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Papel da Santa Casa marca segundo dia da Semana de Reabilitação Urbana

A Santa Casa esteve em destaque no segundo dia da 13.ª Semana de Reabilitação Urbana (SRU), o maior evento nacional dedicado à habitação, construção e sustentabilidade, que decorre até quinta-feira na Lisboa Social Mitra, icónico espaço da Misericórdia de Lisboa.

Assim, na quarta-feira, 4 de março, a tarde foi dedicada ao tema “Grandes projetos e novos territórios de oportunidade em Lisboa” e a abertura da sessão coube a Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, que abordou o papel da Instituição nesta área, relembrando que a Misericórdia de Lisboa é “uma grande proprietária urbana e um ator na reabilitação do património histórico e imobiliário de Lisboa”.

O Provedor frisou também que a gestão desse património é feita de uma forma “ativa e responsável”, ao ser colocado “ao serviço da cidade e da sua missão social”. Paulo Sousa reforçou que “é possível conciliar reabilitação urbana, resposta social, inovação e parcerias estratégicas”, em nome de “uma Lisboa mais inclusiva, mais equilibrada e mais humana”.

Por seu lado, Helena Lucas, diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Misericórdia de Lisboa, conduziu uma apresentação sobre “O contributo da SCML no futuro dos territórios de oportunidade de Lisboa”, participando ainda numa mesa redonda.

“Vamos continuar a apostar em espaços multifuncionais, que não só respondam às necessidades de habitação, mas que também sirvam como centros sociais, culturais e de lazer”, garantiu a responsável.

Um dos temas apresentados por Helena Lucas ao público foi a intenção de promover parcerias para a reabilitação de espaços da Santa Casa, com cinco exemplos que poderão ter diversas tipologias de utilização: os recolhimentos da Encarnação, de São Cristóvão e das Merceeiras, bem como os edifícios D. Pedro V e o empreendimento das Forças Armadas.

Saiba mais sobre estas parcerias.

13.ª Semana de Reabilitação Urbana já abriu na Mitra

A 13.ª Semana de Reabilitação Urbana, o maior evento nacional dedicado à habitação, construção e sustentabilidade, arrancou esta terça-feira, 3 de março, num dos espaços mais emblemáticos da Santa Casa, a Lisboa Social Mitra, com a vice-provedora, Rita Prates, a representar a instituição. 

Além da vice-provedora da Misericórdia de Lisboa estiveram igualmente na inauguração da Semana de Reabilitação Urbana (SRU) várias personalidades, como o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas; a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, entre muitos outros.

Nestes três dias prevê-se que cerca de 2.500 visitantes passem pelos três dos 11 pavilhões da Lisboa Social Mitra, com o local a ser palco de 24 conferências, nas quais intervirão cerca de 120 oradores. Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, será um dos intervenientes do evento, cabendo-lhe “abrir” a sessão das 15h00 de quarta-feira, subordinada ao tema “Grandes Projetos e Novos Territórios de Oportunidade em Lisboa”.

No mesmo dia, às 15h25, irá também intervir a responsável pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património (DGIP) da Santa Casa, Helena Lucas, que abordará “O contributo da SCML no futuro dos territórios de oportunidade de Lisboa”. À intervenção seguir-se-á uma mesa-redonda, na qual se tentará encontrar resposta para algumas das mais importantes questões da atualidade, como a expansão de Lisboa, a forma de se planear e criar territórios mais inclusivos e de que forma os investimentos público e social poderão ser alavancas do investimento privado.

A 13.ª SRU conta, uma vez mais, com o apoio da Santa Casa, ou não fosse o património uma área prioritária para a instituição, com a atual Administração a apostar na valorização e rentabilização de ativos, na otimização de serviços e equipamentos e na alienação de imóveis sem possibilidades de rentabilização ou em estado avançado de degradação. Medidas que integram o Plano de Reestruturação em curso na Misericórdia de Lisboa e que influenciam outra área fundamental da cidade: a habitação.

Consulte o programa da 13.ª Semana de Reabilitação Urbana e visite a Lisboa Social Mitra.

Rita Prates (à direita), Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa, esteve presente na inauguração, acompanhada por Helena Lucas (à esquerda), a responsável pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Santa Casa

Santa Casa promoveu nova hasta pública de imóveis

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa promoveu esta quarta-feira, 4 de fevereiro, mais uma hasta pública de imóveis, na qual realizou cerca de 7 milhões de euros, dando seguimento à medida estratégica de Alienação de Ativos Imobiliários e Participações Societárias Não Relevantes, prevista no Plano de Reestruturação da Instituição.

Nesta sessão, que decorreu na Sala de Extrações, oito dos 12 imóveis presentes em hasta geraram 27 propostas e foram alienados por um valor total de 6.986.905€. Quatro dos imóveis não tiveram propostas.

Recorde-se que a concretização desta medida permitirá a rentabilização de ativos da Santa Casa, através de uma gestão estratégica focada na eficiência e racionalidade, dando um contributo fundamental para a recuperação de património da Misericórdia de Lisboa, bem como para o reforço das respostas nas áreas da Saúde e Ação Social.

Edifício Sousa Martins 24

O Edifício Sousa Martins 24, o mais recente projeto de construção da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi apresentado no passado dia 12 no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), e coloca no mercado de arrendamento 27 frações habitacionais e 1 loja comercial, em mais uma aposta da Instituição na reabilitação urbana.

Situado numa das zonas mais centrais e vibrantes da cidade, foi construído com materiais de excelência e cumpre as mais rigorosas normas de segurança. Além disso, segue os mais altos padrões de sustentabilidade e eficiência energética, proporcionando um estilo de vida moderno e urbano e ambientalmente responsável.

Fique a conhecer o novo edifício e as frações disponíveis.

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Santa Casa volta a estar presente no 28.º Salão Imobiliário de Lisboa

De 10 a 12 de abril, o Parque da Nações acolhe mais uma edição do Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), um evento anual dedicado ao imobiliário e que é conhecido por ser um ponto de encontro entre profissionais do setor, investidores e público em geral. Durante três dias, a Feira Internacional de Lisboa (FIL) torna-se um palco de debates, exposições, apresentações, entrega de prémios, networking e muitas outras iniciativas, sendo ainda um espaço para a concretização de negócios ligados ao imobiliário.

Um dos momentos altos do evento será na tarde desta sexta-feira, às 15h50, com o Provedor Paulo Sousa a explicar um dos principais desafios que se coloca atualmente à Instituição: a necessidade de rentabilização do vasto património da Santa Casa e o reforço da inclusão social, que continua a constituir uma das missões da Misericórdia de Lisboa.

A sessão da tarde de sexta-feira integra ainda o painel subordinado ao tema “A cidade de pessoas e o desafio da inclusão social”, a cargo do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, ou “O desafio da inclusão social nas cidades portuguesas”, com Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Desenvolvimento Local no executivo lisboeta.

Ainda na tarde desta sexta-feira, às 17h45, haverá um outro momento dedicado à Santa Casa no SIL HUB Stage, sob o tema “Sousa Martins 24”, no qual será apresentado um dos mais recentes projetos de reabilitação da Misericórdia de Lisboa, que se encontra finalizado e pronto para entrar no mercado de arrendamento habitacional.

Para acompanhar tudo o que irá acontecer ao longo dos três dias em que irá decorrer o SIL, assim como consultar o respetivo programa, aceda ao site do Salão Imobiliário de Lisboa 2025.

Santa Casa foi exemplo do papel das mulheres na evolução das cidades na Semana da Reabilitação Urbana

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) foi protagonista numa das conferências da Semana da Reabilitação Urbana, o maior evento nacional dedicado aos temas da habitação, construção e sustentabilidade. Numa iniciativa subordinada ao tema “O Papel das Mulheres na Evolução das Cidades”, a Instituição foi apontada como exemplo, desde logo por ter sido fundada por uma mulher, a Rainha D. Leonor, como destacou Helena Lucas, diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Misericórdia de Lisboa.

“A Santa Casa é uma das instituições mais emblemáticas do nosso país e, desde a sua fundação por uma mulher, a Rainha D. Leonor, atua para o bem-estar social e para a promoção da dignidade humana. Mas a sua missão compreende também o compromisso de preservar, valorizar e rentabilizar o seu património com a finalidade de criar respostas sociais e gerar receitas que possam reverter para as suas causas”, lembrou Helena Lucas na sua primeira intervenção da tarde, com o título “Construir cidade – O contributo da SCML”, que decorreu na Fábrica do Pão, no Beato Innovation District.

Após a intervenção de Maria de Fátima Reis, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e secretária-geral da Academia Portuguesa da História, com uma perspetiva histórica do papel das mulheres na construção das cidades, decorreu uma mesa redonda que juntou Helena Lucas, Margarida Ordaz Caldeira, Sofia Galvão, Helena Roseta e Inês Lobo.

Mais uma vez, a diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Santa Casa realçou o papel feminino nesta área, comparando mesmo as virtudes atribuídas às mulheres com aquelas que a Misericórdia de Lisboa tem apresentado no seu trabalho.

“As mulheres têm uma resiliência e uma capacidade de fazerem várias coisas ao mesmo tempo e de se adaptarem. E eu acho que é isso que a Santa Casa faz: é resiliente, tem capacidade de garantir e se responsabilizar por diversas áreas e consegue adaptar-se às necessidades da sociedade. É isso que tem feito ao longo destes cinco séculos”, terminou Helena Lucas.

Refira-se que a área do património tem sido uma das prioridades da Misericórdia de Lisboa nos últimos meses, com uma forte aposta na sua valorização, inerente ao Plano de Reestruturação que a Instituição tem em curso e cujas bases passam pela rentabilização de ativos, otimização de serviços e equipamentos e alienação de património sem possibilidades de rentabilização ou em estado avançado de degradação, no âmbito de um programa de investimento e desinvestimento.

Estas medidas impactam diretamente noutra área fundamental, a habitação, e a Misericórdia de Lisboa pretende reforçar o número de imóveis no mercado de arrendamento habitacional, à medida que foi reabilitando o seu património. Esta constitui, de resto, uma das mais importantes medidas do Plano de Reestruturação, pois potencia o seu património enquanto fonte de rendimento e, simultaneamente, disponibiliza mais frações para o mercado de arrendamento habitacional em Lisboa.

Exposição “Cidade feita pelas mulheres”

No primeiro dia da Semana da Reabilitação Urbana, um evento com organização da Vida Imobiliária e com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi inaugurada a exposição “Cidade feita pelas mulheres”, na qual foram destacados os principais rostos femininos que tiveram um papel ativo na transformação de Lisboa e não só.

Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, e Ângela Guerra, administradora da Instituição, tiveram oportunidade de visitar a exposição e contemplar um painel inteiramente dedicado à Rainha D. Leonor, também chamada de Rainha das Misericórdias pelo seu contributo pioneiro e determinante nesta área.

Santa Casa volta a participar na Semana da Reabilitação Urbana

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa volta este ano a marcar presença na Semana da Reabilitação Urbana, o maior evento nacional dedicado aos temas da habitação, construção e sustentabilidade. A Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa, acolhe a 12.ª edição do evento, de 25 a 27 de fevereiro.

Contando com 140 oradores e 60 entidades representadas, a Semana da Reabilitação Urbana vai dividir-se por dois palcos, que vão acolher conferências, debates, workshops e seminários jurídicos, numa iniciativa da Vida Imobiliária, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A Santa Casa será, de resto, protagonista numa conferência no segundo dia do evento, subordinada ao tema “O Papel das Mulheres na Evolução das Cidades”, na qual será representada por Helena Lucas, diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património da Instituição. Em discussão estará a forma como as mulheres têm sido agentes ativos na promoção de cidades mais agregadoras.

Refira-se que a área do património tem sido uma das prioridades da Misericórdia de Lisboa nos últimos meses, com uma forte aposta na sua valorização, inerente ao Plano de Reestruturação que a Instituição tem em curso e cujas bases passam pela rentabilização de ativos, otimização de serviços e equipamentos e alienação de património sem possibilidades de rentabilização ou em estado avançado de degradação, no âmbito de um programa de investimento e desinvestimento.

Estas medidas impactam diretamente noutra área fundamental, a habitação, e a Misericórdia de Lisboa pretende reforçar o número de imóveis no mercado de arrendamento habitacional, à medida que foi reabilitando o seu património. Esta constitui, de resto, uma das mais importantes medidas do Plano de Reestruturação, pois potencia o seu património enquanto fonte de rendimento e, simultaneamente, disponibiliza mais frações para o mercado de arrendamento habitacional em Lisboa.

Consulte o programa da XXII Semana da Reabilitação Urbana.

Santa Casa realizou nova hasta pública de imóveis

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa realizou esta terça-feira, 21 de janeiro, a segunda hasta pública de imóveis. A sessão teve lugar na Sala de Extrações e foram adjudicados dois dos três imóveis em questão, que rendem, no total, 11.910.000€ à Instituição.

Recorde-se que os valores arrecadados com esta hasta pública serão integralmente revertidos para os projetos sociais da Misericórdia de Lisboa, cuja missão se estende em áreas como a saúde, educação, cultura e assistência social, bem como para a recuperação de património da Santa Casa.

A hasta pública decorreu no âmbito do Plano de Reestruturação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que contempla um Programa de Investimento e Desinvestimento. Este Programa define as linhas de orientação de algumas das medidas estratégicas que a Santa Casa está a implementar, nomeadamente a Alienação de Ativos Imobiliários e Participações Societárias Não Relevantes, garantindo, desta forma, a sustentabilidade a médio e longo prazo da Misericórdia de Lisboa.

Recuperação do Palácio de São Roque recebe Menção Honrosa da Gulbenkian

A Brotéria recebeu na quinta-feira, 12 de setembro, a cerimónia de entrega do Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva.

Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, marcou presença no evento para receber a Menção Honrosa atribuída à Misericórdia de Lisboa pela recuperação do Palácio de São Roque, e destacou o trabalho que tem vindo a ser feito pela instituição na área da recuperação do seu património.

“É com muito orgulho que vemos hoje premiados dois projetos que contaram com o suporte e o apoio da Santa Casa, num trabalho que valoriza o património e enriquece culturalmente a cidade de Lisboa”, começou por dizer Paulo Sousa, referindo-se também ao restauro da biblioteca da Brotéria.

O Provedor recordou que o Palácio de São Roque tornou-se propriedade da Santa Casa em 2014 e a instituição “potenciou o seu uso, tornando-o acessível à sociedade e à cidade, e definiu um programa de caráter museológico, a partir de uma visão global daquilo que poderia ser esta realidade no Largo Trindade Coelho e de ter ali um novo Pólo Cultural na cidade”.

Para Paulo Sousa, esta Menção Honrosa prova a importância de se continuar a “promover a excelência na recuperação e valorização, mas também a divulgação” do património da instituição, agradecendo o trabalho do arquiteto João Pedro Falcão de Campos e deixando o convite a todos para que visitem o edifício e a Casa Ásia.

O Palácio de São Roque, cuja data de construção remonta a meados do século XVII, estava em avançado estado de degradação antes desta intervenção, que procurou “trazer a cidade para dentro do edifício” abrindo as suas portas, e sempre com o cuidado de preservar a sua história e os aspetos originais.

A Menção Honrosa distinguiu, assim, o trabalho executado no restauro, reabilitação e reutilização, que passou pela recuperação da integridade palaciana deste edifício da Santa Casa e pela adaptação às necessidades de um novo museu entretanto aberto à cidade: a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo.

O Prémio Gulbenkian Património Maria Tereza e Vasco Vilalva distingue intervenções em bens móveis e imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património, e o vencedor da edição deste ano foi a recuperação da biblioteca da Brotéria, que está instalada no antigo Palácio dos Condes de Tomar, reabilitado pela Misericórdia de Lisboa.

A Brotéria integra, aliás, o Pólo Cultural de São Roque, juntamente com a Igreja e Museu de São Roque, o Arquivo e Biblioteca da Santa Casa e o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, uma iniciativa que mereceu elogios por parte de António Lamas, presidente do Júri.

Além do Provedor Paulo Sousa, na cerimónia de entrega do Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva estiveram presentes David Lopes e André Brandão de Almeida, administradores da Santa Casa, e Helena Lucas, diretora do Departamento de Gestão Imobiliária e Património.

Santa Casa reconhecida pela recuperação do seu património imobiliário

O empenho da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa na recuperação e preservação do seu património foi, uma vez mais, alvo de reconhecimento. A recuperação do Palácio de São Roque, que alberga a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, ganhou o diploma de Menção Honrosa do Prémio Gulbenkian Património Maria Tereza e Vasco Vilalva, que distingue intervenções em bens móveis e imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património.

Sobre esta Menção, foi assinalado que o Palácio se encontrava em “avançado estado de degradação”, tendo sido distinguido pelo restauro, reabilitação e reutilização, que passou pela recuperação da integridade palaciana deste edifício da Santa Casa e pela adaptação às necessidades de um novo museu aberto à cidade: a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo.

O Palácio de São Roque, cuja data de construção remonta a meados do século XVII, resulta de várias alterações, evoluções e melhoramentos levados a cabo ao longo de três séculos e meio de história. Com o mote “trazer a cidade para dentro do edifício”, o projeto de reabilitação procurou tornar o palácio mais permeável à cidade, abrindo as suas portas, sempre com o cuidado de preservar a sua história e os aspetos originais.

A atribuição da menção honrosa foi conhecida esta segunda-feira, dia 10 de setembro, sendo que a cerimónia vai decorrer no dia 12, na Brotéria, cujo restauro da biblioteca venceu o Prémio Vilalva da Gulbenkian.

A edição deste ano recebeu 20 candidaturas, tendo o júri sido composto por António Lamas, Gonçalo Byrne, Raquel Henriques da Silva, Rui Vieira Nery e Santiago Macias.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

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Contactos gerais e moradas