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Relançada campanha nacional “Todos Juntos Pelo Acolhimento Familiar”

A campanha nacional “Todos Juntos Pelo Acolhimento Familiar”, criada há um ano numa parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Casa Pia de Lisboa e o Instituto da Segurança Social, foi esta quinta-feira, 20 de novembro, relançada, com uma apresentação que decorreu no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, no Dia Internacional dos Direitos das Crianças.

Sendo o Acolhimento Familiar uma medida de promoção dos direitos e de proteção das crianças, foi esta a data escolhida, assinalando a aprovação da Declaração dos Direitos da Criança, em 1959, e a adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança pelas Nações Unidas, em 1989, ambas neste mesmo dia.

Numa manhã preenchida, Clara Marques Mendes, secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, deu o pontapé de saída nos trabalhos, aos quais assistiu Rita Prates, Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa.

“Temos três entidades gestoras do Acolhimento Familiar: a Casa Pia de Lisboa, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Instituto da Segurança Social. Estes três organismos faziam as suas campanhas de forma isolada e, há um ano, lançámos-lhes o desafio para se juntarem e fazerem uma campanha a nível nacional. Foi assim que nasceu o “Todos Juntos Pelo Acolhimento Familiar”, uma campanha de sensibilização, de informação e de destruição de mitos”, sumarizou Clara Marques Mendes.

Apesar de sublinhar que ainda há trabalho a fazer, até porque o acolhimento residencial ainda predomina, a secretária de Estado divulgou os números positivos alcançados por esta campanha no último ano, passando de 388 para 504 o total de famílias de acolhimento certificadas. “Este é o caminho certo”, concluiu.

Seguiu-se uma conferência que arrancou com Benjamin Perks, que desempenha o cargo de Head of Advocacy and Campaigns na UNICEF, cuja apresentação versou sobre os problemas que afetam as crianças na sua infância e as consequências que daí advêm para o seu futuro.

Posteriormente o debate estendeu-se à saúde mental infantojuvenil pelas vozes de Paula Carrinho, diretora técnica da Casa de Acolhimento Especializado Solar da Praia, Ricardo Rodrigues, diretor do Centro de Capacitação D. Carlos I, da Santa Casa, e Rita Teixeira, pedopsiquiatra e terapeuta familiar, com moderação de Helena Gonçalves, Procuradora-Geral Regional de Lisboa.

A jornada terminou com a apresentação do livro “100 anos – Declaração dos Direitos das Crianças”, de Paulo Macedo, jurista da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, que contou também com a presença de Maria João Fernandes, vice-presidente da referida Comissão, e com a moderação de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa.

Família de Acolhimento multiplicou o amor com a chegada de um bebé: “É avassalador!”

Mariana Coimbra Martins e o marido têm três filhos, com três, seis e oito anos. Uma família já grande, mas que há seis meses ficou maior: tornaram-se uma Família de Acolhimento e receberam um bebé com apenas um mês de vida. A ideia de ajudar alguma criança a precisar de um lar surgiu há mais tempo e a Santa Casa foi um destino natural na pesquisa de Mariana sobre o assunto.

“Costumo dizer que ter só serve para dar. Se eu tenho, se tenho amor e tenho tempo, é-me quase impossível dizer não a uma criança que tem o direito a ter um colo e uma casa”, resume Mariana, para quem tudo começou com uma recolha de informação online, antes da inscrição na formação da Misericórdia de Lisboa.

Num “processo exaustivo, mas que por si só já valia a pena”, esta família participou numa formação em grupo e teve visitas domiciliárias de técnicas especializadas. “Fomos avaliados até ao tutano e ainda bem! Os sentimentos de medo acompanhavam-nos, embora a vontade e a coragem ganhassem”, admite.

Play Video about Mãe de Família de Acolhimento com bebé ao colo à janela

Finalmente, deu-se a chegada do novo membro da família e tudo mudou lá em casa.

“Veio, obviamente, alterar muitas rotinas e dinâmicas familiares. Mas creio que não se consegue medir o que crescemos enquanto casal e enquanto família. No outro dia, o nosso filho mais velho dizia: ‘Mãe, nós estamos mesmo diferentes desde que este bebé chegou!’ E isso é mesmo verdade! Muda a nossa perspetiva da vida, posiciona-nos de outra forma e ajuda-nos a perceber o que de verdade importa. Acredito muito que o amor é mesmo um motor para vivermos bem a nossa vida”, afirma a mãe desta Família de Acolhimento.

Mariana confessa que toda a família ficou mais tolerante com o mundo à sua volta, tudo graças a uma criança que, apesar de ter ganho uma casa, também deu muito a ganhar aos seus novos cuidadores: “É avassalador. Ganhamos muito mais do que este bebé. Das situações que mais nos comoveram neste processo foi a forma como, tão naturalmente, os nossos três filhos acolheram este bebé, que não é irmão deles e que não é nosso filho, mas que é nosso! Embora não vá pertencer-nos para o resto da vida”.

“Os miúdos vieram ter connosco a dizer que já queriam preparar o Natal e nós dissemos que ainda era cedo. Mas quando um dos nossos filhos nos diz ‘Mãe, este é o único Natal que o bebé vai estar connosco’, foi impossível não nos arrepiarmos e não alterarmos a nossa resposta.”

Sobre esse momento de despedida, que há de acontecer, mas ainda não tem data marcada, Mariana tenta preparar-se a si e aos seus desde o primeiro dia: “Um dos desafios é tornar esta questão presente diariamente. Desde o início os nossos filhos souberam no que consistia este projeto. Vai doer e vamos chorar, mas é sinal de que cumprimos bem a nossa missão. E o nosso amor por este bebé poderá permanecer de outra forma, se assim for desejo de quem ficar com ele”.

Acolher mais crianças no futuro? Mariana não fecha a porta à ideia, mas quer primeiro viver esta experiência transformadora por completo: “Queremos ser uma família de amor ilimitado e de número indeterminado, por isso queremos acreditar que vamos estar sempre disponíveis para viver esta missão por muitos anos e acolher muitos bebés e crianças. Mas acho importante passar primeiro por esta transição. Devemos ser realistas: nem todas as fases da nossa vida nos permitem acolher esta missão”.

Uma medida de proteção

Este e outros casos de Acolhimento Familiar resultam, primeiramente, de uma medida de proteção da criança, como explica Patrícia Bacelar, diretora do Núcleo de Acolhimento Familiar da Santa Casa.

“Oferece à criança um ambiente seguro, estável e afetivo, enquanto as equipas técnicas avaliam a capacidade real da família de origem e exploram toda a rede familiar alargada. Durante este período, são assegurados direitos essenciais da criança: proteção, saúde, estabilidade, educação, vínculo familiar, participação e projeto de vida. Quando esgotadas todas as possibilidades de retorno à família de origem, o projeto de vida contempla uma resposta familiar permanente, sempre centrada no superior interesse da criança”, assegura.

Para esta responsável da Misericórdia de Lisboa, o caso deste bebé é um exemplo de alguém que encontrou nesta Família de Acolhimento “um espaço para crescer e construir o seu futuro com dignidade, num caso que demonstra como o acolhimento protege, avalia e transforma vidas”.

Saiba mais sobre Acolhimento Familiar.

Acolhimento Familiar – O poder do amor

Comissões Sociais de Freguesia partilharam boas práticas no encontro anual

Decorreu esta terça-feira, 18 de novembro, o VI Encontro Anual de Comissões Sociais de Freguesia da Cidade de Lisboa. O Pavilhão Municipal da Junta de Freguesia de Alvalade acolheu esta iniciativa organizada pela Rede Social de Lisboa e subordinada ao tema “Partilha de práticas”.

O objetivo passou por dar visibilidade ao trabalho desenvolvido por cada Comissão Social de Freguesia (CSF), evidenciando o seu impacto e relevância para o desenvolvimento da cidade, bem como promover a troca de experiências entre as diversas comissões presentes.

Rita Prates, Vice-Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, marcou presença e participou na sessão de abertura da Comissão Tripartida, juntamente com Sandra Marcelino, diretora adjunta do Centro Distrital de Segurança Social, e Maria Luísa Aldim, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa.

Para Rita Prates, estes encontros funcionam como “um espaço vivo de colaboração, onde reforçamos laços, partilhamos experiências e nos sentimos inspirados pelo caminho que cada grupo e cada território vai fazendo, nesta senda de tornar a cidade mais inclusiva e mais socialmente justa”.

A Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa aproveitou ainda para agradecer “a todos os profissionais que diariamente assumem os seus diferentes papéis neste trabalho junto das comunidades locais”, particularmente os colaboradores da Santa Casa que integram as diferentes CSF, a quem reconheceu “dedicação, competência e um profundo sentido de missão”.

A manhã foi então preenchida por testemunhos e reflexões, a par de uma mostra das diversas Comissões Sociais de Freguesia com stands espalhados pelo pavilhão, onde cada uma delas apresentou os seus projetos, iniciativas e boas práticas, numa lógica de trabalho em rede.

Recorde-se que a Rede Social de Lisboa é uma estrutura de governança local que visa a articulação e congregação de esforços entre os agentes sociais ativos no concelho, com o objetivo de combater a pobreza e a exclusão social, promovendo o desenvolvimento integrado, a inclusão e a coesão social.

Café Memória dedica sessão especial ao Natal

Como habitualmente, a iniciativa decorre no Espaço CLIC-LX, na Rua Nova da Trindade, n.º 15. A tarde será dedicada ao espírito natalício, com a realização de várias atividades pensadas para estimular competências essenciais ao bem-estar e à atividade cerebral, proporcionando um momento lúdico, criativo e estimulante para todos os participantes.

 A sessão será dinamizada pela equipa do Café Memória (Dr.ª Maria João Diniz, Enfermeira Guida Amorim e Dr.ª Sónia Mascarenhas), que irá orientar as atividades e promover a partilha, a interação e o convívio típicos desta época festiva.

 O Café Memória é um espaço de encontro destinado a pessoas com problemas de memória ou síndromes demenciais, aos seus familiares e cuidadores, bem como a todos os que se interessam por estas temáticas. O projeto oferece um ambiente reservado, seguro e propício à partilha de experiências, ao apoio emocional e à participação em diversas atividades que promovem a estimulação cognitiva e o bem-estar.

 A entrada é livre, não sendo necessária inscrição prévia. Basta aparecer e participar nesta sessão especialmente dedicada ao Natal!

Valor T lança série de vídeos tutoriais acessíveis em Língua Gestual Portuguesa

A Valor T, projeto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dedicado à promoção da empregabilidade inclusiva, lançou uma série de tutoriais em vídeo com acessibilidade em Língua Gestual Portuguesa (LGP). Estes conteúdos digitais disponibilizam informação prática e orientações essenciais para apoiar pessoas com deficiência, em particular a comunidade surda, na preparação para entrevistas e processos de recrutamento, reforçando o compromisso da SCML com ambientes de trabalho mais acessíveis, equitativos e representativos.

Os vídeos agora divulgados foram desenvolvidos com um propósito claro: promover um acesso mais justo ao mercado de trabalho, oferecendo dicas concretas que ajudam os candidatos a prepararem-se, ultrapassarem barreiras e demonstrarem plenamente o seu talento. A iniciativa está profundamente alinhada com a missão da Valor T, que se concentra na integração profissional de pessoas com deficiência ou incapacidade, garantindo oportunidades equitativas para todos. A preparação prévia, já utilizada nos processos internos da equipa, tem revelado resultados muito positivos, aumentando significativamente o desempenho em entrevistas e a probabilidade de sucesso.

A divulgação destes conteúdos ocorre numa semana particularmente simbólica, que antecede o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa (15 de novembro). Para a Valor T, esta data evoca o reconhecimento constitucional da LGP como língua oficial e parte integrante da cultura e identidade nacional, sublinhando a responsabilidade de assegurar que a comunicação acessível é uma realidade quotidiana.

Este compromisso concretiza-se diariamente através da integração da LGP nos serviços prestados pela Valor T, permitindo que candidatos surdos tenham igualdade de condições e acesso efetivo ao emprego. Muitos utilizadores da rede da SCML dependem da LGP para comunicar, e garantir essa acessibilidade é vital para promover um mundo laboral mais inclusivo, justo e centrado nas potencialidades de cada pessoa.

A disponibilização pública destes vídeos constitui, assim, mais um passo no percurso da SCML rumo a uma sociedade onde ninguém fica para trás.

O vídeo de apresentação pode ser visto aqui:
https://youtu.be/tbTjxQmbAac

A playlist completa está disponível em:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLh8iFb9B569hs3sG5sHJK78JrRw_aN9qv

Café Memória promove sessão sobre diabetes e bem-estar

A sessão contará com a presença de duas convidadas da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP): Isabel Correia, Enfermeira Coordenadora de Enfermagem, e Lisandra Ribeiro, Nutricionista, que irão partilhar conhecimentos e estratégias práticas para lidar com a diabetes no quotidiano.

A equipa do Café Memória — composta pela Dr.ª Maria João Diniz, pela Enfermeira Guida Amorim e pela Dr.ª Sónia Mascarenhas — estará presente para apoiar e dinamizar o encontro.

O Café Memória é um espaço de encontro destinado a pessoas com problemas de memória ou síndromes demenciais, bem como aos seus familiares, cuidadores e todos os que se interessam por estas temáticas. O ambiente é acolhedor, seguro e propício à partilha de experiências, apoio emocional e interação entre pares.

A entrada é livre e não requer inscrição prévia. Basta aparecer na Rua Nova da Trindade, n.º 15  e participar!

 

Conheça a agenda sociocultural da Santa Casa para novembro e dezembro

Entre oficinas de pintura, workshops de culinária, sessões de literacia digital, tertúlias temáticas e caminhadas ao ar livre, a oferta é pensada para todas as idades e gostos. As atividades focam-se na inclusão, na valorização das tradições e na sustentabilidade, onde se encontram o Laboratório de Reciclagem de Plástico, o projeto RecicL’Art e os workshops de presépios natalícios.

A comunidade está convidada a participar e a descobrir o dinamismo destes espaços, que se abrem ao público mediante inscrição.

A programação completa inclui também momentos festivos como as celebrações de São Martinho e as festas de Natal.

Partilha e reflexão marcaram o encontro “Cuidador Informal – Um Olhar de Futuro”

Num dia inteiramente dedicado aos cuidadores, a Sala de Extrações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa acolheu na quarta-feira, 22 de outubro, o encontro “Cuidador Informal – Um Olhar de Futuro”, o qual serviu para reflexão e reconhecimento sobre a função que estas pessoas desempenham diariamente.

Numa oportunidade de partilhar conhecimento e boas práticas na área, foram muitos os cuidadores que estiveram presentes, para além de especialistas no assunto, numa iniciativa organizada pela Direção de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade da Santa Casa e que contou na abertura com a intervenção de Rita Prates, Vice-Provedora da Instituição.

“Estas pessoas fazem, muitas vezes em silêncio, um trabalho extraordinário todos os dias”, lembrou a Vice-Provedora, acrescentando que “cuidar é um ato de amor, mas também de coragem, de resistência e, muitas vezes, de sacrifício”, salientando ainda o “papel essencial para a sociedade” dos cuidadores informais.

A manhã continuou em torno do tema “As várias perspetivas do cuidar”, antes da pausa que serviu para os participantes tomarem contacto com o mural da gratidão, disponível para quem quisesse agradecer publicamente por algum ato generoso, ou conhecer soluções e projetos como o Projeto RADAR. Ainda na parte da manhã decorreu uma mesa redonda sobre “Boas práticas no cuidar”.

Na parte da tarde os trabalhos recomeçaram após a atuação do Coro ROCK, que animou a Sala de Extrações com diversos temas conhecidos de todos. Foi então tempo de dar a palavra aos cuidadores, com os testemunhos impressionantes de Helena Costa e Felisberta Veiga, ambas cuidadoras informais e participantes no grupo de autoajuda do Centro de Educação, Formação e Certificação da Misericórdia de Lisboa.

Além dos difíceis desafios diários ao cuidar da mãe, de 80 anos, Helena falou sobre a sua participação no grupo de autoajuda, “quase uma droga viciante” e um polo de verdadeira partilha de experiências. “Somos todos diferentes, mas somos todos iguais”, resumiu.

Por seu lado, Felisberta, que cuida do marido há já quatro anos, contou como lida com o desgaste no dia a dia: “As coisas não são fáceis, mas faço o meu melhor, dentro do que vai sendo possível”.

A jornada terminou com a intervenção de Carla Ribeirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, que deu a sua visão não apenas como investigadora sobre este tema, mas também, ela própria, como cuidadora informal, e com o agradecimento de Etelvina Ferreira, diretora da Direção do Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade, pela presença de todos, encerrando um dia muito proveitoso.

Orquestra Geração Santa Casa começa novo ano letivo com entusiasmo

Foi com uma tarde repleta de música que a Orquestra Geração Santa Casa regressou ao trabalho neste novo ano letivo, na terça-feira, 21 de outubro. Na antiga creche da Calçada da Glória, um grupo de crianças e jovens que compõem este projeto inclusivo juntou-se para o arranque dos trabalhos e mostrou já estar bem afinado.

Recorde-se que este é um projeto social que pretende contribuir para o desenvolvimento das crianças e jovens a nível pessoal, social e escolar e, para este efeito, é usado o poder condutor e agregador da música, neste caso clássica, envolvendo também a comunidade. Os ensaios são, assim, momentos muito especiais para estas crianças e jovens, que depois têm a oportunidade de mostrar externamente o resultado deste trabalho, através de diversos concertos ao longo do ano.

Este ano, a Orquestra Geração Santa Casa conta com 56 músicos infantis, ainda que nem todos tenham estado já neste primeiro ensaio, do qual apenas fizeram parte as crianças e jovens que já vinham do ano anterior.

O espaço deste primeiro ensaio foi adaptado para o efeito com a intervenção de voluntariado empresarial (intervenção essa que vai continuar) e contou com a presença dos professores dos principais instrumentos de cordas, sopro e percussão, para além de alguns familiares.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas