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Festa do Jazz divulga Talento Nacional

Concertos, debates e encontros de escolas e artistas assinalam a edição de 2020 da Festa do Jazz, que se realiza este ano, pela primeira vez, no Centro Cultural de Belém (CCB), nos dias 12 e 13 de setembro, sem público presencial, mas com transmissão em direto através da plataforma RTP – Palco.

Depois de já ter passado por palcos como o Teatro São Luiz, alguns espaços do Bairro Alto e Parque Mayer, o evento chega agora ao pequeno auditório do CCB, para dois dias de várias iniciativas ligadas às raízes do jazz nacional.

A edição deste ano arranca com a apresentação de um livro dedicado à história do evento e traça o perfil de alguns dos intervenientes que passaram por esta festa, considerada a maior deste género musical em Portugal.

No dia seguinte, o pequeno auditório do CCB acolhe o debate: “Portugal, Jazz e a questão racial”, que conta com a participação do ativista Mamadou Ba e das cantoras Maria João e Selma Uamusse.

Este ano a Festa do Jazz volta a promover o Encontro Nacional de Escolas, que permite a novos talentos do jazz nacional mostrarem o seu trabalho e talento.

A programação musical inclui atuações de: Tomás Marques Quarteto, Andy Sheppard Quarteto, João Barradas a solo, Susana Santos Silva e Angélica Salvi, Sound of Desire (trio de Ricardo Toscano), Maria João e Carlos Bica, entre outros, bem como uma homenagem a Bernardo Sassetti, com a participação de João Mortágua (saxofone alto), João Pedro Coelho (piano), Carlos Barretto (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria).

A Festa do Jazz 2020 é organizada pela Associação Sons da Lusofonia e conta com o apoio da Misericórdia de Lisboa, da Direção-Geral das Artes, do CCB e do DST Group.

O fado saiu… à janela. E Lisboa parou para o ver

Aos poucos, a Rua da Mouraria, em Lisboa, foi enchendo-se de pessoas. Chegavam à medida que a música as embalava. Quem do outro lado da rua ouvia a melodia, apressava-se para ver o que se passava naquela janela: era o fado a dar música às ruas que o viram nascer. E foram ficando, separados, batendo o pé contra a calçada e erguendo as mãos ao som da guitarra portuguesa.

Da janela surgia Conceição Ribeiro, de sorriso rasgado e microfone em punho. Mulher da Mouraria, de Alfama, de Alcântara, de Lisboa. “Eu sou uma mulher de todos os bairros”, conta. De mão no peito e olhos postos no céu agradecia a todos pela presença nesta que também é uma homenagem a Amália, “que está lá em cima a ver-nos”.

 

O PLACARD faz cinco anos. Ainda se lembra como tudo começou?

Ainda se lembra como tudo começou? Foi a 9 de setembro de 2015 que nasceu o PLACARD, o jogo de apostas desportivas à cota dos Jogos Santa Casa. A intenção era muito simples: colocar Portugal a vibrar (ainda mais) com o desporto. Mas o PLACARD veio revolucionar o acesso às apostas desportivas, ao trazer, para um mercado até então não regulado, uma lógica de grande proximidade com os apostadores, assegurando a sua proteção e prevenindo e controlando os excessos.

Numa fase inicial, o PLACARD disponibilizou aos amantes de desporto a possibilidade de apostarem em três desportos: basquetebol, futebol e ténis. Na altura, o Departamento de Jogos da Santa Casa lançava o repto “aposta na desportiva”, um apelo ao jogo responsável e à necessidade de olhar para as apostas como um momento lúdico e de diversão.

Hoje, este jogo conta com 11 modalidades no seu portfólio. Aos três já referidos, juntaram-se o hóquei no gelo, andebol, voleibol, futsal, râguebi, hóquei em patins, futebol americano e futebol de praia.

Ao longo dos últimos cinco anos, foram muitas as mudanças efetuadas, com o Departamento de Jogos a trabalhar para oferecer ao público (ainda) mais razões para apostar no PLACARD. As mudanças mais recentes aconteceram no passado mês de julho, com o jogo de apostas desportivas a apresentar um novo site, uma nova app e a reforçar a sua presença digital, sobretudo nas redes sociais.

Em cinco anos, o PLACARD atribuiu mais de 1,6 mil milhões de euros em prémios, de norte a sul do país. O jogo entre o Paris Saint-Germain e Bayern Munique não teve adeptos no estádio, mas nem por isso o público deixou de vibrar com a partida: até à data, foi o jogo com maior número de apostas registadas. Mas há mais números que comprovam que o PLACARD foi uma boa aposta.

Aposta no desporto nacional

Apoiar o desenvolvimento do desporto nacional é uma das causas a que o PLACARD está associado desde a sua criação. Em 2016, o jogo de apostas desportivas passou a ser o patrocinador oficial da Taça de Portugal de futebol, no âmbito da parceria estabelecida com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Em 2019, esta parceria estendeu-se também ao futsal – competição igualmente gerida pela FPF – com o Placard a tornar-se naming sponsor de todas as competições do futsal nacional masculino.

O papel ativo do PLACARD no apoio ao desporto nacional não fica por aqui. Foram também estabelecidas parcerias com as federações de basquetebol e andebol, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das respetivas modalidades.

Ciclo de documentários sobre arte italiana no Convento de São Pedro de Alcântara

Arquitetura, pintura e a vida de alguns dos mais importantes e inesquecíveis artistas serão os pontos de paragem ao longo desta “viagem” pelo mundo artístico italiano, com partida marcada para 9 de setembro. Nessa quarta-feira, e em todas as outras do mês de setembro, às 21h00, o jardim do Convento de São Pedro de Alcântara será transformado numa sala de cinema ao ar livre, exibindo um ciclo de documentários sobre arte italiana. A participação é gratuita, mediante marcação prévia.

O ciclo de documentários inicia-se (no dia 9) com “Pienza, Cidade da Luz”, a cidade ideal do Renascimento construída pelo humanista Enea Silvio Piccolomini, que ascendeu a Papa com o nome de Pio II. A programação continuará com o grande mestre renascentista italiano Piero della Francesca e a sua Ressurreição (no dia 16), seguindo-se “Lorenzo Lotto – Viagem na crise do Renascimento”, dedicada ao artista que acompanhou e testemunhou a crise dos valores da Itália renascentista (no dia 23). O ciclo termina (no dia 30) com “As salas de Raffaello”, dedicado a um dos mais consagrados pintores renascentistas de todos os tempos e sobre quem se assinala, este ano, os 500 anos da sua morte.

Produzidos pela Land Comunicazioni, com a realização de Luca Criscenti e apresentados pelos conceituados críticos de arte Tomaso Montanari, Enrico Maria Dal Pozzolo e Antonio Paolucci, os quatro documentários – todos legendados em português e com revisão técnica no âmbito da História da Arte pela Prof.ª Teresa Leonor Vale – oferecem uma viagem fascinante pela arte italiana do período do Renascimento.

Veja aqui o programa.

Condições gerais de participação:

• Conservação de distanciamento físico de 2 metros.
• Utilização de máscara (cirúrgica ou comunitária).
• Desinfeção das mãos com a solução à base de álcool antes da entrada.
• Respeito pelas regras de etiqueta.
• Respeito pela lotação máxima de cada sessão.
• Não é permitido mudar as cadeiras de local.

Informações / marcações:
Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural
Tel: 213240869/87/66
culturasantacasa@scml.pt

O terror está de volta a Lisboa

Num ano marcado por episódios dignos de um filme do malogrado escritor norte-americano, Stephen King, a edição deste ano do Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está de volta às salas do Cinema São Jorge e com algumas novidades. Entre elas e a mais evidente surge com a adição de dois dias à duração prevista do evento, decisão que vai ao encontro das recomendações da Direção Geral de Saúde, permitindo a realização de sessões mais espaçadas com lotação reduzida.

Outros dos maiores destaques desta edição é a retrospetiva intitulada “Pesadelo Americano: Racismo e o Cinema de Terror”, focada na ilustração do racismo no cinema de terror norte-americano, que expõe a problemática do racismo estrutural, em alusão aos protestos encabeçados pelo movimento criado no Estados Unidos, “Black Lives Matter”.

Para o filme de abertura a organização escolheu a longa-metragem espanhola de terror paranormal: “O 3º andar: Terror Na Rua Malasaña”, de Albert Pintó, inspirado em factos reais ocorridos na capital espanhola, na década de 70. Na sessão de encerramento, a 13 de Setembro, há “The Rental”, filme de estreia de ator Dave Franco.

Ainda antes do início oficial do Motel X e para aquecer os ânimos, a organização do festival promoveu alguns eventos Warm up, que percorreram alguns espaços da cidade de Lisboa, com a Santa Casa a ser um dos cicerones de serviço.

Na última quinta-feira, o Convento de São Pedro de Alcântara acolheu “A Mulher-Sem-Cabeça”, uma performance/concerto a partir de um texto de Gonçalo M. Tavares. Na noite seguinte, o Espaço Brotéria foi palco de um jantar encenado a partir de um texto de Fernando Pessoa desconhecido do grande público: “Um Jantar Muito Original”. Por fim, o dia 5 trouxe a muito aguardada sessão de cinema ao ar livre, no Largo Trindade Coelho, com a exibição do filme “The Host – A Criatura de Bong Joon-ho (“Parasitas”)” um filme Sul Coreano de 2006, que levou os fãs do género ao delírio.

DGS distinguida com Prémio de Mérito Fundação do Futebol. “Taça” foi entregue pela Santa Casa

A Fundação do Futebol – Liga Portugal atribuiu o Prémio de Mérito à Direção Geral da Saúde (DGS), em reconhecimento do empenho, dedicação e trabalho desenvolvido não só na saúde pública, mas também na retoma das principais competições do futebol profissional. Esta sexta-feira, na cerimónia “Kick Off”, que decorreu em Vila Nova de Gaia, a diretora-geral da DGS, Graça Freitas, recebeu o galardão pelas mãos do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho.

Graça Freitas subiu ao palco para, “em nome da DGS”, agradecer a homenagem, recebida “com profunda emoção”, acrescentando que “foi assumido o compromisso de observar regras para minimizar o risco de propagação de covid-19 na retoma das competições de futebol” e que “esse compromisso foi honrado”.

Recorde-se que, no passado dia 18 de junho, a Santa Casa e a Fundação do Futebol – Liga Portugal assinaram um protocolo de colaboração que visa dar resposta efetiva em diferentes áreas de intervenção. A Misericórdia de Lisboa quer aproveitar o poder do futebol para fazer chegar uma mensagem social e ambientalmente responsável aos mais jovens e envolvê-los em atos de sensibilização e cidadania.

A Fundação do Futebol – Liga Portugal lançou recentemente a rubrica televisiva “Liga-te à Fundação”, que será transmitida na SportTv1, na última sexta-feira de cada mês. O primeiro episódio do programa que pretende promover e divulgar as boas práticas desenvolvidas no futebol nacional contou com a presença do provedor da Santa Casa, Edmundo Martinho, e poderá vê-lo aqui.

Projeto Radar regressa às ruas de Lisboa

Arrancou, em janeiro de 2019, com o objetivo de identificar e conhecer as características da população da cidade de Lisboa com mais de 65 anos, articulando as suas necessidades com os diversos parceiros do Programa Lisboa, Cidade de Todas as Idades. Em plena época de pandemia, o projeto Radar prestou um apoio fundamental para muitos idosos da cidade.

Esta quarta-feira, 26 de julho, o Radar, juntamente com a Polícia de Segurança Pública e a Junta de Freguesia de Alvalade, voltou às ruas para revisitar a população da cidade de Lisboa com mais de 65 anos e atualizar a plataforma com dados atuais e precisos para melhor servir. No próximo dia 2 de setembro, a iniciativa decorrerá na freguesia de Campo de Ourique.

Em simultâneo, este regresso permite também voltar ao contacto com os radares comunitários deste território, procurando reforçar o seu envolvimento na identificação de pessoas idosas em situação de vulnerabilidade e ativar recursos locais através dos parceiros envolvidos no projeto Radar: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Instituto da Segurança Social, Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Polícia de Segurança Pública, juntas de freguesia e a Rede Social de Lisboa.

Falar, Escutar e Cuidar da população sénior de Alvalade

Em muitas ruas encontra-se o isolamento social, em muitas ruas perde-se a riqueza da convivência com as gerações idosas. Lisboa está envelhecida. No parapeito da sua varanda, Maria Albertina, 82 anos, conta que vive nesta freguesia há mais de 70 anos. O entrevistador faz perguntas sobre o seu estado e confirma alguns dados: “Está bem?”, “Tem recebido apoio?”, “Posso confirmar o seu contacto?”. A dona Maria Albertina é uma exímia conversadora e tem opinião sobre os tempos que correm: “As pessoas têm medo de estarem umas com as outras. Vivemos um tempo muito estranho, temo que nunca mais acabe”.

Voluntários do projeto radar comversam com senhora que está à janela

Já Idalina Alves, 70 anos, fez o isolamento fora de Lisboa. Os entrevistadores sinalizaram-na com o objetivo de atualizar o seu contacto. Depois de um pequeno questionário e dados atualizados, a idosa queixa-se que “as pessoas no bairro estão cada vez mais isoladas”, mas tem esperança que a vida volte a ser o que era.

Sérgio Cintra, administrador da Ação Social da Santa Casa, começou por enaltecer o trabalho conjunto dos parceiros, dos radares comunitários e de todos aqueles que participam no Radar. “É importante reativar toda esta rede, fazer uma avaliação, revisitar e atualizar a plataforma Radar”, lembrando que “estas ações de apoio e de acompanhamento aos intervenientes são importantes para cumprir os objetivos do projeto”.

Por outro lado, José António Borges, presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, considera que o Radar é “uma ferramenta decisiva nos tempos em que vivemos, no combate à pandemia”, sublinhando que voltar à rua, em finais de agosto, é “dar nota às pessoas de que nós continuamos presentes, como nunca deixámos de estar”.

Neste regresso, o objetivo principal dos entrevistadores do Radar é falar com as pessoas que, por algum motivo, não conseguiram contactar durante o confinamento (não atenderam, não disponibilizaram contacto ou o número não estava atribuído) e atualizar, assim, os dados disponíveis na plataforma.

O Radar é uma operacionalização do Programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”, cujo objetivo é conhecer a população com mais de 65 anos que habita na cidade sem apoio regular das instituições. Ao longo de um ano, foram realizadas 30 mil entrevistas que permitiram conhecer as suas expetativas, as suas privações e as suas potencialidades para que, em estreita colaboração com Câmara Municipal de Lisboa, o Instituto da Segurança Social, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, a Polícia de Segurança Pública e as juntas de freguesia e a Rede Social de Lisboa -, possam ser dadas respostas mais céleres e assertivas aos desafios da longevidade.

Santa Casa nos 90 anos da Feira do Livro de Lisboa

Ainda que num formato diferente, a 90ª edição da Feira do Livro de Lisboa decorre entre 27 de agosto e 13 de setembro e vai ter a maior oferta editorial de sempre, com a presença de 638 marcas editoriais.

O evento, adiado três meses, vai estar sujeito a restrições e terá um formato adaptado, para conter a propagação da Covid-19. O uso de máscara será obrigatório em todo o recinto, tanto por expositores como pelo público. Em tempo de pandemia não foram só as datas da Feira do Livro de Lisboa que mudaram, mas também uma série de regras que devemos cumprir para que a segurança de todos seja garantida. Assim, além da higiene das mãos, etiqueta respiratória e distanciamento social, as plateias serão limitadas e os programas ao vivo também.

A Feira do Livro de Lisboa, face às regras de segurança e prevenção da doença Covid-19, fará o controlo de acessos e de lotação do recinto. Ocasionalmente, o recinto pode estar vedado e as entradas limitadas. De acordo com a lotação estabelecida e os fluxos conhecidos de edições anteriores, acredita-se que tal possa ocorrer somente aos fins de semana.

Também no espaço da instituição (que recria o ambiente de uma livraria), localizado perto da entrada mais próxima do Marquês de Pombal, do lado direito, a segurança estará em primeiro lugar. Por isso, no seu interior, apenas serão permitidos dois visitantes de cada vez, para além de terem que ser cumpridas todas as outras regras a que já nos habituámos.

Programação da Santa Casa

Devido ao atual contexto de pandemia, os eventos culturais promovidos pela Santa Casa serão apenas de cariz musical, oito ao todo, a decorrer às sextas-feiras e aos fins de semana. Conheça aqui a programação.

No stand, os visitantes poderão encontrar a atividade literária da Misericórdia de Lisboa nos domínios da Cultura, Ação Social, Saúde e Património. Existirá uma zona de destaque para as mais recentes publicações, como por exemplo, o livro “Voluntariado da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa – uma história de dedicação”; os Catálogos das últimas duas exposições na Igreja de São Roque, “Um Rei e Três Imperadores. Portugal, a China e Macau no tempo de D. João V e Sob o Manto de Nossa Senhora – Coleções de arte russa em Portugal”. Ainda ao nível das novidades, e de cariz mais técnico, destaque para o livro “Reabilitação do doente amputado – Experiência do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão” e a edição periódica dos “Cadernos Técnicos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”.

Cinco cadeiras de rodas serão disponibilizadas pela Misericórdia de Lisboa e traduzem a sua preocupação em contribuir para que a Feira da Livro seja verdadeiramente inclusiva, ficando à disposição dos visitantes que delas necessitarem para se locomover.

Esta é a oitava vez que Misericórdia de Lisboa marca presença na maior Feira do Livro do país, no Parque Eduardo VII, com o lema “Uma Casa com Cultura”.

No ano passado, visitaram o Parque Eduardo VII, segundo dados da organização, cerca de 500 mil pessoas.

GALERIA FOTOGRÁFICA

 

SOL – Saúde Oral em Lisboa. O balanço do primeiro ano

A 20 de agosto de 2019, o primeiro serviço odontopediátrico de Lisboa abria as suas portas ao público. Um ano depois, cerca de 5600 pessoas solicitaram os cuidados do SOL – Saúde Oral em Lisboa, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Cerca de 16 mil consultas foram concluídas pelos dez médicos dentistas e três higienistas orais do SOL, nos últimos 12 meses, sendo que a consulta de Medicina Dentária Preventiva foi a especialidade mais requisitada.

A pandemia travou o aumento destes números, que podiam ser superiores, uma vez que o SOL esteve encerrado cerca de três meses, atendendo apenas situações comprovadamente urgentes.

Este serviço odontopediátrico, gratuito, destinado a todas crianças e jovens até aos 18 anos, que residam ou frequentem um estabelecimento de ensino no concelho de Lisboa, assume-se, cada vez mais, como um complemento ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 

O que dizem os números sobre o primeiro ano de atividade do SOL?

Santa Casa e Zoo juntos pela preservação das espécies

Quando Ziki chegou ao Zoo, em 2007, oriundo de uma jardim zoológico da República Checa, não se avistavam outros orangotangos-de-sumatra naquela instituição. Mais tarde chegaria Janina. E depois Jaqueline, a cria que Ziki e Janina deram à luz em 2013. Hoje, o Templo dos Primatas do Jardim Zoológico conta com cinco orangotangos-de-sumatra: Ziki (22 anos), Janina (26 anos), Rona (27 anos), Harta (15 anos), Jaqueline (cria – 7anos).

Estes cinco primatas, oriundos do Sudeste Asiático, pertencem a uma espécie criticamente ameaçada pela desflorestação intensa para a produção de óleo de palma e pela caça para o comércio ilegal. Hoje, dia 19 de agosto, o mundo celebra o Dia do Orangotango. No Zoo a data é aproveitada para lançar o alerta: é necessário conservar os ecossistemas.

Para ajudar na luta pela preservação das espécies, o orangotango-de-sumatra é apadrinhado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa há 13 anos, apoio que, segundo o Zoo, “ajuda a manter o Jardim Zoológico como um lugar de referência para a conservação da biodiversidade”.

 

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

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Contactos gerais e moradas