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Taça de Portugal Placard: uma competição que vai além do futebol

Este ano, a festa é diferente. Em 2020, a final da prova rainha do futebol nacional, entre FC Porto e SL Benfica, agendada para 1 de agosto, vai jogar-se no Estádio Cidade de Coimbra. Em 80 anos de Taça de Portugal, só por 12 vezes se jogou fora do Estádio Nacional.

A pandemia tirou a magia da Taça de Portugal Placard e também a tirou do Jamor. Muda o recinto, muda a já tradicional festa na mata do Jamor e, sobretudo, muda o apoio dos adeptos às respetivas equipas, uma vez que a final será jogada à porta fechada.

Apesar desta nova realidade, o Placard – patrocinador oficial da prova rainha do futebol português, desde 2015 – vai “entrar em campo” com o intuito de minimizar a ausência de adeptos no estádio. Os jogadores das duas equipas vão ver as bancadas coloridas de azul e vermelho, graças às 20 mil t-shirts – 10 mil vermelhas e 10 mil azuis- que vão vestir as bancadas do Estádio Cidade de Coimbra.

Com esta iniciativa, o Placard pretende dar ainda mais vida e cor à transmissão televisiva da prova rainha e, por outro lado, contribuir para fomentar o espírito vivido habitualmente pelos próprios jogadores, apesar da ausência de adeptos. Após o apito final, todas as t-shirts serão entregues às Casas do Sport Lisboa e Benfica e do Futebol Clube do Porto, para que os próprios clubes possam entregar aos seus adeptos.

Camisolas nas bancadas

No âmbito do patrocínio à Taça de Portugal, serão ainda atribuídos dois importantes prémios: o “Troféu Homem do Jogo” e o “Troféu Fair Play”, que, após votação online, serão entregues ao melhor jogador em campo e ao jogador que teve um comportamento de desportivismo merecedor de destaque.

Mas a Taça também se joga fora do terreno de jogo, tal como o Placard tem vindo a dar nota através das suas redes sociais, lançadas oficialmente esta semana.

A menos de 24 horas do pontapé de saída da 80ª edição da Taça de Portugal, Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa, marcou presença no programa “Amor à Camisola”, no Canal 11, para falar da parceria com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).  O provedor revelou que a Santa Casa não hesitou na hora de associar o Placard à Taça de Portugal. O patrocínio acontece porque, na perspetiva da instituição, a “Taça de Portugal tem um valor intrínseco no povo português, um valor muito particular do ponto de vista afetivo”, algo que o “Placard procura acompanhar e suportar”.

 

Um apoio que cresce de edição para edição

Explore a cronologia e descubra os apoios dados pelos Jogos Santa Casa e pelo Placard à Taça de Portugal de futebol.

24 histórias de vida em tempos de pandemia

A emergência do estado pandémico e o consequente período de desconfinamento que se viverá durante os próximos tempos alterou substancialmente o quotidiano das pessoas e a forma de estar em sociedade, colocando novos desafios e necessidades.

A parceria “Por quem precisa” procurará informar, mas também confortar as pessoas nestes tempos de enorme ansiedade e incerteza.

São 24 histórias de vida em tempos de pandemia, sempre ligadas ao trabalho das várias áreas da Santa Casa, que, ao longo de 24 semanas, a TSF, o DN e o JN irão dar a conhecer.

Mensalmente, e durante seis meses, será abordado um tema específico – Solidão, Vida Ativa, Vida Apoiada, Saúde, Educação, Inclusão – que será trabalhado em quatro ângulos correspondentes a quatro semanas.

A iniciativa conta ainda com o apoio da Ordem dos Psicólogos.

Não perca às sextas-feiras, na TSF, aos sábados, no Diário de Notícias e Jornal de Notícias, e nos sites dn.pt, jn.pt e tsf.pt. Poderá consultar esta e outras peças também no site da Misericórdia de Lisboa, em Parcerias Editoriais.

Temporada Música em São Roque: já são conhecidas as candidaturas vencedoras

O programa da Temporada Música em São Roque contraria as vicissitudes do contexto atual e mostra um meio musical ativo e empenhado em recuperar com vigor. Nada menos do que três estreias absolutas de obras de compositores portugueses vivos – César Viana, Vasco Negreiros, Miguel Resende Bastos (Prémio Musa 2020) e 11 estreias modernas de obras esquecidas de compositores portugueses, recuperadas para o nosso tempo.

Neste período de exceção em que somos confrontados com desafios sem igual e em que os sinais de esperança e persistência ganham redobrada importância, a Temporada Música em São Roque reafirma a sua posição, junto do público e dos músicos.

Os concertos

Decorrerão entre 16 de outubro e 13 de novembro na Igreja e Museu de São Roque e no Convento de São Pedro de Alcântara, e contam com a participação do Coro Gulbenkian, Orquestra Barroca Casa da Música, Bando de Surunyo, AVRES SERVA, Ludovice Ensemble, Ensemble MPMP, Duo David Costa e Pedro Ferro, Americantiga Ensemble, Pedro Caldeira Cabral e Ducan Fox e Officium Ensemble.

Ao longo dos dez concertos que constituem esta edição da Temporada Música em São Roque, poderemos escutar a cítara Portuguesa, com Pedro Caldeira Cabral e Duncan Fox e instrumentos tradicionais indianos e japoneses, numa viagem com o Ludovice Ensemble, da Europa ao Oriente, incluindo música barroca, contemporânea e tradicional asiática.

Descobriremos igualmente uma versão feita em Portugal do Requiem de Mozart, recuperado pelo Americantiga Ensemble e um outro Requiem, o de Manuel Mendes, redescoberto pelo Officium Ensemble.

Igualmente esquecidas e finalmente recuperadas são as obras de música sacra portuguesa dos séculos XVIII e XIX que o agrupamento AVRES SERVA inclui no seu programa, bem como a Missa a quatro vozes e piano de Francisco de Sá Noronha apresentada pela primeira vez no nosso tempo, num concerto pelo Ensemble MPMP.

A presente edição da Temporada Música em São Roque inclui ainda um concerto para duo, por David Costa (oboé) e Pedro Ferro (piano), inteiramente dedicado a compositores portugueses vivos – Anne Victorino d’Almeida, Nuno Côrte-Real, Sérgio Azevedo e Alfredo Teixeira – e outro, em que o Bando de Surunyo se propõe apresentar “Cantos do fogo e do gelo”, um percurso por alguns dos mais importantes géneros musicais cultivados em Itália e na Península Ibérica nos séculos XVI e XVII, com particular destaque para obras nas quais a mulher é a protagonista, incorporando diferentes facetas da condição humana: resiliência, empatia, sabedoria, compaixão, ternura e fé.

O programa completo e detalhado será divulgado em setembro.

Campanha Mergulho Seguro 2020

Com o lema “Mede as consequências. Mergulha em Segurança”, a campanha “Mergulho Seguro” tem como objetivo alertar e sensibilizar os mais jovens para a prevenção de lesões vertebro-medulares provocadas por acidentes relacionados com mergulhos imponderados (em piscinas, praias ou outras zonas balneares, costeiras ou fluviais), e que constituem uma das maiores causas de situações graves de paraplegia e tetraplegia.

Lançada, em 2013, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT), sete anos depois o alerta mantém-se, porque “mais vale prevenir do que remediar”.

Totalmente produzida, realizada e editada pela equipa da Direção de Comunicação e Marcas da Santa Casa, a campanha “Mergulho Seguro”, de 2020, será veiculada em vários meios.

Vai (mesmo) mergulhar? Informe-se sobre as medidas de precaução

Antes de mergulhar, avalie primeiramente o espaço, perceba onde há mais profundidade bem como se há rochas envolventes e/ou correntes de água. Evite locais desconhecidos, não vigiados e sem as devidas condições de segurança indicadas para mergulhar. Informe-se, fale com frequentadores do local e com as equipas de nadadores salvadores. Garanta que existe água debaixo de água, para não bater no fundo. Mergulhe em segurança.

Caso presencie um acidente ou suspeite de um caso de eventual lesão da coluna, contacte de imediato o número de emergência médica (112). Não mexa na vítima, pois qualquer movimento pode causar danos maiores e permanentes.

Já são conhecidos os vencedores do concurso “Todos Somos Diferentes”

Seis escolas da rede pública do concelho de Lisboa foram distinguidas na sessão de entrega de prémios do concurso escolar “Todos Somos Diferentes”, que se realizou esta terça-feira, 28 de julho, na Sala de Extrações da Santa Casa. Além da atribuição de um prémio monetário aos cinco melhores trabalhos apresentados nos três escalões – 1º, 2º e 3º ciclo do Ensino Básico -, foi, ainda, atribuída uma menção especial.

Presentes na cerimónia estiveram João Costa, secretário de Estado Adjunto e da Educação, Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa, os representantes dos agrupamentos escolares vencedores e, ainda, os membros do júri.

Numa cerimónia reduzida, devido à pandemia da Covid-19, o provedor da Misericórdia de Lisboa defendeu que “todos têm obrigação de fazer o melhor para que estas crianças se tornem adultos conscientes, participativos e que possam fruir de uma cidadania plena”.

“Há coisas que não podemos deixar à sorte”, disse o provedor, em tom de brincadeira, relacionando com o facto de a cerimónia acontecer na Sala de Extrações. E continuou: “Este concurso é um contributo que promove a capacidade dos alunos e da comunidade educativa para acolher e entender a diferença como uma riqueza”.

Por outro lado, o secretário de Estado Adjunto e da Educação elogiou a iniciativa da Misericórdia de Lisboa, considerando que “a inclusão faz-se respeitando e aceitando a diferença” de todos e de cada um de nós.

Sala de Extrações_Somos todos diferentes

Os vencedores

No 1º Escalão (1º Ciclo), a Escola Básica de Telheiras Nº 1 do AE Vergílio Ferreira venceu o 1º prémio. Já a Escola Básica Mestre Querubim Lapa do AE Marquesa de Alorna venceu o 2º prémio.

No 2.º Escalão (2º Ciclo), a Escola Básica 2, 3 Fernando Pessoa do AE Fernando Pessoa conquistou o 1º prémio.

Por último, no 3.º Escalão (3º Ciclo), a Escola Básica Integrada Quinta de Marrocos do AE Quinta de Marrocos alcançou o 1º prémio. À Escola Básica 2,3 Francisco de Arruda do AE Francisco de Arruda coube a atribuição do 2º prémio.

Destaque ainda para a Escola Artística António Arroio que recebeu uma menção especial.

 

Sobre o concurso “Todos Somos Diferentes”

Lançado o ano passado, o concurso “Todos Somos Diferentes” foi desenvolvido e enquadrado no âmbito da associação dos Jogos Santa Casa às Lotarias Europeias. Destinado a toda a comunidade escolar da rede pública do concelho de Lisboa, esta iniciativa quis distinguir trabalhos escolares capazes de sensibilizar e mobilizar toda a comunidade educativa para a importância de uma escola integradora e inclusiva das pessoas com deficiência, baseada nos princípios da solidariedade e da diversidade com vista à construção de uma sociedade futura mais coesa e mais justa.

Focado na apresentação de trabalhos coletivos no âmbito da temática “Todos Somos Diferentes”, foram admitidos a concurso trabalhos em suporte multimédia, inovadores, criativos e com impacto social, que traduzissem a temática do concurso e respeitassem os princípios consagrados na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

De acordo com o regulamento, os melhores trabalhos de cada escalão – 1º, 2º e 3º ciclo do Ensino Básico, recebem prémios pecuniários, num total de nove prémios. Estes prémios, que vão de 1.500 euros a 5.000 euros, deveriam ter como objeto a apresentação de projetos a desenvolver na escola, tendo em vista um parque escolar mais inclusivo.

Ainda mais razões para apostar. O que muda no Placard?

Se é daqueles que tem por hábito apostar em desporto, através do Placard, certamente já deu conta de que foram feitas alterações no site. Se, por outro lado, nos últimos dias andou afastado das apostas desportivas, não estranhe se lhe for solicitado um pedido de atualização. É que o Placard está diferente, mas o formato do jogo mantém-se inalterado.

O jogo de apostas desportivas à cota, de base territorial, dos Jogos Santa Casa tem um novo site e uma nova aplicação para telemóvel, disponível para iOS e Android. Com um visual mais apelativo, intuitivo e eficaz, o site dispõe de informação sobre toda a oferta existente no Placard, para além de auxiliar os apostadores na preparação das suas apostas. A renovada aplicação móvel também oferece mais funcionalidades e “ainda mais razões para vibrar” ao apostar no Placard, tal como anuncia a campanha publicitária que pretende potenciar estas novidades.

telemóvel anúncio Placard

“No ano em que o Placard comemora o seu 5º aniversário, considerámos importante renovar não só o aspeto gráfico do website e da aplicação móvel como melhorar a experiência do utilizador, oferecendo novas funcionalidades. Acreditamos que estas mudanças vão ao encontro das expetativas dos apostadores e que vão facilitar a sua experiência de jogo”, considera João Gonçalves, diretor da Unidade de Apostas Desportivas, do Departamento de Jogos.

