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Orquestra Geração celebra a chegada da Primavera com concerto memorável

A tradição voltou a ser cumprida no final do dia de terça-feira, quando 56 jovens músicos encheram a Sala de Extrações com as mais belas notas musicais.

Quatro dias após a entrada oficial na nova estação, as crianças e jovens da Orquestra Geração homenagearam a Primavera, um momento musical que deslumbrou o público, que não conseguiu esconder a emoção, e que surpreendeu os vogais da Mesa da Santa Casa que assistiram à atuação.

Já considerado um dos momentos altos da Orquestra Geração, o concerto que celebra a chegada da Primavera representa mais uma ocasião em que os “pequenos grandes músicos” exibem o seu talento e mostram os avanços resultantes de muitas e muitas horas de treino nos instrumentos de sopro, percussão e muito mais.

Membros da administração na plateia

Membros da Mesa fizeram questão de assistir ao concerto que celebra a chegada da Primavera

O projeto “Orquestra Geração” nasceu em 1975, na Venezuela, com o propósito de recrutar jovens músicos em bairros desfavorecidos, onde era mais difícil fazer chegar a arte. O projeto chegou a Portugal muito mais tarde, já em 2007, “arrancando” na Escola Básica Miguel Torga, no Bairro Casal da Boba, na Amadora.

Dez anos depois, em 2017, a Misericórdia de Lisboa abraçou este projeto artístico e de inclusão social, constituindo a Orquestra Geração Santa Casa e “abrindo” as suas portas às crianças e jovens a cargo da instituição. Para erguer o projeto foi criado um protocolo de colaboração com o Projeto Orquestra Geração Sistema Portugal, o qual tem como essência o trabalho social realizado através da música.

Desde então, a Orquestra Geração Santa Casa tem atuado em locais emblemáticos da cidade de Lisboa, como a Igreja de São Roque ou o Teatro São Carlos.

Vem aí o concerto da primavera da Orquestra Geração

A atuação reunirá 56 jovens músicos, num espetáculo que promete encher a sala de energia e sonoridades que celebram a chegada da nova estação. A Orquestra Geração, reconhecida pelo seu impacto social e educativo, volta assim a mostrar o resultado do trabalho contínuo de formação artística e inclusão através da música.

Mais do que um concerto, o evento simboliza o compromisso da Santa Casa com a promoção da cultura e o apoio ao desenvolvimento dos seus jovens músicos. Será uma oportunidade para o público testemunhar o crescimento artístico destes intérpretes e celebrar a primavera com uma performance inspiradora.

 

Espaço ComVida abre portas à partilha de boas práticas no apoio a pessoas com demência

A iniciativa permitiu que 15 profissionais conhecessem de perto a metodologia e o funcionamento do Espaço ComVida, no Centro Social e Polivalente das Furnas. Esta resposta inovadora da SCML é dedicada a pessoas com demência e foca-se na pessoa, na promoção da saúde mental, no fortalecimento das relações familiares e no envolvimento da comunidade.

“O encontro foi um momento de partilha muito enriquecedor, que permitiu à nossa equipa refletir sobre as práticas desenvolvidas e trocar experiências com outros profissionais da área social”, sublinha Ana Nascimento, diretora do Centro Social Polivalente do Bairro das Furnas. “Este tipo de colaboração é essencial para construirmos respostas cada vez mais humanizadas e integradoras para as pessoas com demência e para quem as cuida.”

A visita incluiu também a apresentação do livro “A Mala Mágica – Leva-me a contar”, da coautoria de Ana Nascimento, Vanessa Carvalho e Sofia Sousa. A obra, resultado de um projeto comunitário da SCML, foi oferecida aos participantes como inspiração para novas iniciativas e boas práticas a replicar no Município de Torres Vedras.

Mais do que uma visita técnica, o encontro reforçou a filosofia do Espaço ComVida: ser um espaço aberto à comunidade, à partilha de conhecimento e à colaboração com parceiros, construindo respostas inovadoras e humanas para pessoas com demência e para as suas famílias.

Noite de Fados regressa ao Centro de Desenvolvimento Comunitário da Charneca

A iniciativa pretende reunir habitantes do bairro, famílias dos utentes e participantes de outros Centros de Dia da SCML num momento cultural de proximidade e celebração das tradições lisboetas.

A noite de fados terá lugar a 13 de março, contando com as vozes de Ana Lúcia, Liliana Santos, Hortense Coutinho e Osvaldo Coutinho, acompanhados pelos músicos Filipe Campos (viola) e José Catarino (guitarra). Um elenco que promete interpretar fados marcados por emoção, memória e autenticidade.

Para completar o ambiente acolhedor, serão servidos sabores tradicionais, como caldo verde, chouriço, pastéis de bacalhau e outras iguarias, convidando a uma experiência partilhada entre música, conversa e convívio comunitário.

A iniciativa decorre nas instalações do CDC Charneca, na Azinhaga do Reguengo 20, Lisboa, reforçando o compromisso da Santa Casa em promover cultura, participação e bem‑estar junto de todas as gerações.

Conheça as atividades da Agenda Sociocultural para março e abril

Em março, merecem destaque a “Noite de Fados”, já na próxima sexta-feira, 13, no CDC da Charneca, e o encontro literário “Encontros com Pessoa”, no dia 16, no Centro Intergeracional Ferreira Borges. Entre as visitas culturais, sobressai o programa “Viver a Cidade”, no dia 31, que convida os participantes a redescobrir o Museu de História Natural e da Ciência. Já na vertente comunitária, o “Jantar Comunitário da Ameixoeira” regressa também a 31 de março, reunindo vizinhos à volta da partilha e do diálogo.

No mês de abril, continuam as atividades que promovem criatividade e expressão, como “A Arte – A Imaginação Comanda”, no dia 15, no Bairro da Boavista, e as “Tertúlias Temáticas” na Residência Quinta Alegre, nos dias 10 e 24. Destaca-se ainda a exposição A.S.E. – Artistas Secretos Especiais, patente de 6 a 10 de abril no Bairro Padre Cruz, reunindo trabalhos desenvolvidos por jovens em contextos de aprendizagem artística ao longo do ano.

Para além das atividades pontuais, a agenda inclui sessões regulares de artes manuais, leitura, expressão criativa, atividade física, dança e bem‑estar emocional em vários equipamentos da Santa Casa, abertas ao público mediante inscrição.

Com uma oferta tão diversificada, a SCML convida toda a comunidade a participar, aprender, descobrir e celebrar a vida coletiva em Lisboa.

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Café Memória prepara-se para surpreender participantes com sessão dedicada à estimulação multissensorial

A sessão será dinamizada por Mariana Dias, com formação em Snoezellen e atual diretora do CAI Vítor Manuel, precisamente o local onde excepcionalmente irá decorrer esta sessão do Café Memória, no nº 96 da Calçada da Tapada, em Lisboa.

O Café Memória é um local de encontro e partilha destinado a pessoas com problemas de memória, síndromes demenciais, cuidadores, familiares e todos que se interessam por estas temáticas. O ambiente é acolhedor, seguro e propício para a troca de experiências, apoio emocional e interação entre os pares.

Com uma equipa constituída por Cristina Luz e Sónia Mascarenhas, assim como pela enfermeira Guida Amorim, a entrada no Café Memória é livre, não sendo necessária inscrição prévia.

Voluntária promove sessões de Reiki para melhorar bem-estar e reduzir stress

Num mundo cada vez mais agitado há pequenas escapatórias que podem fazer toda a diferença e é isso que propõe o Centro de Dia do Alto do Pina com as suas sessões de Reiki, uma terapia complementar que promove o relaxamento, acalma a ansiedade e reduz o stress, através do equilíbrio de energias.

Tudo começou há cerca de um ano, quando Idalina Furtado se inscreveu para fazer voluntariado na Santa Casa. Conhecedora e praticante de Reiki, Idalina foi reencaminhada para o Centro de Dia do Alto do Pina onde estabeleceu sessões semanais com utentes e colaboradores deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, mas igualmente abertas à comunidade de forma gratuita.

“De uma forma breve e muito generalista, o Reiki é a transmissão de uma energia universal para o corpo humano e para todos os seus centros nevrálgicos. A canalização do Reiki faz-se através da imposição das mãos do terapeuta. A energia já existe no universo e nós canalizamo-la para as necessidades do corpo humano, num ambiente calmo e de relaxamento”, começa por explicar a voluntária.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar, embora o trabalho com os utentes do Centro verse mais sobre determinadas áreas do corpo. Numa pequena, mas acolhedora sala, preparada com pouca luz, aromas reconfortantes e música calma, os participantes são convidados a entrar individualmente e a sentarem-se no cadeirão.

“Aqui no Centro, e atendendo à população que tem, trabalho quatro centros nevrálgicos, que no Reiki chamamos de chakras: coroa, testa, garganta e coração. Mas trabalhando estes quatro, trabalhamos tudo o que está à volta. Por vezes, é só uma questão de sensibilidade: a pessoa não se sente tão otimista, está mais stressada, tem uma doença que chegou agora… E o Reiki vem sempre fazer bem”, explica a terapeuta.

Hoje é a vez de Emília Ferreira. Foi convidada a experimentar uma primeira vez e ficou fã do conceito, daí ter voltado para esta segunda sessão com Idalina.

“Já tinha feito Ioga, mas isto é diferente. Saí totalmente diferente do que quando entrei: senti-me bem, mais calma. Gostei muito, por isso venho, conforme posso”, refere Emília.

A sessão tem então início e ambas se calam, deixando as energias fluir ao som da música. Dali a sensivelmente meia hora, Emília sairá revigorada pelas mãos de Idalina e de energias renovadas.

Se estiver interessado em experimentar uma sessão de Reiki, pode inscrever-se junto do CD Alto do Pina através do telefone 218 411 070 ou do email ana.rogerio@scml.pt.

Aprender a usar as novas tecnologias à boleia do voluntariado Santa Casa

O voluntariado na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa assume as mais diversas formas e, por vezes, algumas tão simples que nem sempre são óbvias. É o caso das aulas de informática no Centro de Dia Rainha D. Maria I. O nome pode sugerir temas relacionados com computadores, mas é muito mais do que isso.

Todas as terças-feiras, às 17 horas, um grupo de pessoas de diversas idades, utentes do Centro ou apenas pertencentes à comunidade local, junta-se para aprender. Computadores, telemóveis, fotografia, serviços online, plataformas de streaming, entre outros: cada um traz as suas dúvidas de casa, às quais Alexandre Caldas tenta responder. Brasileiro, com emprego no ramo imobiliário, Alexandre sempre esteve ligado ao voluntariado, já desde o seu país, e quando chegou a Portugal quis continuar a ajudar o próximo.

“Inscrevi-me para ser voluntário na Santa Casa e havia esta necessidade aqui no Centro. Não me inscrevi especificamente para dar aulas de informática, mas para algum tipo de voluntariado”, começa por dizer.

Quando lhe foi proposto que desse explicações nesta área, Alexandre quis “pensar num modelo que fosse interessante”, até porque “nem todos têm acesso ao computador em casa” e, portanto, liberalizou a atividade: em vez de ensinar coisas gerais, vai ao encontro das dúvidas de cada participante.

“Desde WhatsApp, Facebook, tirar fotografias e editá-las, entrar no Portal Finanças ou da Segurança Social, fazer o registo em qualquer coisa… Enfim, coisas do dia a dia”, explica o voluntário.

Voluntário tira dúvidas de novas tecnologias com utente

“Tem muita paciência!”, acrescenta Margueritte, uma das utentes que vem todas as semanas.

“Soube disto através do Centro de Dia. Comecei com o computador e agora são mais dúvidas de telemóvel. É muito interessante, porque estamos sempre a aprender mais umas coisas. Agora já corre melhor, mas ao princípio… Às vezes o Alexandre tem de repetir a mesma coisa!”, admite Margueritte, para quem este grupo serve para “dúvidas e mais umas conversas”.

O voluntário corrobora esta afirmação, explicando que, na solidariedade, “por vezes as pessoas querem doar dinheiro, mas esquecem-se do mais importante, que é dar a sua atenção”.

“Estas pessoas, por vezes, nem estão cá pelas dúvidas de informática. É uma conversa, uma ocupação. Vêm nem que seja só para a fofoca”, sorri Alexandre.

Já com a aula a decorrer chega Natália. Não é a primeira vez que vem, embora participe há relativamente pouco tempo. E a razão, aos 80 anos, é simples: “Quando trabalhava havia pessoas que usavam a internet, mas eu não precisava. Desmazelei-me e agora não sei nada! Tinha dos outros telemóveis e diziam-me sempre para comprar um novo. Comprei este e, de facto, não tem nada a ver com os outros!”.

Natália interessa-se sobretudo pelas fotografias. Quer aprender a tirá-las e a partilhá-las. O respeito com que foi educada na sua já longa vida faz com que trate Alexandre, umas boas gerações mais novo, por “professor” e não hesita nos elogios.

“O professor Alexandre ajuda-nos, é ótimo! Com pessoas da nossa idade a coisa já não vai à primeira, mas ele é impecável!”, descreve Natália, antes de pedir ajuda para mais uma dúvida relacionada com o pequeno ecrã que segura na mão.

Se também tem dúvidas nesta área e deseja participar nestas aulas no Centro Rainha D. Maria I (Rua Tenente Espanca, 27 – 1.º), basta inscrever-se gratuitamente, com uma semana de antecedência, através do telefone 217 815 298 ou do email cd.rainhadonamaria@scml.pt.

Strikes de alegria: A tarde de Bowling no Centro de S. Cristóvão e S. Lourenço

No Centro Social Polivalente de S. Cristóvão e S. Lourenço, da Santa Casa, o tempo parece ganhar um ritmo diferente a cada 15 dias. Se, nas manhãs das quartas-feiras, uma das salas se enche com canções populares, a mesma sala, nas tardes do mesmo dia, é reservada e organizada para uma atividade que faz brilhar os olhos de quem a pratica: o bowling adaptado.

O espaço transforma-se para acolher mais de 20 utentes, entre os que jogam e os que querem, apenas, fazer de ‘claque’. Todos apoiados de perto por uma monitora e três auxiliares de geriatria de apoio à comunidade (AGAC). Como explica Ana Paula Sousa, responsável pela animação sociocultural, não se trata apenas de um desporto, mas de “uma atividade de lazer adaptada a esta população.”

Aqui, as regras rígidas do jogo original dão lugar à inclusão. Porque cada utente tem condições físicas e necessidades muito diferentes, o jogo é feito sentado, utilizando as mesmas bolas macias do boccia (actividade que acontece intercalada a cada 15 dias com a do bowling), as únicas que, depois de alguns testes, se revelaram como as ideais para as mãos daqueles participantes. Com três tentativas para derrubar os dez pinos, o objetivo é o strike, mas o verdadeiro prémio é a participação.

A tarde começa ao som de música animada e alguma expectativa. A senhora J. “abre as hostilidades”; embora falhe a primeira bola, consegue derrubar oito pinos na segunda, terminando a sua vez com um ar satisfeito. Logo a seguir, a senhora G. mostra a sua mestria: três strikes seguidos, um feito que arranca aplausos da sala.

O senhor D. também deixa a sua marca, derrubando sete pinos com precisão. E a senhora E., com um problema grave de visão, não permite que a escuridão a afaste do jogo. Com humor e ternura, embala a bola e brinca: “Abre os olhos, vê lá por onde vais.”

Utentes jogam bowling adaptado

Para além do divertimento óbvio, esta atividade é um pilar de saúde para os utentes do Centro. Ana Paula Sousa explica: “O foco principal é manter a destreza motora e a concentração através da estimulação e coordenação, garantindo que o jogo respeite a postura corporal de cada um para que ninguém fique de fora devido às suas limitações, ao mesmo tempo que promove o bem-estar emocional, promove uma socialização que combate o isolamento e eleva o humor de todos.”

Dos tempos em que se improvisava com garrafas de água até aos jogos de verão no terraço (com barras laterais para guiar o caminho), o bowling, neste espaço da Misericórdia de Lisboa, é a prova viva de que, com carinho e adaptação, todos podem derrubar as barreiras que a vida lhes impõe.

Community Champions League animou o Centro de Dia Rainha D. Maria I

O Centro de Dia Rainha D. Maria I recebeu na passada sexta-feira, 13 de fevereiro, um grupo de jovens no âmbito da Community Champions League, um projeto promovido em Portugal pela Fundação Benfica e pela Gebalis, que junta os participantes numa competição que mistura futebol e ações comunitárias mensais em benefício da comunidade local, promovendo o desporto, a inclusão social e o trabalho em equipa, entre outros valores.

Acompanhados por uma equipa da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, estes jovens tiveram a oportunidade de conviver com os utentes deste espaço da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, criando momentos intergeracionais proveitosos para todos.

O grupo participou num quiz temático, organizado por um utente do estabelecimento, mas também nas próprias tarefas de rotina do Centro de Dia Rainha D. Maria I, nomeadamente ajudando a preparar o lanche e organizando a sala para o efeito.

O resultado foi uma tarde repleta de animação e sorrisos que ficará, certamente, na memória de todos os participantes.

Fotos: Fundação Benfica

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

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Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

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Contactos gerais e moradas