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“Faz parte!”: Candidaturas abertas para voluntariado no HOSA

Atualmente com 37 voluntários, o HOSA – Hospital Ortopédico de Sant’Ana, um dos mais emblemáticos equipamentos de Saúde da Misericórdia de Lisboa, pretende alargar a sua bolsa de voluntariado. Para este efeito, a Santa Casa, através da sua Unidade de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, lançou a campanha “Faz parte!”.

Cuidar faz parte do ser humano desde sempre, particularmente em situações de especial vulnerabilidade como é o meio hospitalar. É a partir desta premissa que este equipamento do Centro Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, situado na Parede, pretende recrutar novos voluntários, bastando para isso terem mais de 16 anos e completarem a sua inscrição através do formulário, escolhendo “Campanha HOSA” no campo “área de interesse”.

Acolhimento de utentes, encaminhamento nas consultas externas e apoio no internamento são algumas das tarefas que estão reservadas aos futuros novos voluntários do HOSA que desejem contribuir com uma parte do seu tempo para ajudar o próximo. Porque cuidar faz parte de nós e nós também podemos fazer parte!

Saiba mais e inscreva-se para ser voluntário:

Voluntária promove sessões de Reiki para melhorar bem-estar e reduzir stress

Num mundo cada vez mais agitado há pequenas escapatórias que podem fazer toda a diferença e é isso que propõe o Centro de Dia do Alto do Pina com as suas sessões de Reiki, uma terapia complementar que promove o relaxamento, acalma a ansiedade e reduz o stress, através do equilíbrio de energias.

Tudo começou há cerca de um ano, quando Idalina Furtado se inscreveu para fazer voluntariado na Santa Casa. Conhecedora e praticante de Reiki, Idalina foi reencaminhada para o Centro de Dia do Alto do Pina onde estabeleceu sessões semanais com utentes e colaboradores deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, mas igualmente abertas à comunidade de forma gratuita.

“De uma forma breve e muito generalista, o Reiki é a transmissão de uma energia universal para o corpo humano e para todos os seus centros nevrálgicos. A canalização do Reiki faz-se através da imposição das mãos do terapeuta. A energia já existe no universo e nós canalizamo-la para as necessidades do corpo humano, num ambiente calmo e de relaxamento”, começa por explicar a voluntária.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar, embora o trabalho com os utentes do Centro verse mais sobre determinadas áreas do corpo. Numa pequena, mas acolhedora sala, preparada com pouca luz, aromas reconfortantes e música calma, os participantes são convidados a entrar individualmente e a sentarem-se no cadeirão.

“Aqui no Centro, e atendendo à população que tem, trabalho quatro centros nevrálgicos, que no Reiki chamamos de chakras: coroa, testa, garganta e coração. Mas trabalhando estes quatro, trabalhamos tudo o que está à volta. Por vezes, é só uma questão de sensibilidade: a pessoa não se sente tão otimista, está mais stressada, tem uma doença que chegou agora… E o Reiki vem sempre fazer bem”, explica a terapeuta.

Hoje é a vez de Emília Ferreira. Foi convidada a experimentar uma primeira vez e ficou fã do conceito, daí ter voltado para esta segunda sessão com Idalina.

“Já tinha feito Ioga, mas isto é diferente. Saí totalmente diferente do que quando entrei: senti-me bem, mais calma. Gostei muito, por isso venho, conforme posso”, refere Emília.

A sessão tem então início e ambas se calam, deixando as energias fluir ao som da música. Dali a sensivelmente meia hora, Emília sairá revigorada pelas mãos de Idalina e de energias renovadas.

Se estiver interessado em experimentar uma sessão de Reiki, pode inscrever-se junto do CD Alto do Pina através do telefone 218 411 070 ou do email ana.rogerio@scml.pt.

Aprender a usar as novas tecnologias à boleia do voluntariado Santa Casa

O voluntariado na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa assume as mais diversas formas e, por vezes, algumas tão simples que nem sempre são óbvias. É o caso das aulas de informática no Centro de Dia Rainha D. Maria I. O nome pode sugerir temas relacionados com computadores, mas é muito mais do que isso.

Todas as terças-feiras, às 17 horas, um grupo de pessoas de diversas idades, utentes do Centro ou apenas pertencentes à comunidade local, junta-se para aprender. Computadores, telemóveis, fotografia, serviços online, plataformas de streaming, entre outros: cada um traz as suas dúvidas de casa, às quais Alexandre Caldas tenta responder. Brasileiro, com emprego no ramo imobiliário, Alexandre sempre esteve ligado ao voluntariado, já desde o seu país, e quando chegou a Portugal quis continuar a ajudar o próximo.

“Inscrevi-me para ser voluntário na Santa Casa e havia esta necessidade aqui no Centro. Não me inscrevi especificamente para dar aulas de informática, mas para algum tipo de voluntariado”, começa por dizer.

Quando lhe foi proposto que desse explicações nesta área, Alexandre quis “pensar num modelo que fosse interessante”, até porque “nem todos têm acesso ao computador em casa” e, portanto, liberalizou a atividade: em vez de ensinar coisas gerais, vai ao encontro das dúvidas de cada participante.

“Desde WhatsApp, Facebook, tirar fotografias e editá-las, entrar no Portal Finanças ou da Segurança Social, fazer o registo em qualquer coisa… Enfim, coisas do dia a dia”, explica o voluntário.

Voluntário tira dúvidas de novas tecnologias com utente

“Tem muita paciência!”, acrescenta Margueritte, uma das utentes que vem todas as semanas.

“Soube disto através do Centro de Dia. Comecei com o computador e agora são mais dúvidas de telemóvel. É muito interessante, porque estamos sempre a aprender mais umas coisas. Agora já corre melhor, mas ao princípio… Às vezes o Alexandre tem de repetir a mesma coisa!”, admite Margueritte, para quem este grupo serve para “dúvidas e mais umas conversas”.

O voluntário corrobora esta afirmação, explicando que, na solidariedade, “por vezes as pessoas querem doar dinheiro, mas esquecem-se do mais importante, que é dar a sua atenção”.

“Estas pessoas, por vezes, nem estão cá pelas dúvidas de informática. É uma conversa, uma ocupação. Vêm nem que seja só para a fofoca”, sorri Alexandre.

Já com a aula a decorrer chega Natália. Não é a primeira vez que vem, embora participe há relativamente pouco tempo. E a razão, aos 80 anos, é simples: “Quando trabalhava havia pessoas que usavam a internet, mas eu não precisava. Desmazelei-me e agora não sei nada! Tinha dos outros telemóveis e diziam-me sempre para comprar um novo. Comprei este e, de facto, não tem nada a ver com os outros!”.

Natália interessa-se sobretudo pelas fotografias. Quer aprender a tirá-las e a partilhá-las. O respeito com que foi educada na sua já longa vida faz com que trate Alexandre, umas boas gerações mais novo, por “professor” e não hesita nos elogios.

“O professor Alexandre ajuda-nos, é ótimo! Com pessoas da nossa idade a coisa já não vai à primeira, mas ele é impecável!”, descreve Natália, antes de pedir ajuda para mais uma dúvida relacionada com o pequeno ecrã que segura na mão.

Se também tem dúvidas nesta área e deseja participar nestas aulas no Centro Rainha D. Maria I (Rua Tenente Espanca, 27 – 1.º), basta inscrever-se gratuitamente, com uma semana de antecedência, através do telefone 217 815 298 ou do email cd.rainhadonamaria@scml.pt.

Santa Casa homenageia voluntários pelo trabalho de dedicação e solidariedade

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa promoveu esta quarta-feira, 10 de dezembro, uma cerimónia especial, na Sala de Extrações, para homenagear publicamente o trabalho incansável dos seus cerca de 600 voluntários.

A iniciativa serviu também para valorizar o contributo fundamental dos voluntários que, com generosidade, solidariedade e dedicação, fazem a diferença na vida de muitas pessoas na cidade de Lisboa.

Dar, mas sobretudo, receber. É nesta troca que este conjunto de “heróis e heroínas” sustentam o seu voluntariado. “Muitas vezes as pessoas pensam que fazer voluntariado é só dar de nós. Eu dou e recebo sempre alguma coisa. Há uma troca de saberes, muitas vezes sem darmos conta. Sempre fui assim toda a vida”, explica José, voluntário há 5 anos.

Os dias parecem não ter fim para José, que ainda espalha o seu tempo pela família e o clube do coração, o Benfica.

“Sou o que sou hoje também por fazer voluntariado. Pensei durante anos que tinha que dar um pouco de mim a ajudar quem precisa e esta foi a forma que encontrei de o fazer. Tal como num jogo de futebol, o que conta é o coletivo, e aqui é a mesma coisa”, frisa, José.

“O nosso obrigado. Esta Casa também é vossa”

Luís Rego, administrador da Santa Casa, abriu a sessão de homenagem e deixou uma mensagem de agradecimento a todos os voluntários da Santa Casa, salientando que a instituição não seria a mesma eles.

“Obrigado por nos horarem com a vossa generosidade, compromisso e resiliência, porque ajudar nem sempre é fácil”, sublinhou o administrador, acrescentando que, “do lado da Santa Casa, tudo faremos para continuar a honrar o vosso tempo e a dedicação de apoiar e ajudar os outros”.

Além da presença de muitos voluntários da “Casa”, a cerimónia, que encheu a Sala de Extrações, contou ainda com uma mesa redonda, moderada por Ana Isa, da Unidade de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da Santa Casa, e com a participação de Joana Silva, da Junior Achivement Portugal, Ana Azevedo, da Fundação AGAES, de Marta Santos, da Sair da Casca e de Hugo Caixaria, do Cetro de Dia Rainha D. Maria I.

Saiba mais sobre o nosso voluntariado, aqui.

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Orquestra Geração em concerto de agradecimento aos voluntários que remodelaram a “nova casa”

Um ato de amor que marca significativamente a vida de quem dá e de quem recebe: possivelmente esta será a frase que melhor define o voluntariado, a mesma que motivou cerca de 20 jovens a colocar mãos à obra, a munir-se de pincéis, trinchas e esfregonas e a dedicar várias horas na limpeza e pintura do nº 9 da Calçada da Glória, o novo local de ensaios da Orquestra Geração.

A ação de voluntariado – uma verdadeira operação de makeover, digna dos mais conhecidos programas televisivos – decorreu ao longo de três dias, no passado mês de outubro, juntando 11 participantes do Voluntariado Corporativo da empresa Mondelez e sete voluntários da Misericórdia de Lisboa. Em comum, todos partilharam o mesmo objetivo: dedicar uma parte do seu tempo a ajudar quem mais precisa, neste caso os dotados músicos da Orquestra Geração,  o projeto artístico e de inclusão social destinado às crianças e jovens a cargo da instituição.

Já a ensaiar nas novas instalações da Calçada da Glória, quinta-feira foi o dia em que os músicos (crianças e jovens) retribuíram o que lhes tinha sido dado pelos voluntários. Durante cerca de 30 minutos, os artistas da Orquestra Geração (com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos) mostraram do que são capazes, surpreendendo os voluntários com o reportório musical do grupo de iniciação. Uma forma de agradecimento que valeu mais do que mil “obrigadas” e que não deixou ninguém indiferente.

Uma união de esforços em prol de quem mais precisa

Estar ao serviço de uma causa sem esperar nada em troca foi o que juntou dois grupos de voluntários na intervenção de remodelação do nº9 da Calçada da Glória, local onde antes funcionava a antiga creche da Santa Casa. Constituído por 11 jovens, o primeiro grupo de voluntários trabalha na empresa Mondelez, uma multinacional da área do setor alimentar que tem vindo a fazer um forte investimento em programas de impacto social. Este ano, a Santa Casa foi a parceira escolhido pela empresa, que ainda doou alguns dos seus produtos pelas crianças e jovens da Orquestra Geração.

Já o segundo grupo que participou nesta ação de remodelação é composto por jovens que fazem parte da base de dados de voluntários regulares da Santa Casa.  Com uma média de idades a rondar os 25 anos, estes participantes dedicaram cerca de 30 horas de voluntariado à intervenção do edifício da Calçada da Glória.  Do trabalho dos dois grupos resultaram as instalações ideais para inspirar os jovens músicos da Orquestra Geração.

Recue ao passado mês de outubro e veja os jovens voluntários da Santa Casa “no terreno”, a intervencionar o novo local de ensaios da Orquestra Geração:

 

“Neste Natal, dá mais de ti!”

Tendo como destinatários os jovens entre os 16 e os 25 anos, o convite que é lançado pela Misericórdia de Lisboa promete espalhar magia e solidariedade no Natal lisboeta, transformando a mais acarinhada altura do ano em momentos de ajuda e de partilha. O primeiro desses momentos irá decorrer entre 28 de novembro e 4 de janeiro, altura em que os jovens voluntários irão assumir o papel de Embaixadores das Boas Causas no recinto do Wonderland. Nesse período, os jovens terão como funções ajudar a equipa que estará no stand da instituição a acolher visitantes, promover o espírito solidário e apoiar as ações no terreno, como fazer embrulhos ou dar apoio a pessoas com mobilidade reduzida.

Nesta ação, os turnos serão flexíveis (com prioridade para os fins de semana e feriados) e os requisitos para participar são apenas dois: ter 16 anos como idade mínima e muita vontade em ajudar.

Noutro período, de 26 de novembro a 6 de janeiro, uma outra ação irá estar no terreno, mais concretamente nos equipamentos da Santa Casa. Nas “Pinturas Solidárias” o desafio consiste em pegar em pincéis e trinchas e juntar-se a outros voluntários para pintar alguns edifícios sociais da instituição, numa experiência que permitirá contactar com outros jovens e contribuir para a requalificação dos edifícios.

Nesta missão, os turnos serão de meio-dia ou todo o dia, sendo apenas necessário escolher os dias e os horários do voluntariado e avançar com a inscrição.

Ajude a divulgar estas iniciativas entre os seus filhos (e não só) e, se pertencer à faixa etária até aos 25 anos, aproveite este Natal para fazer a diferença. Aceda à página do Voluntariado da Santa Casa e inscreva-se em nome das “Boas Causas”.

O voluntariado jovem “Mais de Ti” é uma das vertentes do programa de voluntariado da Santa Casa, que possibilita a prática do altruísmo e da solidariedade de forma desinteressada. A participação em ações de voluntariado representa o primeiro passo rumo a uma maior consciência social, conduzindo à perceção individual da importância de cada um na construção de sociedades mais empáticas, solidárias e equilibradas.

Santa Casa celebra o Dia Internacional dos Gestores de Voluntariado

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) associa-se à celebração do Dia Internacional dos Gestores de Voluntariado (IVMDay), uma data que homenageia o papel essencial de quem lidera, orienta e apoia as ações de voluntariado em todo o mundo.

Na Misericórdia de Lisboa, o Voluntariado é uma das expressões mais puras da sua missão de solidariedade e serviço ao próximo, um compromisso que se renova todos os dias graças à dedicação dos seus profissionais e voluntários.

Só nos primeiros nove meses deste ano, a Santa Casa contou com 504 voluntários ativos, que dedicaram 18.155 horas de voluntariado às causas da instituição.

Estes números refletem não apenas o altruísmo de cada participante, mas também o trabalho incansável dos mais de 120 técnicos de enquadramento que acolhem, acompanham e formam os voluntários, garantindo o seu impacto real junto das pessoas e comunidades.

O Dia Internacional dos Gestores de Voluntariado, celebrado desde 1999, foi criado para reconhecer o papel transformador destes profissionais, cuja liderança e dedicação tornam possível canalizar energia, tempo e talento em ações que mudam vidas. São eles que orientam e motivam equipas, que criam pontes entre necessidades e soluções e que ajudam a transformar o voluntariado num motor de inclusão e cidadania ativa. Os gestores de voluntariado mudam vidas, a dos voluntários e a das pessoas que eles apoiam. São líderes de empatia e construtores de comunidade.

A Santa Casa presta, assim, homenagem a todos os seus gestores e técnicos de voluntariado, homens e mulheres que, com sensibilidade, profissionalismo e inspiração, lideram o bem-fazer e fazem da solidariedade um exemplo vivo de compromisso social.

Seja voluntário num equipamento de saúde da Santa Casa!

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa promove o voluntariado nas áreas da Ação Social, Saúde, Cultura e Inovação, sendo esta uma atividade complementar à atuação dos profissionais da Instituição, tendo como principal objetivo melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas que dela beneficiam, em especial as que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.

Particularmente na área da saúde, a Misericórdia de Lisboa procura voluntários de coração aberto para integrar as equipas que atuam em três equipamentos fundamentais da Instituição nesta área:

Inscreva-se e venha conhecer o mundo do voluntariado Santa Casa!

Centro de Dia dos Anjos recebe voluntários do ISCTE

Nesta quarta-feira, 9 de abril, o Centro de Dia dos Anjos da Santa Casa, que presta assistência a 87 utentes, recebeu uma atividade voluntária especial organizada pela Associação de Estudantes do ISCTE (AEISCTE), do Instituto Universitário de Lisboa, e da Unidade de Promoção do Voluntariado.

A iniciativa, chamada “Easter for the Elderly”, foi concebida pela AEISCTE, que desafiou o Centro a proporcionar uma tarde diferente aos seus utentes, onde houve espaço e tempo para várias atividades recreativas – desde pinturas de vitrais a jogos e quizzes, e até um jogo de mini-golfe com o Sr. J., de 101 anos, a direcionar as bolas aos buracos, de forma certeira, com a sua bengala a improvisar um taco de golfe.

Maria Goucha Silva, estudante do ISCTE, voluntária e responsável pela comunicação do projeto, explicou como surgiu a iniciativa: “A ideia do voluntariado vai muito ao encontro dos valores da nossa associação de estudantes, e nada melhor do que esta altura da Páscoa para podermos juntar uma atividade de solidariedade com alunos que gostam de o fazer. Escolhemos o Centro de Dia dos Anjos por podermos ter atividades mais dinâmicas e expandir o carinho e o afeto para além dos lares de idosos.”

Os voluntários, além de levarem os materiais necessários para as atividades recreativas, mais um pequeno lanche para todos, organizam, mais tarde, uma mostra ao público com os trabalhos desenvolvidos pelos utentes.

A exposição estará patente, a partir das 11h30 desta sexta-feira (11), no ISCTE, para quem quiser visitá-la ou, quem sabe, inspirar e sensibilizar mais estudantes (e não só) a proporcionar, voluntariamente, mais tardes destas em mais centros de dia.

Lar Branco Rodrigues e HOSA acolhem ação de voluntariado corporativo

O Lar Branco Rodrigues e o Hospital Ortopédico de Sant’Ana (HOSA) acolheram, no passado dia 7 de fevereiro, uma ação de voluntariado corporativo que visou a pintura de dois espaços destes equipamentos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Numa iniciativa da Unidade de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social (DEES), em colaboração com o Departamento de Gestão Imobiliária e Património, mais de 30 voluntários da empresa DXC Technology deram uma nova cor ao Lar Branco Rodrigues e ao polo de quartos particulares do HOSA, na Parede. Para tal foram usadas tintas cedidas pelo parceiro MAGJCOL.

Maria da Cunha, diretora da Unidade de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do DEES, acompanhou os trabalhos e sublinhou a importância de iniciativas como esta.

“O voluntariado corporativo é uma das formas mais eficazes e gratificantes de abrir as portas da Santa Casa à comunidade empresarial, dando a conhecer o alcance da nossa intervenção e sentindo, ao mesmo tempo, o empenho que os nossos parceiros e suas equipas trazem para a nossa casa, com o desejo de melhorarem o bem-estar dos utentes. Agradecemos à equipa da DXC Technology a energia com que puseram mão à obra, foi uma experiência enriquecedora, que reforçou a importância da empatia e do compromisso que tentamos levar a todas as relações de parceria”, frisou.

Por seu lado, Carlota Guedes Figueiredo, diretora de Marketing e Comunicação e coordenadora do Voluntariado Corporativo/ Responsabilidade Social da DXC em Portugal, congratulou-se com esta ação.

“Ao levarmos a cabo ações de voluntariado sabemos que somos agentes de mudança! E esta transformação acontece não apenas de forma palpável e visível através da atividade realizada, como é exemplo a ação de pintura do Lar Branco Rodrigues e dos quartos do Hospital de Santana, acontece sobretudo nas vidas que sabemos que estamos a impactar, nos sorrisos que geramos e em nós mesmos. O nosso propósito ao desafiar os colaboradores da DXC a fazerem parte destas ações, para além de acreditarmos que estamos a construir uma sociedade mais justa, sabemos que trabalhando em equipa vamos sempre mais longe, sabemos que esta é uma jornada, uma escolha de vida, fazer a diferença e cultivar a empatia”, finalizou.

Num ambiente de boa disposição, com um almoço no HOSA pelo meio, o dia foi de enorme azáfama entre a equipa de voluntários, que escolheram assim ceder parte do seu tempo em prol das Boas Causas.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

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Contactos gerais e moradas