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Candidaturas abertas para as Bolsas de Educação Jogos Santa Casa 2020/21

Estas bolsas visam incentivar a conciliação da carreira desportiva com a formação académica. O projeto das Bolsas de Educação resulta da parceria entre o Comité Paralímpico de Portugal (CPP), o Comité Olímpico de Portugal (COP) e os Jogos Santa Casa (JSC), na área da Responsabilidade Social, nomeadamente na vertente de Educação.

Podem candidatar-se a uma Bolsa de Educação Jogos Santa Casa, os atletas com idade igual ou superior a 18 anos, que estejam integrados nos programas de preparação Olímpica, Paralímpica e Surdolímpica ou no projeto Esperanças Olímpicas.

Cumulativamente, os candidatos devem estar matriculados numa instituição de ensino superior, inscritos num curso de Licenciatura, Mestrado, Pós-Graduação ou Doutoramento, ou numa instituição de ensino técnico-profissional em curso técnico-profissional com reconhecimento oficial.

COP

 

Ao longo das suas oito edições, foram entregues um total de 271 Bolsas de Educação a atletas/estudantes do COP e do CPP, num valor correspondente a 773.000€.

A par de outras iniciativas promovidas com a assinatura Jogos Santa Casa, a participação neste Programa de Bolsas de Educação vem reforçar a política de responsabilidade social da marca, assumindo ainda um papel fundamental na Caminhada Olímpica, Paralímpica e Surdolímpica, a menos de um ano dos Jogos Olímpicos que se vão realizar em Tóquio.

Originalmente marcadas para este verão, as olimpíadas na capital nipónica foram reagendadas para os dias 23 de julho a 8 de agosto de 2021, devido à pandemia mundial provocada pelo novo coronavírus.

Estas e outras informações estão disponíveis para consulta nos sites do Comité Olímpico de Portugal e do Comité Paralímpico de Portugal.

 

DOCUMENTOS:

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE EDUCAÇÃO JOGOS SANTA CASA 2020/21 (COP)

FORMULÁRIO DE CANDIDATURAS (COP)

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE EDUCAÇÃO JOGOS SANTA CASA 2020/21 (CPP)

FORMULÁRIO DE CANDIDATURAS (CPP)

32ª Temporada Música em São Roque

Ao contrário dos anos anteriores, este ano não haverá concertos presenciais. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa decidiu que a 32ª edição da Temporada Música em São Roque decorreria apenas com recurso a transmissão online devido às restrições que são necessárias observar tendo em conta a pandemia. Os concertos serão gratuitos e vão poder ser acompanhados, em direto, no site da Temporada – (tmsr.scml.pt/) – e na RTP Play (rtp.pt/play/palco/).

O programa deste ano contraria as vicissitudes do contexto atual e mostra um meio musical ativo e empenhado em recuperar com vigor. Serão apresentadas três estreias absolutas de obras de compositores portugueses vivos – César Viana, Vasco Negreiros, Miguel Resende Bastos (Prémio Musa 2020) e 11 estreias modernas de obras esquecidas de compositores portugueses, recuperadas para o nosso tempo.

Neste período de exceção em que somos confrontados com desafios sem igual e em que os sinais de esperança e persistência ganham redobrada importância, a Temporada Música em São Roque reafirma a sua posição, junto do público e dos músicos.

Os concertos

Decorrem entre 16 de outubro e 14 de novembro, na Igreja e Museu de São Roque e no Convento de São Pedro de Alcântara, e contam com a participação do Coro Gulbenkian, Orquestra Barroca Casa da Música, O Bando de Surunyo, AVRES SERVA, Ludovice Ensemble, Ensemble MPMP, Duo David Costa e Pedro Ferro, Americantiga Ensemble, Pedro Caldeira Cabral e Ducan Fox e Officium Ensemble.

Ao longo dos dez concertos que constituem esta edição, será possível escutar a cítara portuguesa, com Pedro Caldeira Cabral e Duncan Fox e instrumentos tradicionais indianos e japoneses, numa viagem com o Ludovice Ensemble, da Europa ao Oriente, incluindo música barroca, contemporânea e tradicional asiática.

Haverá ainda lugar à descoberta de uma versão, feita em Portugal, do Requiem de Mozart, recuperado pelo Americantiga Ensemble e um outro Requiem, o de Manuel Mendes, redescoberto pelo Officium Ensemble.

Igualmente esquecidas e finalmente recuperadas são as obras de música sacra portuguesa dos séculos XVIII e XIX que o agrupamento AVRES SERVA inclui no seu programa, bem como a Missa a quatro vozes e piano de Francisco de Sá Noronha apresentada num concerto pelo Ensemble MPMP.

A 32ª edição da Temporada Música em São Roque inclui ainda um concerto para duo, por David Costa (oboé) e Pedro Ferro (piano), inteiramente dedicado a compositores portugueses vivos – Anne Victorino d’Almeida, Nuno Côrte-Real, Sérgio Azevedo e Alfredo Teixeira – e outro, em que O Bando de Surunyo se propõe apresentar “Cantos do fogo e do gelo”, um percurso por alguns dos mais importantes géneros musicais cultivados em Itália e na Península Ibérica nos séculos XVI e XVII, com particular destaque para obras nas quais a mulher é a protagonista, incorporando diferentes facetas da condição humana: resiliência, empatia, sabedoria, compaixão, ternura e fé.

Sessões de Apreciação Musical: Ouvidos para a Música

Pelo terceiro ano consecutivo, a Temporada Música em São Roque propõe um ciclo de cinco encontros de apreciação musical conduzidos por Martim Sousa Tavares, desta vez em formato de minissérie para ver online, com uma seleção de temas e repertórios em estreito diálogo com o tempo e o mundo que habitamos.

Num contexto de pandemia em que muitos jovens talentos perderam oportunidades, este ciclo conta ainda com a participação de 13 promissores e consagrados solistas nacionais, servindo de plataforma para assinalar o mérito individual de cada um.

Volta a Portugal: a vitória do ciclismo, do desporto e da resiliência

Numa altura de grandes desafios e incertezas, os Jogos Santa Casa voltaram a apoiar a prova rainha do ciclismo português, para satisfação de milhares de entusiastas da modalidade, de atletas, de equipas e da Federação Portuguesa de Ciclismo. A edição deste ano, num formato diferente, foi determinante para garantir o futuro do ciclismo profissional, assumir a modalidade e a Volta como elementos centrais da cultura popular portuguesa e como exemplo de regresso responsável à normalidade.

Nesta edição diferente, os Jogos Santa Casa assumiram-se como Naming Sponsor do evento e patrocinaram a camisola amarela. A “Edição Especial Volta a Portugal Jogos Santa Casa” foi dotada de várias medidas adicionais, visando mitigar ainda mais qualquer risco de contágio de SARS-CoV-2 e a festa foi mais contida, embora em Lisboa se tivesse batido um recorde de assistências, mas com um público com um comportamento muito responsável.

Amaro Antunes, da W52 – FC Porto, subiu ao pódio já com a camisola amarela envergada, que conquistara na segunda etapa, depois de concretizar aquilo que se previa: resistir até Lisboa e aguentar os ataques da concorrência no contrarrelógio.

Não sendo contrarrelogista, o atleta algarvio defendeu-se, este domingo, da melhor forma, selando a conquista da Camisola Amarela, graças ao sétimo tempo na etapa, a 31 segundos do vencedor, concluindo assim a “Edição Especial Volta a Portugal Jogos Santa Casa” com 29h28m57s, menos 42 segundos do que Gustavo César Veloso e menos 52 segundos do que Frederico Figueiredo, que completaram o pódio.

Amaro Antunes acreditou, desde cedo, que poderia ganhar a prova. “Vim para esta corrida motivado e num bom momento de forma”, declarou. Visivelmente emocionado, o algarvio de 29 anos sublinhou que “a equipa foi extraordinária e sem os meus companheiros não estaria a festejar esta importante vitória, porque sempre acreditei que um dia venceria”.

Amaro Antunes vence Volta

Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, defendeu que “a Volta a Portugal tem tudo a ver com os valores e princípios da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e dos Jogos Santa Casa, e que, se em condições normais faz sentido estarmos associados à Volta e ao desporto, este ano, fazia ainda mais sentido. Não podíamos virar costas à Federação Portuguesa de Ciclismo, aos atletas e às equipas. Por essa razão, decidimos apoiar a realização desta Volta tão atípica, mas, ao mesmo tempo, tão solidária”, reforçou.

Por outro turno, Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, era um homem feliz no final da “Volta a Portugal edição Especial Jogos Santa Casa”. “Foi uma vitória brutal! É uma vitória do ciclismo, da modalidade, do desporto e uma demonstração que temos que saber viver nas atuais circunstâncias”, adiantou, sublinhando que “os Jogos Santa Casa assumiram o papel de serem o principal patrocinador da Volta. Foi um apoio fundamental porque permitiu-nos atrair outros patrocinadores. Os Jogos Santa Casa estão connosco nos momentos mais difíceis”, concluiu.

Veja aqui as classificações.

GALERIA DE FOTOS

COVID LARES: Nova linha telefónica de apoio aos lares de idosos já está em funcionamento

Através do número (707 20 70 70), os lares de todo o país passam a dispor de apoio 24 horas por dia, 7 dias por semana. Além de esclarecer dúvidas e prestar informação, a Linha COVID Lares vai agilizar o contacto destes equipamentos com as entidades locais de saúde, proteção civil e segurança social, facilitando a sinalização de situações de risco junto das autoridades competentes.

A linha será dedicada exclusivamente aos lares de idosos. Uma forma de prevenir e arranjar soluções para situações mais críticas, para que seja feito um acompanhamento permanente das instituições evitando que as situações de risco se descontrolem.

Neste momento difícil que Portugal atravessa, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se, assim, a um projeto que permite um acompanhamento permanente dos lares, monitorizando e dando resposta às suas necessidades. A especial fragilidade da população que reside em lares exige uma atuação rápida e eficaz que auxilie e articule a informação entre todos os envolvidos. Esta nova linha de apoio é a resposta a esta necessidade, implementando medidas para combater a pandemia de Covid-19 nas Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI).

A Linha COVID Lares foi lançada esta sexta-feira, 2 de outubro, no Estádio do Algarve. Para assinalar o momento, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, e a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, visitaram o call center, na tarde desta sexta-feira.

Na apresentação da nova linha de apoio, Edmundo Martinho defendeu que “a Linha Covid Lares é um projeto de âmbito nacional e ao qual a Santa Casa se associou de imediato com todo o empenho na esperança de que a mesma seja uma mais valia para as ERPI que a ela recorram.”

De relembrar que a linha já tinha sido anunciada, a 16 de setembro, por Ana Mendes Godinho, no parlamento, em conjunto com a ministra da Saúde, Marta Temido, num debate sobre os surtos de Covid-19 nos lares de idosos.

FOLHETO INFORMATIVO.

 

Linha Covid Lares

Draft Button Test

Hospital Ortopédico de Sant’Ana recebe certificação internacional

A certificação recebida baseia-se no preenchimento de vários critérios de qualidade, designadamente nas capacidades logísticas, clínicas e formativas do hospital.

Nos últimos anos, vários elementos do corpo clínico do HOSA têm participado regularmente como formadores nos cursos da Associação para Osteossíntese, em Portugal.

Com esta distinção, o HOSA passa a ser reconhecido como um centro de excelência mundial para cirurgiões internacionais poderem partilhar as suas experiências e beneficiar do know-how no tratamento ideal dos doentes com fraturas.

Casa do Impacto. Há dois anos a trabalhar por um mundo melhor

Quando a 1 de outubro de 2018 a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa anunciou a criação da Casa do Impacto, Edmundo Martinho, provedor da instituição, afirmava que “esta Casa iria criar as condições necessárias ao desenvolvimento de soluções inovadoras, que constituam novas respostas sociais, adequadas aos desafios contemporâneos”. Desde então, o hub – do inglês, centro – sediado no Convento de São Pedro de Alcântara já apoiou 135 projetos e injetou na Economia de Impacto mais de 1,5 milhões de euros.

As conquistas alcançadas nos últimos dois anos ajudam a delinear um plano para os próximos tempos. Para a diretora da Casa do Impacto, Inês Sequeira, é fundamental que o futuro assente em três pontos essenciais: “continuar a formar empreendedores através do programa de aceleração ‘Rise for Impact’, alavancar projetos com recurso ao ‘Fundo +Plus’ e desafiar mentes empreendedoras através do ‘Rise For Impact’ ou do ‘Santa Casa Challenge’”.

Inês Sequeira quer uma Casa do Impacto mais plural e heterogénea, num hub onde existem 20 fundadoras mulheres e 13 nacionalidades representadas. “Queremos chegar a mais empreendedores, de diferentes países, géneros, etnias, classes sociais, backgrounds e idades para trazer mais diversidade e inclusão ao empreendedorismo, de forma a potenciar soluções de resposta abrangente a toda a sociedade”, revela a responsável, acrescentando que “estão a ser desenhados mecanismos que promovam a colaboração e a criar critérios de diversidade para as nossas iniciativas”.

Nos dois primeiros anos de atividade, muita coisa foi feita. Para o futuro, as palavras-chave são “mais” e “melhor”, de modo a continuar a desenvolver modelos de negócio, que possam ser uma mais-valia para responder aos maiores desafios sociais e ambientais da década, alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Doutoramento Honoris Causa: o reconhecimento do empenho e compromisso

Realizada no auditório da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), a cerimónia de Doutoramento Honoris Causa contou com as intervenções do administrador e presidente da COFAC, professor doutor Manuel de Almeida Damásio, do magnífico reitor, professor doutor Mário Caneva Moutinho, do elogio ao novo doutor pelo padrinho académico, professor doutor Carlos Diogo Moreira, e do próprio Doutor Edmundo Martinho, que proferiu o discurso final de agradecimento.

Proposta, por unanimidade, pelo Conselho Científico do Instituto de Serviço Social da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a atribuição do título de Doutor Honoris Causa a Edmundo Mão de Ferro Martinho é justificada pela sua “contribuição, de uma forma particular, para o desenvolvimento da sociedade e que, pela sua elevada estatura intelectual e/ou profissional e pela sublimidade dos seus méritos, são considerados merecedores de homenagem tão singular.”

Para a universidade, “Edmundo Martinho é, hoje, uma das figuras de maior prestígio e relevo no campo da ação social no nosso país, campo esse de especial destaque no Portugal moderno, democrático e solidário do nosso tempo. Estamos perante um percurso profissional de exceção e de uma personalidade invulgar que nos merece todo o nosso respeito e de toda a comunidade académica e profissional, por isso, este Doutoramento Honoris Causa é atribuído a alguém que sempre tem demonstrado na palavra e na ação saber dedicar a sua vida a causa do bem comum e do bem público.”

Edmundo Martinho distinguido com Doutoramento Honoris Causa

Visivelmente emocionado, Edmundo Martinho começou por expressar e testemunhar a gratidão e honra pela distinção atribuída.

Pedindo desculpa pela expressão exagerada, o provedor da Misericórdia de Lisboa sublinhou que “são momentos como este que dão sentido a uma vida” e continuou: “entendo este momento como um reconhecimento do empenho e do compromisso, meus, seguramente, mas, sobretudo, de todos os que em conjunto foram ao longo dos dias e dos anos dando significado e expressão aos valores da solidariedade e da defesa dos direitos de quem menos tem.”

Para Edmundo Martinho “as fragilidades que temos à vista não podem ser nem desculpa, nem justificação para desistir ou abrandar no esforço de fazer mais e melhor e ir mais longe”, adiantou, sublinhando que “precisamos, hoje, de não vacilar, de reforçar a capacidade coletiva e o compromisso pessoal. À separação, ao isolamento e ao individualismo, saibamos contrapor o interesse de todos e a entrega reforçada aos que mais precisam. Andámos muito, mas ainda temos tanto para andar.”

Devido à atual situação de contingência e à necessidade de cumprir todas as normas sanitárias internas e da Direção-Geral da Saúde (DGS), a Comunidade Académica foi convidada assistir à cerimónia através de plataformas digitais.

Veja a cerimónia na íntegra aqui.

Créditos fotografia: ULHT

Portugal conquista sete medalhas na Taça do Mundo de velocidade em canoagem

Este fim de semana, Fernando Pimenta conseguiu duas medalhas de ouro, em K1 1.000 metros e K1 5.000 metros e a medalha de prata em K1 500 metros, alcançando assim a sua 100ª medalha internacional. Já Joana Vasconcelos obteve a medalha de ouro na final de K1 500 metros e o bronze nos 200 metros, e Norberto Mourão, paracanoísta, conquistou a medalha de prata em VL2 200 metros e o bronze em VL2 500 metros.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através da marca Jogos Santa Casa, felicita os canoístas portugueses que participaram na Taça do Mundo de Velocidade, que decorreu em Szeged, na Hungria. Num ano atípico por causa da pandemia de Covid-19, os canoístas portugueses destacam-se e orgulham os portugueses com os seus feitos.

Relembre-se que os Jogos Santa Casa são, desde 2013, o principal patrocinador da Federação Portuguesa de Canoagem, percorrendo, desde então, uma caminhada conjunta pautada por inúmeros feitos.

“O Desporto tem todo o nosso apoio”

Desde 2012 que a Misericórdia de Lisboa, através dos Jogos Santa Casa, prossegue uma estratégia de patrocínios focada no apoio ao desporto nacional, ao talento desportivo e aos grandes eventos desportivos nacionais, transformando os apoios concedidos e as parcerias realizadas em ferramentas de integração e coesão social.

Atualmente, os Jogos Santa Casa apoiam 16 federações, 99 seleções e 2 comités nacionais (Comité Paralímpico de Portugal e Comité Olímpico de Portugal). Desde 2013, já atribuíram 271 bolsas de educação a atletas-estudantes.

Edição especial da Volta a Portugal Jogos Santa Casa já arrancou

A propósito do apoio dos Jogos Santa Casa ao desporto, a edição especial da volta a Portugal (de 27 de setembro a 5 de outubro) já está na estrada e este ano, tal como em anos anteriores, a prova rainha do ciclismo português conta com o apoio dos Jogos Santa Casa como patrocinador oficial. Numa altura de grandes desafios e incertezas, a marca que mais apoia o desporto em Portugal contribui, assim, para a realização de uma edição muito especial da prova rainha do ciclismo, para satisfação de milhares de entusiastas da modalidade.

A Federação Portuguesa de Ciclismo organiza a edição deste ano para garantir o futuro do ciclismo profissional no país e assumir a modalidade e a Volta como elementos centrais da cultura popular portuguesa e como exemplo de regresso responsável à normalidade.

Semana Europeia do Desporto

Tudo isto acontece na Semana Europeia do Desporto (de 23 a 30 setembro). Os Jogos Santa Casa associam-se a Semana Europeia do Desporto , iniciativa promovida pela Comissão Europeia, destinada a promover o desporto e a atividade física em toda a Europa, na qual a marca representante dos jogos sociais do Estado participa ativamente, em conjunto com outras lotarias europeias congéneres.

Transição para o digital: apostar na tecnologia sem esquecer a tradição da Santa Casa

O mito foi quebrado logo no primeiro painel do seminário “Transição Para o Digital na Santa Casa”, que decorreu esta quinta-feira, na Sala de Extrações da Santa Casa: as máquinas não vêm substituir os humanos nos respetivos postos de trabalho. A garantia de que “as pessoas não correm o risco de ficar para trás” e serem substituídas pela tecnologia foi dada pela secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima Fonseca. E prosseguiu: “é necessário investir nas pessoas, na capacitação institucional, utilizar de forma estratégica e inteligente a tecnologia e reforçar o contacto em proximidade”.

Para o provedor da Santa Casa, Edmundo Martinho, o digital tem que ter a capacidade de ajudar a Misericórdia de Lisboa “a conhecer os fenómenos, no momento da partida, mas ajudar também a conhecê-los à medida que vão sofrendo alterações, para que ninguém fique para trás”.

Maria de Fátima Fonseca acompanhada por Edmundo Martinho e jornalista do Dinheiro Vivo

“A transição digital pode apresentar alguns riscos, nomeadamente no que diz respeito ao acesso a informação, aos serviços. A iliteracia digital continua presente, e nós temos que ser capazes de combinar deste ponto de vista”, destaca Edmundo Martinho. O provedor começou por referir que a Santa Casa “tem sabido acompanhar tudo aquilo que são evoluções no domínio tecnológico, mas que também tem sabido manter e preservar o seu património e as suas tradições”.

Mas, afinal, como pode o digital contribuir para uma melhor atuação da Santa Casa?

A tecnologia como suporte à saúde

As diferentes áreas de intervenção da Santa Casa colocam desafios muito distintos. Edmundo Martinho destacou a área da saúde, setor onde quer, “cada vez mais, introduzir mecanismos de acompanhamento e monitorização”. Para isso conta recorrer a novas tecnologias e soluções digitais avançadas que “permitam chegar a mais pessoas, chegar a mais pessoas em melhores condições e de forma mais permanente”. Mas frisa: “nada disto dispensa a presença dos cuidadores, dos técnicos, das pessoas que acompanham e cuidam destas pessoas”.

“A importância do digital está em duas dimensões: no suporte a este trabalho, com o acompanhamento em tempo real, com assistência à distância e suporte permanente a todas as pessoas; produção e tratamento de informação que vamos recebendo, para que possamos perceber os passos que damos, em que direção vão, que impacto estão a ter”, realça o provedor, sem dúvidas de que “é isso que nos permite melhorar”.

Mas o que podemos esperar da área da saúde da Santa Casa num futuro próximo? A ambição é transformar completamente o apoio domiciliário, fazendo sair das fronteiras tradicionais dos cuidados de higiene e alimentação. Edmundo Martinho pretende introduzir, por exemplo, “alguns mecanismos de reabilitação no domicílio, instrumentos essenciais para monitorizar o grau de reabilitação, conquistas e erros que se vão fazendo”.

O provedor da Santa Casa destacou o “bom exemplo” dado pela Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, na criação do Sistema de Gestão de Tarefas e Atividades (GTA), que possibilita a programação e monitorização de tarefas e atividades dos profissionais de saúde da instituição. Através de uma aplicação para smartphone os profissionais conseguem fazer uma melhor gestão da informação.

“O petróleo do século XXI”

Como é que todo este movimento em direção à digitalização impacta expressões de base mais territorial, como é o caso dos Jogos Santa Casa? Para compreender o que deve e pode fazer para se adaptar a esta realidade, a Santa Casa criou um domínio de trabalho para que seja possível fazer-se uma leitura antecipada dos fenómenos, o que permite à instituição perceber o que pode ser feito para se adaptar a esta realidade.

“Nós temos cinco mil mediadores no país ligados em rede, permanentemente. Sabemos a cada momento o que se passa em cada um daqueles terminais. Há aqui uma dimensão tecnológica fortíssima e que temos de ser capazes de aprofundar”, explica Edmundo Martinho.

Vasco Jesus é um dos profissionais que integra o grupo de trabalho da NOVA IMS, que colabora com o departamento de Jogos da Santa Casa no desenvolvimento de uma ferramenta que permite analisar a rede de mediadores existente e identificar áreas geográficas que podem vir a ser servidas por terminais Jogos Santa Casa.

Vasco Jesus fala sobre a importância dos dados

“É importante que a rede continue funcional para que produza as receitas necessárias para a Santa Casa prosseguir a sua missão, mas que simultaneamente faça uma gestão do risco que está associado à sua expansão. A ferramenta permite que as decisões sejam tomadas com mais fundamento”, destaca Vasco Jesus, acrescentando que o grande desafio “era compreender como é que a rede existe e quais as características associadas”.

É aqui que Vasco Jesus coloca todos a pensar sobre o “petróleo do Século XXI”: os dados. Que importância têm e o que podemos fazer com eles? Para o professor convidado da NOVA IMS, os dados podem tornar-se “numa coisa extraordinária por causa do engenho humano. Os dados, por si só, não têm valor. São as pessoas que conseguem criar valor. Os dados estão presentes, mas aquilo que conseguimos fazer com os dados é que cria valor. É isso que é relevante para as organizações”.

Digital: oportunidade ou necessidade?

Para a secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima Fonseca, qualquer processo de transformação digital “não significa deitar tecnologia sobre as organizações tal como elas existem”. Para Maria de Fátima Fonseca a transição para o digital tem que estar assente em cinco eixos fundamentais: “compreender as oportunidades da tecnologia, os limites, até onde queremos ir, compreender como é que a tecnologia casa com os processos organizacionais e como é que nos permite cumprir melhor as nossas missões”.

Nos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) as missões são cumpridas à distância. O presidente da SPMS, Luís Goes Pinheiro, acredita que “é fundamental tirar partido das poucas boas coisas que a pandemia nos trouxe” e a aproveitar o digital para “apostar muito” no teletrabalho, na teleconsulta e na telemonitorização. “Tudo o que poder ser feito à distância, é para ser feita à distância”, frisa.

Quatro homens num painel sobre transição para o digital

Através do exemplo da Xbox Adaptive Controller –hub construído pela Microsoft para auxiliar jogadores com mobilidade reduzida- Eduardo Antunes trouxe outra questão: a inclusão digital. “A transformação digital centra-se nas pessoas”, destaca.

Pensar em como atuar é o que a Santa Casa está a fazer com a realidade virtual. Em curso está uma experiência que deve ser lançada até final de 2020. Numa fase inicial, o projeto será lançado numa  “dimensão mais lúdica”, mas, dependendo do sucesso do ensaio, poderá evoluir para uma dimensão de estimulação cognitiva.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas