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Casa Ásia convida a conhecer as religiões do Japão

Como convivem diferentes tradições religiosas no Japão? A resposta é o ponto de partida para o seminário “Religiões do Japão”, que a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo promove no dia 12 de março, entre as 18h00 e as 19h00, convidando o público a explorar a diversidade espiritual que marca a sociedade japonesa.

Do xintoísmo, religião nativa, ao budismo, introduzido no século VI, passando pelo confucionismo, sistema de pensamento de origem chinesa, e pelo cristianismo trazido por missionários, várias tradições foram sendo assimiladas ao longo da história do país. Já no século XX, surgiram também as chamadas Novas Religiões, refletindo a capacidade do Japão de integrar e reinterpretar diferentes influências espirituais.

A sessão será conduzida por Ana Fernandes Pinto, doutorada em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa e investigadora integrada no CHAM – Centro de Humanidades da NOVA/FCSH. A sua investigação tem-se centrado nas relações entre Portugal e o Japão entre os séculos XVI e XIX.

Inscrições:

A participação tem um custo de 10 euros, com 20% de desconto para inscrições realizadas até três dias antes do evento. O número máximo de participantes é 50. As inscrições e os pagamentos devem ser feitos através da Loja da Cultura da Santa Casa.

Para mais informações ou para marcações, contactar a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo pelos telefones 213 235 250 / 213 235 400 ou pelo e-mail ca.cfc@scml.pt.

A próxima conferência na Casa Ásia realiza-se a 26 de março, às 18h00, e é dedicada ao tema “Confucionismo”, com intervenção de Patrícia Alexandra Marrafa.

Espaço Santa Casa acolhe Exposição “Geometria Fragmentada: Ângulos de Um Novo Mundo”

Foi inaugurada no Espaço Santa Casa a exposição “Geometria Fragmentada: Ângulos de Um Novo Mundo”, da autoria do pintor Jorge Casal, que é, simultaneamente, colaborador da Misericórdia de Lisboa.

Num autêntico mundo de cor, formas e camadas, o artista parte numa constante busca pelo equilíbrio entre a construção e a superfície nas 20 obras expostas, que podem ser apreciadas pelos visitantes até ao dia 12 de fevereiro no n.º 160 do Campo de Santa Clara.

Jorge Casal, Auxiliar de Serviços Gerais da Aldeia de Santa Isabel, é fascinado pela pintura desde tenra idade, quando visitava os museus sempre munido de papel e lápis, para prolongar (e eternizar) o que via. Cresceu no desenho a lápis e guache, mas posteriormente descobriu a pintura a óleo e foi nessa técnica que baseou as suas criações desde então.

Visite a exposição!

Última oportunidade para admirar obra de Leonardo da Vinci no Museu de São Roque

“Rapariga lavando os pés a uma criança”, a obra de da Vinci que remonta a 1480-1483, tem suscitado a admiração de todos os que têm visitado a exposição “Filhos de todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, patente no Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque. O desenho tem gerado verdadeiras romarias de visitantes que desejam olhar de perto o desenho a lápis e tinta do conhecido artista, obra que pertence à coleção da faculdade de Belas Artes do Porto, que a cedeu à Misericórdia de Lisboa para integrar a mostra sobre os expostos da roda.

O desenho – uma peça classificada como Tesouro Nacional – manter-se-á na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque até domingo, dia 1 de fevereiro, sendo recolhida “para descanso” para se garantir a sua preservação e integridade.

 “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” é o nome da exposição que está patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque até 29 de março de 2026. A mostra exibe alguns dos 90 mil sinais de expostos – objetos que acompanhavam as crianças expostas na roda – que estavam preservadas no Arquivo Histórico da Santa Casa.

A mostra insere-se na candidatura dos sinais dos expostos a Registo da Memória do Mundo da UNESCO, uma candidatura que foi recentemente aprovada pelo Comité Nacional e que aguarda o veredicto do Comité Consultivo Internacional.

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo promove ciclo de workshops de desenho “O Olhar em Viagem”

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, recebe no próximo sábado, 24 de janeiro, o início do ciclo de workshops de desenho “O Olhar em Viagem”, orientado por Mário Linhares.

Composto por quatro sessões ao longo do primeiro trimestre de 2026, este ciclo parte das peças japonesas expostas nas salas do museu como ponto de partida para uma experiência criativa e sensorial: desenhar aquilo que se observa, registando no diário gráfico a “viagem” que o olhar faz dentro do património artístico e cultural do Japão.

A proposta convida os participantes a experimentarem técnicas novas e desafiantes, tal como numa viagem real, através do desenho de peças selecionadas da coleção, aproximando o público do museu de forma participativa e prática.

As sessões decorrem sempre ao sábado, das 15h00 às 17h30, e têm como temas: “Lacas Negoro: vermelho sobre negro” (24 de janeiro), “Wabi sabi: a beleza do disforme” (21 de fevereiro), “Zochoten: os pontos cardeais” (7 de março) e “Biombos Momoyama: nuvens de ouro” (28 de março).

A participação está limitada a 20 participantes e tem o custo de 10 euros por sessão.

 

Materiais necessários:

Diário gráfico A5 ou A4; aguarelas e pincéis; pastel de óleo vermelho e preto; papel vegetal e clips; caneta preta; lápis de grafite; lápis de cor e afia; cola stick.

Informações e inscrições:

213 235 250 – 213 235 400

ca.cfc@scml.pt

Comunidade de Leitores volta a reunir-se mensalmente na Biblioteca da Santa Casa

A Comunidade de Leitores da Santa Casa está de regresso para mais um ano de boas leituras e conversas sobre elas. Mensalmente, a Biblioteca da Misericórdia de Lisboa vai acolher estas sessões, destinadas a fomentar a partilha de experiências sobre as obras, bem como divulgar trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos.

A primeira sessão acontece já a 22 de janeiro e vai debruçar-se sobre “O Último Avô”, de Afonso Reis Cabral. Com a coordenação de Susana Gago, esta será a primeira de 11 reuniões da Comunidade de Leitores (não se realiza no mês de junho), sempre às 18 horas.

A participação é limitada a 15 pessoas e requer inscrição, que pode ser feita através do email biblioteca@scml.pt ou pelos telefones 213 235 753 e 213 235 858. Conheça abaixo as sinopses das obras que vão estar em discussão ao longo deste ano e a calendarização completa:

Leonardo da Vinci inspira Masterclasse no Museu de São Roque

A iniciativa surge no âmbito da exposição “Filhos de todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, que apresenta a única obra conhecida de Leonardo da Vinci em Portugal: o desenho “Rapariga lavando os pés a uma criança”, datado de cerca de 1480-1483 e pertencente à coleção da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).

Para celebrar esta presença rara, será realizada uma Masterclasse de Desenho, composta por dois momentos:

15h00 – Conversando com Leonardo da Vinci. O “Desenho do Porto”.

Uma conversa sobre o significado e contexto da obra, conduzida pelo Professor Pintor Mário Bismarck (FBAUP).

Máx. 50 participantes.

16h30 – 18h30 – Workshop de desenho de figura humana.

Sessão prática orientada pelo Professor Doutor Pedro Alegria (FBAUP).

Máx. 20 participantes.

A participação é gratuita, mas requer marcação obrigatória. Os materiais serão disponibilizados pelo museu, embora os participantes possam trazer os seus próprios.

Informações e marcações: Museu de São Roque – Largo Trindade Coelho, 1200-470 Lisboa

Tel: 213 235 444 | 213 235 449* – arquivo.historico@scml.pt | museudesaoroque@scml.pt

Não perca esta oportunidade de mergulhar no universo de Leonardo da Vinci e explorar a arte do desenho com especialistas.

* Custo de chamada para a rede fixa nacional

Obra “Nº 907. Esta se chama Maria” apresentada ao público esta quarta-feira

A Brotéria recebe, esta quinta-feira, 15 de janeiro, a apresentação pública da obra “Nº 907. Esta se chama Maria”, da autoria do Padre João Sarmento SJ. A peça é parte da exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, que está patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

A sessão na Brotéria está marcada para as 18h30, com a presença do artista. De seguida haverá uma conversa sobre a espiritualidade na arte, com a participação da pintora Graça Morais, de João Sarmento SJ, de Francisco d’Orey, coordenador da exposição, e de Helena Mantas, curadora da mostra. A moderação ficará a cargo de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa.

A exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” decorre até 29 de março e visa criar pontes entre a história dos sinais das crianças expostas, bilhetes manuscritos, objetos e imagens, e leituras contemporâneas sobre a identidade, o cuidado e a memória. 

A Misericórdia de Lisboa conserva perto de 90 mil sinais de expostos, organizados em cinco séries documentais, com datas entre 1658 e 1939. Trata-se da maior coleção de documentos deste tipo a nível mundial. A exposição integra-se na candidatura destas séries ao Registo Internacional da Memória do Mundo da UNESCO, apresentada em parceria com outras instituições nacionais e internacionais.

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo apresenta programação de janeiro a abril dedicada à diversidade cultural e religiosa da Ásia

Entre janeiro e abril de 2026, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, propõe uma programação diversificada que convida à descoberta, ao conhecimento e ao diálogo intercultural, afirmando o museu como um espaço vivo de reflexão sobre a história, a cultura e as espiritualidades do continente asiático.

Em destaque neste primeiro trimestre está o Seminário sobre Religiões, um ciclo de nove conferências, conduzidas por especialistas de referência, que parte das peças e dos países representados na coleção para promover o conhecimento sobre a diversidade religiosa asiática. Ao longo de vários encontros, serão abordadas tradições como o Budismo, o Hinduísmo, o Confucionismo, o Xintoísmo, o Islamismo na Ásia do Sudeste, os cristãos do Malabar e, por fim, o papel dos jesuítas na difusão do Cristianismo na Ásia. Cada sessão decorre às 18h00, entre janeiro e abril, mediante inscrição prévia, com um valor de 10 euros por conferência.

O ciclo inicia-se a 8 de janeiro com a conferência “Os cristãos do Malabar”, seguindo-se, entre outros momentos, abordagens ao Islão no Sudeste Asiático, ao Hinduísmo, ao Império Mogol, às religiões do Japão e ao Budismo, culminando, a 23 de abril, com uma reflexão sobre o papel dos jesuítas na Ásia. Este seminário propõe uma leitura histórica, cultural e teológica das religiões, reforçando a missão da Casa Ásia enquanto espaço de diálogo entre culturas. 

Paralelamente, o museu promove duas edições do Curso para Guias-Intérpretes, destinadas a profissionais da área do Turismo, que decorrerão entre 15 de janeiro e 9 de fevereiro. O objetivo é dar a conhecer este museu recente, instalado num palácio seiscentista recuperado, e a sua coleção de mais de 1400 peças provenientes de 14 países asiáticos, adquirida pelo colecionador Francisco Capelo e integrada na Santa Casa em 2017. O curso decorre durante todo o dia, com início às 10h30, pausa para almoço às 12h00 e retoma das 14h00 às 17h00, sendo de participação gratuita mediante marcação prévia.

Com esta programação, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo reafirma-se como um espaço de encontro entre património, conhecimento e contemporaneidade, convidando o público a explorar a riqueza cultural e espiritual da Ásia através da arte, da história e da reflexão partilhada.

Museu de São Roque em festa para encerrar comemorações dos 120 anos

O Museu de São Roque estará em festa no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de janeiro, com o encerramento das comemorações do 120.º aniversário deste espaço cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Durante estes dois dias, a comunidade está convidada a participar nas diversas iniciativas previstas, todas elas com entrada livre.

Tudo começa no sábado, a partir das 15 horas, com a apresentação do livro “O edifício do Museu de São Roque: mais de um século de remodelações. História, projetos e intervenções”, da autoria de Sílvia Pereira.

Já no domingo, após a visita guiada matinal à Capela de São João Batista, coleção recentemente classificada como Tesouro Nacional, a tarde vai contemplar a atividade “O Meu Museu”, dedicada às famílias com crianças, seguindo-se a visita temática “Os rostos da Capela de São João Batista: D. João V, o rei”.

A partir das 16 horas, Mariana Dionísio vai apresentar uma instalação sonora concebida especificamente para o Museu de São Roque, servindo de antecipação ao concerto “Offertorium Portraits”. Às 18 horas, “LEIDA” apresenta-se na Igreja de São Roque, num autêntico diálogo com a tradição da música sacra, criado por Mariana Dionísio e pela artista multimédia Varvara Tazelaar.

Todas as atividades previstas para domingo carecem de marcação prévia, que pode ser realizada através do telefone 213 235 449 ou do email museusaoroque@scml.pt.

Coleção da Capela de São João Batista classificada como Tesouro Nacional

A Coleção da Capela de São João Baptista, da Igreja e Museu de São Roque, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi classificada como Tesouro Nacional, no ano em que este Museu celebra o seu 120.º aniversário.

O anúncio foi feito esta semana em comunicado do Conselho de Ministros e vem reforçar o reconhecimento da Capela de São João Batista como uma das mais notáveis realizações do Barroco europeu e da arte sacra romana em Portugal, e uma joia única no património artístico nacional. Trata-se ainda de um testemunho único das grandes encomendas artísticas e da política de mecenato de D. João V, também conhecido pelo cognome “O Magnânimo”, que mandou construir esta Capela no século XVIII aos arquitetos romanos Luigi Vanvitelli e Nicola Salvi, sob o desejo de trazer Roma para Lisboa.

Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa, destaca que o acervo da Capela de São João Baptista é composto por cerca de 200 peças documentadas, com um valor cultural e uma importância histórica inestimáveis. Destas 200 peças, com parâmentos bordados em fio de ouro para as missas mais solenes e bordados em fios de seda, para as missas do dia a dia. Esta coleção da Capela de São João Batista, é única no mundo com a particularidade de estar completa e no local para onde foi concebida, o que é extremamente raro. Esta “Encomenda Prodigiosa” foi feita por D. João V aos melhores artistas, arquitetos, ourives e artesãos da época.”

A classificação da Coleção da Capela de São Batista a Tesouro Nacional vem reforçar o papel do Museu de São Roque na preservação e valorização do património móvel nacional, ao mesmo tempo que evidencia o compromisso da Santa Casa em valorizar o seu legado histórico e patrimonial como instrumento ao serviço da coesão social, e em promover uma Cultura acessível a todos.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

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