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Agenda Sociocultural: Cultura, saúde e convívio marcam a primeira semana de fevereiro

Assim, no arranque da próxima semana, a 2 de fevereiro, o Centro de Dia do Alto do Pina promove um Workshop de Corações, dedicado à criação de peças em gesso perfumado, enquanto o Centro de Dia Rainha D. Maria I acolhe mais uma sessão do Ciclo de Cinema. No mesmo dia, decorrem ainda sessões de Musicoterapia no Alto do Pina, reforçando a oferta na área do bem‑estar emocional.

O dia 3 traz novas propostas, como a Biodanza no Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos e os Passeios de Bicicleta para Todos, iniciativa inclusiva do CPS PRODAC que permite a participação de pessoas com mobilidade reduzida.

A meio da semana, a 4 de fevereiro, o destaque vai para a Terapia de Bauer no Centro de Dia do Alto do Pina, complementada por atividades regulares como informática e bingo no Centro de Dia Rainha D. Maria I, sessões de movimento no Centro Social de S. Boaventura e momentos de leitura e convívio no Centro Social e Polivalente de S. Cristóvão e S. Lourenço.

A 5 de fevereiro, regressam as Oficinas Criativas no Centro de Dia Rainha D. Maria I, mantendo viva a participação em trabalhos manuais e artísticos.

A semana encerra a 6 de fevereiro com mais uma edição do Quiz Musicalmente no Centro de Dia Rainha D. Maria I, além das habituais sessões de movimento, música e bem‑estar que marcam as sextas‑feiras nos vários equipamentos, incluindo o CPS PRODAC, o Centro Social de S. Cristóvão e S. Lourenço e a ERPI Quinta Alegre.

Venha participar. Para mais informações, consulte a agenda completa.

Menzies Aviation doa 48 computadores ao Centro Social Polivalente do Bairro Padre Cruz

A empresa Menzies Aviation, uma multinacional de serviços aeroportuários, doou 48 computadores e outros acessórios de informática ao Centro Social Polivalente do Bairro Padre Cruz, equipamento gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Este espaço está situado no maior bairro social da Península Ibérica e providencia múltiplas valências sociais integradas: creche, ATL, residências assistidas e centro de dia, prestando ainda apoio domiciliário.
Cinco dos computadores entregues já foram instalados no Espaço de Inclusão Digital – um sexto também ficará ali – e já estão à disposição dos utentes do Centro, sendo que os restantes poderão rumar a outros equipamentos mediante as necessidades que, entretanto, forem detetadas.

Fernando Pinto, diretor da Direção de Atendimento e Desenvolvimento Comunitário, marcou presença na entrega dos equipamentos e sublinhou a gratidão “por este gesto que vai fazer a diferença”.

“Estamos nos primeiros passos de uma nova direção, que junta o atendimento social ao desenvolvimento comunitário e que implica olhar para o território, para os parceiros, para as pessoas e não só para os recursos, mas também para os intervenientes. Não deixa de ser muito significativo que tenhamos dado este primeiro passo”, referiu.

Por seu lado, Iolanda Lopes, responsável da área de Pessoas da Menzies Aviation, afirmou que esta quer “ser uma empresa virada para a sociedade” e deixou a porta aberta para futuras colaborações.

“É um pequeno gesto, mas se houvesse mais podíamos construir uma sociedade melhor. Quem sabe se não é o pontapé de saída para continuarmos esta colaboração”, finalizou.

5.ª edição das Jornadas RADAR reforçam a resposta comunitária ao isolamento sénior

As 5.ªs Jornadas promovidas pelo Projeto RADAR realizam-se no próximo dia 9 de fevereiro, a partir das 13h30, na Sala de Extrações da Misericórdia de Lisboa. O encontro pretende ser um momento de partilha de experiências, reflexão e convívio entre os diferentes intervenientes do projeto e todos os que trabalham ou se interessam pela área do isolamento social e da solidão não desejada.

Dedicadas ao território Sul da cidade de Lisboa, abrangendo as freguesias da Estrela, Misericórdia, Santa Maria Maior, Santo António e São Vicente, estas jornadas reúnem parceiros institucionais, radares comunitários, cidadãos e especialistas e académicos, reforçando a resposta comunitária ao isolamento sénior.

A sessão de abertura será presidida por Ângela Guerra, administradora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e contará com as intervenções de Maria Luísa Aldim, vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Lisboa, Luís Manuel André Elias, superintendente do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública, e Sandra Marcelino, diretora adjunta do Centro Distrital de Lisboa do Instituto da Segurança Social, I.P..

Ao longo da tarde, será apresentado um ponto de situação do Projeto RADAR, com enfoque no território Sul da cidade, por Mário Rui André, diretor da Unidade de Missão Santa Casa Lisboa, Cidade de Todas as Idades, que destacará o trabalho desenvolvido no terreno e o papel da rede comunitária na prevenção do isolamento e da solidão não desejada.

O programa inclui ainda o momento “Conversas Rápidas”, um espaço de partilha de experiências locais, com representantes das cinco juntas de freguesia envolvidas, num painel moderado pela empreendedora social Paula Guimarães. Participam Luís Almeida Mendes (Estrela), Carla Almeida (Misericórdia), Maria João Correia (Santa Maria Maior), Filipa Veiga (Santo António) e André Biveti (São Vicente) e encerra com notas finais de Paula Guimarães.

Consulte o programa completo e junte-se a este momento de partilha e reflexão. A participação é aberta mediante inscrição prévia.

Projeto RADAR

O Projeto RADAR visa identificar a população com 65 ou mais anos residente na cidade de Lisboa, tendo em conta as suas expetativas, privações e potencialidades, com vista à construção de sistemas de base comunitária de coesão social.

Integrado no programa Lisboa, Cidade COM VIDA Para Todas as Idades, o RADAR assenta num conceito pioneiro em Portugal, baseado no trabalho em rede, envolvendo parceiros, famílias, vizinhança, comércio local, farmácias e entidades com responsabilidade social, contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas sénior que desejam continuar a viver na sua comunidade.

RADAR continua a identificar pessoas vulneráveis e a combater o isolamento social dos mais velhos

É mais um dia de trabalho de rua para as mediadoras de proximidade do Projeto RADAR. Hoje vão percorrer algumas artérias da freguesia de São Domingos de Benfica, juntamente com uma responsável da Junta local e um agente da Polícia de Segurança Pública. Todos juntos fazem parte deste projeto, criado em 2019, que tenta identificar e acompanhar pessoas com mais de 65 anos em situação vulnerável na cidade de Lisboa, combatendo o isolamento social e a solidão não desejada.

Na lista de tarefas que cada mediadora leva consigo está o mapa da cobertura prevista no dia de hoje e nele tanto surgem moradas ainda não abrangidas pela teia do RADAR, como nomes de pessoas já inscritas na plataforma, sem esquecer os estabelecimentos comerciais/associativos que funcionam – ou podem vir a funcionar – como radares comunitários.

Catarina Mendes, uma das mediadoras, apresenta-se à entrada da porta de um casal idoso, ambos para lá dos 90 anos: “Somos do Projeto RADAR, da Santa Casa, Junta de Freguesia, PSP, Câmara Municipal de Lisboa e serviços de saúde, e estamos a fazer o registo de todos os moradores com estas idades para ficarem na nossa plataforma, no caso de precisarem de algum apoio”.

Os olhares iniciais de desconfiança desvanecem-se e o morador idoso aceita inscrever-se, respondendo a um pequeno inquérito sobre as suas condições de vida, apoio de familiares, questões de saúde… Esta abertura só é possível, muitas vezes, pela tranquilizadora presença da PSP.

“Sem a nossa presença as pessoas ficam mais receosas e algumas até fecham logo a porta. Até porque é essa a nossa recomendação quando falamos com eles: na dúvida, não abram a porta para não serem alvos de burlas ou outras coisas. Neste caso basta verem-nos e ficam mais descansados”, resume o agente Luís Pereira.

O trabalho continua: tocar à campainha, subir escadarias, muitas vezes em prédios antigos sem elevador, e conquistar a confiança das pessoas, oferecendo a possibilidade de ajuda de todo o tipo, desde a entrega de refeições, acompanhamento em consultas ou a simples presença de um voluntário para fazer companhia.

Todavia, do outro lado há, por vezes, momentos de resistência. Frases como “Até estou com receio de me quererem fazer tão bem!” ou “O que ganha a Santa Casa com isto?” são compreendidas pelos mediadores de proximidade, que tentam, no entanto, dar a volta à situação recorrendo à calma, transparência e simpatia.

Segue-se uma farmácia, esta já em sincronia com o projeto. Funciona como radar comunitário, reportando eventuais situações que cheguem ao conhecimento de quem está ao balcão. Hoje, felizmente, não há situações graves a reportar, mas são transmitidas informações úteis aos mediadores, particularmente sobre uma idosa inscrita na plataforma que não tem atendido o telefone. Afinal está bem e até aparece no momento certo para confraternizar com a equipa.

Um ano decisivo

2026 será um ano crítico para o Projeto RADAR. Este foi o ano definido desde o início para o término do projeto, sendo que será feita uma avaliação com todas as entidades envolvidas e dali poderão sair novidades para o futuro.

“O protocolo termina este ano e vamos avaliar o projeto nas suas diferentes dimensões, muito em particular, na dimensão da parceria colaborativa, porque só assim o RADAR faz sentido e tem viabilidade. Nenhuma das organizações que o compõem pode, por si só, garantir a sua operação. Só a Misericórdia, só a Câmara, só a PSP, só a Gebalis, só as Juntas de Freguesia, só as unidades de saúde, por si, não conseguiam pôr este projeto de pé”, aponta Mário Rui André, diretor da Unidade de Missão Santa Casa “Lisboa, Cidade Com Vida para Todas as Idades”.

As 32 entidades envolvidas no projeto definirão o futuro, no qual Mário Rui André vê o RADAR a ser expandido a outras populações vulneráveis, além dos 65+. Para tal, é fundamental construir uma consciência coletiva, porque “o RADAR não consegue chegar a todo o lado”.

“Sem cidadãos atentos e despertos para esta problemática não será possível. Essa cidadania ativa é, talvez, o último grande desafio que o Projeto RADAR deve ter e o mais difícil a médio e longo prazo. O nosso sonho é que um dia qualquer cidadão de Lisboa, de qualquer idade, saiba o que é o Projeto RADAR e como pode dar o seu contributo”, explica.

Resultados positivos

Com a “consciência de que ainda há muito para fazer”, Mário Rui André lembra que a plataforma do RADAR tem já 45 mil pessoas inscritas e que “os objetivos foram atingidos”.

“Tornámos o projeto num instrumento da cidade, assente na parceria colaborativa. A plataforma é uma realidade e permite partilhar informação e recursos, tendo hoje 365 utilizadores/pontos focais. Criámos uma rede de cerca de 5 mil radares comunitários, que são os nossos olhos e ouvidos na cidade. Criámos uma linha de contacto que telefona regularmente às pessoas inscritas. Foi criado o voluntariado RADAR, que garante já 35% dessas mesmas chamadas…”, enumera o diretor.

Ao encontro da vulnerabilidade

Com mais umas Jornadas RADAR e o 1.º Encontro Lisboa Com Vida no horizonte, o projeto ainda tem muito para dar este ano, até porque a cidade tem evoluído e os problemas sociais evoluem com ela, o que obriga as 32 entidades envolvidas a adaptarem-se. Nomeadamente, a Santa Casa.

“A própria Misericórdia começa a ter consciência de que o RADAR pode ser um instrumento proativo de intervenção social. Ou seja, não ficar à espera que as pessoas venham aos serviços, mas que a própria dinâmica da cidade e dos parceiros vá ao encontro da vulnerabilidade na cidade. O que, no fundo, sempre foi apanágio da Santa Casa! É esse o seu desígnio. Se virmos a história e tentarmos perceber onde é que a Misericórdia fez a diferença, foi nisso mesmo: estar lá! Estar onde estão os mais vulneráveis, sejam eles quem forem”, conclui Mário Rui André.

Saiba mais sobre o Projeto RADAR.

Café Memória: um lugar onde ninguém enfrenta a memória sozinho

Como nasceu

O Café Memória chegou a Portugal em 2000, trazido pela Alzheimer Portugal e pela SONAE, inspirado em modelos britânicos. A ideia era simples e profundamente humana: criar um café, não uma instituição, onde pessoas com problemas de memória e suas famílias pudessem sentir segurança, compreensão e apoio.

À Santa Casa, chegou em 2014. Cristina Luz, coordenadora da iniciativa, explica: “Recriamos mesmo o ambiente de um café. Aqui vêm pessoas com demência, familiares, cuidadores. É um espaço seguro onde oferecemos informação, apoio e estimulação.”

Informar e estimular

O Café Memória divide‑se em duas grandes vertentes: informação e estimulação cognitiva.

Para a primeira, são convidados especialistas em demências (como médicos) que explicam o que esperar, que direitos existem, que respostas há na cidade e que estratégias podem ajudar no quotidiano. “Queremos dar armas aos familiares”, sublinha Cristina. Informação reduz o medo e ajuda cada cuidador a sentir‑se menos sozinho.

Na segunda vertente, e para as pessoas que já vivem com demência, há atividades de treino de memória e exercícios específicos que promovem concentração, interação e bem‑estar. “É também um espaço para atrasar, dentro do possível, o avanço dos sintomas. E para que sintam que continuam a participar”, explica a coordenadora.

Cada encontro dura cerca de duas horas e começa sempre com acolhimento individual.

“Fazemos questão de falar um bocadinho com cada pessoa”, diz Cristina. Depois vem uma dinâmica de “quebra‑gelo” para que todos se conheçam e percebam que não estão sozinhos. Há sempre ali alguém que partilha os mesmos receios, desafios, perguntas.

Para cada sessão há um tema, preparado pela equipa (enfermeira e duas assistentes sociais), em articulação com a Alzheimer Portugal. Os temas vão de questões práticas (“Como passei o Natal?”, por exemplo, foi o último) a apresentações de serviços da Santa Casa, como o Espaço ComVida.

coordenadora do café memória
Cristina Luz, coordenadora do Café Memória

A meio da sessão, um momento especial: o lanche com verdadeiro café, chá e bolos (graças ao apoio da Delta Cafés e da loja Celeiro), a que se juntam conversas espontâneas. “Criam‑se amizades”, diz Cristina. “Já vimos pessoas que vêm juntas, que combinam cafés, que continuam a apoiar‑se fora daqui.”

Nestas sessões, há sempre momentos marcantes. Como pessoas a emocionarem-se por algo que se lembram ou a constatarem a sua situação de demência: “Há emoções, claro que há”, admite Cristina. Sempre que alguém se emociona ao falar do seu percurso, a equipa retira a pessoa para um acompanhamento mais próximo. “Queremos que aqui se sintam seguras. Se for preciso encaminhar para outro serviço, também o fazemos.”

Sessão após sessão, criam‑se laços, ganha‑se confiança. “É gratificante ver as pessoas regressarem. Sinal de que este espaço faz sentido.”

Cristina Luz estima, que ao longo dos últimos 11 anos, mais de mil pessoas já tenham participado. E nem nos anos da pandemia de covid-19 as sessões pararam. Não houve encontros presenciais, mas fizeram-se pela plataforma online Zoom.

Mas é preciso continuar a trabalhar para que mais pessoas venham. O maior desafio? Chegar a mais cuidadores. “São pessoas que trabalham, que chegam cansadas e muitas vezes não conseguem vir. Mas queremos que percebam que isto é importante, é um espaço para eles também.”

A prioridade é clara: aumentar o número de participantes e reforçar o impacto do projeto. “O nosso objetivo é que as pessoas sintam que este espaço é delas. Que podem falar, partilhar, rir, emocionar‑se. Que aqui há apoio, há pares e há caminho.”

É essa a essência do Café Memória. E, para 2026, está já previsto um novo protocolo para dar continuidade ao projeto.

Um projeto nacional com impacto local

O Café Memória não é exclusivo da Santa Casa. Existe em muitas cidades e instituições do país. Em Lisboa, há polos em vários pontos. E, todos os anos, há um encontro nacional com todas as equipas do país, para refletirem e construírem o em conjunto o futuro da iniciativa. Uma iniciativa que cuida da memória, mas, sobretudo, das pessoas que a vão perdendo.

E, já sabe, se quiser pode participar nestes encontros todas as segundas quartas-feiras de cada mês, no espaço CLIC-LX, na Rua Nova da Trindade, n.º15, em Lisboa. A entrada é livre e não precisa de se inscrever.

Já há tema para as Marchas Populares de 2026

Foi no Salão Nobre dos Paços do Concelho que voltou a decorrer a habitual cerimónia de entrega dos prémios das Marchas Populares, com o presidente da autarquia lisboeta, Carlos Moedas, a justificar a escolha do tema para a edição deste ano como sendo uma homenagem ao Tratado de Lisboa e aos 40 anos da adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia.

Perante dezenas de pessoas, entre os quais Carlos Coelho e Alfredo Sousa, ambos representantes do Parlamento Europeu, o autarca lisboeta recordou que o país “deve muito à Europa”, classificando-a como “o porto de abrigo” nacional.

A cerimónia contou ainda com outro momento muito aguardado: a entrega dos prémios referentes às Marchas Populares de 2025, nas quais participou a Misericórdia de Lisboa. Além dos prémios a Alcântara e Bairro Alto – os dois bairros que conquistaram em ex-aequo o primeiro lugar -, foram também distribuídos galardões (da autoria do ceramista lisboeta Carlos Manuel Gonçalves) para quem brilhou nas categorias especiais, assim como prémios de participação a todas as marchas que fizeram parte da edição do ano passado. Foi o caso da Santa Casa, com o provedor Paulo Sousa a receber o galardão (uma cantarilha), acompanhado pela diretora da Unidade de Animação Socioeducativa, Luna Marques.

Para 2026 estão já confirmadas as marchas de Benfica, Bica, São Domingos de Benfica, Bela Flor/Campolide, Graça, Bairro Alto e Mouraria, que irão desfilar na Altice Arena a 29 de maio, juntamente com a marcha extraconcurso da Voz do Operário. Já a 30 de maio, segundo dia de exibições, irão desfilar as marchas dos Mercados (extraconcurso), Madragoa, Castelo, São Vicente, Alto do Pina, Olivais, Penha de França e Carnide.

A fechar as apresentações no pavilhão, a 31 de maio, estará a marcha da Santa Casa (extraconcurso), assim como Alfama, Marvila, Ajuda, Alcântara, Boavista e Beato. Na noite de Santo António, de 12 para 13 de junho, as 20 marchas a concurso, juntamente com as três marchas extraconcurso, irão cumprir a tradição e descer a Avenida da Liberdade, naquela que é considerada a noite mais especial do ano para os lisboetas.

 

Fotos: Câmara Municipal de Lisboa

KORALE promove webinar que destaca boas práticas europeias no combate à solidão não desejada

A sessão decorre online, via Microsoft Teams, entre as 14h30 e 15h30 (hora de Lisboa), e integra-se no âmbito do Projeto KORALE, cofinanciado pelo programa Interreg Europe da União Europeia.

Durante o webinar serão apresentados três projetos de referência:

  • Sempre Acompanhados – Programa comunitário da Fundação “la Caixa”, desenvolvido em Lisboa pelo Centro Social Paroquial de Campo Grande, que promove relações de proximidade entre pessoas idosas e voluntários formados, contribuindo para reduzir o isolamento e fortalecer o sentimento de pertença.
  • Programa Apoio 65+ – Idosos em Segurança – Iniciativa da Polícia de Segurança Pública que reforça a segurança, a tranquilidade e a prevenção de situações de risco entre a população sénior, através de policiamento comunitário e ações de sensibilização.
  • Local Volunteer Matching – Plataforma belga que mobiliza mais de 200 mil cidadãos e 12 mil associações em 80 cidades, facilitando o voluntariado local e promovendo o bem-estar e o envolvimento comunitário.

A sessão contará com a participação de:

  • Mário Rui André, Coordenador do Programa Lisboa, Cidade Com Vida para Todas as Idades (moderador);
  • Margarida Quinhones, Coordenadora do Programa Sempre Acompanhados;
  • Inês Lemos, Comissária da Polícia de Segurança Pública;
  • Bart Wolput, Diretor do projeto Giveaday.

O webinar será realizado em inglês. O formulário de inscrição está disponível neste endereço, após a qual os participantes recebem por e-mail o link de acesso.

A Comunidade de Prática KORALE | Lisboa Com Vida continua, assim, a promover a partilha de conhecimento e a colaboração entre entidades europeias, reforçando o compromisso com uma cidade mais conectada, solidária e atenta às necessidades das pessoas mais vulneráveis.

Já pode conhecer a agenda sociocultural da Santa Casa para janeiro e fevereiro

Entre as propostas, destacam-se atividades manuais e artísticas, como as Tardes Ativas e o Laboratório de Reciclagem de Plástico no Centro de Promoção Social PRODAC, as Oficinas Criativas no Centro de Dia Rainha D. Maria I e o Atelier de Pintura no Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos. Estas iniciativas promovem a criatividade, a partilha de saberes e a autonomia artística.

Na área das atividades de aprendizagem, a agenda inclui o Núcleo de Xadrez, clubes de leitura, sessões de estimulação cognitiva e oficinas de iniciação à informática, dinamizadas por técnicos e voluntários especializados.

No domínio das atividades físicas e desportivas, os equipamentos da Santa Casa oferecem sessões regulares de movimento, ginástica adaptada, zumba, boccia e bowling, promovendo estilos de vida ativos e saudáveis, especialmente junto da população sénior.

As atividades de imagem e bem-estar incluem sessões de snoezelen, musicoterapia, reiki, Terapia de Bauer e Biodanza, proporcionando momentos de relaxamento, equilíbrio emocional e estimulação sensorial.

A agenda contempla também atividades lúdico‑recreativas, como jogos de bingo, quizzes musicais, passeios em bicicleta adaptada e sessões de dança e movimento.

No campo das atividades artísticas e culturais, destacam-se visitas guiadas para redescobrir Lisboa, oficinas de instrumentos, aulas de guitarra, ciclos de cinema, canto coral e tertúlias temáticas. A programação inclui ainda iniciativas especiais de Carnaval, abertas à comunidade.

A oferta completa-se com um conjunto de outras atividades culturais, incluindo visitas temáticas, exposições, oficinas para famílias e ações promovidas em parceria com museus e instituições culturais da cidade, como o Museu de São Roque, o Museu de Lisboa, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), o Museu do Fado, a Casa Ásia-Coleção Francisco Capelo e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Com esta agenda diversificada, a Santa Casa reforça a sua missão de promover a inclusão, a participação ativa e o acesso à cultura, contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade.

Benfica Solidário volta a unir desporto e solidariedade em prol das crianças da Santa Casa

A iniciativa Benfica Solidário, promovida pela Fundação Benfica em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, voltou este ano a afirmar-se como um exemplo inspirador de solidariedade, proximidade e compromisso social.

Já enraizada como tradição, esta ação mobiliza colaboradores do Sport Lisboa e Benfica e atletas das diferentes modalidades para apadrinharem crianças e públicos vulneráveis acompanhados pela Santa Casa.

Este ano participaram sete Casas de Acolhimento, as crianças da Orquestra Geração Santa Casa, as crianças das Equipas de Intervenção e Capacitação Familiar e as crianças internadas no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), reforçando a dimensão humana desta iniciativa.

Tudo começa com um gesto simples e cheio de significado: as crianças escrevem uma carta ao Pai Natal. Essas cartas são depois encaminhadas pela Fundação Benfica e distribuídas internamente por colaboradores e atletas, que assumem o papel de padrinhos e tornam os desejos realidade.

Ao longo desta edição, registaram-se vários momentos marcantes de proximidade e partilha. A equipa profissional de Futsal esteve presente na Nossa Casa, as equipas de Voleibol e Andebol visitaram o Novo Rumo, e a equipa de Futebol Feminino marcou presença no Instituto Luísa Paiva de Andrade, numa experiência que incluiu ainda uma visita e almoço na Academia do Benfica, no Seixal, e passagem pela Benfica TV.

No dia 19, funcionários da Fundação Benfica receberam também 60 crianças e respetivas famílias no Estádio da Luz, onde foram distribuídas prendas, num momento de grande alegria e emoção.

Nesta terça-feira decorrerá uma consoada muito especial na tribuna VIP do Estádio da Luz, destinada a 60 utentes da Direção de Intervenção em Públicos Vulneráveis da Misericórdia de Lisboa, incluindo lanche, animação e a distribuição de prendas.

Esta iniciativa traduz, de forma exemplar, os valores da Santa Casa e da Fundação Benfica: cuidar, estar presente e fazer a diferença na vida de quem mais precisa.

Wonderland acolheu mais de uma centena de utentes da Santa Casa no Dia Mágico Sénior

Mais de uma centena de utentes séniores de equipamentos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa passaram um Dia Mágico no Wonderland Lisboa, na passada sexta-feira, 19 de dezembro, num espírito de alegria, boa disposição e inclusão, tal como já tinha acontecido no Dia Mágico Júnior, em mais uma iniciativa promovida pelos Jogos Santa Casa.

Desta forma, este grupo de utentes, provenientes de mais de uma dezena de equipamentos e acompanhados pelos respetivos auxiliares e técnicos, puderam visitar e usufruir do maior mercado de Natal do país, numa tarde que contou com as presenças de Rita Prates, Vice-Provedora da Santa Casa, e dos administradores Ângela Guerra, Luís Rego e Rui Garcês.

Num dia que já é uma tradição entre os utentes mais velhos da Misericórdia de Lisboa, não faltaram as experiências de andar na icónica roda gigante e deslizar na desafiante pista de gelo, além da visita ao espaço pedagógico da Santa Casa no recinto, onde são exibidos os produtos ‘Santos da Casa’, elaborados por utentes da Instituição.

Para repor energias, a visita terminou com um lanche ao som do fadista Marco Rodrigues, que aqueceu o ambiente apesar do frio ao cair da noite. No final, Ângela Guerra subiu ao palco com os apresentadores da TVI, Iva Domingues e Idevor Mendonça, saudando a participação de todos neste “dia especial” e desejando um Feliz Natal aos utentes da Santa Casa, encerrando assim um dia que estes dificilmente esquecerão.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas