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Beleza Não Tem Idade na Cidade 2019

Até 5 de novembro, as principais artérias da cidade vão ficar ainda mais bonitas, graças à mais recente edição do evento “Beleza não tem Idade na Cidade”. A iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que tem como intuito desconstruir representações sociais e estereótipos sobre o envelhecimento, está de volta à capital.

Doze produções fotográficas – apostadas em levar à sociedade uma nova atitude perante a idade e a sua ligação com a beleza – vão ornamentar vários pontos da capital, recorrendo a modelos muito especiais. Lado a lado com caras bem conhecidas da nossa praça – seja pelo seu trabalho na televisão, teatro, moda, música entre outros – estão várias pessoas com duas coisas em comum: a beleza (de várias idades) e a sua ligação à Misericórdia de Lisboa.

Continuando a mudar mentalidades, a nova edição do “Beleza Não Tem Idade na Cidade” é apresentada no dia 31 de outubro, no Capitólio, e vai juntar várias figuras públicas com as grandes estrelas desta campanha: os utentes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Aceda a esta incrível produção fotográfica aqui.

Misericórdia de Lisboa celebra novo protocolo de colaboração com APAV

O protocolo assinado pelo administrador da Ação Social da Santa Casa, Sérgio Cintra, pelo presidente da APAV, João Lázaro, e pelo tesoureiro da APAV, Nuno da Silva, reforça a cooperação entre as duas instituições no cumprimento das respetivas missões, no âmbito da inovação social.

O projeto objeto de apoio, no âmbito deste protocolo, designa-se por Sistema Integrado de Apoio à Distância (SIAD).

Em funcionamento desde 2014 e de abrangência nacional, o SIAD integra, através de uma plataforma tecnológica de case management, o serviço de apoio telefónico da Linha de Apoio à Vítima da APAV (LAV | 166 006), o apoio disponibilizado através das redes sociais e videochamadas e ainda o Serviço de Vídeo Intérprete de Língua Gestual (SERVIIN), em estreita relação e encaminhamento para os demais 63 serviços de proximidade da APAV a nível nacional. A Linha de Apoio à Vítima é o serviço âncora deste sistema, onde o apoio prático e/ou emocional decorre em tempo real.

Sérgio Cintra defendeu, na sua intervenção, que este protocolo com a APAV “faz todo o sentido porque é complementar” à ação da Santa Casa. E continuou: “Esta parceria permite ir ao encontro de novas dinâmicas, ser mais próximo e alargar a esfera da intervenção da Misericórdia de Lisboa no plano nacional”.

Por seu turno, João Lázaro, presidente da APAV, sublinhou a “imensa honra e responsabilidade por merecer confiança e a parceria da Santa Casa”. Este protocolo vai permitir “chegar a outros públicos e ser cada mais próximo das vítimas de crimes e violência”.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e a Misericórdia de Lisboa visam, com o desenvolvimento do presente projeto, a manutenção e consolidação do modelo de intervenção Sistema Integrado de Apoio à Distância e, assim, contribuir para a desocultação do crime e da violência sobre grupos vulneráveis, em particular aqueles que se encontram em territórios marcados pela escassez de recursos e pelo isolamento social.

O SIAD possibilita o aumento do número de vítimas apoiadas, proporcionando uma maior facilidade num primeiro contacto destas com os serviços de apoio da APAV, designadamente a vítimas que residem em áreas rurais ou isoladas e/ou em zonas onde não existem serviços de apoio de proximidade

“Lisboa Social”, o coração da economia social na capital

Abrangendo uma área com mais de 7 mil metros quadrados (ocupados por 11 pavilhões) e situado numa das zonas com maior expansão urbana no concelho de Lisboa, aqui irá nascer um polo de inovação que será “o coração da economia social em Lisboa”.

Um coração que se prevê que, quando estiver a bater de forma regular, seja o local de trabalho diário de mais de mil pessoas. Para já, as obras da primeira fase do projeto – que a nossa instituição pretende que seja “um grande espaço aberto às instituições” – já arrancaram, e tudo está a ser preparado para que este local se afigure como “um motor de desenvolvimento na cidade, naquilo que são as suas políticas sociais e naquilo que são as respostas da economia social na cidade de Lisboa”, como classificou Edmundo Martinho, provedor da Misericórdia de Lisboa.

Respondendo ao desafio lançado pela tutela, e abrangendo várias vertentes – económica, social, ambiental e de empreendedorismo -, o “Lisboa Social” vai disponibilizar às instituições e associações do sector “capacidade de instalação”. Com este projeto, a Misericórdia de Lisboa vai assim garantir um local, no centro de Lisboa, onde as instituições podem trabalhar, mas também “dar cumprimento a uma competência central da sua missão estatutária”, voltando assim a afirmar-se como “um elemento ativo e permanentemente comprometido com a economia social” como referiu Edmundo Martinho.

Manifestando confiança no novo projeto da nossa instituição, o ministro da tutela, adjetivou o início desta empreitada como “um dia de particular significado para todos aqueles que veem na economia social uma alternativa para a criação de riqueza, emprego e para a prossecução dos objetivos do bem comum”.

Prevendo que não “faltará procura, por parte das instituições da economia social, para a ocupação deste local”, José António Vieira da Silva salientou a adaptabilidade dos espaços multifuncionais colocados à disposição dos intervenientes e a localização privilegiada do projeto.

Também Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal da capital, elogiou a iniciativa que vem responder “a uma necessidade crítica na cidade de Lisboa, que passa por encontrarmos espaços e locais onde instituições de economia social possam desenvolver a sua atividade”.

Para o autarca, o “Lisboa Social” será responsável por trazer “um potencial incrível de força e de energia” ao sector, até porque, assegura, o espaço na Rua do Açúcar terá “tudo o que é essencial para que [as instituições] possam trabalhar bem”.

Durante a apresentação do “Lisboa Social” houve ainda tempo para a assinatura de um protocolo entre a Misericórdia de Lisboa e a CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social. Estas instituições serão apenas duas das várias que irão construir o novo “coração da economia social de Lisboa” e assim alterar por completo o tecido da economia social da capital.

Santa Casa participa em Laboratório Colaborativo contra a pobreza e exclusão infantil

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa é um dos membros fundadores da associação que dá corpo jurídico ao ProChild CoLAB, uma organização colaborativa de investigação aplicada entre os sectores público e privado, potenciadora da criação de valor e de emprego qualificado, que reúne entidades interdisciplinares de âmbito nacional e internacional, e que procura uma mudança social efetiva no país, colocando as crianças no centro da pesquisa e da inovação através do uso da tecnologia social.

Juntando e articulando sectores (público e privado, académico e profissional) o ProChild CoLAB procura contribuir de forma ativa para o bem-estar das crianças, através da implementação de políticas – baseadas em evidências científicas – que possam promover uma mudança social efetiva em Portugal.

Esta importante e inovadora resposta – que tem como objetivos a criação e gestão de projetos de investigação multidisciplinar, o desenvolvimento de projetos para a promoção da responsabilidade social, corporativa e empresarial, entre outros – encontra-se, de momento, à procura de vários quadros altamente qualificados para participar neste projeto.

As posições disponíveis para este projeto financiado pelo Fundo Social Europeu podem ser consultadas aqui.

Prestar contas e ouvir a cidade

A iniciativa aconteceu na passada sexta-feira, 14 de junho, no stand da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), na Feira do Livro, em Lisboa. O provedor, Edmundo Martinho, o vice-provedor, João Pedro Correia, e o administrador com o pelouro da Ação Social, Sérgio Cintra, apresentaram as iniciativas e os projetos da instituição para a cidade, e responderam a questões do público.

Para Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), os objetivos desta iniciativa são mostrar o trabalho feito, apresentar os novos projetos para a cidade e ouvir das pessoas o modo como olham para Misericórdia de Lisboa.

Prestar contas para melhorar o trabalho e ouvir a cidade

“A Santa Casa é uma instituição essencial da cidade de lisboa, pelos serviços que presta, pelo património que gere, não apenas património edificado, mas o conjunto do património. E portanto, acho que faz sentido em momentos destes, em que a cidade se mobiliza, como é o caso da Feira do Livro, nós aproveitarmos para darmos conta à cidade do que estamos a fazer e colocarmo-nos à disposição das pessoas para responder às questões que entendam colocar”, defendeu Edmundo Martinho.

“É importante darmos a conhecer todo o trabalho que fazemos, porque nem sempre as pessoas se apercebem da presença da Misericórdia”, considerou o provedor.

Edmundo Martinho falou de cinco grandes áreas da Misericórdia de Lisboa: o Património; a Cultura; a Ação Social; a Saúde; e os Jogos Sociais. Em cada destas áreas, refletiu sobre as iniciativas promovidas pela instituição bem como o impacto positivo das mesmas na sociedade.

Na área do Património a ênfase foi colocada na responsabilidade de continuar a recuperar, preservar e devolver o património à cidade. Já na área da Cultura, a mesa lembrou que este ano está previsto a abertura do um novo museu, a Casa da Ásia – Coleção Francisco Capelo, ao Bairro Alto, e ainda, a reinstalação da Revista Brotéria. Na área da Saúde, a aposta será nos cuidados continuados e mais respostas na cidade. O foco na Ação Social será na empregabilidade das pessoas com deficiência. Por outro lado, nos Jogos Sociais, será possível apostar em corridas de cavalos até ao fim do ano.

O respeito e a dignidade não têm idade

Instituído em 2006, pelas Nações Unidas e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa, o Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra as Pessoas Mais Velhas pretende parar os abusos verbais, emocionais e corporais, e promover a integração e o bem-estar dos idosos.

Foram filhos, contruíram uma casa, foram pais, em muitos casos, ajudaram, igualmente, a criar os netos. Bateram-se por uma vida melhor para os seus e por uma sociedade mais justa. E agora, chegados à idade maior, há uma parte significativa desta população que é vítima de violência verbal, emocional e corporal. Uma triste realidade que retrata a sociedade em que vivemos.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) tem vindo a desenvolver um importante trabalho para contrariar esta problemática. Para a instituição, a violência contra as pessoas idosas é uma questão social, de segurança e de saúde pública, considera-se que o combate eficaz deste problema contribui para um futuro mais inclusivo, em que todos sejam respeitados em cada ciclo da vida, nomeadamente no contexto de um envelhecimento ativo e participativo.

Nesse sentido, a Misericórdia de Lisboa desenvolveu o programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”, que pretende inverter a filosofia da intervenção social de institucionalização para um foco central de maior participação e autonomia, com um maior conforto e segurança dos idosos.

A Santa Casa tem vindo, igualmente, a dar o seu contributo na reflexão sobre o envelhecimento, partilhando a experiência e o património de trabalho que a Santa Casa tem na área do envelhecimento, quer através da investigação, quer pelas respostas que desenvolve neste âmbito, participando em várias conferências, debates e encontros. Um desses eventos foi a IV Conferência Ministerial da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) sobre o Envelhecimento 2017.

O programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades” consiste numa estratégia para a cidade e tem como missão dar uma resposta integrada à população 65+, na senda da longevidade, promovendo ações de cidadania participativa com vista a maiores índices de autonomia e independência. O programa, assinado entre a Misericórdia de Lisboa e a Câmara Municipal de Lisboa, a 2 de fevereiro de 2018, num investimento que ascende a 100 milhões de euros, pretende diminuir o isolamento social dos idosos que vivem em Lisboa e que constituem um quarto da população da cidade, com o maior e mais ambicioso programa de investimento na rede de cuidados, apoio domiciliário ou a requalificação do espaço público, tornando-o mais amigo dos idosos.

O programa assenta em três eixos: vida ativa, vida autónoma e vida apoiada. Pretende-se nestes eixos a criação de condições de promoção da vida ativa para este grupo populacional ao nível cultural, desportivo, formativo e de intervenção cívica. Na vida autónoma, a melhoria das condições físicas do espaço público e edificado, assim como requalificar, inovar e diversificar a rede de equipamentos e serviços que promovam a autonomia, a independência e retardem a institucionalização. Na vida apoiada, a melhoria e ampliação da rede de equipamentos sociais e saúde, assim como de prestação de cuidados para as situações de dependência.

Medidas em destaque:

Projeto RADAR: Sinalizar a população com mais de 65 anos e construir sistemas de base comunitária de integração social.
Teleassistência: Serviço de Teleassistência para pessoas em situação de dependência e/ou incapacidades.
Espaço InterAge: requalificação de 21 Centros de Dia em espaços intergeracionais e abertos à comunidade.

Alargamento da cobertura do Serviço de Apoio Domiciliário

Serviço de Apoio ao Cuidador Informal: Capacitar os cuidadores para uma melhor prestação de Cuidados e prevenir o risco de sobrecarga/stress.
Serviço de apoio domiciliário: Alargar e qualificar a cobertura do serviço com acesso a serviços de saúde e reabilitação e com a capacitação dos profissionais.
Construção de oito equipamentos com valência de Estrutura Residencial para Pessoas Idosas e Cuidados Continuados.

Trabalhar em colaboração para melhores resultados

O encontro organizado pela UDIP Luz (que abrange na cidade de Lisboa as freguesias de Benfica, Carnide e São Domingos de Benfica), teve como principal objetivo a partilha de conhecimentos entre todos, sedimentando as relações de proximidade entre os vários agentes que compõem a coroa norte da cidade de Lisboa.

A sessão de abertura teve a participação do administrador da Ação Social da Santa Casa, Sérgio Cintra, do presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, António Cardoso, e da diretora da UDIP Luz, Joana Andrade.

Na plateia estavam representantes de vários parceiros da instituição no terreno, como a Polícia de Segurança Pública (PSP), a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, a presidente da junta de Freguesia de Benfica, Inês Drummond, entre outros, bem como diversos técnicos de diversas áreas da UDIP Luz.

Sérgio Cintra lembrou que as instituições “devem ser a voz das pessoas e que esta partilha de saberes é essencial para conhecer as verdadeiras preocupações das pessoas de maneira a atuar em conformidade com o que é efetivamente necessário”.

“A Misericórdia não pode ser vista como uma organização autossuficiente, nós somos uma, por ventura, a mais importante instituição de ação social, na cidade de Lisboa, no entanto só trabalhando em conjunto, como por exemplo as associações de moradores, é que chegamos verdadeiramente às pessoas”, frisou o administrador.

Sérgio Cintra, alertou ainda para a necessidade da intervenção intercomunitária, realçando que “só em conjunto é que é possível avaliar para conseguir uma identificação clara dos problemas, para posteriormente em conjunto criar projetos, métodos e formas de agir para melhorar a vida das pessoas”.

O administrador lembrou ainda aos presentes o projeto “Lisboa, Cidade de todas as Idades” que a Misericórdia de Lisboa tem vindo a desenvolver com a Administração Regional de Saúde, a PSP, a Segurança Social e com a Câmara Municipal de Lisboa, como um bom exemplo de como todos os envolvidos nestas problemáticas devem “partilhar conhecimento e dados” que permitam melhorar as respostas que se dá à população.

Joana Andrade, diretora da UDIP Luz, explicou que o principal objetivo do segundo encontro colaborativo “é ter os técnicos que trabalham na UDIP Luz a partilharem ideias e a debater questões com outros técnicos que diariamente trabalham no terreno e que pertencem a outras instituições e organizações”.

A diretora destacou que as respostas “devem ser enquadradas ao tempo das mesmas”, dando como exemplo as questões da habitação. “Temos tido várias pessoas que nos procuram porque não conseguem pagar a renda. Desde a crise que assolou Portugal há uns anos atrás temos reparado que pessoas que anteriormente tinham alguma qualidade financeira têm visto a sua renda aumentar para cerca de 80% do seu rendimento familiar”.

O resto do dia foi dedicado à discussão das problemáticas identificadas nestas três freguesias: os desafios da habitação, a articulação do social e a saúde e as questões da mediação de conflitos.

À margem do encontro foi plantada uma alfarrobeira de maneira a simbolizar a proximidade colaborativa entre as várias freguesias e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Santa Casa apresenta resposta pioneira

O encontro contou com as presenças do provedor da instituição, Edmundo Martinho, do administrador da Ação Social, Sérgio Cintra, bem como de vários dirigentes da Santa Casa.
O espaço que foi reabilitado e restruturado para esta resposta, tem como principais valências uma residência autónoma com capacidade para sete jovens, uma equipa móvel de apoio para as situações de deficiência que se encontram alojadas nas diferentes respostas da Direção de Infância e Juventude da Santa Casa e, ainda, consultas de pedopsiquiatria.

Para Edmundo Martinho, esta é uma resposta “pioneira e que deve ser motivo de orgulho para toda a instituição”, reafirmando que “a Santa Casa esteve e está empenhada em novas soluções que vão ao encontro essencialmente da pessoa e de quem mais necessita”.

“Esta é uma solução fundamental para este público. Estes jovens, para além de todas as dificuldades que já encontraram, ainda têm o estigma da deficiência associada a eles. Queremos caminhar no sentido de um apoio total à sua autonomia e esta resposta que hoje apresentamos vai nesse sentido”, concluiu o provedor.

O Centro de Capacitação D. Carlos I assume-se como uma resposta que promova condições de normalização de vida, pelo enquadramento dos jovens em apartamentos apoiados e ajustados às suas necessidades. Treinar competências, que contribuem para potenciar a independência funcional destes jovens e promover as competências pessoais e sociais, nomeadamente, em tudo o que envolva a adaptação a contextos de formação profissional.

Um concurso para todas as Gerações

A apresentação do concurso decorreu esta segunda-feira, dia 29 de abril, no Jardim do Príncipe Real, perante uma plateia de cem colaboradores e utentes da Misericórdia de Lisboa. Com o objetivo de promover a intergeracionalidade e combater o idadismo, este é um concurso que desafia ERPIS (Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas), respostas de animação sócio educativa, centros de dia, creches e jardins de infância da Santa Casa a apresentar contributos inovadores que elevem a qualidade do seu serviço e incentivem o trabalho em parceria.

Tal como definiu Sérgio Cintra, administrador da Ação Social, durante a sua intervenção, este é um projeto que insta todos os envolvidos a “pensar a nossa cidade” e a “preparar o futuro de acordo com o sonho que nós temos, a ilusão que temos do que tem de ocorrer quando formos nós [a ser mais velhos e] a necessitar”.

Uma preparação tão essencial que o Mesário exortou, numa tarde marcada por um sol radiante, os presentes a “pensar fora da caixa”. “Temos de pensar no que é que se estão a transformar os equipamentos da Misericórdia de Lisboa e naquilo que nós, individualmente, desejamos, porque todo o trabalho que realizarmos hoje é o trabalho com que vamos lucrar no futuro” referiu Sérgio Cintra.

Na data em que se comemoraram os 10 anos da instituição do Dia Europeu da Solidariedade entre Gerações por parte da União Europeia, o vogal da Ação Social assinalou este momento como sendo “um pontapé de saída” para a instituição. O concurso agora lançado será o ponto de partida de várias ideias que prometem melhorar e reforçar as respostas intergeracionais e anti-idadismo da Santa Casa.

Orquestra Geração: os filhos da música

Faltam 15 minutos para o concerto da Orquestra Geração Santa Casa começar e o público começa a ocupar o seu lugar. Na igreja do Convento de São Pedro de Alcântara, os pequenos músicos já sentem algum nervosismo. Faltam cinco minutos e o burburinho do público já se ouve. “Estou bem assim?”, ouve-se uma voz questionar. “Estamos prontos?”, alguém pergunta. Faltam dois minutos. A energia dos petizes parece criar uma magia única, que preenche os bastidores. É agora. Que comece o espetáculo!

E que espetáculo foi! Se o nervosismo dominou os momentos que antecederam o concerto, a alegria e o orgulho dominaram os rostos de crianças, pais e responsáveis da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) após o espetáculo.

“A música mudou a minha vida. Se não fosse pelo projeto Orquestra Geração eu não poderia nem sonhar estar aqui”, afirma Samuel Goetz, de 10 anos. O violinista ingressou no projeto social Orquestra Geração da SCML há dois anos. O nervosismo inicial antes dos concertos é normal admite o jovem. “Estava com as pernas a tremer”, confessa Samuel. “Hoje foi um dia especial para mim”, diz Samuel sorridente.

Gabriel e Tiago estrearam-se a tocar num concerto. “Os nossos corações batiam mais do que o normal antes do concerto começar”, admitem os violinistas. Satisfeitos pelo resultado final, estes dois meninos anseiam pelo próximo concerto.

Neste grupo de crianças incluem-se filhos de colaboradores, crianças de famílias com intervenção da SCML, e crianças provenientes de casas de acolhimento.

Sérgio Cintra, administrador da Santa Casa, estava visivelmente feliz e orgulhoso com a performance destas crianças. “Já se nota evolução”, diz o administrador. O objetivo é que estas crianças “encontrem na música um caminho e um propósito para as suas vidas”, finaliza.

António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização da Santa Casa, afirma que este projeto utiliza a música como veículo de integração social, fazendo chegar a educação e a cultura a grupos socais que não têm acesso ou têm acesso limitado.

A Orquestra Geração da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa é um projeto a três anos com o objetivo de constituir uma orquestra juvenil da SCML. Para o efeito foi criado um protocolo de colaboração com o Projeto Orquestra Geração Sistema Portugal. A essência do projeto é o trabalho social, a Orquestra Geração não é um conservatório, não é uma escola de música, é um trabalho social que através da música, da prática de orquestra de conjunto, faz um trabalho de grupo, um trabalho social.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas