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Dia Europeu da Terapia da Fala: Recuperar o poder de comunicar com o mundo

A comunicação está na base da evolução do ser humano e é um pilar basilar da vida em sociedade. Por isso mesmo, quando existem problemas na capacidade de comunicar, ou quando ela falha de forma total ou parcial, pode ser necessária ajuda profissional. É aqui que intervém a Terapia da Fala, cujo Dia Europeu se assinala esta sexta-feira, 6 de março.

A data, instituída em 2004, pretende sensibilizar para as perturbações da comunicação e da deglutição, bem como o seu efeito sobre a saúde humana e a importância dos profissionais desta área no bem-estar e na saúde das pessoas afetadas.

O caso de Rui

A Terapia da Fala ocupa um lugar de destaque no Centro Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), onde fomos conhecer o caso de Rui Ferreira, cuja vida deu uma volta de 180 graus em 2023, quando sofreu um AVC que, entre outros efeitos, o privou da sua normal capacidade de comunicação.

Utente em sessão de Terapia da Fala

“O Rui tem o que chamamos de afasia, uma alteração na linguagem que compromete várias áreas, não só a expressão oral, mas também a compreensão. Numa etapa inicial, além de ter dificuldade em transmitir, o Rui também tinha dificuldade em compreender o que dizíamos, embora essa tenha sido a componente que mais melhorou ao longo do tempo. E na afasia também existem alterações ao nível da leitura e da escrita. A leitura do Rui tem melhorado bastante, mas anda tem muita dificuldade a escrever, tal como tem a falar”, descreve Daniela Parente, terapeuta da fala no CMRA.

Com 40 anos, Rui Ferreira, que antes do AVC era coordenador de equipa numa empresa de software de faturação, está a reaprender a comunicar. Consegue falar, embora tenha muita dificuldade em aceder às palavras guardadas no seu cérebro.

“Bem, a afasia…”, lamenta Rui com um suspiro, quando tenta apresentar-se. É amparado na tentativa pela terapeuta, que explica que as patologias atendidas em Alcoitão se dividem em três áreas e uma delas é precisamente o caso do seu paciente.

Afasia, disartria e disfagia

“Existem alterações da linguagem, como é o caso do Rui, que se chamam afasias; alterações de fala, a que damos o nome de disartrias; e alterações de deglutição, as disfagias. No caso do Rui a alteração na linguagem decorre de uma lesão no hemisfério esquerdo do cérebro, que geralmente afeta o lado direito do corpo. Se a lesão fosse no hemisfério direito, teria dificuldade em mexer o lado esquerdo e teria mais dificuldades na parte motora da fala e não na linguagem. Se tivesse uma lesão no hemisfério direito, ocasionalmente no esquerdo ou principalmente no tronco cerebral, aí teria uma alteração na deglutição, uma disfagia”, relata Daniela.

Utente em sessão de terapia da fala

Ao contrário do que acontece na área pediátrica, na qual a maior parte dos problemas está relacionada com questões como a dislexia, o setor de Adultos do CMRA atende essencialmente alterações da comunicação e da deglutição de etiologia neurológica.
“Após uma alteração neurológica podem surgir alterações na comunicação. A mais frequente é o AVC, que é o caso do Rui. Depois há os traumatismos crânio-encefálicos, algumas doenças neurodegenerativas ou tumores cerebrais”, enumera a terapeuta.

Os truques do cérebro

“Sem dúvida”. É assim que Rui Ferreira responde quando lhe perguntamos se sente a evolução da sua comunicação desde que iniciou as sessões de terapia da fala. Mas, quando tenta uma resposta mais trabalhada, surgem as pausas à procura das palavras, que por vezes encontra… noutra língua. Daniela Parente explica a razão e o segredo está, uma vez mais, no nosso cérebro.

“Embora o Rui não fosse bilingue, após o AVC ele não conseguia comunicar em português e, muitas vezes, responde em inglês, uma língua que ele utilizava muito no trabalho. A explicação para isto é que a língua está representada no cérebro em determinadas localizações. Se a pessoa for bilingue, a representação das duas línguas estaria no mesmo local. Mas, neste caso, como é uma língua adquirida posteriormente, a localização no cérebro é diferente”, argumenta.

Daí ser natural que, quando a terapeuta pergunta a Rui em que ano anda o seu filho na escola, este responda imediatamente ‘One’ e só depois corrija para ‘primeiro’. Ou que diga ‘That’s it’ quando Daniela adivinha o que pretende dizer.

Utente escreve numa sessão de terapia da fala

A sessão continua com vários exercícios e Rui Ferreira usa diversos meios para se fazer expressar, desde uma simples folha de papel na qual vai escrevendo ou esquematizando, até objetos que procura na sala, passando pela preciosa ajuda do telemóvel, no qual tem uma aplicação com frases suas pré-gravadas para comunicar melhor em casa, junto da sua família.

“Ajuda sim, mas quando…”, refere Rui, secundado depois por Daniela ao explicar que é impossível prever todos os cenários na aplicação, pelo que o esforço para se fazer entender é constante ao longo do dia. Uma luta dura, mas com resultados e sorrisos pelo meio.

Sinergia CMRA - ESSAlcoitão

A sessão com Rui Ferreira e a terapeuta Daniela Parente foi acompanhada de perto por outra Daniela, esta Félix. Está a fazer um estágio no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, no âmbito da licenciatura em Terapia da Fala na vizinha Escola Superior de Saúde do Alcoitão.

O facto de estes dois equipamentos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estarem – e trabalharem – tão próximos permite amplas mais-valias na formação dos novos terapeutas, que têm no CMRA uma oportunidade única de completarem a sua formação com casos reais e, quiçá, iniciar ali a sua vida profissional.

Terapeuta e estagiária em sessão de terapia da fala com utente

A licenciatura em Terapia da Fala oferecida pela ESSAlcoitão tem um desenho curricular com várias estratégias de ensino e aprendizagem, e o destaque vai, efetivamente, para essa Aprendizagem em Contexto Real (estágio), realizada no CMRA, mas também noutros hospitais, centros de saúde, clínicas, estabelecimentos de ensino, residências assistidas, centros de reabilitação, entre outros.

Ao longo do curso, o estágio é supervisionado por Terapeutas da Fala com reconhecida experiência profissional, que integram o corpo de educadores clínicos, em colaboração com o corpo docente interno do Departamento de Terapia da Fala da ESSAlcoitão. Existe ainda a oportunidade de adquirir competências a nível internacional, através do programa de mobilidade europeia ERASMUS+.

Saiba mais sobre a licenciatura em Terapia da Fala da ESSAlcoitão.

Papel da Santa Casa marca segundo dia da Semana de Reabilitação Urbana

A Santa Casa esteve em destaque no segundo dia da 13.ª Semana de Reabilitação Urbana (SRU), o maior evento nacional dedicado à habitação, construção e sustentabilidade, que decorre até quinta-feira na Lisboa Social Mitra, icónico espaço da Misericórdia de Lisboa.

Assim, na quarta-feira, 4 de março, a tarde foi dedicada ao tema “Grandes projetos e novos territórios de oportunidade em Lisboa” e a abertura da sessão coube a Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, que abordou o papel da Instituição nesta área, relembrando que a Misericórdia de Lisboa é “uma grande proprietária urbana e um ator na reabilitação do património histórico e imobiliário de Lisboa”.

O Provedor frisou também que a gestão desse património é feita de uma forma “ativa e responsável”, ao ser colocado “ao serviço da cidade e da sua missão social”. Paulo Sousa reforçou que “é possível conciliar reabilitação urbana, resposta social, inovação e parcerias estratégicas”, em nome de “uma Lisboa mais inclusiva, mais equilibrada e mais humana”.

Por seu lado, Helena Lucas, diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Misericórdia de Lisboa, conduziu uma apresentação sobre “O contributo da SCML no futuro dos territórios de oportunidade de Lisboa”, participando ainda numa mesa redonda.

“Vamos continuar a apostar em espaços multifuncionais, que não só respondam às necessidades de habitação, mas que também sirvam como centros sociais, culturais e de lazer”, garantiu a responsável.

Um dos temas apresentados por Helena Lucas ao público foi a intenção de promover parcerias para a reabilitação de espaços da Santa Casa, com cinco exemplos que poderão ter diversas tipologias de utilização: os recolhimentos da Encarnação, de São Cristóvão e das Merceeiras, bem como os edifícios D. Pedro V e o empreendimento das Forças Armadas.

Saiba mais sobre estas parcerias.

Café Memória prepara-se para surpreender participantes com sessão dedicada à estimulação multissensorial

A sessão será dinamizada por Mariana Dias, com formação em Snoezellen e atual diretora do CAI Vítor Manuel, precisamente o local onde excepcionalmente irá decorrer esta sessão do Café Memória, no nº 96 da Calçada da Tapada, em Lisboa.

O Café Memória é um local de encontro e partilha destinado a pessoas com problemas de memória, síndromes demenciais, cuidadores, familiares e todos que se interessam por estas temáticas. O ambiente é acolhedor, seguro e propício para a troca de experiências, apoio emocional e interação entre os pares.

Com uma equipa constituída por Cristina Luz e Sónia Mascarenhas, assim como pela enfermeira Guida Amorim, a entrada no Café Memória é livre, não sendo necessária inscrição prévia.

Presidente da Câmara Municipal de Sintra visita Aldeia de Santa Isabel

A Aldeia de Santa Isabel (ASI), da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, recebeu a visita de Marco Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Sintra, que foi recebido por Paulo Sousa, Provedor da Misericórdia de Lisboa, numa visita acompanhada por Jorge Peralta, diretor da ASI.

Ao longo da visita, o Presidente da autarquia teve oportunidade de conhecer os diferentes espaços e respostas da instituição, num percurso que evidenciou a dimensão, a diversidade e o impacto do trabalho desenvolvido nesta “Casa do Homem de Todas as Idades”, onde a solidariedade intergeracional se concretiza diariamente.

Localizada em Albarraque, Rio de Mouro, num espaço envolvente de cerca de seis hectares em pleno contacto com a natureza, a ASI conta com mais de 30 anos de história na educação e formação de jovens. Para além das respostas residenciais, casa de acolhimento para crianças e jovens, residência para idosos e residências de autonomia, a Aldeia integra um Centro de Formação Profissional com 14 cursos (níveis 1 a 4, equivalências do 6.º ao 12.º ano).

Com mais de 1.800 jovens certificados, 11 oficinas de prática simulada, mais de 20 salas de formação e uma rede superior a 40 empresas parceiras, o Centro de Formação Profissional da ASI constitui uma resposta sólida e reconhecida no território. Cursos como jardinagem, costura, manicura e pedicura, cabeleireiro e estética, revelam-se hoje altamente procurados pelo mercado de trabalho, contribuindo para percursos profissionais sustentáveis e para a inclusão social.

A visita decorreu num ambiente de proximidade e reconhecimento mútuo, sublinhando a importância da articulação entre instituições sociais e poder local na construção de respostas eficazes e transformadoras para a comunidade.

13.ª Semana de Reabilitação Urbana já abriu na Mitra

A 13.ª Semana de Reabilitação Urbana, o maior evento nacional dedicado à habitação, construção e sustentabilidade, arrancou esta terça-feira, 3 de março, num dos espaços mais emblemáticos da Santa Casa, a Lisboa Social Mitra, com a vice-provedora, Rita Prates, a representar a instituição. 

Além da vice-provedora da Misericórdia de Lisboa estiveram igualmente na inauguração da Semana de Reabilitação Urbana (SRU) várias personalidades, como o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas; a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, entre muitos outros.

Nestes três dias prevê-se que cerca de 2.500 visitantes passem pelos três dos 11 pavilhões da Lisboa Social Mitra, com o local a ser palco de 24 conferências, nas quais intervirão cerca de 120 oradores. Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, será um dos intervenientes do evento, cabendo-lhe “abrir” a sessão das 15h00 de quarta-feira, subordinada ao tema “Grandes Projetos e Novos Territórios de Oportunidade em Lisboa”.

No mesmo dia, às 15h25, irá também intervir a responsável pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património (DGIP) da Santa Casa, Helena Lucas, que abordará “O contributo da SCML no futuro dos territórios de oportunidade de Lisboa”. À intervenção seguir-se-á uma mesa-redonda, na qual se tentará encontrar resposta para algumas das mais importantes questões da atualidade, como a expansão de Lisboa, a forma de se planear e criar territórios mais inclusivos e de que forma os investimentos público e social poderão ser alavancas do investimento privado.

A 13.ª SRU conta, uma vez mais, com o apoio da Santa Casa, ou não fosse o património uma área prioritária para a instituição, com a atual Administração a apostar na valorização e rentabilização de ativos, na otimização de serviços e equipamentos e na alienação de imóveis sem possibilidades de rentabilização ou em estado avançado de degradação. Medidas que integram o Plano de Reestruturação em curso na Misericórdia de Lisboa e que influenciam outra área fundamental da cidade: a habitação.

Consulte o programa da 13.ª Semana de Reabilitação Urbana e visite a Lisboa Social Mitra.

Rita Prates (à direita), Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa, esteve presente na inauguração, acompanhada por Helena Lucas (à esquerda), a responsável pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Santa Casa

Igreja da Misericórdia de Melgaço reabre após profunda obra de conservação apoiada pelo Fundo Rainha D. Leonor

A Igreja da Misericórdia de Melgaço foi oficialmente inaugurada após a conclusão de uma profunda intervenção de conservação e restauro, apoiada pelo Fundo Rainha D. Leonor (FRDL), da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A cerimónia contou com a presença de Ângela Guerra, administradora da Santa Casa, de Inêz Dentinho, coordenadora do Fundo Rainha D. Leonor, de José Albano Domingues, presidente da Câmara Municipal de Melgaço, entre outras individualidades e representantes institucionais, assinalando um momento de grande relevância para a preservação do património histórico e religioso do Norte do país.

A inauguração correspondeu a uma dupla intervenção: a obra de conservação e restauro do interior e exterior da Igreja, no valor de 121.372,62 euros (candidatura de 2017), e o arranjo da Sacristia, no montante de 13.920,32 euros (candidatura de 2025). No seu conjunto, os trabalhos permitiram salvaguardar um edifício com mais de sete séculos de história, localizado na zona histórica do Castelo e da Muralha de Melgaço.

Durante a intervenção foram resolvidos graves problemas estruturais, nomeadamente infiltrações por capilaridade que colocavam em risco os retábulos. A cobertura foi integralmente renovada, foram aplicadas soluções de ventilação para garantir a saúde dos materiais e procedeu-se ao tratamento, limpeza e fixação dos elementos dourados dos retábulos.

A obra permitiu ainda importantes descobertas patrimoniais. Graças ao apoio do Fundo Rainha D. Leonor, foi possível identificar e restaurar o Compromisso original da Misericórdia de Melgaço (1517), apenas o 12.º exemplar conhecido desta época. O documento esteve em estudo no Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e regressou agora à sua casa de origem, onde se encontra em exposição permanente.

Foram igualmente recuperadas duas bandeiras históricas da Misericórdia, restauradas pela Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, com apoio da Santa Casa, tendo sido anteriormente apresentadas em Lisboa e devolvidas à Misericórdia de Melgaço com grande solenidade.

Com esta intervenção, a Igreja da Misericórdia de Melgaço, sede da Misericórdia desde o século XVI, reforça-se como um marco identitário, histórico e espiritual, não só para a comunidade local, mas também como símbolo do papel contínuo das Misericórdias na preservação do património e da memória coletiva.

Voluntária promove sessões de Reiki para melhorar bem-estar e reduzir stress

Num mundo cada vez mais agitado há pequenas escapatórias que podem fazer toda a diferença e é isso que propõe o Centro de Dia do Alto do Pina com as suas sessões de Reiki, uma terapia complementar que promove o relaxamento, acalma a ansiedade e reduz o stress, através do equilíbrio de energias.

Tudo começou há cerca de um ano, quando Idalina Furtado se inscreveu para fazer voluntariado na Santa Casa. Conhecedora e praticante de Reiki, Idalina foi reencaminhada para o Centro de Dia do Alto do Pina onde estabeleceu sessões semanais com utentes e colaboradores deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, mas igualmente abertas à comunidade de forma gratuita.

“De uma forma breve e muito generalista, o Reiki é a transmissão de uma energia universal para o corpo humano e para todos os seus centros nevrálgicos. A canalização do Reiki faz-se através da imposição das mãos do terapeuta. A energia já existe no universo e nós canalizamo-la para as necessidades do corpo humano, num ambiente calmo e de relaxamento”, começa por explicar a voluntária.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar, embora o trabalho com os utentes do Centro verse mais sobre determinadas áreas do corpo. Numa pequena, mas acolhedora sala, preparada com pouca luz, aromas reconfortantes e música calma, os participantes são convidados a entrar individualmente e a sentarem-se no cadeirão.

“Aqui no Centro, e atendendo à população que tem, trabalho quatro centros nevrálgicos, que no Reiki chamamos de chakras: coroa, testa, garganta e coração. Mas trabalhando estes quatro, trabalhamos tudo o que está à volta. Por vezes, é só uma questão de sensibilidade: a pessoa não se sente tão otimista, está mais stressada, tem uma doença que chegou agora… E o Reiki vem sempre fazer bem”, explica a terapeuta.

Hoje é a vez de Emília Ferreira. Foi convidada a experimentar uma primeira vez e ficou fã do conceito, daí ter voltado para esta segunda sessão com Idalina.

“Já tinha feito Ioga, mas isto é diferente. Saí totalmente diferente do que quando entrei: senti-me bem, mais calma. Gostei muito, por isso venho, conforme posso”, refere Emília.

A sessão tem então início e ambas se calam, deixando as energias fluir ao som da música. Dali a sensivelmente meia hora, Emília sairá revigorada pelas mãos de Idalina e de energias renovadas.

Se estiver interessado em experimentar uma sessão de Reiki, pode inscrever-se junto do CD Alto do Pina através do telefone 218 411 070 ou do email ana.rogerio@scml.pt.

Semana de Reabilitação Urbana com “estreia” na Lisboa Social Mitra

Nesta edição da Semana de Reabilitação Urbana (SRU) prevê-se que passem pelos três dos 11 pavilhões que integram a Lisboa Social Mitra cerca de 2.500 visitantes , com o local a ser palco de 24 conferências e a ser ponto de passagem de cerca de 60 entidades. Entre os 120 oradores que intervirão no evento estará o provedor da Santa Casa, Paulo Sousa, que irá “abrir” a sessão dedicada ao tema “Grandes Projetos e Novos Territórios de Oportunidade em Lisboa”, na quarta-feira.

Mais tarde, ainda na mesma sessão, será a vez de intervir a responsável pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património (DGIP) da Santa Casa, Helena Lucas. “O contributo da SCML no futuro dos territórios de oportunidade de Lisboa” será o tema da sessão, à qual se seguirá uma mesa-redonda onde se tentará encontrar resposta para algumas das mais importantes questões relacionadas com a habitação.

A área do património constitui uma das prioridades da Misericórdia de Lisboa, com a atual Administração a apostar na valorização e rentabilização de ativos, otimização de serviços e equipamentos, assim como na alienação de património sem possibilidades de rentabilização ou em estado avançado de degradação. Medidas que integram o Plano de Reestruturação em curso na Santa Casa e que influenciam outra área fundamental: a habitação.

Neste âmbito, a Misericórdia de Lisboa pretende reforçar o número de imóveis no mercado de arrendamento habitacional, à medida que for reabilitando o seu património. Desta forma, potencia-se o património da instituição enquanto fonte de rendimento, ao mesmo tempo que se disponibiliza mais frações para o mercado de arrendamento habitacional de Lisboa.

Apresentando-se como um evento “aberto à cidade”, a SRU aguarda a visita de todos à Mitra, um local secular na História da Misericórdia de Lisboa, que representa a atualidade da instituição e que contribui para o renascer da zona oriental da cidade.

Consulte o programa da 13.ª Semana de Reabilitação Urbana.

Grupos terapêuticos do CMRA mostraram-se à comunidade num ‘open day’

Foi uma manhã repleta de boas energias no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão. Os grupos de intervenção terapêutica deste equipamento do Centro Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa abriram esta sexta-feira, 27 de fevereiro, as suas portas aos utentes e à comunidade para um circuito dinâmico com várias atividades neste ‘open day’.

Cerca de três dezenas de participantes puderam, assim, desfrutar de um conjunto de estações dedicadas a atividades de ritmo e movimento, snoezelen, correção postural, neuro pilates e pilates clínico, e terapia pela música.

Cada participante permaneceu cerca de 30 minutos em cada uma das cinco estações, absorvendo o que de melhor oferece cada um destes grupos terapêuticos na área da saúde e bem-estar.

Esta foi mais uma iniciativa integrada nas comemorações dos 60 anos do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, um equipamento de referência nacional e internacional na área da medicina física e reabilitação.

Emprego inclusivo em debate na Casa do Impacto

A Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, acolheu hoje mais uma edição das Conversas com Impacto, dedicada ao tema “Emprego para Pessoas com Deficiência”, num encontro marcado pela forte adesão do público, pela qualidade das intervenções e pela partilha de soluções práticas para promover ambientes de trabalho verdadeiramente inclusivos.

A sessão teve início com a keynote “VALOR T: Valorizar o Talento e Equidade no acesso ao mercado de trabalho”, apresentada por Vanda Nunes, diretora da Unidade de Talento e Transformação da Valor T, que deu a conhecer o trabalho desenvolvido na promoção da empregabilidade de pessoas com deficiência e na construção de percursos profissionais sustentáveis.

O momento central do encontro foi a talk “Do compromisso à prática: o que muda (mesmo) nas organizações”, moderada por Joana d’Orey Santiago, presidente da Direção da SEMEAR, e que contou com os contributos de Paula Lobinho, responsável pela área de Diversidade e Inclusão do El Corte Inglés, Frederico Cavazzini, diretor de Planeamento, Qualidade e Relações Académicas da Nova SBE, e Miguel Vieira, técnico superior da Valor T.

A acessibilidade foi amplamente reconhecida como o ponto de partida para qualquer estratégia de inclusão, não apenas enquanto eliminação de barreiras físicas, mas como uma transformação mais profunda das práticas, da comunicação e das ferramentas usadas pelas organizações.

O encerramento do evento esteve a cargo de Luís Rego, administrador da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, reforçando o compromisso da instituição com a promoção da igualdade de oportunidades e com a criação de condições reais para que todas as pessoas possam participar plenamente no mercado de trabalho e na sociedade.

O encontro terminou com um momento de networking, promovendo a partilha de experiências e o reforço de ligações entre participantes, num ambiente marcado pela convicção de que o emprego inclusivo é uma responsabilidade coletiva. Porque, empregadores ou não, todos fazemos parte da mudança.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas