto do Hospital de Sant'Ana

História centenária

Reconhecido facilmente pela carismática fachada paralela à marginal que une Lisboa a Cascais, a história do HOSA começou a escrever-se com o Sanatório de Sant’Anna, cuja construção partiu da iniciativa do casal filantropo Amélia e Frederico Biester, à qual a herdeira Claudina Chamiço deu continuidade. Inicialmente, o equipamento foi desenhado para acolher um sanatório para crianças desfavorecidas, um desafio proposto pelo Dr. Sousa Martins, médico da família. A primeira pedra foi lançada em 1901 e a obra concluída três anos mais tarde.

Dedicado ao difícil combate à tuberculose, os primeiros tempos do Hospital de Sant’Ana contaram com o apoio das irmãs de S. Vicente de Paulo, sendo estas substituídas, em 1910, pelas irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena e um capelão. Após a morte de Claudina Chamiço, e por sua vontade, o sanatório passou a ser gerido por uma comissão de administração composta por sete elementos: o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Mendes Belo (como presidente não executivo); o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o Conselheiro Augusto Pereira de Miranda (como tesoureiro); um familiar dos herdeiros, António José de Carvalho; um membro representante da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa e mais três membros escolhidos pelo Cardeal. Já em 1927, a Santa Casa assumiu a administração do espaço.

À aposta na área da reabilitação a partir de 1956 seguiu-se a definição de hospital central com o nome que hoje lhe é conhecido, por despacho governamental em 1961. Posteriormente, a entrada do HOSA no Séc. XXI fez-se com modernização tecnológica e criação de novos espaços. Seguiu-se um novo edifício hospitalar, cuja construção foi concluída em 2018, num total de mais de 6.000m2, com um bloco operatório de seis salas, 60 camas de internamento, uma unidade de cirurgia ambulatória e uma central de esterilização.

fachada do HOSA

Hospital de Sant’Ana tem novo Programa de Reabilitação Intensiva

O Hospital de Sant’Ana (HOSA), equipamento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, tem um novo Programa de Reabilitação Intensiva em Internamento, direcionado para o acompanhamento de doentes em reabilitação pós-cirúrgica e em recuperação de lesões, originadas por quedas, acidentes de trabalho ou atividades desportivas, entre outros fatores.

Este programa de reabilitação é composto por uma equipa multidisciplinar que define um Plano Individual de internamento para cada utente, de forma a ajustar os tratamentos às necessidades individuais. O foco principal é sempre a recuperação funcional, de uma forma rápida e segura, que promova o regresso dos utentes reabilitados à autonomia e qualidade de vida.

O Programa de Reabilitação Intensiva inclui:

  • Acompanhamento Médico
  • Assistência de Enfermagem
  • Fisioterapia
  • Terapia Ocupacional
  • Nutrição
  • Psicologia Clínica
  • Serviço Social

Os utentes interessados em aderir a este Programa de Reabilitação Intensiva que não estejam internados têm de realizar uma consulta de avaliação prévia, através de uma consulta de Medicina Física de Reabilitação e de Medicina Interna.

O Hospital Ortopédico de Sant’Ana, localizado na marginal que une Lisboa a Cascais, na Parede, é uma referência nacional e internacional na área da Ortopedia e Traumatologia. Aceda a todas as informações sobre este equipamento e agende as suas consultas e exames no site do HOSA.

Parabéns, Hospital de Sant’Ana!

O Hospital Ortopédico de Sant’Ana, localizado na marginal que une Lisboa a Cascais, mais concretamente na Parede, é uma referência na área da ortopedia e traumatologia. Este equipamento da Misericórdia de Lisboa nasceu como Sanatório de Sant’Anna, há já 120 anos, através da vontade do casal Amélia e Frederico Biester, sendo hoje uma unidade de saúde com uma notável reputação nacional e internacional.

A sua longa fachada, paralela à Avenida Marginal, revela o gosto eclético da arquitetura portuguesa do início do século XX, ao qual se alia uma profunda capacidade funcional, bem expressa na articulação de espaços, serviços e equipamentos.

A iniciativa para a sua construção partiu do casal filantropo Amélia e Frederico Biester, sendo depois sucedidos por Claudina Chamiço. Donos de uma avultada fortuna, sem filhos e afetados pela morte de familiares com tuberculose, abraçaram o desafio do médico e amigo da família, Dr. Sousa Martins, de construir um sanatório para as crianças desfavorecidas.

Em 1899, e já com o projeto dos arquitetos Rosendo Carvalheira, Álvaro Machado, Couto Abreu, Norte Júnior e Marques Silva autorizado pela Câmara de Cascais, uma sucessão de acontecimentos trágicos, mais concretamente a morte prematura da quase totalidade dos seus mentores, ia comprometendo o início da obra. Ainda assim, foi lançada a primeira pedra em 1901 e, a 31 de julho de 1904, o edifício é inaugurado, não pelo casal, mas pela herdeira da fortuna dos Biester, Claudina de Freitas Guimarães Chamiço.

O sanatório surge na época como uma unidade hospitalar modelo, especializada no combate e prevenção da tuberculose óssea e destinada a acolher sessenta crianças do sexo feminino e quarenta adultos, vinte homens com complicações cardiovasculares e vinte mulheres com problemas cancerígenos.

Para a prossecução deste propósito, a fundadora contou com o apoio das irmãs de S. Vicente de Paulo, sendo estas substituídas, em 1910, pelas irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena e um capelão, ficando com residência permanente numa área distinta, no piso superior do edifício principal.

Por vontade expressa no testamento de Claudina Chamiço, e após a sua morte, em 1913, o sanatório passa a ser gerido por uma comissão de administração composta por sete elementos: o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Mendes Belo (como presidente não executivo); o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o Conselheiro Augusto Pereira de Miranda (como tesoureiro); um familiar dos herdeiros, António José de Carvalho (na altura o marido da sobrinha de Claudina Chamiço); um membro representante da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa e mais três membros escolhidos pelo Cardeal. A dificuldade financeira sentida por esta comissão determinou que a instituição assumisse a administração do espaço em 1927.

Em 1956, é idealizado o projeto de realização de um Centro de Recuperação de Incapacitados Motores, que passa a ser designado por Centro de Reabilitação de Diminuídos Motores. É só em 1961, e por despacho governamental, que o sanatório ganha identidade jurídica como hospital central, passando a denominar-se Hospital Ortopédico de Sant’Ana.

120 anos a cuidar de quem mais precisa

Desde então, o hospital promoveu várias especialidades e iniciativas pioneiras, que passaram pela criação, formação e especialização de equipas multiprofissionais, como ortopedistas, anestesiologistas, fisiatras, enfermeiras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e técnicos ortoprotésicos. 

Na viragem do milénio, o Hospital Ortopédico de Sant’Ana inicia um processo de modernização e atualização tecnológica, com a criação e remodelação de novos espaços do complexo. 

Em 2014, é lançada a primeira pedra de um novo edifício hospitalar, que acaba por ser inaugurado em 2018. Esta unidade conta com uma área total de construção de mais de 6.000 m², um bloco operatório com 4 salas, 60 camas de internamento, uma unidade de cirurgia ambulatória e uma central de esterilização.

Em 2020, em plena pandemia da covid-19, o Hospital de Sant’Ana reinventa-se, prontificando-se a apoiar e complementar a resposta do Serviço Nacional de Saúde. Através do protocolo estabelecido com o Hospital S. Francisco Xavier, o HOSA passou a assegurar a totalidade do serviço de Traumatologia Ortopédica Cirúrgica de S. Francisco e recebeu doentes com teste covid-19 negativo para os respetivos tratamentos e intervenções. Além disso, disponibilizou seis ventiladores para apoiar o SNS no tratamento de doentes em situações críticas.

No ano passado, e novamente sob a égide de ser um hospital ao serviço de todos, o HOSA inaugurou mais uma resposta de complementaridade ao SNS, com a disponibilização de dezenas de camas para acolher pessoas em situação de internamento social. Em pouco mais de meio ano, a Residência Temporária no Hospital Ortopédico de Sant’Ana já acolheu um total de 37 utentes, permitindo libertar camas essenciais para o Serviço Nacional de Saúde.

Mais recentemente, o Hospital Ortopédico de Sant’Ana dá mais um passo, desta vez digital. Em abril de 2024, lança um novo website, dinâmico, moderno e inclusivo, onde os utilizadores podem fazer diretamente a marcação de consultas e exames, consultar todas as informações úteis sobre os serviços prestados, bem como as mais recentes notícias do “universo” Saúde Santa Casa.

Com todo este percurso, é fácil perceber o porquê do Hospital de Sant´Ana continuar a ser, 120 anos depois, uma referência a nível nacional e internacional.

“Não Caia Nisso”: campanha alerta para a prevenção de quedas dos idosos

Pelo quinto ano consecutivo, a campanha “Não Caia Nisso” regressa para alertar e informar a população portuguesa para as causas das quedas nos idosos, os riscos de fratura, a necessidade de cuidados, assim como para a perda de autonomia e da qualidade de vida que, muitas vezes, podem levar à imobilidade total.

Segundo dados revelados pela SPOT, 75% da população portuguesa acima dos 65 anos tem mais probabilidades de cair e o osso mais afetado é o colo do fémur, seguido dos pulsos, costelas e coluna. Os indicadores revelam, ainda, que 30% dos idosos já caiu pelo menos uma vez, e 28% das mortes entre pessoas seniores deveram-se a quedas.

Carlos Evangelista, médico do Hospital Ortopédico de Sant’Ana (HOSA) e coordenador do Grupo de Estudo de Ortopedia Geriátrica (GEOGER) da SPOT, sublinha que a campanha “Não Caia Nisso” pretende ser uma chamada de atenção para os riscos que podem ser evitados e que ocorrem, geralmente, em casa. “Evitar uma queda significa prolongar a vida e a qualidade da mesma. Queremos chamar a atenção da sociedade, particularmente das pessoas de idade, sobre a problemática da queda e de todos os problemas que daí advêm”.

Prevenir ainda é o melhor remédio

O especialista alerta para a importância da prevenção, enumerando alguns comportamentos de forma a evitar este tipo de quedas: “ter uns tapetes que sejam antiaderentes e que protejam da queda, ter o telefone sempre por perto, ter luzes de presença noturnas para não andar no escuro e ter a preocupação sobre o que podemos comer ou não”, são alguns comportamentos aconselhados, não esquecendo “privilegiar uma melhor saúde. O exercício físico é fundamental para a pessoa manter o seu tónus muscular e o equilíbrio, tal como ter alguma atividade mental e interesse pela vida”.

O médico explica ainda que “a grande problemática das quedas está em primeiro lugar relacionada com as fraturas do colo do fémur. Estas fraturas podem condicionar a qualidade de vida de um indivíduo, caso não sejam bem orientadas ou não realizadas num curto espaço de tempo. Uma fratura, particularmente num sénior e ao nível do colo do fémur, deve exigir uma equipa multidisciplinar, cirurgiões e anestesistas bem treinados que permitam cirurgias minimamente invasivas, rápidas, associadas a uma recuperação integrada e apoiada.”

Carlos Evangelista termina, defendendo que “prevenir será sempre mais saudável e menos dispendioso para todos. Modificar as mentalidades de toda uma sociedade virada para atuar sobre a doença e não na sua prevenção, será o grande desafio das sociedades médicas”.

Há 117 anos na vanguarda da ortopedia

O Hospital Ortopédico de Sant’Ana, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, é uma referência na área da ortopedia em Portugal. Respondendo a uma preocupação com o envelhecimento da população, dispõe, desde 2010, da primeira unidade de ortopedia geriátrica nacional, assegurando a prestação de respostas de saúde únicas e de excelência.

Consulte mais recomendações, aqui.

Hospital Ortopédico de Sant’Ana lança novo site institucional

Com uma nova imagem e uma apresentação mais dinâmica e intuitiva, esta reformulação vai para além do elemento visual. Em destaque estão novos conteúdos, que pretendem dar a conhecer uma vertente mais pessoal do hospital e, ao mesmo tempo, apresentar aos utilizadores informação mais completa e relevante acerca dos seus serviços e parceiros existentes.

Na nova casa digital do hospital, disponível em hosa.scml.pt, poderá encontrar todas as informações sobre as especialidades e serviços disponíveis, fazer marcações de consultas médicas e exames complementares de diagnóstico e conhecer todo o corpo clínico do equipamento, classificado, desde 2011, como Monumento de Interesse Público.

Seguindo as mais recentes tendências de Web Design, o site foi desenvolvido de maneira a garantir o acesso a todos, independentemente do equipamento utilizado, das limitações físicas do utilizador ou da localização geográfica.

Hospital Ortopédico de Sant’Ana recebe certificação internacional

A certificação recebida baseia-se no preenchimento de vários critérios de qualidade, designadamente nas capacidades logísticas, clínicas e formativas do hospital.

Nos últimos anos, vários elementos do corpo clínico do HOSA têm participado regularmente como formadores nos cursos da Associação para Osteossíntese, em Portugal.

Com esta distinção, o HOSA passa a ser reconhecido como um centro de excelência mundial para cirurgiões internacionais poderem partilhar as suas experiências e beneficiar do know-how no tratamento ideal dos doentes com fraturas.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas