Categoria: Notícias
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), o programa Media Veritas e a Everis juntaram-se aos nove parceiros (Google, Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e Associados, Fidelidade, IPG Mediabrands, Unilever, Fuel, Mota-Engil, Porto Editora e Volkswagen) do projeto PSuperior, do PÚBLICO.
Agora com doze parceiros, pretende-se alargar o universo de beneficiários do projeto, nomeadamente de alunos finalistas ou em mestrado integrado do ensino superior público e privado do país.
Serão distribuídas mais 1800 assinaturas digitais do PÚBLICO e, desta vez, o projeto vai chegar aos estudantes das áreas artísticas, das ciências sociais e humanas e das letras. No programa da SCML serão também contemplados alunos da Escola Superior de Saúde do Alcoitão.
O projeto PSuperior foi apresentado a 20 de novembro numa cerimónia em que participou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o ministro da Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, e o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, Fontainhas Fernandes. O seu propósito é promover a literacia mediática junto dos estudantes universitários e criar mecanismos de participação que estimulem os valores da cidadania e da pertença à comunidade.
Para tornar esta iniciativa possível, foi fundamental a criação de uma comunidade de mecenas que financiam as assinaturas. Cada empresa assume essa responsabilidade de facilitar o acesso de alunos de determinados cursos e de universidades escolhidos ao programa das assinaturas gratuitas.
A associação da Santa Casa ao projeto PSuperior resulta da constatação de que o jornalismo é um dos bastiões das sociedades democráticas que, nestes tempos de importantes desafios, deve ser reforçado na sua missão de informar e formar as gerações mais jovens, dotando-as de conhecimento validado para que possam exercer o seu papel numa cidadania de pleno direito e em total consciência.
A adaptação a novos modelos de trabalho, o receio de ficar sem emprego, sem saúde ou de ficar privado de liberdade podem ser algumas das consequências do isolamento social. Grande parte dos portugueses não sai de casa há semanas. Assim será até ordem contrária. Passar os dias dentro de quatro paredes pode ter diferentes impactos, que se fazem sentir na economia, sociedade e na saúde, sobretudo mental.
Mas como podemos atenuar os efeitos do confinamento? Foi precisamente para dar resposta a esta pergunta que a Casa do Impacto, no âmbito do movimento Tech4covid19, criou acalma.online, uma plataforma nacional de apoio à saúde mental.
Esta rede online de profissionais conta já com 30 psicólogos, certificados pela Ordem, prontos para o ajudar a lidar com os desafios decorrentes da atual pandemia. Mas o número tende a aumentar, uma vez que mais psicólogos, igualmente certificados, podem juntar-se a esta iniciativa. Para tal, basta preencher o formulário, aqui.
Porque tempos extraordinários requerem ações extraordinárias, a plataforma acalma.online coloca, assim, psicólogo e paciente à distância de um clique.
Preciso de apoio. Como posso obter ajuda?
Tudo acontece online. Através da plataforma acalma.online, qualquer pessoa pode obter, gratuitamente e de forma simples e imediata, apoio na redução de sintomas associados à situação de crise atual. São realizadas videoconsultas (com duração entre 30 e 45 minutos) por psicólogos clínicos devidamente treinados. Através desta linha de apoio é promovido o desenvolvimento de competências psicológicas para lidar com os desafios decorrentes da atual pandemia.
Para tal basta marcar consulta, aqui, selecionar o psicólogo e a hora da consulta. Confirmado o agendamento, a sessão decorre na plataforma à hora agendada.
Temos os melhores futebolistas, artistas plásticos ou escritores. Não interessa a vocação. Portugal é, sobretudo, um país que produz talentos. E é a pensar nestes talentos nacionais que surge o movimento Portugal #EntraEmCena, uma colaboração inédita entre artistas, marcas, empresas públicas e privadas, ao qual a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa também se associa, num esforço colaborativo para salvaguardar a cultura e os seus intervenientes, nesta altura tão crítica também para este setor.
O movimento Portugal #EntraEmCena toma a forma de um marketplace digital, onde artistas podem lançar ideias e obter investimento para a fase de conceção e desenvolvimento, e onde as empresas podem encontrar talento e ideias propostas por artistas e lançar desafios ao desenvolvimento de novos projetos artísticos.
No global, este movimento representa, neste momento, um investimento de mais de um milhão de euros, em projetos que não poderão ultrapassar, cada um, os 20 mil euros.
Mas o apoio à Cultura por parte da instituição conta já com um longo histórico. Nos últimos anos, têm sido várias as ações desenvolvidas, distribuídas por diferentes vertentes artísticas, desde o apoio ao maior festival de fado nacional, o Santa Casa Alfama, ou a atribuição, em conjunto com a NiT, do prémio New Talent, que elegeu a cantora e compositora, Sara Cruz, como a próxima estrela da música portuguesa.
Esta aposta cultural é reafirmada por Filipa Klut, vogal da Mesa da SCML com o pelouro da Cultura: “queremos estar com o setor das artes neste momento porque o compromisso com a Cultura faz parte do ADN da SCML”.
Em breve mais novidades.
Diariamente, equipas de diferentes âmbitos de atuação da Santa Casa saem para a rua com espírito de missão e de solidariedade. A grande preocupação são os mais vulneráveis e todos aqueles para quem o suporte da instituição são condição essencial.
Neste novo tempo, existem profissionais que são importantíssimos para a continuidade dos serviços mais importantes do dia-a-dia e, muitos deles, estão na essência da Misericórdia de Lisboa.
São médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, ajudantes de lar, psicólogos, fisioterapeutas, animadores, motoristas, cozinheiros, ajudantes de cozinha, operadores de lavandaria, operadores logísticos, entre tantas outras profissões relevantes e que continuam na “frente ativa”. Fazem parte das equipas das estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), dos lares residenciais, das casas de acolhimento, do serviço de apoio domiciliário, da unidade de emergência e de atendimento social (no apoio às pessoas em condição de sem-abrigo), dos refeitórios sociais, dos hospitais e unidades de saúde, das unidades de cuidados continuados, apoiando os milhares de utentes da Santa Casa que, mais do que nunca, precisam de ajuda.
Também através de apoio telefónico é desenvolvido um enorme trabalho. A instituição está em contacto diário com todos os utentes de Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e Equipa de Apoio a Idosos.
Há todo um trabalho, diário e imensurável, realizado em conjunto e em permanência com a Câmara Municipal de Lisboa, as Juntas de Freguesia da cidade, os parceiros da Rede Social de Lisboa, as Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), as Associações de Proximidade, a Polícia de Segurança Pública, a Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na instituição, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.
Edmundo Martinho, provedor da instituição, lembra que “o papel da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa será preponderante na ajuda a quem mais precisa, no apoio e cuidado a quem está isolado. A Misericórdia de Lisboa tem uma responsabilidade acrescida a que não pode virar as costas. E, como sucede há mais de cinco séculos, seremos capazes de honrar a História da nossa instituição.”
Hoje, mais do que nunca, continuamos a cuidar de quem mais precisa!
Veja alguns exemplos deste apoio.
|
Marcando presença no espaço noticioso da Edição da Noite, da SIC Notícias, esta terça-feira, dia 24 de março, Sérgio Cintra falou sobre o impacto do novo coronavírus na ação da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente no apoio à população mais desfavorecida e vulnerável da cidade.
Na sua intervenção, o administrador aproveitou também o momento para congratular o empenho de todos os profissionais da instituição que, diariamente, se mantêm no terreno, reconhecendo que “são fundamentais para mitigar algumas situações e não permitir que ganhem uma escala que provoque o pânico”.
Relembrou ainda que, no decorrer de 2019, a Santa Casa, através do projeto RADAR, fez um levantamento exaustivo das pessoas com mais de 65 anos que vivem sós ou acompanhadas com outras da mesma faixa etária, na cidade de Lisboa. Os dados recolhidos mostraram-se essenciais para a instituição, que agora tem vindo a realizar contactos telefónicos, diários, de maneira a ajudar e serenar a população sénior lisboeta. Neste âmbito, “temos, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa e as Juntas de Freguesia, prestado apoio na higiene, na alimentação e em algumas compras necessárias para o dia-a-dia, de maneira a evitar que estas pessoas venham para a rua”, frisou o administrador.
Sérgio Cintra adiantou ainda que o Hospital de Sant’Ana, propriedade da Misericórdia de Lisboa, já se mostrou totalmente disponível para receber doentes oriundos do Hospital São Francisco Xavier que necessitam de intervenção no campo do trauma ortopédico. Salientando que o apoio da instituição “obviamente que não tem outro fim que não seja ajudar e sermos complementares ao SNS”, o administrador terminou com importante mensagem de que “todos somos poucos para apostar na prevenção”.
Nestes dias em que o isolamento se tornou norma, o jornal Público recuperou a história de S. Roque, que, pela Europa, ganhara fama de proteger contra maleitas do corpo e da alma.
Reza a história que Roque provinha de uma família francesa abastada, e que terá abdicado da fortuna, partindo em peregrinação até Roma. Pelo caminho ia tratando dos doentes e conquistou a fama de conseguir curá-los.
A popularidade dos milagres deste santo chegou a Portugal no início do reinado de D. Manuel I, numa época em que sucessivos surtos de peste negra se alastravam. S. Roque tornou-se depois um santo lisboeta que veio marcar a paisagem espiritual e urbana da cidade de Lisboa, mas, sobretudo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Desde a sua fundação, em 1498, que a instituição reúne um vasto património histórico, artístico e documental, do qual se destacam os acervos do Museu e da Igreja de São Roque, classificada como Monumento Nacional em 1910. O Museu de São Roque é um dos mais importantes símbolos do seu património cultural, possuindo uma invejável coleção de arte sacra portuguesa.
A história de devoção ao santo que decidiu isolar-se para não contagiar os outros mantém-se presente na vida religiosa da cidade Lisboa.
Uma história que já tem 450 anos, mas que, hoje, mais do que nunca, faz todo o sentido recordar. Leia a peça integral do Público, aqui.
EM ATUALIZAÇÃO
Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:
- Na área de atuação em criança e jovens a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa mantêm em funcionamento, ainda com algumas adaptações as Casas de Acolhimento, o Centro de Capacitação D. Carlos I, os Apartamentos de Autonomia, as Residências Autónomas e a Unidade de Supervisão e Qualificação de Assessoria ao Tribunal. A exceção são as Creches, as Creches Familiares e os Jardins de Infância, que se encontram encerradas, até ao dia 9 de abril.
- No apoio à franja mais vulnerável da nossa sociedade, os idosos, encontra-se em pleno funcionamento o Serviço de Apoio Domiciliário.
- Todos os lares (Estruturas Residências para Idosos – ERPI) estão em funcionamento, mas sem visitas autorizadas.
- Todos os Centros de Dia estão encerrados temporariamente até o dia 9 de abril, no entanto, está a ser fornecida a alimentação a quem necessita deste apoio.
- O Apoio Comunitário às Famílias está a funcionar apenas no âmbito da alimentação.
- A distribuição de alimentos mantém-se num número mais limitado de polos de distribuição, mas abrangendo os beneficiários de todas as freguesias.
- A Unidade de Emergência encontra-se em funcionamento com algumas adaptações.
- Encontra-se encerrado ou temporariamente suspenso a Unidade de Promoção do Voluntariado, os Centros de Atividades Ocupacionais, o Centro de Educação, Formação e Certificação (CEFC), O Núcleo de Gestão e Produtos de Apoio e a Aldeia de Santa Isabel (ASI) (com exceção da Casa de Acolhimento e do Lar da aldeia).
As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.
PERGUNTAS FREQUENTES (FAQs)
- Quais as entidades com quem estamos a trabalhar em permanência?
Câmara Municipal de Lisboa, Juntas de Freguesia da cidade, parceiros da Rede Social de Lisboa, Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), Associações de Proximidade, Polícia de Segurança Pública, Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.
- Há colaboradores no terreno e em teletrabalho?
Sim. As situações são analisadas tendo em atenção a possibilidade dos colaboradores fazerem teletrabalho (quando aplicável), terem de prestar apoio a filhos menores de 12 anos, bem como situações de doenças crónicas. Há uma articulação permanente para garantir que o apoio é assegurado em todas as áreas.
- Alguma referência sobre colaboradores no terreno, por exemplo por função?
Há várias áreas em permanência no terreno, nomeadamente o Atendimento Social, Serviço de Apoio Domiciliário, Apoio a Idosos, Unidade de Emergência, ERPI – Lares, Casas de Acolhimento, Lares Residenciais.
Além dos Colaboradores que estão na linha da frente (AGAC, Técnicos Administrativos, Técnicos Superiores) salientamos, igualmente, os Colaboradores que, em Teletrabalho, (Técnicos Administrativos e Técnicos Superiores) continuam a garantir as suas inestimáveis funções.
Adicionalmente, é realizado apoio telefónico diário a todos os utentes de Centro de Dia, SAD e Equipa de Apoio a Idosos. Há um conhecimento aprofundado dos utentes da Misericórdia de Lisboa, sabendo-se exatamente, e diariamente, aqueles que mais necessitam do nosso apoio, pois numa situação como esta, a vulnerabilidade pode agravar-se de um dia para o outro (daí os contactos diários).
Conheça também os horários de funcionamento das Unidades de Saúde.|EM ATUALIZAÇÃO
Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:
- Na área de atuação em criança e jovens a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa mantêm em funcionamento, ainda com algumas adaptações as Casas de Acolhimento, o Centro de Capacitação D. Carlos I, os Apartamentos de Autonomia, as Residências Autónomas e a Unidade de Supervisão e Qualificação de Assessoria ao Tribunal. A exceção são as Creches, as Creches Familiares e os Jardins de Infância, que se encontram encerradas, até ao dia 9 de abril.
- No apoio à franja mais vulnerável da nossa sociedade, os idosos, encontra-se em pleno funcionamento o Serviço de Apoio Domiciliário.
- Todos os lares (Estruturas Residências para Idosos – ERPI) estão em funcionamento, mas sem visitas autorizadas.
- Todos os Centros de Dia estão encerrados temporariamente até o dia 9 de abril, no entanto, está a ser fornecida a alimentação a quem necessita deste apoio.
- O Apoio Comunitário às Famílias está a funcionar apenas no âmbito da alimentação.
- A distribuição de alimentos mantém-se num número mais limitado de polos de distribuição, mas abrangendo os beneficiários de todas as freguesias.
- A Unidade de Emergência encontra-se em funcionamento com algumas adaptações.
- Encontra-se encerrado ou temporariamente suspenso a Unidade de Promoção do Voluntariado, os Centros de Atividades Ocupacionais, o Centro de Educação, Formação e Certificação (CEFC), O Núcleo de Gestão e Produtos de Apoio e a Aldeia de Santa Isabel (ASI) (com exceção da Casa de Acolhimento e do Lar da aldeia).
As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.
PERGUNTAS FREQUENTES (FAQs)
- Quais as entidades com quem estamos a trabalhar em permanência?
Câmara Municipal de Lisboa, Juntas de Freguesia da cidade, parceiros da Rede Social de Lisboa, Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), Associações de Proximidade, Polícia de Segurança Pública, Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.
- Há colaboradores no terreno e em teletrabalho?
Sim. As situações são analisadas tendo em atenção a possibilidade dos colaboradores fazerem teletrabalho (quando aplicável), terem de prestar apoio a filhos menores de 12 anos, bem como situações de doenças crónicas. Há uma articulação permanente para garantir que o apoio é assegurado em todas as áreas.
- Alguma referência sobre colaboradores no terreno, por exemplo por função?
Há várias áreas em permanência no terreno, nomeadamente o Atendimento Social, Serviço de Apoio Domiciliário, Apoio a Idosos, Unidade de Emergência, ERPI – Lares, Casas de Acolhimento, Lares Residenciais.
Além dos Colaboradores que estão na linha da frente (AGAC, Técnicos Administrativos, Técnicos Superiores) salientamos, igualmente, os Colaboradores que, em Teletrabalho, (Técnicos Administrativos e Técnicos Superiores) continuam a garantir as suas inestimáveis funções.
Adicionalmente, é realizado apoio telefónico diário a todos os utentes de Centro de Dia, SAD e Equipa de Apoio a Idosos. Há um conhecimento aprofundado dos utentes da Misericórdia de Lisboa, sabendo-se exatamente, e diariamente, aqueles que mais necessitam do nosso apoio, pois numa situação como esta, a vulnerabilidade pode agravar-se de um dia para o outro (daí os contactos diários).
Conheça também os horários de funcionamento das Unidades de Saúde.
EM ATUALIZAÇÃO
Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:
- Com exceção da Unidade de Saúde de Telheiras, que encerra às 20h, algumas Unidades de Saúde estão a praticar um horário de funcionamento de 7 horas diárias – das 8h às 15h ou das 9h às 16h, de acordo com o que for mais adequado para o território de abrangência da unidade. As pausas para almoço serão de 30 minutos.
- Nas Unidades W+ (Núcleo de Adolescentes e Núcleo de Adultos e Crianças), todo o trabalho biopsicossocial será realizado por vídeo conferência a partir do domicílio, utilizando as ferramentas disponíveis.
- As Unidades de Saúde da Liberdade e Bairro da Boavista e as extensões de saúde da Tapada, Bairro Padre Cruz e Natália Correia estarão encerradas. No exterior destas unidades encontra-se um aviso com indicação das Unidades de Saúde às quais os utentes se poderão dirigir.
- No caso de receituário crónico, os médicos assistentes acompanham os seus utentes de referência garantindo o envio de prescrições, preferencialmente via email para o próprio utente ou cuidador.
- Todas atividades de rastreio e ações de sensibilização na comunidade estão temporariamente suspensas.
- No serviço odontopediátrico SOL – Saúde Oral de Lisboa toda a atividade estará suspensa, com exceção das situações comprovadamente urgentes e inadiáveis.
De reforçar que o acesso a todas as Unidades de Saúde da Santa Casa será efetuado pelo número máximo de 4 a 5 pessoas em simultâneo nas unidades de menor dimensão e cerca de 10 pessoas nas de maior dimensão.
As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.
Conheça também os horários de funcionamento dos equipamentos e serviços de Ação Social.|EM ATUALIZAÇÃO
Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:
- Com exceção da Unidade de Saúde de Telheiras, que encerra às 20h, algumas Unidades de Saúde estão a praticar um horário de funcionamento de 7 horas diárias – das 8h às 15h ou das 9h às 16h, de acordo com o que for mais adequado para o território de abrangência da unidade. As pausas para almoço serão de 30 minutos.
- Nas Unidades W+ (Núcleo de Adolescentes e Núcleo de Adultos e Crianças), todo o trabalho biopsicossocial será realizado por vídeo conferência a partir do domicílio, utilizando as ferramentas disponíveis.
- As Unidades de Saúde da Liberdade e Bairro da Boavista e as extensões de saúde da Tapada, Bairro Padre Cruz e Natália Correia estarão encerradas. No exterior destas unidades encontra-se um aviso com indicação das Unidades de Saúde às quais os utentes se poderão dirigir.
- No caso de receituário crónico, os médicos assistentes acompanham os seus utentes de referência garantindo o envio de prescrições, preferencialmente via email para o próprio utente ou cuidador.
- Todas atividades de rastreio e ações de sensibilização na comunidade estão temporariamente suspensas.
- No serviço odontopediátrico SOL – Saúde Oral de Lisboa toda a atividade estará suspensa, com exceção das situações comprovadamente urgentes e inadiáveis.
De reforçar que o acesso a todas as Unidades de Saúde da Santa Casa será efetuado pelo número máximo de 4 a 5 pessoas em simultâneo nas unidades de menor dimensão e cerca de 10 pessoas nas de maior dimensão.
As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.
Conheça também os horários de funcionamento dos equipamentos e serviços de Ação Social.