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Dois dias de eventos assinalam fim da exposição “Filhos de Todos… Filhos de Quem? Os Expostos da Roda de Lisboa”

No sábado, dia 2 de maio, será apresentado o catálogo da exposição “Filhos de todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”. O evento irá decorrer às 15h30 na Brotéria e terá Marco Neves, do Departamento de Línguas, Culturas e Literaturas Modernas da Universidade Nova de Lisboa, como orador. A entrada é gratuita, ocorrendo por ordem de chegada, pois a lotação é limitada.

Mais tarde, às 21h00, a Igreja de São Roque irá acolher um momento muito especial: o concerto de J. Haydn, “As Sete Últimas Palavras de Cristo”. Interpretado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa e dirigido pelo maestro Pedro Neves, o concerto terá entrada gratuita, por ordem de chegada e com lotação limitada (as portas abrirão 30 minutos antes do início).

No domingo, dia 3 de maio, o Museu de São Roque apresentará a performance imersiva “Tal como o silêncio [de luto e de luzes]”, uma produção da Associação Compassio. Com duas sessões, às 15h05 e às 17h35, a entrada é gratuita, ocorrendo também por ordem de chegada, devido à lotação limitada.

Inaugurada em novembro passado, a exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” esteve patente na Galeria de Exposições Temporária do Museu de São Roque. Durante cerca de cinco meses, a mostra “convidou” todos os visitantes a refletir sobre o abandono infantil, os sistemas de acolhimento, a identidade e a memória, tendo como ponto de partida os sinais deixados com as crianças expostas na roda: bilhetes manuscritos, pequenos objetos, imagens, entre muitos outros, assim como obras de Leonardo da Vinci, Almada Negreiros, Graça Morais, Júlio Pomar e Paula Rego.

Mitra acolhe exposição “Armas de Papel – Imprensa e Publicações Clandestinas (1926-1974)”

Inaugurou na quarta-feira, 22 de abril, nos Pavilhões da Mitra, espaço da Santa Casa, a exposição “Armas de Papel – Imprensa e Publicações Clandestinas (1926-1974)”. Esta mostra do arquivo da Associação Cultural Ephemera cobre todo o período da ditadura e todas as correntes políticas e ideológicas perseguidas, como o republicanismo democrático, o anarquismo, o comunismo, o socialismo, o catolicismo progressista ou o esquerdismo.

Na inauguração marcou presença Paulo Sousa, Provedor da Misericórdia de Lisboa, parceira da iniciativa, e José Pacheco Pereira, curador da exposição, com o apoio de Carlos Nuno e Manuel Falcão, em mais um grande evento neste histórico espaço da cidade de Lisboa.

A exposição revela a comunicação clandestina na luta contra o regime através de uma coleção com origem em doações e aquisições, quer de instituições, quer de pessoas individuais, algumas das quais tiveram um papel relevante na própria produção e distribuição de materiais clandestinos. Presentes na Mitra estão documentos do espólio de Carlos da Fonseca (doados pela Fundação Gulbenkian), de Francisco Martins Rodrigues, de José Miguel Carvalho, de José Pacheco Pereira, aquisições de coleções do Avante!, entre outros.

A mostra decorre em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC e APIGRAF.

A exposição “Armas de Papel – Imprensa e Publicações Clandestinas (1926-1974)” pode ser visitada até 30 de junho, de sexta a domingo, das 10h às 18 horas, e a entrada é gratuita.

Espaço Santa Casa acolhe Exposição “Geometria Fragmentada: Ângulos de Um Novo Mundo”

Foi inaugurada no Espaço Santa Casa a exposição “Geometria Fragmentada: Ângulos de Um Novo Mundo”, da autoria do pintor Jorge Casal, que é, simultaneamente, colaborador da Misericórdia de Lisboa.

Num autêntico mundo de cor, formas e camadas, o artista parte numa constante busca pelo equilíbrio entre a construção e a superfície nas 20 obras expostas, que podem ser apreciadas pelos visitantes até ao dia 12 de fevereiro no n.º 160 do Campo de Santa Clara.

Jorge Casal, Auxiliar de Serviços Gerais da Aldeia de Santa Isabel, é fascinado pela pintura desde tenra idade, quando visitava os museus sempre munido de papel e lápis, para prolongar (e eternizar) o que via. Cresceu no desenho a lápis e guache, mas posteriormente descobriu a pintura a óleo e foi nessa técnica que baseou as suas criações desde então.

Visite a exposição!

Exposição “EFICIÊNCIA” inaugurada numa celebração da diferença cultural, artística e social

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa inaugurou na quarta-feira, 3 de dezembro, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a 3.ª edição da exposição “EFICIÊNCIA”. Situada no corredor das Relações Públicas, no complexo de São Roque, esta mostra reúne obras elaboradas por utentes e colaboradores de diversos equipamentos da Instituição e estará aberta ao público até 5 de dezembro.

O objetivo é afirmar e promover o direito à diferença cultural, artística e social, num convite à inclusão social através das práticas artísticas, celebrando a identidade de cada um dos artistas com obras na exposição, mas também a identidade dos contextos profissionais envolvidos. Participaram os seguintes equipamentos: Obra Social do Pousal, CAF Bairro Alto, Centro Intergeracional Ferreira Borges, Instituto Condessa de Rilvas, Centro de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian e Centro de Capacitação D. Carlos I.

Joana Lindim, diretora da Obra Social do Pousal, fez a apresentação da exposição.

“Hoje celebramos não apenas a arte, mas também a inclusão, a diversidade e a força transformadora que cada pessoa traz à nossa sociedade”, referiu, acrescentando que, nesta mostra, “a eficiência não se mede por métricas convencionais”, mas sim através dos “talentos singulares de cada pessoa”.

A sessão inaugural, que contou com a presença de Luís Rego, administrador da Santa Casa, foi animada pelas canções do atelier Dá-me Música, composto por utentes do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian, já depois de uma atividade interativa dinamizada por jovens da Unidade W+, que colocou todo o corredor a refletir, de forma divertida, sobre diferença e inclusão.

Santa Casa apresenta exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prepara-se para inaugurar a exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, a 17 de novembro, na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

Esta exposição, que ali estará patente até 29 de março do próximo ano, vai apresentar ao público alguns dos 90 mil sinais que acompanhavam as crianças deixadas na roda, preservados pelo Arquivo Histórico da Instituição. A mostra faz parte da candidatura destes documentos a Registo da Memória do Mundo da UNESCO. Trata-se da maior coleção de documentos deste tipo a nível mundial e estão organizados em cinco séries documentais, datando de 1658 a 1939.

A exposição, que integra ainda obras de Paula Rego, Leonardo da Vinci, Almada Negreiros, Júlio Pomar e Graça Morais, estará organizada em quatro núcleos principais:

  • ‘Os expostos da roda de Lisboa: abandono e proteção’, que aborda o contexto histórico e social do abandono infantil, as relações de parentalidade e os mecanismos de proteção criados em torno das crianças enjeitadas em Lisboa entre os séculos XVII e XX;

  • ‘A admissão e o acolhimento das crianças’, onde se apresenta o percurso institucional dos menores após a sua entrada na Misericórdia, desde o momento em que a criança era deixada na roda, até ser entregue ao cuidado de uma ama;

  • ‘Percursos com identidade’, que reflete sobre os percursos de vida, as marcas da institucionalização e a construção da identidade;

  • ‘Os sinais de expostos: um património da Humanidade’, um núcleo que valoriza os sinais enquanto acervo documental e patrimonial de inestimável valor histórico, social e emocional, com relevância universal.

Após a inauguração, a exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” poderá ser visitada de terça-feira a domingo, das 10 às 12 horas e das 13h30 às 18 horas. Encerra no dia 1 de janeiro e durante as celebrações litúrgicas.

Descubra a Magia dos Tronos de Santo António no Espaço Santa Casa

Em parceria com o Museu de Santo António – EGEAC e a Unidade de Animação Socioeducativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), esta exposição promete deslumbrar visitantes de todas as idades.

De 19 de julho a 16 de agosto, das 9h30 às 17h30, o Espaço Santa Casa tem as portas abertas para apresentar os maravilhosos Tronos de Santo António. Este ano, 41 equipamentos da SCML participaram entusiasticamente neste desafio anual, mostrando um trabalho de criatividade e devoção.

Os visitantes poderão admirar tronos elaborados e adornados com uma mistura de inovação e tradição, refletindo a rica herança cultural de Lisboa. A exposição não só mantém viva a tradição dos tronos, mas também celebra a criatividade e o espírito comunitário de todos os participantes.

Não perca a oportunidade de vivenciar a devoção e a arte dos Tronos de Santo António. Visite a exposição e deixe-se envolver pela magia e pela história que cada trono conta. 

“E Depois de Abril?” abre ao público até 21 de junho

Foi na última sexta-feira que a exposição “E Depois de Abril” foi inaugurada no Espaço Santa Casa, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal da capital e da Misericórdia de Lisboa.

Através de uma combinação de elementos visuais, entre fotografias, mobiliário, cartazes alusivos à data e testemunhos escritos de quem viveu a revolução in loco, a exposição recua no tempo para transportar os visitantes de volta àquele momento crucial da história.

Luna Marques, diretora da Unidade de Animação Socioeducativa, explica como se desenrolou todo este processo: “Foi o Arquivo Municipal que nos desafiou para este projeto há dez meses, com o objetivo de se fazer uma homenagem ao 25 de abril, utilizando fotografias do arquivo. Mas procurava algo diferente. Reunimo-nos, então, compartilhámos ideias e decidimos que queríamos envolver as pessoas, especialmente os nossos utentes. Contactámos diversos equipamentos, perguntámos se as pessoas gostariam de falar sobre o que viveram antes do 25 de abril e recebemos uma resposta entusiástica de 60 interessados”.

Um dos pontos altos da exposição é, portanto, a seção dedicada às histórias pessoais. Testemunhos de pessoas que viveram a revolução, oferecendo uma visão íntima e humana dos acontecimentos. Estas histórias destacam a diversidade de experiências e perspetivas, sobretudo dos cidadãos comuns que se viram subitamente livres para expressar as suas opiniões e aspirações.

“Vamos ter ainda outra dimensão destas histórias, numa modalidade tão utilizada agora, que é o podcast. Serão dez histórias contadas na primeira pessoa, por alguns dos nossos utentes, que relembram o que estavam a fazer na quinta-feira de 25 de abril de há 50 anos, o que lhes trouxe esta data e de que forma as suas vidas mudaram desde então. Imagine, por exemplo, que sem o 25 de abril talvez não existissem hoje animadores socioculturais”, complementa Luna Marques. “E está para breve podermos ouvir esses momentos. Estamos já na fase final de edição deste podcast”, finaliza.

“E Depois de Abril?” pode ser vista até 21 de junho, no Espaço Santa Casa, todos os dias entre as 09h30 e as 17h30. A entrada é gratuita.

Uma exposição que dá a cara pelos “invisíveis”

A exposição é um projeto da autoria do SOS Racismo que retrata as vidas e histórias de mais de quatro mil protagonistas, mais ou menos desconhecidas, que estiveram na linha da frente de vários combates socais.

Constituída por 20 quadros, com ilustrações do artista André Carrilho, a exposição é o resultado de um dicionário elaborado por Ana Sofia Palma, José Falcão, Mamadou Ba e Txema Abaigar, da SOS Racismo, apresentado em junho do ano passado por ocasião da Festa da Diversidade.

De acordo com o prefácio, o Dicionário da Invisibilidade existe com o propósito primário de “abrir uma brecha para a discussão e alargamento de horizontes sobre a questão da invisibilidade“.

Intitulada com o mesmo nome, a exposição pretende, assim, alertar para a reflexão no combate contra as invisibilidades, para os critérios de seleção e os respetivos conceitos de visibilidade e representatividade social e política.

A mostra estará patente no espaço expositivo do corredor da Secretaria Geral da Misericórdia de Lisboa, no Largo Trindade Coelho, até 31 de outubro. A entrada é gratuita.

“Da Noite Para a Luz”. Uma visão delirante da história de São Roque

“Da noite para a luz” é uma visão renovada dos painéis de São Roque, que levaram a artista Sara Maia “a criar histórias à volta de obras absolutamente incríveis”. A exposição temporária, inaugurada que estará patente simultaneamente no Museu de São Roque e na Galeria Cisterna entre os dias 19 de maio e 30 de julho, toma como ponto de partida as pinturas da vida e lenda de São Roque.

Em torno da devoção lisboeta por um santo francês, que morreu em Itália, mas que, por toda a Europa ganhou fama de ser protetor contra pestes, a artista desenvolve uma visão delirante e imaginativa sobre a história de São Roque. O título da exposição, “Da Noite Para a Luz”, nasce da certeza de que a capacidade humana é capaz de ultrapassar todos os obstáculos. A artista pretende fazer uma alusão à beleza da noite, mas que, por vezes, “não permite que os nossos olhos vejam um percurso que só pode ser para a clareza e para o conhecimento”.

Além do universo simbólico que Sara Maia incute em toda a sua arte, “Da Noite Para a Luz” também se traduz num duplo desafio: “Esta exposição é à volta de outras imagens que já existiam, ou seja, os magníficos painéis de São Roque, o que por si é uma enorme honra, mas também uma enorme responsabilidade. Obrigou-me de alguma forma a estudar e a olhar muito para estes painéis e perceber as suas estruturas e histórias”, explica.

 

Informações sobre a exposição “Da Noite Para a Luz”, de Sara Maia

  • Entrada gratuita na Galeria Cisterna
  • Entrada gratuita no Museu de São Roque para portadores do cartão de entrada na Galeria Cisterna (Rua António Maria Cardoso 27, Lisboa)

Horários

  • Museu de São Roque – terça-feira a domingo, das 10h às 19h (última entrada às 18h30).
  • Galeria Cisterna – terça-feira a sábado, das 14h30 às 19h

Museu de São Roque acolhe exposição temporária sobre Santo Inácio de Loyola

Foi inaugurada esta quarta-feira, 30 de março, na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque, a exposição “Ver novas todas as coisas”, uma exposição que assinala simultaneamente dois momentos chave relacionados com Santo Inácio de Loyola: o V Centenário da sua Conversão (cujas comemorações decorrem entre maio de 2021 e julho deste ano) e o IV Centenário da sua Canonização (ocorrida a 12 de março de 1622).

Exposição

Comissariada por Maria João Freitas e António Júlio Limpo Trigueiros, esta mostra engloba quatro núcleos expositivos que permitem aos visitantes acompanhar a sagração deste santo.

Composta por algumas peças inéditas, esta é uma exposição que “quer convocar um novo olhar sobre algumas peças, que permitem construir uma narrativa que dá a conhecer o processo de conversão de Santo Inácio, a iconografia que lhe está associada e as celebrações em torno da sua canonização”, refere Teresa Morna, diretora do Museu de São Roque.

Paralelamente, a mostra possibilita uma leitura histórica, por meio de uma seleção criteriosa de objetos provenientes de acervos históricos públicos e privados, nacionais e estrangeiros, que convidam o visitante a entrar no universo ilustrativo de um percurso, que vai da conversão à elevação aos altares, de uma das principais figuras ligadas à reforma católica.

Do espólio patente na exposição fazem parte, entre outras peças, uma pintura que representa Santo Inácio de Loyola a dormir nas arcadas de Veneza (da autoria do pintor jesuíta, Domingos da Cunha), o Busto relicário seiscentista do santo, em madeira policromada (propriedade da Província Portuguesa da Companhia de Jesus-Residência do Porto) e a simbólica Cruz processional indo-portuguesa, em prata e marfim (da igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa).

“A exposição convoca-nos para um novo olhar sobre o património histórico e artístico da Companhia de Jesus, permitindo enquadrar o acervo do Museu de São Roque, em especial nos três ciclos pictóricos dedicados aos seus santos fundadores, Inácio de Loyola e Francisco Xavier, num contexto de promoção e divulgação do conhecimento”, acrescenta Teresa Morna.

Com entrada livre, a exposição “Ver novas todas as coisas” pode ser visitada até ao dia 19 de junho, de terça-feira a domingo, das 10h às 12h e das 13h30 às 18h (última entrada às 17h30).

O acesso está condicionado durante as celebrações na Igreja de São Roque e será feito mediante o cumprimento das orientações da Direção-Geral de Saúde. Mais informações, aqui.

 

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

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Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

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Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

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Contactos gerais e moradas

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