A sessão de regresso reuniu 20 participantes, entre habituais, estreantes e voluntários, tendo como tema “Quando as Memórias se Cruzam”. A conversa focou-se no início da pandemia de covid-19, assinalando os cinco anos do primeiro confinamento em Portugal. O evento proporcionou a partilha de experiências e emoções vividas naquela altura.
Criado em 2014, este projeto nunca perdeu a sua missão, adaptando-se mesmo durante a pandemia com um formato online para evitar o isolamento dos participantes. O impacto tem sido notável: entre 2014 e janeiro de 2023, mais de 11 mil pessoas participaram nas sessões, presencial ou virtualmente.
Maria João Diniz, psicóloga da Unidade de Missão da SCML/LCTI, destaca a importância deste espaço de encontro, onde pessoas com dificuldades cognitivas, familiares e interessados podem partilhar experiências e aprender mais sobre temas relevantes. “Com sessões que alternam entre estimulação e treino cognitivo, bem como palestras de especialistas, o Café Memória tem-se afirmado como um projeto essencial na comunidade.”
O regresso do Café Memória representa um reforço na luta contra o isolamento e o estigma das doenças neurodegenerativas, reafirmando o compromisso com a qualidade de vida de quem enfrenta dificuldades cognitivas e dos seus cuidadores.
As próximas sessões já têm datas marcadas: 9 de abril, 14 de maio e 11 de junho. A participação é gratuita e não requer inscrição prévia, garantindo que qualquer pessoa interessada pode beneficiar deste espaço de acolhimento e partilha.
Para mais informações, os interessados podem dirigir-se ao espaço CLIC-LX (Rua Nova da Trindade, n.º 15, Lisboa) ou contactar a equipa do Café Memória Chiado.
Esta iniciativa destina-se a pessoas com problemas de memória ou demência, aos seus familiares e cuidadores, bem como a todos os interessados nestas temáticas. O Café Memória Chiado oferece um ambiente acolhedor, reservado e seguro, onde os participantes encontram suporte mútuo e apoio emocional, facilitando a interação entre pares.
As sessões variam entre palestras com especialistas convidados e momentos de estimulação cognitiva, desenvolvidos pela equipa multidisciplinar do Café Memória, composta por Maria João Diniz, psicóloga da Unidade de Missão Santa Casa, Guida Amorim, enfermeira e coordenadora da Direção de Saúde Santa Casa e ainda Sónia Mascarenhas, especialista de Serviço Social.
Durante os encontros, os participantes têm acesso a informação atual e útil sobre questões relacionadas com a memória e demência, além de poderem participar em atividades lúdicas e estimulantes, sempre com o apoio de profissionais qualificados nas áreas da saúde e ação social.
A iniciativa tem demonstrado um impacto significativo na comunidade. De 2014 a janeiro de 2023, contabilizaram-se mais de 11 mil participações, seja em sessões presenciais ou virtuais, evidenciando a relevância e procura deste espaço de apoio e partilha.
A participação nas sessões é gratuita e não requer inscrição prévia. Após a sessão de reinício de 12 de março, o calendário das próximas sessões já está definido para 9 de abril, 14 de maio e 11 de junho.
Sobre o Café Memória Chiado
Uma iniciativa da Santa Casa que proporciona um espaço de encontro, partilha e apoio para pessoas com problemas de memória ou demência, seus familiares e cuidadores, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida e para a sensibilização da comunidade para estas condições.
Morada: Espaço CLIC-LX | Rua Nova da Trindade, nº 15, Lisboa
Para mais informações, os interessados podem dirigir-se ao espaço CLIC-LX ou contactar a equipa do Café Memória Chiado.
Foi em fevereiro de 2014 que a Santa Casa se unir à Sonae Sierra e à Associação de Familiares e Amigos de Doentes com Alzheimer para criar o primeiro Café Memória do concelho de Lisboa. Desde então decorreram 11 anos, com a união entre as três entidades a renovar-se anualmente, como aconteceu na passada sexta-feira, dia 31, altura em que um novo Protocolo de Colaboração foi assinado pelo provedor da Santa Casa, Paulo de Sousa, na Sala de Sessões da instituição.
Os Cafés Memória são uma rede informal de apoio de âmbito nacional, espalhada por todo o país e com 23 espaços físicos, que funcionam como locais de encontro de pessoas com problemas de memória ou de demência, bem como aos respetivos familiares e cuidadores, para partilha de experiências e suporte mútuo. Nestes locais proporciona-se um ambiente acolhedor, reservado e seguro, facilita-se a interação entre os pares, oferece-se apoio emocional, informação útil e atual, e fomenta-se a participação em atividades lúdicas e estimulantes, com o apoio de profissionais de saúde ou de ação social, em contexto informal.
Desde a sua criação, em 2014, foram já realizadas mais de 1.100 sessões, com a participação de 5.000 pessoas e com o apoio de cerca de uma centena de entidades parceiras, a nível local e nacional. Já os voluntários dos Cafés Memória contam com 31 mil horas de trabalho em prol das pessoas com demência e suas famílias.
No decorrer da pandemia de COVID-19, os Cafés Memória passaram a realizar sessões online, as quais continuam a decorrer aos sábados, de três em três semanas, às 10h30, com recurso à plataforma Teams.
O Café Memória Lisboa-Chiada, que tem a marca Santa Casa, decorre às quartas-feiras (a segunda de cada mês), das 15h00 às 17h00.
As sessões presenciais do Café Memória estão de volta, depois de uma temporada em formato digital. A entrada/participação neste evento é livre e não implica marcação prévia.
A iniciativa, que resulta da parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Fundação Montepio e a Associação Alzheimer Portugal, regressa já este sábado, dia 11 de junho. Entre as 10h e as 12h00, a primeira sessão da versão “2.0” do Café Memória terá lugar Cafetaria da Casa do Pessoal da Santa Casa e será subordinada ao tema “A Árvore da Memória”.
Já no sábado seguinte, a 18 de junho, à mesma hora, é a vez do espaço Atmosfera M, da Associação Mutualista Montepio, na Rua Castilho, em Lisboa, acolher uma nova sessão, onde a equipa do Café Memória vai desenvolver a atividade, “Quem Sabe, Sabe!”.
Para terminar o mês de junho, no dia 25, o Café Memória ruma à zona oriental de Lisboa, à Quinta Pedagógica dos Olivais, onde vai decorrer uma sessão dedicado à quadra dos santos populares, onde a típica sardinha de Lisboa será a rainha da ação.
Com sete anos de existência, o Café Memória mantém a sua missão de reduzir do isolamento social das pessoas com demência, bem como dos seus familiares e cuidadores, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida. É uma iniciativa que visa ainda sensibilizar a comunidade para o tema das demências diminuindo desta maneira o estigma que lhes está associado. Em Portugal existem já 20 espaços de Café Memória.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associou-se em 2014 à rede de sessões do Café Memória, abrindo, duas unidades em Lisboa: em São Roque e no Espaço Santa Casa (transferido em 2016 para o Espaço Atmosfera do Montepio). Desde março de 2014 até à data, realizaram-se, ininterruptamente, 2 sessões em cada mês, tornando-se estes espaços locais de encontro regular, sobretudo para familiares e cuidadores de pessoas com demência.
Em setembro de 2017 a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o Município de Lisboa, a Sonae Sierra e a Associação Alzheimer Portugal assinaram um protocolo de colaboração para a criação, de dois novos Cafés Memória na cidade, situados no Campo Pequeno e em Marvila, nas Bibliotecas Municipais.
No mês em que se assinala o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, a 21 de setembro, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa quer continuar a ser um farol de esperança para os milhares de portugueses que sofrem desta doença, apostando na investigação científica e médica na procura de novas estratégias de tratamento, através dos Prémios Santa Casa Neurociências. Ao mesmo tempo, promove qualidade de vida as pessoas com demência, aos seus familiares e cuidadores, através das sessões do Café Memória.
Estima-se que em Portugal existam cerca de 200 000 Pessoas com Demência e que esse número irá triplicar até 2050, chegando a mais de meio milhão de pessoas em Portugal e a cerca de 135 milhões em todo o mundo.
Durante o mês mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, a Santa Casa chama a atenção para os sinais de alerta e importância do diagnóstico precoce. Os sintomas iniciais incluem a perda pontual de memória, a desorientação espacial e temporal, confusão e problemas de raciocínio, causando alterações de comportamentos.
Investigação científica e médica
Em 2013, e pela primeira vez na sua história, a Santa Casa começou a investir diretamente na investigação científica e médica de excelência, através da criação dos Prémios Santa Casa Neurociências. A iniciativa da Misericórdia de Lisboa constituiu uma aposta ambiciosa no mérito e no valor da nossa comunidade médica e científica, numa conjuntura difícil para a Investigação e Desenvolvimento nacionais.
Estes Prémios, que representam um investimento anual em ciência de 400 mil euros, são focados na procura de soluções em duas áreas da ciência especialmente críticas para a instituição, as lesões medulares e as doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento, nomeadamente a doença de Alzheimer.
O Prémio Mantero Belard, de 200 mil euros, tem como objetivo promover e dinamizar a investigação científica ou clínica, no âmbito das doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento, como a Doença de Parkinson e a Doença de Alzheimer, possibilitando novas estratégias no tratamento e restabelecimento das funções neurológicas.
Locais de encontro e partilha
O Café Memória, iniciativa da Sonae Sierra e da Alzheimer Portugal, a que a Santa Casa se juntou em fevereiro de 2014, consiste em pontos de encontro para pessoas com problemas de memória, com ou sem diagnóstico, respetivos familiares e cuidadores, cujos objetivos são a partilha de experiências, de informação e de suporte mútuo, contribuindo, assim, para melhorar a qualidade de vida e reduzir o isolamento social. Saber como agir enquanto cuidador de uma pessoa com demência, assegurando os seus direitos, é um dos objetivos do Café Memória.
Face à necessidade de restringir o risco de exposição à Covid-19, as sessões presenciais do Café Memória estão suspensas. Durante este tempo de pandemia, a iniciativa ganhou um novo formato. O novo modelo, designado “Café Memória Fica em Casa”, realiza-se aos sábados, das 11h00 às 12h00, através da aplicação Zoom, encontrando-se envolvidas todas as equipas da rede nacional do Café Memória.
Para assinalar o mês mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, vários atores de renome da televisão portuguesa dão voz e corpo a uma campanha da Alzheimer Portugal, que pretende apresentar a entidade como um “recomeço” e dar a conhecer os seus serviços, ao mesmo tempo que chama a atenção para os sinais de alerta e importância do diagnóstico precoce, tendo sempre presente o objetivo de conseguir uma sociedade mais amiga das Pessoas com Demência. A campanha surge da ideia de um grupo de amigos, Graça Sacramento e Isaac de Oliveira, produtores, e Gonçalo Carvoeiras, realizador, que se juntaram para desenvolver uma campanha para a Alzheimer Portugal.
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