logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Comunidade de Leitores volta a reunir-se mensalmente na Biblioteca da Santa Casa

A Comunidade de Leitores da Santa Casa está de regresso para mais um ano de boas leituras e conversas sobre elas. Mensalmente, a Biblioteca da Misericórdia de Lisboa vai acolher estas sessões, destinadas a fomentar a partilha de experiências sobre as obras, bem como divulgar trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos.

A primeira sessão acontece já a 22 de janeiro e vai debruçar-se sobre “O Último Avô”, de Afonso Reis Cabral. Com a coordenação de Susana Gago, esta será a primeira de 11 reuniões da Comunidade de Leitores (não se realiza no mês de junho), sempre às 18 horas.

A participação é limitada a 15 pessoas e requer inscrição, que pode ser feita através do email biblioteca@scml.pt ou pelos telefones 213 235 753 e 213 235 858. Conheça abaixo as sinopses das obras que vão estar em discussão ao longo deste ano e a calendarização completa:

Leonardo da Vinci inspira Masterclasse no Museu de São Roque

A iniciativa surge no âmbito da exposição “Filhos de todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, que apresenta a única obra conhecida de Leonardo da Vinci em Portugal: o desenho “Rapariga lavando os pés a uma criança”, datado de cerca de 1480-1483 e pertencente à coleção da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).

Para celebrar esta presença rara, será realizada uma Masterclasse de Desenho, composta por dois momentos:

15h00 – Conversando com Leonardo da Vinci. O “Desenho do Porto”.

Uma conversa sobre o significado e contexto da obra, conduzida pelo Professor Pintor Mário Bismarck (FBAUP).

Máx. 50 participantes.

16h30 – 18h30 – Workshop de desenho de figura humana.

Sessão prática orientada pelo Professor Doutor Pedro Alegria (FBAUP).

Máx. 20 participantes.

A participação é gratuita, mas requer marcação obrigatória. Os materiais serão disponibilizados pelo museu, embora os participantes possam trazer os seus próprios.

Informações e marcações: Museu de São Roque – Largo Trindade Coelho, 1200-470 Lisboa

Tel: 213 235 444 | 213 235 449* – arquivo.historico@scml.pt | museudesaoroque@scml.pt

Não perca esta oportunidade de mergulhar no universo de Leonardo da Vinci e explorar a arte do desenho com especialistas.

* Custo de chamada para a rede fixa nacional

Obra “Nº 907. Esta se chama Maria” apresentada ao público esta quarta-feira

A Brotéria recebe, esta quinta-feira, 15 de janeiro, a apresentação pública da obra “Nº 907. Esta se chama Maria”, da autoria do Padre João Sarmento SJ. A peça é parte da exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, que está patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

A sessão na Brotéria está marcada para as 18h30, com a presença do artista. De seguida haverá uma conversa sobre a espiritualidade na arte, com a participação da pintora Graça Morais, de João Sarmento SJ, de Francisco d’Orey, coordenador da exposição, e de Helena Mantas, curadora da mostra. A moderação ficará a cargo de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa.

A exposição “Filhos de Todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” decorre até 29 de março e visa criar pontes entre a história dos sinais das crianças expostas, bilhetes manuscritos, objetos e imagens, e leituras contemporâneas sobre a identidade, o cuidado e a memória. 

A Misericórdia de Lisboa conserva perto de 90 mil sinais de expostos, organizados em cinco séries documentais, com datas entre 1658 e 1939. Trata-se da maior coleção de documentos deste tipo a nível mundial. A exposição integra-se na candidatura destas séries ao Registo Internacional da Memória do Mundo da UNESCO, apresentada em parceria com outras instituições nacionais e internacionais.

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo apresenta programação de janeiro a abril dedicada à diversidade cultural e religiosa da Ásia

Entre janeiro e abril de 2026, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, propõe uma programação diversificada que convida à descoberta, ao conhecimento e ao diálogo intercultural, afirmando o museu como um espaço vivo de reflexão sobre a história, a cultura e as espiritualidades do continente asiático.

Em destaque neste primeiro trimestre está o Seminário sobre Religiões, um ciclo de nove conferências, conduzidas por especialistas de referência, que parte das peças e dos países representados na coleção para promover o conhecimento sobre a diversidade religiosa asiática. Ao longo de vários encontros, serão abordadas tradições como o Budismo, o Hinduísmo, o Confucionismo, o Xintoísmo, o Islamismo na Ásia do Sudeste, os cristãos do Malabar e, por fim, o papel dos jesuítas na difusão do Cristianismo na Ásia. Cada sessão decorre às 18h00, entre janeiro e abril, mediante inscrição prévia, com um valor de 10 euros por conferência.

O ciclo inicia-se a 8 de janeiro com a conferência “Os cristãos do Malabar”, seguindo-se, entre outros momentos, abordagens ao Islão no Sudeste Asiático, ao Hinduísmo, ao Império Mogol, às religiões do Japão e ao Budismo, culminando, a 23 de abril, com uma reflexão sobre o papel dos jesuítas na Ásia. Este seminário propõe uma leitura histórica, cultural e teológica das religiões, reforçando a missão da Casa Ásia enquanto espaço de diálogo entre culturas. 

Paralelamente, o museu promove duas edições do Curso para Guias-Intérpretes, destinadas a profissionais da área do Turismo, que decorrerão entre 15 de janeiro e 9 de fevereiro. O objetivo é dar a conhecer este museu recente, instalado num palácio seiscentista recuperado, e a sua coleção de mais de 1400 peças provenientes de 14 países asiáticos, adquirida pelo colecionador Francisco Capelo e integrada na Santa Casa em 2017. O curso decorre durante todo o dia, com início às 10h30, pausa para almoço às 12h00 e retoma das 14h00 às 17h00, sendo de participação gratuita mediante marcação prévia.

Com esta programação, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo reafirma-se como um espaço de encontro entre património, conhecimento e contemporaneidade, convidando o público a explorar a riqueza cultural e espiritual da Ásia através da arte, da história e da reflexão partilhada.

Museu de São Roque em festa para encerrar comemorações dos 120 anos

O Museu de São Roque estará em festa no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de janeiro, com o encerramento das comemorações do 120.º aniversário deste espaço cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Durante estes dois dias, a comunidade está convidada a participar nas diversas iniciativas previstas, todas elas com entrada livre.

Tudo começa no sábado, a partir das 15 horas, com a apresentação do livro “O edifício do Museu de São Roque: mais de um século de remodelações. História, projetos e intervenções”, da autoria de Sílvia Pereira.

Já no domingo, após a visita guiada matinal à Capela de São João Batista, coleção recentemente classificada como Tesouro Nacional, a tarde vai contemplar a atividade “O Meu Museu”, dedicada às famílias com crianças, seguindo-se a visita temática “Os rostos da Capela de São João Batista: D. João V, o rei”.

A partir das 16 horas, Mariana Dionísio vai apresentar uma instalação sonora concebida especificamente para o Museu de São Roque, servindo de antecipação ao concerto “Offertorium Portraits”. Às 18 horas, “LEIDA” apresenta-se na Igreja de São Roque, num autêntico diálogo com a tradição da música sacra, criado por Mariana Dionísio e pela artista multimédia Varvara Tazelaar.

Todas as atividades previstas para domingo carecem de marcação prévia, que pode ser realizada através do telefone 213 235 449 ou do email museusaoroque@scml.pt.

Coleção da Capela de São João Batista classificada como Tesouro Nacional

A Coleção da Capela de São João Baptista, da Igreja e Museu de São Roque, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi classificada como Tesouro Nacional, no ano em que este Museu celebra o seu 120.º aniversário.

O anúncio foi feito esta semana em comunicado do Conselho de Ministros e vem reforçar o reconhecimento da Capela de São João Batista como uma das mais notáveis realizações do Barroco europeu e da arte sacra romana em Portugal, e uma joia única no património artístico nacional. Trata-se ainda de um testemunho único das grandes encomendas artísticas e da política de mecenato de D. João V, também conhecido pelo cognome “O Magnânimo”, que mandou construir esta Capela no século XVIII aos arquitetos romanos Luigi Vanvitelli e Nicola Salvi, sob o desejo de trazer Roma para Lisboa.

Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa, destaca que o acervo da Capela de São João Baptista é composto por cerca de 200 peças documentadas, com um valor cultural e uma importância histórica inestimáveis. Destas 200 peças, com parâmentos bordados em fio de ouro para as missas mais solenes e bordados em fios de seda, para as missas do dia a dia. Esta coleção da Capela de São João Batista, é única no mundo com a particularidade de estar completa e no local para onde foi concebida, o que é extremamente raro. Esta “Encomenda Prodigiosa” foi feita por D. João V aos melhores artistas, arquitetos, ourives e artesãos da época.”

A classificação da Coleção da Capela de São Batista a Tesouro Nacional vem reforçar o papel do Museu de São Roque na preservação e valorização do património móvel nacional, ao mesmo tempo que evidencia o compromisso da Santa Casa em valorizar o seu legado histórico e patrimonial como instrumento ao serviço da coesão social, e em promover uma Cultura acessível a todos.

Museu de São Roque celebra 120 anos com visitas, oficinas e conferência dedicadas à Rainha D. Leonor

O Museu de São Roque vive amanhã uma tarde especial de celebração, marcada por três iniciativas que homenageiam os seus 120 anos e aprofundam o legado da Rainha D. Leonor, figura central na história da Misericórdia de Lisboa e de Portugal.

A partir das 14h00, decorre a Visita Guiada Temática – 120 anos do Museu de São Roque, um percurso que convida o público a redescobrir a riqueza artística, histórica e espiritual deste espaço museológico ímpar, através das peças que o tornaram referência nacional e internacional.

Segue-se, às 15h00, a oficina para famílias Uma Rainha, Uma Casa, Um Legado, dedicada a crianças dos 6 aos 12 anos. Numa abordagem criativa e participativa, os mais novos e as suas famílias exploram quem foi D. Leonor e de que forma a sua ação marcou, até aos nossos dias, a identidade da Santa Casa.

Às 15h30, o auditório acolhe a conferência Retratos de Uma Rainha: Interpretações iconográficas da Rainha D. Leonor (1458–1525) ao longo do tempo, por João Simões, do Museu de São Roque. Uma reflexão sobre a evolução da representação visual daquela que ficou conhecida como a “Princesa Perfeitíssima”.

A sessão será seguida de uma visita à exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, patente até 29 de março de 2026, que revela alguns dos mais de 90 mil sinais preservados pelo Arquivo Histórico da SCML e integra a candidatura destes documentos ao Registo da Memória do Mundo da UNESCO.

Uma celebração completa que une conhecimento, arte, património e participação, reafirmando o papel do Museu de São Roque como espaço vivo da memória e identidade da Misericórdia de Lisboa.

Explore a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo com a nova aplicação digital Zoomguide

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, apresentou esta quarta-feira, 3 de dezembro, uma nova ferramenta digital que promete transformar a experiência da visita a este espaço cultural, aproximando os públicos das obras e ampliando o acesso ao conhecimento.

O momento contou com a presença do administrador da instituição, Rui Garcês, a diretora da Cultura da Santa Casa, Teresa Nicolau, e a responsável pela Casa Ásia – Coleção francisco Capelo, Eduarda Napoleão.

Zoom Guide é uma solução interativa que permite aos visitantes explorar conteúdos multimédia complementares às peças expostas, aceder a narrativas aprofundadas, visualizar detalhes invisíveis a olho nu e descobrir contextos históricos, artísticos e culturais de forma intuitiva. Através do telemóvel ou tablet, o utilizador pode navegar entre diferentes camadas de informação, enriquecendo assim a experiência museológica.

Para Eduarda Napoleão, esta ferramenta representa “um avanço essencial no diálogo entre património e tecnologia”, permitindo “uma leitura mais ampla e acessível da coleção, aproximando o público e oferecendo novas formas de olhar e compreender cada peça”.

A aplicação é gratuita no período experimental, por 6 meses.

Episódio de uma creche da Santa Casa “salta” para as páginas de um livro

Tudo começou com uma situação corriqueira, que ocorre em todos os estabelecimentos infantis e em casas onde habitam crianças: brinquedos e livros desarrumados e os constantes alertas dos adultos para a possível ocorrência de uma queda. A repetição diária desta situação na sala das crianças de dois anos no Parque Infantil Santa Catarina levou a que Soraia Pereira, uma Técnica de Ação Educativa de 37 anos, inventasse uma história para “sensibilizar” os mais pequenos para o “risco de se correr” com os objetos espalhados pelo pavimento.

“O grupo demonstrou tanto interesse, que me pediu para contar a história novamente”, explica a autora no prefácio do livro. E a repetição constante de uma história que tinha sido inventada “no momento”, o sucesso gerado entre os mais pequenos e a pedagogia contida no conto levou a que a funcionária da Misericórdia de Lisboa transpusesse o pequeno conto para o papel, mas desta vez em forma de verso, para que fosse “mais interessante e cativante” para os mais novos.

Com o conto escrito, o passo seguinte consistiu em ilustrar a história, uma tarefa que esteve a cargo de Ana Gomes, do Núcleo de Design da Direção de Comunicação, que procurou igualmente inspiração numa criança. Desta vez, no seu filho Vasco, de dois anos:

“Ele [o Vasco] poderia perfeitamente personificar o Zé [o protagonista da história]. Essa ligação pessoal trouxe uma dimensão única ao projeto, tornando cada detalhe das ilustrações mais genuíno e próximo da realidade que vivo diariamente”, explicou a ilustradora, adiantando que o processo criativo prolongou-se por dois meses, tendo sido “muito fluído” pela proximidade que a profissional tem com o público-alvo, mas também “pelo valor afetivo envolvido”.

Ana Gomes e Soraia Pereira

A ilustradora Ana Gomes (à esquerda) e a autora Soraia Pereira (à direita)

Se a Santa Casa foi uma fonte de inspiração inesperada, a importância do livro “O Trambolhão do Zé” prevê-se maior do que se poderia pensar inicialmente. Afinal, a obra retrata vivências que ocorrem em contexto de creche, algo que é raro, conforme faz questão de sublinhar Maria João Barros, coordenadora pedagógica da Direção de Infância, Juventude e Família (DIIJF):

“O livro tem como intuito partilhar vivências e situações que acontecem no dia a dia de uma escola. Existem, até ao momento, poucas histórias em contexto de sala, podendo esta história, de uma forma didática, ser utilizada como ferramenta de trabalho”, explicou.

Uma opinião partilhada pela autora do conto, que admite acreditar que “esta história possa ser utilizada como ferramenta de trabalho, de forma didática, para que todos os profissionais da área da educação a possam explorar com os seus grupos de crianças”.

Com uma produção de 250 exemplares, “O Trambolhão do Zé” destina-se, nesta fase inicial, ao “universo” da Misericórdia de Lisboa. Posteriormente será “colocado à venda em livrarias”, revela a coordenadora pedagógica da DIJF.

Jovens da Santa Casa expõem obra na Feira do Livro de Fotografia de Lisboa

“Click! Olhares entre filmes e fotografias” é o título da obra que irá representar a Misericórdia de Lisboa, uma obra em forma de fotolivro, no qual “cinco histórias distintas apresentam diferentes universos transformados em fotofilmes”, como é o caso de uma menina emigrante que chega a uma escola nova, um maluco que persegue pessoas na mata, um assassino cego no encalce de um grupo de jovens, um rapaz sonhador de monstros e um inusitado cão flamejante.

As histórias e as fotografias são da autoria de Yasmin Silva, Rosinha Brito, Tatiana Baptista, Diego Silva, Salvador Fradão, jovens do grupo de Animação Socioeducativa do Centro Social Polivalente do Bairro Padre Cruz, que contaram ainda com a ajuda dos demais colegas. Com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, os jovens autores integram o grupo dos Artistas Secretos Especiais, um projeto sob orientação de Sara Cruz (Monitora de Tempos Livres) e de Pedro Augusto (Animador Sociocultural).

A participação da Santa Casa num dos mais importantes eventos de fotografia de Lisboa remonta há alguns meses, com o envio do fotolivro com as cinco histórias criadas e fotografadas pelos jovens da instituição para a organização da Feira do Livro de Fotografia. A iniciativa gerou frutos: o trabalho produzido foi selecionado para estar presente no evento.

Uma experiência que promete ser “diferenciadora” para os jovens artistas, segundo Sara Cruz, uma das mentoras dos Artistas Secretos Especiais, devido à “exposição em público de uma criação dos jovens”, aliada à promoção da expressão artística e da participação cultural.

Páginas do fotolivro Click

Lançada em 2010, a Feira do Livro de Fotografia de Lisboa apresenta-se como um certame que agrega praticantes e amantes de fotografia, sendo ainda um local onde se pode consultar ou comprar livros com trabalhos fotográficos. A exposição permite ainda o contacto direto com fotógrafos, editores, livreiros e outros profissionais do contexto do livro e da fotografia.

Além do Mercado de Fotolivros, o evento irá integrar uma Exposição de Maquetas, um espaço de autores e pequenos editores, assim como uma zona reservada à apresentação de projetos fotográficos autorais, entre muitas outras surpresas.

Patente de sexta a domingo no Arquivo Municipal de Lisboa, a 15.ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa estará de portas abertas a todos os que a queiram visitar. Para mais informações, consulta do programa e horários, aceda à página do Arquivo Municipal de Lisboa.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas