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Santa Casa apoia obra em Castro Marim

A obra de ampliação do Centro de Fisioterapia da Misericórdia de Castro Marim foi inaugurada no dia 14 de abril. A intervenção contou com o apoio do Fundo Rainha Dona Leonor (FRDL), da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Na inauguração esteve presente a vice-presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, o presidente da Assembleia Municipal, José Luís Domingos, e o presidente da Junta de Freguesia de Castro Marim, Vítor Esteves.

O provedor da Santa Casa local agradeceu o apoio do Fundo Rainha Dona Leonor, explicando que esta obra “duplica a oferta da fisioterapia e representa uma ajuda na sustentabilidade financeira da instituição”. A ampliação do centro duplicou a capacidade de cerca de 300 utentes para mais de 700, passando a integrar a rede local de saúde.

Inez Dentinho, membro do Conselho de Gestão do FRDL, considera que se trata “uma obra de grande alcance, que permite tratar a população idosa isolada na Serra algarvia e, assim, combater o despovoamento. É uma obra que democratiza as condições de qualidade de vida numa população que estava entregue à sua sorte”, conclui.

Apartamentos de Autonomização. Um ensaio para a vida.

A primeira história que a iniciativa Pessoas e Causas apresenta é de Elton Afonso, um jovem que chegou à Santa Casa aos 12 anos e que dá aqui o seu testemunho de força e empenho.

“Chegou à Santa Casa aos 12 anos. Viveu num lar da instituição. Aos 18 mudou-se para um apartamento. Fez o curso de cozinheiro e pasteleiro, trabalha e mantêm-se ligado à sua grande paixão: o râguebi”.

Começa assim o texto do Diário de Notícias sobre a história de Elton Afonso. Atualmente Elton vive num apartamento de Autonomização da Santa Casa. Conheça aqui este “caso de sucesso”.

Apartamentos de Autonomização

Os Apartamentos de Autonomização enquanto resposta social destinam-se a apoiar a transição para a vida adulta de jovens, dos 15 aos 21 anos de idade, com Medida de Promoção e Proteção ajustada à sua realidade vivencial, que demonstrem competências pessoais específicas, através da dinamização de serviços que articulem e potenciem recursos existentes na comunidade local. Pode ser solicitada a admissão de jovens que se encontrem em acolhimento residencial ou em meio natural de vida.

O contexto de Apartamento de Autonomização é visto como um ambiente estável que estimula o desenvolvimento e a aquisição de aprendizagens relacionadas com a vida em grupo, bem como para o desenvolvimento de valores sociais. É igualmente um contexto que encoraja os jovens a serem responsáveis pelos seus atos e por si próprios, permitindo que gradualmente desenvolvam competências pessoais e sociais necessárias à vida independente.

Neste sentido, os apartamentos de autonomização estão inseridos na comunidade, não tendo qualquer identificação institucional, procurando-se, desta forma, que haja uma aproximação à realidade e aos contextos futuros que estes jovens irão encontrar aquando da sua saída e consequente passagem para a vida independente.

A inserção em apartamento de autonomização é benéfica para jovens em processo de transição para a vida independente.
Presentemente, a SCML gere nove apartamentos de autonomização, cinco que foram criados pela instituição e quatro que foram integrados aquando da passagem de algumas respostas do Instituto da Segurança Social para a SCML. Destes apartamentos, cinco dão respostas a jovens do sexo masculino e quatro a jovens do sexo feminino. São casas de tipologia T2,T3 e T4, com uma organização dos espaços idêntica à de uma casa normal e com capacidade para três ou quatro jovens. Na totalidade, os apartamentos têm capacidade para 29 jovens.

Procura-se que os jovens desenvolvam:
Competências de vida diária incluindo: manutenção de uma residência; gestão doméstica; gestão financeira; utilização de serviços comunitários; utilização de tempo livre; cuidado, higiene e segurança pessoais.
Tomada de decisão e necessidades educativas.
Avaliação de necessidades educativas.
Planeamento de carreira profissional.
Assegurar e manter um emprego.
Assegurar uma residência.
Planeamento de necessidades de saúde
Construir autoimagem e autoestima positivas.
O acompanhamento aos jovens é feito através de reuniões de apartamento, de reuniões individuais, de reuniões/contactos com entidades externas (instituições de ensino, saúde e outras), contactos com as famílias dos jovens, e acompanhamento dos jovens nas diligências que se considere pertinente. Os jovens são apoiados na gestão do seu quotidiano e na mobilização de recursos em diversas esferas da sua vida (educação, saúde, família, lazer e tempos livres, etc.)

São objetivos gerais da intervenção realizada nos Apartamentos de Autonomização:
Apoiar a transição para a vida adulta de jovens e a sua inserção na sociedade através de uma metodologia de intervenção específica com vista à sua responsabilização e autonomização;
Proporcionar aos jovens a aquisição/desenvolvimento de competências pessoais, sociais, escolares/formativas e profissionais;
Mediar processos de autonomia e participação ativa na vida em sociedade potenciando os fatores de inserção social;
Proporcionar as condições necessárias ao bem-estar físico, psíquico e social dos jovens acolhidos nos Apartamentos;
Desenvolver processos individuais de acompanhamento e de apoio a nível psicossocial, material, informativo e de inserção sócio laboral.

São objetivos específicos dos apartamentos de autonomização:
Desenvolver atitudes de autoestima, confiança e respeito mútuo;
Capacitar os jovens para a tomada de decisões de forma autónoma;
Desenvolver competências de coresponsabilização;
Fortalecer a confiança e a relação entre os elementos do grupo;
Fomentar a responsabilização pelas esferas escolar e laboral;
Desenvolver competências de vida diária (gestão doméstica e gestão económica).
Acompanha semanalmente a iniciativa Pessoas e Causas à sexta-feira na TSF, ao domingo no Diário de Notícias e sempre que quiser em https://www.dn.pt/tag/pessoas-e-causas.html

Acompanhamento da População 65+

O Projeto “RADAR” é uma medida de operacionalização do Programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”, cujo objetivo é sinalizar a população com mais de 65 anos de idade, identificando-a e registando as suas necessidades básicas para, em rede, melhor responder aos desafios do envelhecimento. Uma iniciativa inspirada no programa com o mesmo nome da cidade de Barcelona.

O RADAR é um projeto comunitário que surge da experiência de trabalho local com enfoque na população idosa isolada e em situação de risco, conforme estabelecido no Plano de Desenvolvimento Social de Lisboa 2017/2020.

A questão central do Radar é a sinalização e acompanhamento da população idosa da capital, pretendendo-se criar condições para ter uma cidade amiga de todas as idades onde não haja barreiras em função do envelhecimento ou juventude.

Contexto e operacionalização:

A premência deste projeto surge de alguns dados recolhidos que mostram que 24% da população tem 65 ou mais anos (cerca de 131 mil pessoas), 85 mil pessoas vivem sós ou acompanhadas por pessoas da mesma idade e 15% das habitações são ocupadas por idosos que vivem sós (cerca de 35 mil pessoas). Num levantamento junto das freguesias, percebeu-se que a população idosa e respetivo envelhecimento é a principal problemática identificada pelas Comissões Sociais de Freguesia, em particular o isolamento social e solidão.

O objetivo principal do RADAR é organizar a parceria comunitária e identificar e caracterizar 30 mil pessoas. Essa sinalização vai permitir identificar necessidades de forma abrangente e equitativa a nível territorial.

Como objetivos gerais, o RADAR permitirá: criar condições para a promoção do prolongamento da vida autónoma e da população idosa; criar comunidades de vizinhança solidárias e inergeracionais; sinalizar a população 65+, identificando necessidades de forma abrangente e equitativa a nível territorial; estabelecer um registo base estimado em 30 mil pessoas.

Saiba mais sobre o Lisboa – Cidade de Todas as Idades aqui e sobre outro projeto relacionado (Espaços Interage) aqui.

Serviço Social: Campos de Atuação e Identidades Profissionais

A próxima conferência do Ciclo de Conferências do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão é já no próximo dia 20.

O Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA) promove em 2017/18, o Ciclo de Conferências “Avanços na Reabilitação – Por Boas Causas em Boas Mãos”, uma iniciativa que se destina a partilhar a atividade clínica e científica dos seus profissionais, bem como a de convidados de elevado mérito científico, através de comunicações, apresentações e tertúlias. Neste sentido o Centro, em ambiente de equipa multidisciplinar, abre um espaço privilegiado de discussões e de partilha sobre aquilo que de melhor se faz a nível nacional e internacional na área da Reabilitação.

No dia 20 de março, a partir das 14h30, a conferência é dedicada ao tema: Serviço Social: Campos de Atuação e Identidade Profissionais e fica a cargo de Maria Irene Carvalho e Carla Pinto.

PROGRAMA

14h30 às 15h00 – “Campos de Atuação e Identidades Profissionais” – Esta comunicação destaca os campos de atuação e as identidades profissionais percebidas e construídas pelos Assistentes Sociais em Portugal. Pretende-se debater de que modo os processos de mudança social e política (questões sociais, complexidades, austeridade e nova gestão pública) influenciam a intervenção dos assistentes sociais e reconfiguram a profissão. Nesta abordagem consideramos o sector da saúde como um campo onde o Serviço Social emergiu e se consolidou destacando os desafios para a profissão neste contexto.

15h00 às 15h15 – Debate

Local: Sala Multiusos 1 do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão

Oradores:

Maria Irene Carvalho – Professora Auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas ISCSP -Universidade de Lisboa – Investigadora Integrada no Centro de Administração e Políticas Públicas – CAPP e Coordenadora do Núcleo de Investigação em Serviço Social.

Carla Pinto – Professora Auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas ISCSP – Universidade de Lisboa -Investigadora Integrada no Centro de Administração e Políticas Públicas – CAPP e Coordenadora do Núcleo de Investigação em Serviço Social.

Um espaço de todas as idades

Vai nascer em Campo de Ourique um novo equipamento com Academia de Atividades, Residência Assistida e Centro de Dia, que passará a integrar o Projeto Espaços InterAge, do Programa “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), Edmundo Martinho, visitaram esta sexta-feira, 9 de março, as obras de reabilitação de um edifício na Rua Ferreira Borges, Campo de Ourique.

Esta obra implica um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros da SCML. Neste espaço nascerá um novo equipamento com as valências Academia de Atividades e Residência Assistida, incluindo também um Centro de Dia, que passará a integrar o Projeto Espaços InterAge, do Programa Lisboa, Cidade de Todas as Idades.

Fernando Medina sublinhou que esta obra “marca o arranque do mais ambicioso projeto que a SCML e a CML têm” na área do Envelhecimento, defendendo que “deve ser a cidade a adaptar-se às pessoas e não o contrário”. O presidente da CML lembra que com o programa Lisboa, Cidade de Todas as Idades.pdf “queremos manter as pessoas ativas e, assim, a cidade também vai beneficiar da sua autonomia”.

Para o provedor da SCML “este projeto simboliza o que pretendemos fazer em conjunto com a autarquia”, no sentido de “dotar a cidade de respostas mais qualificadas e, sobretudo, mais aberta à comunidade”. Edmundo Martinho explica que “o nosso compromisso é dotar Lisboa de respostas concretas para todas as idades e gerações”.

O projeto contempla as seguintes valências: Academia de Atividades e Residência Assistida (num total de nove: quatro residências no piso 3 e cinco residências no piso 4); está prevista a reinstalação da Residência Assistida Carlos da Maia e do Centro de Dia Stº Condestável. Este Centro de Dia passará a integrar o Projeto Espaços InterAge, enquadrado no Programa Lisboa Cidade de Todas as Idades.

Lisboa, Cidade de Todas as Idades

O programa, apresentado pela SCML e pela CML no início de fevereiro, assenta em 3 eixos: vida ativa, vida autónoma e vida apoiada. Lisboa, Cidade de Todas as Idades pretende diminuir o isolamento social dos idosos que vivem em Lisboa e que constituem um quarto da população da cidade, com o maior e mais ambicioso programa de investimento na rede de cuidados, apoio domiciliário ou a requalificação do espaço público, tornando-o mais amigo dos idosos.

Entre as medidas do programa, destaque para a Teleassistência, Projeto Espaços InterAge, alargamento da cobertura de apoio domiciliário, aumentar e melhorar a prestação de cuidados de saúde básicos, coordenados com o apoio social, à população necessitada de Cuidados Continuados mas com autonomia para habitar em casa própria, estando prevista a criação de 8 equipamentos com Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas e Cuidados Continuados, que tem por objetivo a criação de mil vagas.

Quatro anos de Café Memória

O Café Memória comemora o seu quarto aniversário no próximo sábado, dia 10 de março, com uma sessão de festa às 10h00, na Cafetaria da Casa do Pessoal da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Esta sessão contará com a presença de alguns voluntários e oradores que participaram em edições anteriores desta iniciativa. Esta sessão especial será ainda abrilhantada por uma atuação de música tradicional portuguesa a cargo do grupo musical Cordofones do Clube da Portugal Telecom (PT) que conta com 10 anos de existência e que já é presença assídua nestas edições.

O Café Memória é uma iniciativa inovadora, adaptada a partir do conceito internacional de “MEMORY CAFÉ”, que consiste num local de encontro destinado a pessoas com problemas de memória ou demência, bem como aos respetivos familiares e cuidadores para a partilha de experiências e suporte mútuo, com o acompanhamento de profissionais de saúde ou de ação social.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associou-se em 2014 à rede de sessões do Café Memória, abrindo, duas unidades em Lisboa: em São Roque e no Espaço Santa Casa (transferido em 2016 para o Espaço Atmosfera do Montepio). Desde março de 2014 até à data, realizaram-se, ininterruptamente, 2 sessões em cada mês, tornando-se estes espaços locais de encontro regular, sobretudo para familiares e cuidadores de pessoas com demência.

Nas 96 sessões realizadas nestes dois locais, o Café Memória da Santa Casa contou com 1290 participações, maioritariamente de familiares e/ou cuidadores de pessoas com demência.

Os Voluntários, recursos humanos fundamentais e indispensáveis a este projeto, dedicaram-lhe 2.456 horas de trabalho. Casa sessão, contou em média com o apoio de 6 Voluntários.

Em setembro de 2017 a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o Município de Lisboa, a Sonae Sierra e a Associação Alzheimer Portugal assinaram um Protocolo de colaboração para a criação, de dois novos Cafés Memória na cidade, situados no Campo Pequeno e em Marvila, nas Bibliotecas Municipais.

Com um sucesso crescente em Portugal, o Café Memória tem vindo a captar o interesse de múltiplas entidades promotoras dispersas pelo País e conta atualmente com 18 pontos de encontro no território nacional estando presente em Lisboa (com cinco locais – São Roque, Castilho, Campo Pequeno, Marvila e Colombo), Cascais, Oeiras, Leiria, Viseu, Porto, Guimarães, Braga, Viana do Castelo, Funchal, Almada, Barcelos, Sintra e Évora.

Em 2018 a SCML, através do DQI-USI, irá prosseguir, juntamente com os seus parceiros, o trabalho até aqui desenvolvido disponibilizando esta resposta social às pessoas que habitualmente a frequentam bem como aos novos participantes que continuam a comparecer em todas as sessões mensais.

A entrada/participação neste evento é livre e não implica marcação prévia.

Encontro promove estratégia para pessoas sem-abrigo

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa coordena o eixo da intervenção do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo na capital. É a primeira vez que os núcleos de todo o país se encontram.

Lisboa recebeu a 27 de fevereiro, o 1º encontro nacional dos Núcleos de Planeamento e Intervenção Sem Abrigo (NPISA). O objetivo deste encontro foi a apresentação da Estratégia para a Integração de Pessoas em Situação Sem Abrigo 2017-2023, e promover a sua efetiva implementação no território a partir dos contributos de todas as entidades envolvidas na integração das pessoas em situação de sem-abrigo.

A ENIPSSA 2017-2023 compreende três eixos de intervenção, que visam a promoção do conhecimento do fenómeno das pessoas em situação de sem-abrigo, informação, sensibilização e educação, o reforço de uma intervenção promotora da integração das pessoas em situação de sem-abrigo, bem como a coordenação, monitorização e avaliação da Estratégia.
A implementação da ENIPSSA 2017-2023 realiza-se através de Planos de Ação bienais, que incluem os eixos, objetivos estratégicos e ações executadas através de atividades, metas, indicadores, orçamento (direto e indireto), calendário e entidades (responsáveis e parceiras).

O Plano de Ação 2017-2018 prevê 104 atividades distribuídas pelas ações, objetivos estratégicos e eixos de intervenção. Entre os objetivos estratégicos do plano encontram-se, entre outros, a utilização de um conceito único a nível nacional de “pessoa em situação de sem-abrigo”, o reforço de uma intervenção promotora da integração das pessoas em situação de sem-abrigo, assegurar que ninguém tenha de permanecer na rua por mais de 24 horas. Conheça o documento completo aqui.

NPISA Lisboa

Em Lisboa, o NPISA existe desde 2015 no Cais do Gás, com coordenação tripartida da Rede Social de Lisboa (Câmara Municipal, Santa Casa e Instituto da Segurança Social) e várias instituições que trabalham com esta população.

Neste local funciona a Unidade de Atendimento para a Pessoa Sem-Abrigo – UAPSA que permite um atendimento de emergência centralizado à população sem-abrigo e/ou com domicílio instável. A UAPSA funciona todos os dias úteis das 9h00 às 18h30, sendo que fora deste horário e ao fim-de-semana e feriados o Centro de Alojamento Temporário Mãe de Água (CATMA) assegura a resposta de emergência às sinalizações realizadas.

O espaço, cedido pela Câmara Municipal de Lisboa, é gerido pela SCML, permitindo uma intervenção integrada que agrega todos os serviços e instituições da Rede Social de Lisboa que trabalham com as pessoas sem-abrigo ou em situação de emergência social.

O equipamento social da cidade de Lisboa assegura o acompanhamento dos sem-abrigo, proporcionando um atendimento mais completo e centralizado, evitando que tenham de bater a sucessivas portas e, também, que as instituições dupliquem apoios e estratégias.

O espaço, dividido em dois pisos, foi equipado com uma receção, salas de espera e de enfermagem, balneário, um banco de roupas e seis salas de atendimento, uma das quais com um espaço para crianças. No piso de cima, foram instalados os gabinetes para os técnicos das diferentes instituições.

Santa Casa requalifica 21 centros de dia

A iniciativa representa um investimento de 12 milhões de euros e pretende que estes centros de dia promovam convívio entre gerações.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) apresentou, esta sexta-feira, 2 de março, o Projeto InterAge, que tem como objetivo requalificar 21 centros de dia da Misericórdia de Lisboa, transformando-os em espaços intergeracionais e abertos à comunidade.

A recuperação dos equipamentos deve estar concluída até 2026. A Misericórdia de Lisboa pretende que os centros promovam convívio entre gerações, combinando centros para idosos e creches.

Na cerimónia, que decorreu no Centro Social de São Boaventura, estiveram o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Ricardo Robles e o administrador da Ação Social da SCML, Sérgio Cintra.

Recuperação de espaços e intergeracionalidade

O projeto InterAge, assim se chama este programa, vai beneficiar mais de 1600 utentes e representa um investimento de 12 milhões de euros. O projeto apresentado enquadra-se no Programa “Lisboa. Cidade de Todas as Idades”, lançado no início de fevereiro, que pretende diminuir o isolamento social dos idosos que vivem em Lisboa, através do maior e mais ambicioso programa de investimento na rede de cuidados, apoio domiciliário e requalificação do espaço público.

É um projeto conjunto da Câmara Municipal de Lisboa e da Santa Casa e assenta em três eixos: vida ativa, vida apoiada e vida autónoma, onde se integra o InterAge. Neste eixo – o da vida autónoma -, mais três medidas são da responsabilidade da Santa Casa. Os serviços de teleassistência, de apoio ao cuidador informal e apoio domiciliário.

Os 21 centros da Misericórdia de Lisboa correspondem a cerca de 1/3 da resposta que existe em Lisboa. A requalificação dos centros será realizada, por fases, até 2026, tendo-se iniciado a sua implementação em cinco centros de dia.

Público-alvo:

Uma resposta para todos: abertura à comunidade, a todas as gerações e a diferentes estratos sociais.

Modelo de funcionamento:

Conjuga várias respostas sociais, dinamiza serviços e produtos em função das necessidades da população. Trabalha em rede com as entidades locais, numa lógica de cogovernação, flexível e ajustada a cada território e aos interesses de cada um. Promove o exercício de cidadania e de participação das pessoas num projeto comum. Estimula a solidariedade social.

Mais e melhor intervenção na área da saúde mental

A Santa Casa estabeleceu uma parceria de cooperação com a Lisbon Institute of Global Mental Health (LIGMH) com o objetivo de qualificar a intervenção psicossocial dos técnicos das equipas das Unidades de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade da instituição.

Foi assinado esta quinta-feira, 1 de março, um protocolo de colaboração entre a Misericórdia de Lisboa e a LIGMH, pelo administrador de ação social da instituição, Sérgio Cintra e o presidente da LIGMH, professor José Miguel Caldas de Almeida.

O acordo celebrado entre as duas instituições tem por objetivos desenvolver ferramentas padronizadas de documentação e avaliação, dar assistência técnico-científica na avaliação de intervenções e serviços, possibilitar a supervisão técnica de projetos específicos de reabilitação psicossocial e desenvolver parâmetros que permitam criar um modelo inovador de intervenção na Misericórdia de Lisboa, que seja reprodutível e se possa difundir e adotar a nível nacional e internacional.

Com um período de vigência de 3 anos, o protocolo pretende enquadrar e regular a colaboração entre a Santa Casa e a LIGMH para a implementação de um projeto destinado a qualificar a intervenção psicossocial dos técnicos das equipas de 10 Unidades de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade, na área da saúde mental.

A Lisbon Institute of Global Mental Health procura gerar conhecimentos inovadores, criar capacidade e proporcionar colaboração técnica a governos e instituições na área da saúde pública mental. Constituída por Um grupo selecionado de especialistas em saúde pública e saúde mental a LIGMH é uma organização independente, organizada pela NOVA Medical School / Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

Um presente e um sorriso

As crianças da Casa de Acolhimento Menino Jesus foram surpreendidas esta quinta-feira, 8 de fevereiro, com prendas de Natal “tardias”. A iniciativa aconteceu no âmbito da campanha “Um presente a mais para quem tem menos”.

Esta iniciativa é o resultado da campanha solidária da TVI, lançada em dezembro passado, no “Wonderland”, no Parque Eduardo VII, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A campanha apelava às pessoas para deixarem uma prenda para ser oferecida a crianças desfavorecidas e, mais uma vez, os portugueses provaram que são solidários e generosos.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas