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Santa Casa participa na apresentação do LxSTAT e do Índice de Vulnerabilidade Social

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa marcou presença na apresentação do LxSTAT e do Índice de Vulnerabilidade Social (IVS), desenvolvidos pelo CoLABOR, numa sessão que decorreu na Sala do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa, nos Paços do Concelho.

A iniciativa contou com a presença de Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, de Rita Prates , Vice-Provedora, e de Luís Rego, administrador da instituição, reforçando o envolvimento da Misericórdia de Lisboa em projetos que promovem uma intervenção social mais informada e eficaz.

A sessão teve início com a intervenção de Maria Luísa Aldim, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, seguindo-se a intervenção do Provedor da Santa Casa, que destacou o papel da Câmara Municipal de Lisboa como parceiro estratégico fundamental: “a CML não é apenas um parceiro, é ‘o’ parceiro da Santa Casa”, sublinhando ainda o elevado potencial das ferramentas desenvolvidas pelo CoLABOR para apoiar a tomada de decisão na instituição. Carvalho da Silva, coordenador do CoLABOR, concluiu a fase de intervenções.

O evento incluiu ainda a apresentação do LxSTAT, por Catarina Cruz, e do Índice de Vulnerabilidade Social, por Bárbara Ferreira.

O LxSTAT assume-se como um observatório de dados sobre Lisboa, agregando informação estatística de múltiplas fontes para apoiar políticas públicas baseadas em evidência. A plataforma permite caracterizar dinâmicas sociais, económicas e demográficas, facilitando a leitura territorial e a definição de respostas ajustadas às especificidades da cidade.

O Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) constitui uma ferramenta inovadora de apoio ao planeamento estratégico, baseada na análise de dados administrativos anonimizados de cerca de 23 mil utentes. Assente numa abordagem multidimensional, que integra dimensões económica, de saúde, habitação e violência/negligência, permite identificar perfis de risco, antecipar situações críticas e promover uma lógica de intervenção precoce e mais eficaz.

Estas ferramentas reforçam a capacidade da Santa Casa e dos seus parceiros para desenvolver estratégias mais informadas, equitativas e orientadas para as reais necessidades da população, contribuindo para uma intervenção social mais integrada e eficaz em Lisboa.

Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância com o apoio da Santa Casa

Em abril, o laço azul ganha um significado muito mais profundo do que a mera cor do horizonte, sendo o símbolo da sensibilização, da precaução e do compromisso de se proteger as crianças. A Campanha de Prevenção dos Maus-Tratos na Infância 2026 já está na rua – e também na Santa Casa – com todos unidos em torno do slogan “Serei o que me deres… que seja amor”.

A campanha, com um carácter internacional, pretende chamar a atenção para a problemática dos maus-tratos na infância, com a Santa Casa a realizar diversas ações em diferentes serviços. A partir de hoje e ao longo dos próximos 30 dias, o laço azul estará presente em vários equipamentos, que se multiplicarão em iniciativas de sensibilização e prevenção.

Neste mês, os trabalhadores da Santa Casa são também convidados a participar nesta “união conjunta” contra a violência infantil, através do uso de um pequeno laço azul na sua roupa, um símbolo mundial que relembra as crianças vítimas de maus-tratos. Mas não só!

À semelhança do que sucedeu nos anos anteriores, a campanha culminará no último dia do mês, a 30 de abril, às 11h30, com uma iniciativa simbólica desenvolvida a nível nacional: a formação de um gigantesco laço azul humano, que no “universo” da Santa Casa já tem um nome: o “Laço Azul Intergeracional”, formado em pleno Largo Trindade Coelho, com o apoio de crianças, colaboradores e idosos da instituição. Aos participantes apenas são exigidos dois únicos e simples requisitos: que estejam no local meia-hora antes e que todos enverguem uma t-shirt ou camisola azul, para que o laço humano seja visto do céu.

No calendário das iniciativas do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância destacam-se ainda as ações preparadas pela Direção de Saúde Santa Casa, que irá colocar a tónica na mensagem “Protege. Cuida. Sinaliza – Porque todos os dias alguém precisa que repares”. A frase será o mote de um conjunto de ações que irão decorrer ao longo do mês, centradas na importância dos pequenos gestos diários na proteção infantil e no papel ativo que todos – comunidade, famílias, idosos, colaboradores, entre muitos outros – têm na prevenção dos maus-tratos na infância.

Esteja atento a todas as iniciativas e participe!

Porquê um laço azul?

Tudo começou em 1989, quando a norte-americana Bonnie Finney amarrou uma fita azul na antena do seu carro, em homenagem ao seu neto, que tinha morrido vítima de maus-tratos. Com este pequeno gesto simbólico, esta avó pretendia gerar curiosidade e, desta forma, chamar a atenção para a problemática da violência sobre as crianças. A intenção de Bonnie resultou e foi graças a si que abril passou a ser o Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância. Quanto à escolha da cor, também existe um motivo: o azul representa as nódoas negras e as lesões.

Esta é a origem desta campanha. Atualmente, durante o mês de abril, são vários os países a usarem fitas azuis em memória daqueles que morreram ou são vítimas de qualquer tipo de abuso infantil.

Bicicletas, companhia e um bairro que se reencontra

Ao ponto de encontro habitual, o Passeio Ribeirinho na zona das Docas dos Olivais, a primeira a chegar é Josefa. Não vem com pressa. Chega devagar, como quem já conhece a rotina. “Venho apanhar ar”, diz. É a segunda vez que participa. Da primeira gostou tanto que decidiu repetir.

Pouco a pouco, outras pessoas vão chegando. No total, são seis. O percurso é simples: até à doca dos Olivais e voltar. São, mais ou menos, 15 minutos por cada volta. O suficiente para sentir o vento no rosto, conversar e, sobretudo, sair de casa. Especialmente depois de dias fechados por causa das várias tempestades.

No centro da atividade está uma bicicleta diferente. Adaptada, robusta, pensada para quem tem mobilidade reduzida ou nunca teve oportunidade de pedalar. Luís Reis, responsável pelo Centro de Promoção Social da PRODAC, equipamento da Santa Casa, e o condutor, desta vez, da bicicleta, explica e exemplifica: “O estrado baixa para facilitar a entrada”, sendo que há todo um pequeno ritual antes da partida: verificar a segurança, ajustar os apoios para os pés, colocar uma mantinha para proteger do frio e oferecer um chá quente, feito propositadamente para a ocasião.

Para muitos, é mais do que um passeio. É uma primeira vez para andar neste meio de transporte. Maria da Luz observa com atenção enquanto a equipa prepara a bicicleta. Está prestes a subir para a primeira volta. “Vim para me distrair, para apanhar um bocadinho de sol”, conta, com um sorriso tímido.

Vai partir na primeira volta, ao lado de Josefa. Quando regressam, as expressões dizem mais do que qualquer descrição. O sorriso aberto chega antes das palavras.

duas senhoras sentadas numa bicicleta adaptada são conduzidas por um senhor

Mais pessoas esperam pela sua vez. Zulmira e Elvira experimentam pela primeira vez. Domingas e Gracinda já são repetentes. Quando chega a sua vez, Domingas brinca com a situação: “Eu já vim muitas vezes. Já tenho passe”, diz, divertida.

A bicicleta não fica ali parada muito tempo. Depois daquela manhã, segue para a Mitra, onde, no dia seguinte, um voluntário ajudará outros utentes a passear. Na semana a seguir, estará noutro local, noutra atividade. Porque o objetivo é simples: que o recurso circule e chegue ao maior número de pessoas possível.

Uma bicicleta para todos

O projeto chama-se “Bicicletas e Companhia” e nasceu de uma ideia simples que foi ganhando forma ao longo dos anos. A base está numa cicloficina comunitária que funciona na PRODAC desde 2018. Ali, qualquer pessoa pode aprender a reparar a sua própria bicicleta. Conta Luís Reis: “Não é uma oficina convencional. A ideia nunca foi reparar bicicletas para as pessoas, mas sim que sejam elas a aprender a fazê-lo.”

Ferramentas, peças e orientação estão disponíveis para quem quiser aprender. O uso do espaço é gratuito. Em troca, quem participa é convidado, sem obrigatoriedade, a dedicar algum tempo a ajudar outros.

“Quando alguém usa a oficina, pedimos apenas que disponibilize, por exemplo, meia hora por semana para ajudar outra pessoa. É uma lógica de troca solidária”, diz.

A evolução desse espírito comunitário levou à criação do projeto atual, financiado através do programa “Gerações Solidárias” da Misericórdia de Lisboa. Com esse apoio foi possível adquirir a bicicleta adaptada. “É uma bicicleta com um estrado que baixa e permite que pessoas com andarilho ou mobilidade muito reduzida consigam subir. Há pessoas que nunca andaram de bicicleta na vida e aqui conseguem experimentar”, explica Luís Reis.

O funcionamento do passeio tem uma particularidade importante: sempre que possível, quem conduz a bicicleta é alguém que já conhece a pessoa transportada. “Nós preferimos que a instituição ou o grupo que traz os utentes traga também alguém para conduzir. Nós explicamos como funciona a bicicleta e essa pessoa vai passear com eles”, explica Luís Reis.

O resultado é uma experiência mais próxima e mais humana. “Torna-se mais empática porque são pessoas que já têm uma relação”, acrescenta.

Nestes passeios, há histórias que ficam na memória. Como a do senhor Vicente, antigo camionista que perdeu a visão já em adulto. Um dia pediu para conduzir a bicicleta. “Com muito cuidado, fomos ajudando e ele conseguiu. Foi um momento muito ternurento, para ele e para nós, ao vermos a comoção de alguém que tinha perdido a capacidade de conduzir, de fazer aquilo que era a sua profissão, e voltar a sentir entusiasmo, ainda que diferente, por poder conduzir um veículo”, recorda Luís Reis.

Mais do que pedalar

Enquanto a bicicleta regressa de mais uma volta, o grupo conversa, bebe chá e comenta a experiência. Há risos, histórias e a promessa de regressar na semana seguinte.

Luís Reis observa o movimento com satisfação. Para ele, o projeto é simples na forma, mas profundo no impacto. “Se temos um recurso destes, então devemos utilizá-lo ao máximo para a comunidade”, diz.

A bicicleta, afinal, é apenas o ponto de partida. O verdadeiro objetivo é outro: garantir que ninguém fica para trás, nem em casa, nem na vida do bairro. E isso percebe-se facilmente quando a bicicleta regressa de mais um passeio. Porque, no final, há um detalhe que se repete sempre: os sorrisos.

Orquestra Geração celebra a chegada da Primavera com concerto memorável

A tradição voltou a ser cumprida no final do dia de terça-feira, quando 56 jovens músicos encheram a Sala de Extrações com as mais belas notas musicais.

Quatro dias após a entrada oficial na nova estação, as crianças e jovens da Orquestra Geração homenagearam a Primavera, um momento musical que deslumbrou o público, que não conseguiu esconder a emoção, e que surpreendeu os vogais da Mesa da Santa Casa que assistiram à atuação.

Já considerado um dos momentos altos da Orquestra Geração, o concerto que celebra a chegada da Primavera representa mais uma ocasião em que os “pequenos grandes músicos” exibem o seu talento e mostram os avanços resultantes de muitas e muitas horas de treino nos instrumentos de sopro, percussão e muito mais.

Membros da administração na plateia

Membros da Mesa fizeram questão de assistir ao concerto que celebra a chegada da Primavera

O projeto “Orquestra Geração” nasceu em 1975, na Venezuela, com o propósito de recrutar jovens músicos em bairros desfavorecidos, onde era mais difícil fazer chegar a arte. O projeto chegou a Portugal muito mais tarde, já em 2007, “arrancando” na Escola Básica Miguel Torga, no Bairro Casal da Boba, na Amadora.

Dez anos depois, em 2017, a Misericórdia de Lisboa abraçou este projeto artístico e de inclusão social, constituindo a Orquestra Geração Santa Casa e “abrindo” as suas portas às crianças e jovens a cargo da instituição. Para erguer o projeto foi criado um protocolo de colaboração com o Projeto Orquestra Geração Sistema Portugal, o qual tem como essência o trabalho social realizado através da música.

Desde então, a Orquestra Geração Santa Casa tem atuado em locais emblemáticos da cidade de Lisboa, como a Igreja de São Roque ou o Teatro São Carlos.

Vem aí o concerto da primavera da Orquestra Geração

A atuação reunirá 56 jovens músicos, num espetáculo que promete encher a sala de energia e sonoridades que celebram a chegada da nova estação. A Orquestra Geração, reconhecida pelo seu impacto social e educativo, volta assim a mostrar o resultado do trabalho contínuo de formação artística e inclusão através da música.

Mais do que um concerto, o evento simboliza o compromisso da Santa Casa com a promoção da cultura e o apoio ao desenvolvimento dos seus jovens músicos. Será uma oportunidade para o público testemunhar o crescimento artístico destes intérpretes e celebrar a primavera com uma performance inspiradora.

 

Espaço ComVida abre portas à partilha de boas práticas no apoio a pessoas com demência

A iniciativa permitiu que 15 profissionais conhecessem de perto a metodologia e o funcionamento do Espaço ComVida, no Centro Social e Polivalente das Furnas. Esta resposta inovadora da SCML é dedicada a pessoas com demência e foca-se na pessoa, na promoção da saúde mental, no fortalecimento das relações familiares e no envolvimento da comunidade.

“O encontro foi um momento de partilha muito enriquecedor, que permitiu à nossa equipa refletir sobre as práticas desenvolvidas e trocar experiências com outros profissionais da área social”, sublinha Ana Nascimento, diretora do Centro Social Polivalente do Bairro das Furnas. “Este tipo de colaboração é essencial para construirmos respostas cada vez mais humanizadas e integradoras para as pessoas com demência e para quem as cuida.”

A visita incluiu também a apresentação do livro “A Mala Mágica – Leva-me a contar”, da coautoria de Ana Nascimento, Vanessa Carvalho e Sofia Sousa. A obra, resultado de um projeto comunitário da SCML, foi oferecida aos participantes como inspiração para novas iniciativas e boas práticas a replicar no Município de Torres Vedras.

Mais do que uma visita técnica, o encontro reforçou a filosofia do Espaço ComVida: ser um espaço aberto à comunidade, à partilha de conhecimento e à colaboração com parceiros, construindo respostas inovadoras e humanas para pessoas com demência e para as suas famílias.

Noite de Fados regressa ao Centro de Desenvolvimento Comunitário da Charneca

A iniciativa pretende reunir habitantes do bairro, famílias dos utentes e participantes de outros Centros de Dia da SCML num momento cultural de proximidade e celebração das tradições lisboetas.

A noite de fados terá lugar a 13 de março, contando com as vozes de Ana Lúcia, Liliana Santos, Hortense Coutinho e Osvaldo Coutinho, acompanhados pelos músicos Filipe Campos (viola) e José Catarino (guitarra). Um elenco que promete interpretar fados marcados por emoção, memória e autenticidade.

Para completar o ambiente acolhedor, serão servidos sabores tradicionais, como caldo verde, chouriço, pastéis de bacalhau e outras iguarias, convidando a uma experiência partilhada entre música, conversa e convívio comunitário.

A iniciativa decorre nas instalações do CDC Charneca, na Azinhaga do Reguengo 20, Lisboa, reforçando o compromisso da Santa Casa em promover cultura, participação e bem‑estar junto de todas as gerações.

Conheça as atividades da Agenda Sociocultural para março e abril

Em março, merecem destaque a “Noite de Fados”, já na próxima sexta-feira, 13, no CDC da Charneca, e o encontro literário “Encontros com Pessoa”, no dia 16, no Centro Intergeracional Ferreira Borges. Entre as visitas culturais, sobressai o programa “Viver a Cidade”, no dia 31, que convida os participantes a redescobrir o Museu de História Natural e da Ciência. Já na vertente comunitária, o “Jantar Comunitário da Ameixoeira” regressa também a 31 de março, reunindo vizinhos à volta da partilha e do diálogo.

No mês de abril, continuam as atividades que promovem criatividade e expressão, como “A Arte – A Imaginação Comanda”, no dia 15, no Bairro da Boavista, e as “Tertúlias Temáticas” na Residência Quinta Alegre, nos dias 10 e 24. Destaca-se ainda a exposição A.S.E. – Artistas Secretos Especiais, patente de 6 a 10 de abril no Bairro Padre Cruz, reunindo trabalhos desenvolvidos por jovens em contextos de aprendizagem artística ao longo do ano.

Para além das atividades pontuais, a agenda inclui sessões regulares de artes manuais, leitura, expressão criativa, atividade física, dança e bem‑estar emocional em vários equipamentos da Santa Casa, abertas ao público mediante inscrição.

Com uma oferta tão diversificada, a SCML convida toda a comunidade a participar, aprender, descobrir e celebrar a vida coletiva em Lisboa.

banner agenda sociocultural março_abril 2026

Café Memória prepara-se para surpreender participantes com sessão dedicada à estimulação multissensorial

A sessão será dinamizada por Mariana Dias, com formação em Snoezellen e atual diretora do CAI Vítor Manuel, precisamente o local onde excepcionalmente irá decorrer esta sessão do Café Memória, no nº 96 da Calçada da Tapada, em Lisboa.

O Café Memória é um local de encontro e partilha destinado a pessoas com problemas de memória, síndromes demenciais, cuidadores, familiares e todos que se interessam por estas temáticas. O ambiente é acolhedor, seguro e propício para a troca de experiências, apoio emocional e interação entre os pares.

Com uma equipa constituída por Cristina Luz e Sónia Mascarenhas, assim como pela enfermeira Guida Amorim, a entrada no Café Memória é livre, não sendo necessária inscrição prévia.

Voluntária promove sessões de Reiki para melhorar bem-estar e reduzir stress

Num mundo cada vez mais agitado há pequenas escapatórias que podem fazer toda a diferença e é isso que propõe o Centro de Dia do Alto do Pina com as suas sessões de Reiki, uma terapia complementar que promove o relaxamento, acalma a ansiedade e reduz o stress, através do equilíbrio de energias.

Tudo começou há cerca de um ano, quando Idalina Furtado se inscreveu para fazer voluntariado na Santa Casa. Conhecedora e praticante de Reiki, Idalina foi reencaminhada para o Centro de Dia do Alto do Pina onde estabeleceu sessões semanais com utentes e colaboradores deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, mas igualmente abertas à comunidade de forma gratuita.

“De uma forma breve e muito generalista, o Reiki é a transmissão de uma energia universal para o corpo humano e para todos os seus centros nevrálgicos. A canalização do Reiki faz-se através da imposição das mãos do terapeuta. A energia já existe no universo e nós canalizamo-la para as necessidades do corpo humano, num ambiente calmo e de relaxamento”, começa por explicar a voluntária.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar, embora o trabalho com os utentes do Centro verse mais sobre determinadas áreas do corpo. Numa pequena, mas acolhedora sala, preparada com pouca luz, aromas reconfortantes e música calma, os participantes são convidados a entrar individualmente e a sentarem-se no cadeirão.

“Aqui no Centro, e atendendo à população que tem, trabalho quatro centros nevrálgicos, que no Reiki chamamos de chakras: coroa, testa, garganta e coração. Mas trabalhando estes quatro, trabalhamos tudo o que está à volta. Por vezes, é só uma questão de sensibilidade: a pessoa não se sente tão otimista, está mais stressada, tem uma doença que chegou agora… E o Reiki vem sempre fazer bem”, explica a terapeuta.

Hoje é a vez de Emília Ferreira. Foi convidada a experimentar uma primeira vez e ficou fã do conceito, daí ter voltado para esta segunda sessão com Idalina.

“Já tinha feito Ioga, mas isto é diferente. Saí totalmente diferente do que quando entrei: senti-me bem, mais calma. Gostei muito, por isso venho, conforme posso”, refere Emília.

A sessão tem então início e ambas se calam, deixando as energias fluir ao som da música. Dali a sensivelmente meia hora, Emília sairá revigorada pelas mãos de Idalina e de energias renovadas.

Se estiver interessado em experimentar uma sessão de Reiki, pode inscrever-se junto do CD Alto do Pina através do telefone 218 411 070 ou do email ana.rogerio@scml.pt.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

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