 

Cinco razões para vibrar (ainda mais) com o seu desporto favorito

A final da Taça de Portugal entre SL Benfica e FC Porto coloca um ponto final na época futebolística 2019/2020. Para os adeptos das duas equipas é impensável perder este confronto entre águias e dragões. Para que isso não aconteça, a nova app Placard permite ativar a receção, duas horas antes do jogo, de notificações push sobre as equipas e eventos selecionados como favoritos.

SL Benfica, empate ou FC Porto? Nem sempre é fácil na hora de decidir entre os tipos de aposta “1×2”. Com as atualizações realizadas na app, o apostador pode agora ter acesso a apostas combinadas sugeridas pela equipa do Placard. Na hora de decidir, analisar o desempenho das equipas nos últimos jogos pode revelar-se uma grande ajuda. A nova app Placard possibilita o acesso a estatísticas e resultados, o que permite ao apostador obter informações sobre a partida sem ser necessário sair da plataforma.

Agora, também pode partilhar o seu QR code com outros apostadores, através de WhatsApp ou das redes sociais, e permitir assim que outras pessoas tenham acesso ao seu boletim. Outra das novidades é ainda a subscrição da newsletter Placard, que permite estar sempre a par das novidades.

Depois da chegada dos Jogos Santa Casa ao Instagram, também o Placard passa a ter presença oficial em algumas redes sociais, nomeadamente no Facebook, Instagram e Youtube

 

 

Jogos Santa Casa e FADU entregam Bolsas de Educação

As Bolsas de Educação Jogos Santa Casa – FADU têm como objetivo premiar e motivar todos os atletas-estudantes que demonstrem um particular esforço na conciliação das vertentes da competição desportiva e da formação universitária, contribuindo para evitar quer o abandono precoce do desporto de alto rendimento, quer o abandono, por vezes, precoce dos estudos, que ocorrem com regularidade preocupante.

Na edição de 2020 das Bolsas de Educação Jogos Santa Casa – FADU, estão em destaque os alunos que integraram a Missão Portuguesa à Universíada de Nápoles, realizada em julho de 2019, onde Portugal conquistou uma medalha de ouro, uma medalha de prata e duas de bronze, com destaque para as duas medalhas da atleta Evelise Veiga e o terceiro lugar alcançado pela Seleção Nacional Universitária de Basquetebol feminino, a única equipa europeia a subir ao pódio da competição.

Devido às restrições relacionadas com a pandemia de Covid-19, a apresentação da edição de 2020 das Bolsas de Educação Jogos Santa Casa decorreu, de forma simbólica, com a presença do provedor da Santa Casa, Edmundo Martinho, e do presidente da FADU, André Reis.

“Apesar destas circunstâncias quisemos assinalar esta iniciativa e este projeto que, para a Santa Casa da Misericórdia, é a confirmação de um compromisso que temos com o desporto em Portugal e em particular com os atletas que têm de conciliar as suas vidas de atletas com o estudo e outro tipo de atividade”, afirmou Edmundo Martinho. O provedor da instituição realçou ainda que “o desporto não é apenas a competição, é muito mais do que isso, e a Santa Casa tem procurado ser intérprete e apoiante de iniciativas que tenham a ver com a elevação do desporto enquanto escola de valores e enquanto escola de desenvolvimento pessoal da própria comunidade”.

Já André Reis, presidente da FADU, André Reis agradeceu aos Jogos Santa Casa por reconhecerem o mérito de “10 estudantes-atletas que conseguiram, de forma notável, conciliar os estudos com a prática desportiva”.
Desde o início da parceria entre os Jogos Santa Casa e a FADU, já foram atribuídas 31 bolsas educação a estudantes integrados nas mais diversas modalidades.

Quem são os vencedores?

Carolina Costa
Medalha de Bronze – Basquetebol Feminino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade de Lisboa (Instituto Superior Técnico) – Mestrado – Engenharia Química – 4º ano

Susana Carvalheira
Medalha de Bronze – Basquetebol Feminino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade de Aveiro – Licenciatura – Engenharia e Gestão Industrial- 2º ano

Ana Carolina Rodrigues
Medalha de Bronze – Basquetebol Feminino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Instituto Politécnico de Lisboa (Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa) – Licenciatura – Fisioterapia – 3º ano

Bárbara Falcão
Medalha de Bronze – Basquetebol Feminino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade do Minho – Licenciatura – Gestão – 2º ano

Miguel Cunha
8º lugar – Voleibol Masculino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade do Minho – Mestrado – Biologia Molecular, Biotecnologia e Bioempreendedorismo em Plantas – 1º ano

Ana Filipa Santos
5º lugar – Ténis (pares mistos) – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade Nova de Lisboa (Faculdade de Ciências e Tecnologia) – Mestrado – Engenharia de Micro e Nanotecnologias – 5º ano

André Rosa
8º lugar – Voleibol Masculino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade de Aveiro – Licenciatura – Economia – 2º ano

Diogo Salvador
8º lugar – Voleibol Masculino – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade do Porto (Faculdade de Ciências) – Mestrado – Segurança Informática – 1º ano

Ana Oliveira
11º lugar – Atletismo (Triplo Salto) – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade de Lisboa (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas) – Licenciatura – Serviço Social (licenciada)

Francisco Santos
12º lugar – Natação (200m Costas) – Universíada de Verão Nápoles 2019
Universidade de Lisboa (Instituto Superior Técnico) – Mestrado – Engenharia Eletrotécnica e de Computadores – 3º ano

 

 

Santa Casa volta a premiar trabalho com idosos

A Misericórdia de Lisboa anunciou, este sábado, 25 de julho, os vencedores da edição de 2020 dos Prémios Nunes Correa Verdades de Faria, que enaltecem o trabalho e investigação desenvolvido em três áreas: cuidado a idosos, progresso na medicina geriátrica e tratamento das doenças do coração deste público. O júri decidiu, ainda, atribuir, três menções honrosas.

A Irmã Ângela Fernández López foi distinguida na área A “Cuidado e Carinho Dispensados aos Idosos Desprotegidos”. Ligada ao Instituto das Franciscanas Missionárias de Maria, iniciou a sua missão, em 1974, no extinto bairro da Curraleira, em Lisboa, onde implementou um projeto, com as restantes entidades da freguesia, com os idosos mais carenciados do bairro, de maneira a sinalizar rapidamente os casos mais graves de carência económica e familiar. A distinção entregue este sábado traduz o reconhecimento público do mérito e da dedicação demonstrados ao longo da sua vida.

Na área B “Progresso da Medicina na sua Aplicação às Pessoas Idosas”, o premiado foi Carlos Alberto Almeida Valério, Mesário da Santa Casa da Misericórdia de Braga, especialista em Medicina Geral e Familiar. Participou na caracterização da sua comunidade, população do Centro de Saúde de Braga, em diversos programas de intervenção, com especial atenção às questões da saúde e do social envolvendo os mais necessitados, vulneráveis e de risco.

Vítor Manuel Machado Gil recebeu o prémio na área C “Progresso no Tratamento das Doenças do Coração”. Eleito Presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia para o biénio 2019-2021, é ainda membro da direção do Instituto do Coração desde 2003 e coordenador do Departamento Cardiovascular do Hospital Lusíadas desde 2008. Na linha da investigação foi investigador principal de vários ensaios clínicos multicêntricos e participou em centenas de palestras científicas nacionais e internacionais, tendo sido galardoado com 8 prémios.

À semelhança das edições anteriores dos Prémios Nunes Correa Verdades de Faria, foram ainda atribuídas três menções honrosas, nomeadamente às áreas A e B.

Na área A “Cuidado e Carinho Dispensado aos Idosos Desprotegidos”, o júri distinguiu a Casa do Povo de Abrunheira pela qualidade do serviço que presta nas suas três Estruturas Residências Para Idosos, igualmente reconhecido pela equipa de Gerontopsiquiatria dos hospitais da Universidade de Coimbra como a melhor Instituição a trabalhar com a doença de Alzheimer e doenças equiparadas neste distrito. Também nesta área, o júri decidiu homenagear a Congregação das Irmãs Concepcionistas pelo serviço prestado aos mais desfavorecidos.

Por outro lado, na área B “Processo da Medicina na sua Aplicação às pessoas idosas” o júri reconheceu o trabalho realizado por Miguel Julião, doutorado em cuidados paliativos, que, desde 2006, tem-se dedicado a um percurso da investigação para que pessoas em sofrimento possam ver melhorada a sua condição geral de vida.

Sobre os Prémios Nunes Correa Verdades de Faria

Criados em 1987, estes galardões cumprem a vontade expressa em testamento por Enrique Mantero Belard, reconhecido como um dos últimos grandes beneméritos portugueses.

Enrique Mantero Belard morreu em 1974 e no seu testamento deixou à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa uma parte significativa dos seus bens, mediante a condição de esta instituição atribuir três prémios pecuniários anuais distintos destinados a galardoar os indivíduos que mais se tenham distinguido nos cuidados a idosos.

Este benemérito deixou também a residência Faria Mantero à Misericórdia de Lisboa, para ser utilizada como lar ou casa de repouso para pessoas idosas de mérito e necessitadas.

Centenário de Amália. Santa Casa e Fundação Amália celebram protocolo

A 23 de julho de 1920 – data que surge nos registos oficiais – nascia aquela que viria a ser a grande diva da música nacional: Amália da Piedade Rebordão Rodrigues. A fadista -também fez carreira no cinema e no teatro- que revelou um dia que começou “a cantar antes de falar”, completaria hoje 100 anos de vida.

Várias entidades, entre elas a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, associaram-se ao centenário do nascimento da rainha do fado. O dia começou com uma missa de ação de graças, celebrada na Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa, que contou com transmissão via streaming no Facebook  a Fundação Amália Rodrigues.

As celebrações prosseguiram no Panteão Nacional, onde Amália está sepultada desde 2001, com a cerimónia de emissão de selos comemorativa do centenário, numa colaboração entre a Fundação Amália Rodrigues e os CTT – Correios de Portugal.

À noite é com música que se recorda a artista. Mais de uma dezena de músicos vai prestar tributo à diva da música nacional, no espetáculo “Bem-vinda Sejas Amália” que inicia às 22h, na Herdade do Brejão, onde Amália tinha a sua residência de férias. O concerto é aberto ao público, mas contará também com transmissão direta na RTP 1.

 

Santa Casa reforça apoio à cultura

Tendo em conta o contributo dado pela Fundação Amália Rodrigues à cultura nacional, a Misericórdia de Lisboa celebrou um protocolo com a fundação, dando assim continuidade à missão de apoiar o setor, sobretudo em tempos de pandemia, ao possibilitar ainda que os espetáculos sejam acessíveis a todos.

Este protocolo visa, entre outras medidas, apoiar a fundação a criar condições de acessibilidade e conforto a pessoas de mobilidade reduzida e a requalificar o espaço destinado a reservas museológicas que carece de reconstrução de toda a cobertura do edifício. Destaque ainda para a criação de um programa especialmente vocacionado para os seniores, que será desenvolvido ainda em 2020.

Além da música, a vida e obra da artista tem vindo a ser retratada no cinema e no teatro, em inúmeros filmes, documentários e peças que recordam momentos da vida da fadista. A preservação, estudo e divulgação da vida e obra da artista são os principais objetivos da Fundação Amália Rodrigues, fundada em dezembro de 1999.

E porque Amália merece ser lembrada sempre, a edição de 2020 do Santa Casa Alfama será dedicada ao centenário da maior diva do fado de todos os tempos.

Unidos pela música

Tudo corria bem, até ao último mês de março, em que o mundo se viu “a braços”, com uma pandemia devastadora, provocada pelo novo coronavírus. Os ensaios semanais que criavam uma rotina feliz a todos os integrantes da Orquestra Geração Santa Casa foram cancelados. As atuações presenciais adiadas e o grande concerto de final de ano letivo saltaram para uma nova forma de comunicar, o digital. O mundo mudou e a Orquestra Geração também.

“Foi tudo muito rápido. Parece que de um dia para o outro, tivemos de nos adaptar a uma nova realidade. Passámos a fazer tudo através de um ecrã”, relata Amanda, uma das principais, contrabaixo da orquestra.

A escola que antes era um espaço de lazer e de aprendizagem deu lugar ao vazio, mas, no sentido inverso, as casas destes jovens que durante o dia estavam entregues aos raios de luz, que trespassavam as janelas, são agora grandiosas salas de músicas, onde os acordes de violoncelos, contrabaixos, violinos e outros instrumentos, alegram serões e trazem a esperança a prédios inteiros.

“Não estava habituado a ensaiar em casa. Foi engraçado porque os meus pais só tinham tido a oportunidade de me ver a tocar ao vivo e nunca tinham assistido aos ensaios e desde que viemos para casa que eles [pais] e os vizinhos têm ouvido os meus ensaios e gostam muito”, conta Alan, um dos três irmãos de contrabaixista Amanda, frisando que “o mais difícil ainda foi conciliar a escola com os ensaios, mas como somos três irmãos e todos tocamos na orquestra, conseguimos ajudar-nos mutuamente”.

Sentindo que a escola não poderia ficar para trás e que muitos dos integrantes da Orquestra Geração Santa Casa não tinham meios digitais para acompanhar nem as aulas nem os ensaios, a Misericórdia de Lisboa decidiu atribuir tablets a 23 jovens músicos com acesso à internet, para que pudessem continuar a sua aprendizagem musical e escolar.

A rotina destes jovens, agora, é outra, mas nem a pandemia evitou que o tão desejado concerto de final de ano da Orquestra Geração se realizasse. Foi no passado dia 12 de julho, que os jovens músicos, de instrumentos em punho se fizeram sentir, um pouco por toda a cidade, no aconchego das suas casas.

“O início do concerto foi complicado. Não acertava com as notas, os tempos de entrada estavam péssimos, mas nós somos a Orquestra Geração e sempre conseguimos atuar. Desta vez não foi diferente”, afirmou sorridente o pequeno Omar, de apenas 12, que juntamente como seu irmão Mustaphá, de 7 anos, são os benjamins da orquestra.

Depois de uma vida marcada por vários episódios difíceis que forçaram o abandono da sua terra natal, Cabo Verde, em busca de uma vida melhor em Portugal, estes irmãos e jovens músicos conseguiram encontrar na Orquestra Geração Santa Casa uma família, amigos, paz e motivação para prosperarem tanto nos estudos como na música.

“Eles, desde que entraram para a orquestra, não se perdem no que não interessa. Sabem que esta é uma oportunidade de terem um rumo na vida e depois do que já passaram estão gratos pela Santa Casa e a Orquestra Geração lhes darem esta oportunidade”, conta Eliana, mãe de Omar e Mustaphá.

Com o poder de transformar vidas, a música assume um papel de extremo relevo na vida destes jovens. Na Orquestra Geração Santa Casa encontraram uma vocação adormecida, mas acima de tudo, um grupo de pessoas que se preocupa, porque verdadeiramente o que os une a todos é a música.

Orquestra Geração, um projeto social aberto a todos

O projeto Orquestra Geração nasceu em 1975, na Venezuela, com o intuito de recruta jovens músicos em bairros e lugares onde é mais difícil chegar a arte.

Há mais de 38 anos integra nos seus agrupamentos (mais de 200 orquestras juvenis locais) crianças e jovens provenientes de bairros problemáticos, com problemas de insucesso e abandono escolar, e com dificuldades de integração social. Orquestra Geração já foi, por duas vezes, considerado um dos melhores projetos de intervenção social da União Europeia.

A primeira Orquestra Geração em Portugal surge em 2007/2008, na Escola Básica Miguel Torga, no bairro Casal da Boba, na Amadora, e é no ano de 2017 que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa decide abraçar este projeto artístico e de inclusão social, constituindo a Orquestra Geração Santa Casa destinada a crianças e jovens a cargo da instituição.

Para o efeito foi criado um protocolo de colaboração com o Projeto Orquestra Geração Sistema Portugal, que tem como essência o trabalho social realizado através da música, nomeadamente da prática de orquestra de conjunto.

O sucesso tem sido evidente. A Orquestra Geração Santa Casa, ao longo dos anos, já teve a oportunidade de atuar em sítios marcantes para a história de Lisboa, como a Igreja de São Roque e algumas salas de espetáculos, como a mítica casa de ópera da cidade, o Teatro São Carlos.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Projetos cofinanciados por fundos europeus e nacionais

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas