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Especialistas nacionais e internacionais no IV Simpósio de Terapia da Fala da Escola Superior de Saúde de Alcoitão

Num mundo cada vez mais global, a importância do multilinguismo e os desafios que se perspetivam no futuro perante a diversidade comunicativa serão objeto de um debate alargado, envolvendo terapeutas, representantes da comunidade escolar, finalistas do ensino secundário e público em geral, numa abordagem plural e diversificada.

Paralelamente ao simpósio, irão decorrer quatro workshops, entre os dias 5, 6 e 7 de março. O “Processamento Auditivo Central: Da teoria à prática do Terapeuta da Fala” é o tema do primeiro, seguido do “Palin Parent Child Interaction Therapy”, um método de intervenção precoce junto das crianças que gaguejam. O terceiro workshop é dedicado à “Intervenção nas perturbações do cálculo”, terminando este ciclo com o “Sentido, emprego e uso em língua e fala: Modelos de análise e aplicações”.

O Simpósio de Terapia da Fala da ESSA apresenta-se, anos após ano, como um espaço privilegiado de partilha e de discussão sobre o percurso da terapia da fala e o seu posicionamento na sociedade. Nesta quarta edição, e à semelhança do que sucedeu nos anos anteriores, constituirá uma oportunidade para motivar futuros terapeutas da fala, dotando-os de processos práticos e de novas abordagens.

Decorridos 50 anos desde o seu “nascimento”, a ESSA – a primeira escola em Portugal a formar terapeutas da fala e ocupacionais, assim como fisioterapeutas – mantém o prestígio nacional e internacional que a tornam numa referência nas áreas que leciona.

A inscrição no IV Simpósio de Terapia da Fala tem um valor de 20€ e pode ser efetuada aqui.

O programa completo pode ser consultado aqui.

O “poder” da colaboração em debate

Na sessão de encerramento do evento, Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, considerou que a “colaboração entre organizações deve ser uma realidade constante no trabalho diário de todas as instituições”.

“As instituições devem sair de si próprias e adotar medidas de integração e partilha. O esforço colaborativo não significa que todos devem fazer o mesmo, mas aproveitar o melhor de cada uma, de maneira a que as políticas tenham sempre como fim último, a pessoa”, defendeu o provedor.

A colaboração “apenas faz sentido quando as políticas estão alinhadas com aquilo que é o interesse da pessoa”, lembrou Edmundo Martinho acerca da política pública sobre os Cuidados Continuados Integrados. “A integração nos cuidados é ainda vista como uma relação entre as instituições, quando a integração deve ter como referencial o interesse do cidadão que necessita dos cuidados”, concluiu.

Também no último dia do encontro, este fórum contou com a presença do administrador de ação social da Misericórdia de Lisboa, Sérgio Cintra, como orador convidado do painel “A colaboração nas questões do envelhecimento ativo”, onde foram discutidas questões como a alteração do padrão demográfico da cidade e a reconfiguração das respostas sociais destinadas à população mais velha.

“A Santa Casa deve atuar numa vertente de governação integrada com as instituições que operam no mesmo espaço da Misericórdia”, destacou o administrador, evidenciando o projeto pioneiro “Lisboa, Cidade de Todas as Idades” que a Santa Casa, juntamente com outros parceiros, tem vindo a realizar no âmbito da qualidade de vida das pessoas com mais de 65 anos, na cidade de Lisboa.

Para Sérgio Cintra, o objetivo é que as respostas que hoje existem sejam “adequadas às várias realidades da cidade”, salientando que “cada bairro na cidade de Lisboa é diferente e como tal é essencial ouvirmos e trabalharmos em conjunto com as várias instituições e associações que operam nos diferentes territórios da cidade”.

Ao longo dos dois dias de evento, que coincidiu com a sessão de encerramento do Ano Nacional da Colaboração, um vasto painel de oradores internacionais, dirigentes de outras instituições e representantes da Santa Casa discutiram as vantagens e desafios da colaboração integrada.

Fórum para a Governação Integrada (GovInt) é uma rede colaborativa informal de instituições públicas e privadas que estabeleceram modelos de cooperação entre si, para a reflexão e a ação no âmbito da resolução de problemas sociais complexos através de modelos de governação integrada, que permitam maior eficácia e eficiência, contribuindo para uma gestão mais eficaz e eficiente de problemas sociais complexos através de modelos de governação integrada.

Desporto Para Todos

Cerca de duas dezenas de utentes do Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão (CMRA) participaram, esta terça-feira, 28 de janeiro, numa clínica de experimentação de triatlo, promovida pela Federação de Triatlo de Portugal.

Adultos, jovens e crianças correram, pedalaram e sorriram. Para a experiência ser completa no triatlo, só faltou uma piscina. Mas de resto estava lá tudo: pista, sinalização, cadeiras de rodas, bicicletas, handbikes, cestos e faixa de transição.

Por momentos tudo se esquece. Já não há problemas. Só adrenalina e velocidade. A partir do momento que se sentam na cadeira de rodas, o objetivo é ser mais forte e mais rápido. Naqueles minutos, horas, nada mais interessa. Mais do que uma terapia ou atividade física, o desporto leva estas pessoas mais longe do que poderiam imaginar.

Adrenalina e terapia

Teodoro José Cândido, 66 anos, é um dos utentes com mais expetativa sobre a clínica de experimentação de triatlo. Está interessado em competir na modalidade. O utente do CMRA ficou sem uma perna aos 32 anos e só três décadas depois descobriu o desporto adaptado. Ainda foi a tempo de ser campeão nacional de ténis de mesa adaptado.

Ténis de mesa, andebol, basquetebol e vela, Teodoro é um homem do desporto e adora competir. E consegue tudo isto sem uma perna e em cadeira de rodas. “O desporto adaptado salvou-me a vida. Os meus problemas acabam quando me sento na cadeira de rodas para competir”, disse o antigo serralheiro.

Já Igor Raevschi, 30 anos, tem uma tetraplegia incompleta. Não é a primeira vez que se senta numa handbike, bicicleta adaptada para ser pedalada com as mãos. O jovem do Montijo quer começar a participar em provas e está entusiasmado. Para ele, estes encontros servem para conhecer melhor a modalidade, trocar impressões e, acima de tudo, experimentar a adrenalina de se sentar, de novo, em cima de uma handbike.

Maria Gomes, 55 anos, era a única senhora interessada em testar a modalidade. Sem as duas pernas, Maria esteve na palestra e ficou curiosa. “Estou à procura de um desporto e não há nada como experimentar”, disse a utente do CMRA.

Vítima de um AVC, Tiago Vitorino, 32 anos, partilha da opinião de Teodoro, Igor e Maria. Para ele, o desporto é uma ferramenta que dá ânimo e vontade para voltar a ser o que era.

Para Vasco Rodrigues, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, o objetivo desta iniciativa “é mostrar que o triatlo é uma modalidade para todos. Nós queremos que as pessoas experimentem a modalidade, nós queremos que as pessoas lhe tomem o gosto”, sublinhando que “a parceria com os Jogos Santa Casa permite que possamos chegar a novos públicos”.

 

Por uma Lisboa mais verde

Entre as várias ações que a Santa Casa irá implementar até 2030 em diversas áreas de atuação, estão, para além da vertente energética – com a instalação de iluminação LED e de equipamentos de produção de eletricidade solar -, áreas como a da mobilidade – com o aumento da promoção de veículos elétricos nas frotas operacionais da instituição – e a área da economia circular – com a redução dos resíduos sólidos produzidos, o aumento do envio de resíduos para reciclagem e a eliminação total de plásticos de utilização única.
Numa cerimónia que teve lugar na sede da Polícia Municipal, onde está a ser erguido um mural alusivo à “Capital Verde”, Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, congratulou todos os presentes por “demonstrarem através da assinatura deste compromisso, uma ação concreta e dinâmica para a melhoria efetiva da cidade”.
Sérgio Cintra assina carta por Lisboa mais verde
“Não esperávamos nesta altura do arranque da Capital Verde, termos tantas instituições envolvidas, com tantos compromissos importantes, o que irá levar certamente a um movimento e a uma dinâmica imparável na cidade e no país”, frisou o autarca.
Para Fernando Medina, o compromisso hoje firmado” é uma convicção de que estamos a cumprir o nosso papel enquanto sociedade responsável com o futuro”, concluindo que “é essencial que todos tenhamos em mente que temos uma obrigação moral com as futuras gerações”.
A carta de compromisso foi assinada por 200 organizações locais e nacionais, onde consta já um caderno de encargos com mais de 2100 medidas, no âmbito da atribuição desta distinção à cidade de Lisboa.

Presidente da República inaugurou o novo espaço cultural da Brotéria

As portas do novo centro cultural da Brotéria estavam abertas desde o dia 23. Mas foi no passado sábado, 25 de janeiro, que o espaço foi oficialmente inaugurado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A cerimónia contou, ainda, com as presenças da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, do provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, do administrador da Ação Social, Sérgio Cintra, do provincial dos Jesuítas em Portugal, padre José Frazão Correia SJ, e do padre Francisco Mota SJ, diretor da Brotéria.

Depois de quase 120 anos como revista de cultura, a Brotéria saiu do papel e mudou-se para o Bairro Alto com o desejo de se tornar no ponto de encontro entre a fé cristã e as culturas urbanas contemporâneas.

Era para ser uma visita informal à Brotéria, segundo o Presidente da República. “Estava previsto uma visita, aparecemos por cá um dia e, depois, habituamo-nos a vir cá, lemos um livro, mas é assim um bocadinho mais formal”, afirmou sorridente.

Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa agradeceu à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa pela “obra excecional” que fez para o novo centro da Brotéria, e lembrou que este representa tudo aquilo que deve ser um ponto de encontro entre tudo e todos, a religião e a vida, o infinito e o finito, a cultura e a cidade, o social e o pessoal e entre o templo de reflexão e a abertura à comunidade.

O padre Francisco Mota SJ começou por dizer que “optámos deliberadamente por não transformar este momento [inauguração] num momento de protocolo exagerado. Gostávamos, acima de tudo, que este fosse um momento de amizade, proximidade e de gratidão com aqueles quem têm junto de nós feito este caminho”.

“Gostava, sobretudo, de agradecer ao provedor e à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa pela enorme generosidade, pelo enorme cuidado que têm tido ao longo deste tempo e pelo que isto significa de trabalho daqui para a frente e que gostávamos de fazer em conjunto”, concluiu.

O Protocolo de Colaboração entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Província Portuguesa da Companhia de Jesus e a Brotéria, data de 2010. Na altura, o objetivo era reforçar a relação histórica entre estas entidades e criar condições para uma maior acessibilidade à revista e à sua biblioteca. Paralelamente, pretendia-se complementar e potenciar a oferta cultural da instituição e da Companhia de Jesus, criando sinergias e rentabilizando recursos.

Já o Contrato de Comodato entre a Misericórdia de Lisboa, a Província Portuguesa da Companhia de Jesus e a Brotéria, foi celebrado a 2 de outubro de 2019, tendo sido nesta data que a Santa Casa procedeu à entrega do Palácio, após o mesmo ter sofrido obras de reabilitação, num valor superior a 3 milhões de euros. Este projeto foi desenvolvido pelo arquiteto José Pedro Neuparth.

Refira-se, ainda, que a Brotéria e a sua biblioteca fazem parte de Pólo Cultural da Santa Casa, constituído também pelo Arquivo e Biblioteca da instituição, a Igreja e o Museu de São Roque, a galeria de exposições temporárias e o futuro Museu Casa Ásia.

Euromilhões com nova imagem e mais milhões

Depois de, na passada sexta-feira, dia 17 de janeiro, terem sido atribuídos 100 milhões de euros a um apostador português, o loto mais conhecido da europa prepara-se para ganhar uma nova vida, já a partir do dia 22 deste mês.
Além de uma imagem mais moderna e de uma linha gráfica comum com as restantes lotarias congéneres – onde o trevo dá lugar a um conjunto de estrelas douradas -, o Euromilhões vai apresentar também alterações no valor e na frequência de jackpots.
Se, por um lado, o valor máximo de jackpot aumenta para 200 milhões de euros, ao invés dos anteriores 190 milhões, por outro, vão ocorrer jackpots maiores e mais frequentes. Anualmente, os apostadores do jogo mais excêntrico do país podem esperar a realização de três sorteios promocionais de Super Jackpot Mínimo Garantido no valor de 130 milhões, ou aproximado.
O primeiro sorteio do renovado Euromilhões acontece já no próximo dia 4 de fevereiro, terça-feira, e, para celebrar este novo ciclo de vida deste jogo social, prevê-se ainda a realização, no sorteio imediatamente seguinte, a 7 de fevereiro, do primeiro Super Jackpot Mínimo Garantido do ano.
Apesar das novidades, o valor da aposta simples mantém-se inalterável (2,50€), bem como a mecânica do jogo: o apostador continua a ter de escolher cinco números, de 1 a 50 e duas estrelas da sorte, de 1 a 12. O valor mínimo do 1º prémio também não sofre alterações, mantendo-se nos 17 milhões de euros.
Sob o lema “a criar excêntricos de um dia para o outro”, o Euromilhões promete continuar a alimentar os sonhos dos milhares de apostadores de Portugal, conferindo-lhes a oportunidade de se juntarem ao “clube dos excêntricos”, que contabiliza já 70 euromilionários (premiados com o 1º prémio do jogo) desde o lançamento do jogo, em 2004.

Um presente de Natal inesperado

À semelhança do que sucedeu em anos anteriores, o mercado de Natal da capital – Wonderland Lisboa – voltou a acolher, em dezembro passado, a campanha solidária “Um presente a Mais para quem tem Menos”. Esta é uma ação dinamizada pela TVI em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e a Câmara Municipal de Lisboa, que visa proporcionar ainda mais sorrisos às nossas crianças.

A campanha, que terminou no dia 5 de janeiro, convidava os portugueses a oferecerem um brinquedo ou roupa, novo(a) ou em bom estado, a crianças de diversos equipamentos da Misericórdia de Lisboa e, mais uma vez, os portugueses provaram que são generosos e solidários.

António (11 anos), Frederico (14), Nuno (12) e Pedro (14) são algumas das crianças que esperam ansiosamente pela chegada da equipa da TVI. Estão aos pulos de alegria. Vão receber um presente de Natal “tardio”.

À porta do Centro de Acolhimento, em cima das bicicletas de montanha, sem sinal de frio, os miúdos pedalam de um lado para outro. Não escondem algum nervosismo e curiosidade. Perguntam aqui, questionam ali, querem saber o que está nos presentes que haveriam de abrir mais tarde.

Na sala, enquanto esperam, os miúdos vão contando um pouco sobre si. Um pouco nervoso, António diz que, quando visitaram a Wonderland, ficaram a saber que iriam receber um presente de Natal “tardio”. Já o Nuno diz que os presentes inesperados são os melhores. O Frederico e o Pedro preferem contar sobre as notas que tiveram. Alice, de 7 anos, não larga o Bolt, um cão, que é a companhia e a mascote daquela casa. Outra das meninas, a mais velha, fala do seu interesse pela fotografia.

É bastante visível o entusiasmo das crianças com a entrega dos presentes por parte da equipa da TVI e da Santa Casa. Desde jogos de peças a jogos didáticos e livros, as prendas foram muitas.

As crianças da Casa do Acolhimento Agostinho da Motta foram as primeiras a receber as ofertas no âmbito da campanha “Um Presente a Mais para quem tem Menos”. No total, foram angariados 628 presentes que serão distribuídos pelas crianças dos vários equipamentos de apoio à infância da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização da Santa Casa, defende que “este tipo de ações é muito importante para as crianças e dá-nos um sentimento de dever cumprido. É um regalo ver estes miúdos abrir os presentes”.

Maria da Cunha, subdiretora da Direção de Comunicação e Marcas, sublinha que esta iniciativa, que acontece desde o primeiro ano da Wonderland, tem sido um sucesso cada vez maior, porque temos cada vez mais brinquedos e roupa para distribuir pelas nossas crianças. É uma alegria poder dar um bocadinho de Natal a estas crianças todos os anos”.

Santa Casa e FPF voltam a unir esforços no apoio às pessoas em situação de sem-abrigo

Na última jornada de 2019 do terceiro escalão do futebol nacional, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol doaram um euro por cada espetador presente nos 35 jogos (o Ideal-Sertanense foi adiado, pelo que se atribuiu a esse jogo a média de espectadores das partidas desta ronda) que compuseram o calendário da última jornada do Campeonato de Portugal. O valor agora angariado permitirá auxiliar as instituições: Comunidade Vida e Paz, Associação Médicos do Mundo e o Centro de Apoio de aos Sem-Abrigo (CASA).

Face à boa resposta e à adesão de muitos adeptos que não quiseram perder a oportunidade de apoiar esta causa, a Santa Casa e a FPF decidiram repetir a iniciativa na primeira jornada de 2020 do Campeonato de Portugal.

O “Estádio Solidário”, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, volta assim a fazer parte da festa do futebol nacional e mais uma vez, nos dias 3, 4 e 5 de janeiro, por cada espetador que assista a um dos jogos que compõem esta ronda do terceiro escalão, a Santa Casa e a FPF vão doar um euro a instituições de auxílio às pessoas em situação de sem-abrigo: Comunidade Vida e Paz, Associação Médicos do Mundo e CASA.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a FPF contam com o entusiasmo de todos – associações, clubes, adeptos e órgãos de comunicação social – para ajudar a encher os estádios que vão receber os jogos do Campeonato de Portugal na primeira ronda do ano.

Santa Casa e FPF recolhem fundos para apoiar sem-abrigo

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vão promover uma angariação de fundos para os sem-abrigo na 15.ª jornada do Campeonato de Portugal.

A situação da comunidade de pessoas em situação de sem-abrigo deve ser um compromisso social de todos, pelo que, por cada espetador que assista a um dos 36 jogos que compõem esta ronda do terceiro escalão, marcados para sábado e domingo (20 e 21 de dezembro), a Santa Casa e a FPF vão doar um euro a instituições de auxílio às pessoas em situação de sem-abrigo: Comunidade Vida e Paz, Associação Médicos do Mundo e CASA – Centro de Apoio aos Sem-Abrigo.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a FPF contam com o entusiasmo de todos – associações, clubes, adeptos e órgãos de comunicação social – para ajudar a encher os 36 estádios que vão receber os jogos do Campeonato de Portugal na ronda de Natal.

Museu de São Roque recebe a exposição “Um Rei e Três Imperadores”

A mostra abre ao público a 26 de dezembro e estará em exibição até 5 de abril de 2020.

Para celebrar os 20 anos da transferência de poderes em Macau, os 40 anos do estabelecimento de relações político-diplomáticos entre Portugal e a República Popular da China e os 450 anos da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Macau, o Museu de São Roque organizou a exposição “Um Rei e Três Imperadores. Portugal, a China e Macau no tempo de D. João V”.

Esta exposição, que conta com Jorge Santos Alves como Curador, tem como objetivo mostrar as relações luso-chinesas na sua dimensão global, centrando-se na primeira metade do século XVIII – um dos períodos mais intensos e relevantes do relacionamento entre Portugal e a Europa, e a China.

Este período coincidiu, em boa parte, com o longo reinado de D. João V (1706-1750) em Portugal e com os reinados de três imperadores chineses – Qing – Kangxi (1662-1722), Yongzheng (1723-1735) e Qianlong (1736-1795) – e é revisitado nesta exposição através de mais de 50 peças que mostram o modo como se processou a aproximação e o conflito entre os dois reinos.

A exposição “Um Rei e Três Imperadores” organiza-se em quatro núcleos, divididos fisicamente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

O primeiro núcleo, O Tempo do Diálogo: D. João V e os Qing, é especialmente dedicado à dimensão político-diplomática. Esta fase corporizou-se com o envio da embaixada do imperador Kangxi a D. João V, em 1721, protagonizada pelo jesuíta António de Magalhães, e depois retribuída em 1725 pela embaixada de Alexandre Metelo de Sousa e Meneses ao sucessor e filho de Kangxi, o imperador Yongzheng. O final do reinado de D. João V assistirá, ainda, aos preparativos da última das grandes embaixadas portuguesas à corte dos Qing e que terá Qianlong como visado.

O segundo núcleo, Negócios, sociedades e companhias: o tempo do chá e da porcelana, expõe a dimensão comercial-marítima do relacionamento entre a Europa e a Ásia (Macau, Costa do Coromandel e Bengala). As mercadorias chinesas (seda, porcelana e, cada vez mais, o chá, em boa parte comprados com prata amoedada ou em lingotes) eram crescentemente desejadas nos mercados europeus e nas colónias europeias, levando a novos hábitos de consumo e a novidades na cultura material quotidiana.

O terceiro núcleo, O Tempo dos Fascínios, Intercâmbios e Tensões, foca-se na dimensão cultural, cientifico-tecnológica e religiosa. Para além da cooperação científica, na qual pontificavam os padres-cientistas jesuítas, houve ainda a introdução na China da mais moderna tecnologia europeia (artilharia, relógios de mesa e primeiros relógios de bolso, instrumentos musicais e autómatos). Neste tempo, a religião cristã passava por um conturbado e aceso momento de debate interno, na chamada Questão dos Ritos, que dividia tanto a China, como a própria Europa.

O quarto e último núcleo, Macau. O Tempo dos Novos Tempos ocupa-se da dimensão de Macau, porto internacional de comércio. Macau viveu, na primeira metade do século XVIII, um tempo de reajustamento à dinastia Qing e ao aumento do controlo burocrático e político sobre a cidade, o que fez com que tivesse de se ajustar aos novos concorrentes europeus, nos mercados chineses e asiáticos em geral.

Consulte o site do Museu de São Roque.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

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