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Utentes do Pousal operados no Hospital de Sant’Ana no Dia Mundial da Saúde Oral

Um grupo de utentes da Obra Social do Pousal, com perturbações do neurodesenvolvimento, foi submetido a intervenções cirúrgicas em bloco operatório no Hospital Ortopédico de Sant’Ana, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde Oral.

As cirurgias resultam da articulação com a Unidade de Saúde Santa Casa Ocidental, onde estes utentes são acompanhados regularmente, garantindo continuidade de cuidados e resposta adequada a situações de maior complexidade clínica.

As intervenções foram realizadas por André Brandão de Almeida, administrador da Santa Casa com o pelouro da Saúde, que mantém atividade clínica de forma pontual, tendo neste caso assinalado o Dia Mundial da Saúde Oral com a realização destas cirurgias. Os procedimentos contaram com a presença do médico dentista Luís Gomes Peres, que segue os utentes na USSC Ocidental, e de alunos finalistas da Egas Moniz School of Health and Science, em contexto de observação.

“A saúde oral continua a ser uma das áreas onde as desigualdades são mais silenciosas. Estes doentes não podem depender da exceção ou da boa vontade, precisam de respostas estruturadas, seguras e consistentes. É isso que estamos a construir: um modelo que garante acesso real a quem mais precisa”, sublinha André Brandão de Almeida.

Esta iniciativa integra-se numa estratégia mais ampla da Santa Casa, que inclui circuitos dedicados para utentes com necessidades especiais, assegurando acesso a cuidados diferenciados em ambiente hospitalar sempre que necessário.

Feliz Dia do Pai!

Fortes, divertidos ou brincalhões! Foi assim que um grupo de crianças do Parque Infantil de Santa Catarina, um estabelecimento da Santa Casa, descreveram os seus pais no dia de todos eles, com muitos sorrisos à mistura.

Esta curta, mas simples mensagem simboliza o afeto por todos os pais nesta data especial.

A Misericórdia de Lisboa deseja a todos os pais um Feliz Dia do Pai!

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Vem aí o concerto da primavera da Orquestra Geração

A atuação reunirá 56 jovens músicos, num espetáculo que promete encher a sala de energia e sonoridades que celebram a chegada da nova estação. A Orquestra Geração, reconhecida pelo seu impacto social e educativo, volta assim a mostrar o resultado do trabalho contínuo de formação artística e inclusão através da música.

Mais do que um concerto, o evento simboliza o compromisso da Santa Casa com a promoção da cultura e o apoio ao desenvolvimento dos seus jovens músicos. Será uma oportunidade para o público testemunhar o crescimento artístico destes intérpretes e celebrar a primavera com uma performance inspiradora.

 

SOL – Saúde Oral em Lisboa atinge a consulta número 200 mil

O SOL – Saúde Oral em Lisboa, serviço odontopediátrico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, alcançou hoje um marco muito significativo: a realização da consulta número 200 mil.

Criado em 2019, o SOL tornou-se uma resposta única no país, garantindo cuidados de saúde oral gratuitos a crianças e jovens até aos 18 anos residentes no concelho de Lisboa, independentemente da sua condição social ou económica. Ao longo destes anos, milhares de utentes beneficiaram deste serviço, que reforça o papel da Santa Casa na complementaridade com o Serviço Nacional de Saúde e na promoção da saúde oral das gerações mais jovens.

O momento foi assinalado com a presença de André Brandão de Almeida, administrador da Santa Casa, e pelo utente Manuel Martim Barros, o paciente da consulta número 200 000. A acompanhar o serviço há cerca de cinco anos, Manuel destaca o impacto positivo que o SOL teve no seu percurso, “Estou aqui no SOL há cinco anos e tem sido para mim uma experiência incrível. O atendimento sempre foi excelente e a minha saúde dentária tem vindo a melhorar cada vez mais. Estou muito contente com os resultados e muito agradecido a toda a equipa.”

Para o Manuel, ser o utente associado a este número simbólico é também motivo de orgulho, “É bom saber que há mais pessoas como eu que se sentem assim com estes resultados. É uma equipa realmente incrível e fico feliz por ser o paciente da consulta 200 mil.”

Para além da atividade clínica, o SOL desenvolve também uma forte componente de investigação científica, tendo já participado em mais de 40 projetos dedicados à melhoria do conhecimento e das práticas na área da saúde oral.

A realização da consulta número 200 mil representa, assim, não apenas um número simbólico, mas sobretudo o reflexo de um percurso marcado por dedicação, inovação e compromisso com a saúde e o bem-estar das crianças e jovens da cidade de Lisboa.

Espaço ComVida abre portas à partilha de boas práticas no apoio a pessoas com demência

A iniciativa permitiu que 15 profissionais conhecessem de perto a metodologia e o funcionamento do Espaço ComVida, no Centro Social e Polivalente das Furnas. Esta resposta inovadora da SCML é dedicada a pessoas com demência e foca-se na pessoa, na promoção da saúde mental, no fortalecimento das relações familiares e no envolvimento da comunidade.

“O encontro foi um momento de partilha muito enriquecedor, que permitiu à nossa equipa refletir sobre as práticas desenvolvidas e trocar experiências com outros profissionais da área social”, sublinha Ana Nascimento, diretora do Centro Social Polivalente do Bairro das Furnas. “Este tipo de colaboração é essencial para construirmos respostas cada vez mais humanizadas e integradoras para as pessoas com demência e para quem as cuida.”

A visita incluiu também a apresentação do livro “A Mala Mágica – Leva-me a contar”, da coautoria de Ana Nascimento, Vanessa Carvalho e Sofia Sousa. A obra, resultado de um projeto comunitário da SCML, foi oferecida aos participantes como inspiração para novas iniciativas e boas práticas a replicar no Município de Torres Vedras.

Mais do que uma visita técnica, o encontro reforçou a filosofia do Espaço ComVida: ser um espaço aberto à comunidade, à partilha de conhecimento e à colaboração com parceiros, construindo respostas inovadoras e humanas para pessoas com demência e para as suas famílias.

Santa Casa recorda Maria Raquel Ribeiro no dia do seu nascimento: uma vida dedicada à ação social

Nascida em Adão Lobo, no concelho do Cadaval, em 1925, Raquel Ribeiro deixou um legado profundo na construção das políticas sociais, na defesa dos mais vulneráveis e na dignificação da profissão de assistente social.

Licenciada em 1948 pelo Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa, iniciou funções no ano seguinte no Instituto de Assistência à Família, dando início a uma carreira longa e marcante na administração pública. Entre 1957 e 1971, desempenhou um papel determinante na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, onde foi Chefe do Serviço Social, contribuindo para a modernização e organização das respostas sociais da instituição. A sua ação estendeu‑se depois à direção de organismos nacionais, como o Instituto da Família e Ação Social e o Centro Regional de Segurança Social de Lisboa, a que presidiu entre 1981 e 1988.

Para além da carreira técnica e dirigente, Maria Raquel Ribeiro destacou‑se pela intervenção cívica e associativa. Foi uma das fundadoras da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), em 1990, e teve um papel relevante na criação e dinamização da Comissão Portuguesa do Conselho Internacional do Serviço Social, a que presidiu em 1969. Durante uma década, foi também dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais de Serviço Social, defendendo a valorização da profissão e a formação contínua dos seus profissionais.

Mesmo após a aposentação, colaborou sempre em iniciativas ligadas ao envelhecimento ativo e à proteção social, reconhecimento que levou à criação, em 2012, do Prémio Envelhecimento Ativo Dra. Maria Raquel Ribeiro, promovido pela Santa Casa, Associação Portuguesa de Psicogerontologia e Fundação Montepio. O prémio homenageia anualmente pessoas idosas que continuam a contribuir para a sociedade, perpetuando os valores que marcaram a sua vida: dignidade, participação e combate à invisibilidade dos mais velhos.

A memória de Maria Raquel Ribeiro está também presente na Residência Raquel Ribeiro, unidade da Misericórdia de Lisboa, situada em Monsanto e dedicada ao acolhimento temporário de pessoas adultas com mobilidade condicionada que necessitam de reabilitação, convalescença ou apoio em situações de “altas sociais”.

Instalada num edifício reabilitado (a antiga fábrica de gelados Rajá, doada pela Nestlé em 2014), a residência ocupa um espaço de cerca de 4000 m² e integra várias respostas no mesmo local: descanso do cuidador, acolhimento de curta duração, reabilitação, convalescença e apoio social. O modelo, inovador e intergeracional, assenta numa equipa multidisciplinar e em planos individuais de intervenção.

No dia em que se celebra o seu nascimento, a Santa Casa recorda Maria Raquel Ribeiro como uma grande inspiradora da ação social, sublinhando a atualidade do seu pensamento e a força do seu exemplo. A sua vida permanece como referência para todos os que trabalham diariamente na construção de uma sociedade mais justa, solidária e humana.

ESSAlcoitão vai receber a 2ª edição do “Camp Dream. Speak. Live.”

Aberto às crianças e jovens entre os 4 e os 17 anos e 11 meses, o Camp Dream – Portugal é um programa intensivo de uma semana, “construído” com base em evidência científica e dinamizado por terapeutas da fala e estudantes da ESSAlcoitão, em colaboração com mentores formados pelo Arthur M. Blank Center for Stuttering Education & Research, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

Realizado anualmente em diversas cidades norte-americanas e também internacionalmente, o programa tem como objetivos o reforço da perceção positiva da capacidade de estabelecer relações com os pares; o desenvolvimento de competências comunicativas e da autoconfiança na comunicação; fomentar a autocompaixão, resiliência, advocacia pessoal e liderança; assim como reduzir o impacto da gaguez na qualidade de vida global.

Com base em duas décadas de investigação, o “Camp Dream. Speak. Live”. “ensina” crianças a gaguejar abertamente, a comunicar com confiança e a defender os seus direitos.

A participação é gratuita, sendo necessária inscrição prévia.

Para mais informações, aceda à página do Blank Center for Stuttering Education & Research.

Consulte o programa do “Camp Dream. Speak. Live.”

O espetáculo tem de continuar: como Daniel quer voltar aos palcos com a ajuda do CMRA

“O que me dá mais força é ver o corpo a reagir ao longo do tempo e ver pequenos passos de uma semana para a outra”. No ginásio de adultos do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), Daniel Cardoso atinge com força o saco de boxe à sua frente. Só pausa para receber indicações do fisioterapeuta André, mas rapidamente volta à ação. Sente a agilidade a voltar-lhe ao corpo e nem mais uma cirurgia recente o impede de continuar o seu longo caminho de recuperação.

Em agosto do ano passado, em mais um dos normais dias quentes de verão, ia a sair de casa de mota quando foi abalroado por um automóvel. Foi uma travagem brusca na sua vida profissional de bailarino, coreógrafo e fundador da Quorum Dance Company, uma companhia de dança contemporânea sediada na Amadora há cerca de 20 anos.

“Tive muitas fraturas, tíbia, fémur, vértebras, sacro, cotovelo, nariz, uma lesão na medula… Parei completamente e não foi só o trabalho, foi a vida”, resume Daniel.

Quase três meses depois entrava pela primeira vez no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, equipamento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, decidido a recuperar o que o acidente lhe tirou: o seu verdadeiro instrumento de trabalho.

Play Video about Daniel sorri para o terapeuta

“Há muitas formas de se trabalhar na área da dança contemporânea e no meu caso é tudo muito físico. Para criar as coisas, eu faço-as também. Por isso, hoje a minha luta é esta: conseguir voltar a trabalhar. Porque se não conseguir fazê-lo, para mim é quase impossível conseguir criar”, explica o coreógrafo.

Já atuou em mais de 20 países com a sua companhia, mas o mundo de Daniel centra-se agora em Alcoitão. Neste que é o seu segundo internamento no CMRA, os ensaios deram lugar aos tratamentos e Daniel ‘atua’ em vários palcos de manhã à noite: piscina, terapia ocupacional e fisioterapia preenchem-lhe a agenda, muitas vezes para lá da hora marcada, tal é a vontade de se reerguer: “O meu primeiro desafio é poder voltar à normalidade como pessoa, no dia a dia. E o desafio ainda maior é conseguir voltar à minha atividade profissional! Conseguir que o meu corpo volte ao normal e o mais perto possível do que era antigamente. Quero perceber com que limitações vou ficar. Vou ter de me adaptar à nova realidade, mas estou a trabalhar para que seja preciso o mínimo de adaptação possível”.

“CMRA é um sítio muito especial”

Alcoitão tem sido a casa de Daniel nos últimos meses e técnicos como o fisioterapeuta André ou a terapeuta ocupacional Anabela já são quase família. O coreógrafo não se cansa, de resto, de elogiar a capacidade que a equipa tem de acolher os utentes como se estivessem em casa.

“É um sítio muito especial, que ultrapassa a ideia de estarmos hospitalizados. Quase conseguimos sentir que não estamos num hospital! Nunca me senti um doente, senti-me uma pessoa e isso faz uma diferença gigante. Estarei para sempre agradecido a estes profissionais! O trabalho que fazem, não apenas na fisioterapia e nos outros tratamentos, mas a nível humano, faz com que as pessoas ultrapassem as dificuldades e consigam crescer. Têm aqui um grupo de profissionais muito especial mesmo!”, resume.

Se Maomé não vai à montanha…

Impossibilitado de trabalhar com a Quorum Dance Company, Daniel Cardoso soube, entretanto, que Alcoitão dispunha de um auditório, o que significava… um palco. E a ligação foi imediata: se Daniel não podia estar com a sua companhia, a companhia podia vir ao seu encontro. Assim, no passado mês de fevereiro, o CMRA recebeu o espetáculo GATE 57, até em forma de agradecimento pela maneira como o fundador da companhia tem sido tratado.

“Se calhar, a maior parte das pessoas nunca tinha visto um espetáculo de dança contemporânea e por isso propus fazê-lo. Foi um sucesso enorme!”, descreve o coreógrafo, orgulhoso da sua equipa.

“Por isso mesmo, no futuro, quando ficar bom e voltar à normalidade, quero que isto seja uma coisa anual. Quero continuar a poder contribuir para o ambiente de Alcoitão com dança e proporcionar dias diferentes às pessoas que aqui estão internadas. Obrigado!”, conclui.

Daniel Cardoso subiu ao palco com a equipa no CMRA

Lotaria do Dia do Pai: tradição, emoção e um prémio que pode mudar vidas

Mais do que um sorteio, este é um momento carregado de simbolismo, onde a tradição se cruza com a emoção e cada bilhete representa a possibilidade de retribuir a quem nos deu tudo. A figura paterna é, muitas vezes, sinónimo de amor, valores e conselhos que nos acompanham pela vida fora. A Lotaria do Dia do Pai presta homenagem a esse legado, oferecendo a oportunidade de transformar esse agradecimento num gesto verdadeiramente marcante: o primeiro prémio ascende a 1.200.000€, um valor capaz de mudar destinos.

A Santa Casa convida colaboradores e público em geral a viverem este momento de perto, assistindo à Extração ao vivo na Sala de Extrações ou acompanhando a transmissão televisiva. O ambiente único da “Roda”, o suspense do girar das esferas e a revelação dos números tornam este acontecimento numa experiência singular, onde a tradição se renova a cada edição.

Com o mote “Lotaria Clássica, é a nossa sorte”, a instituição reforça a ligação entre tradição e esperança, celebrando o Dia do Pai com um gesto que pode transformar vidas. Afinal, a sorte pode estar apenas a um bilhete de distância.

Segunda Tertúlia promove reflexão sobre primeira infância e intervenção precoce

Esta série de tertúlias, promovida pela AP em parceria com o Centro de Capacitação da Boavista da Direção de Intervenção na Infância, Juventude e Família (DIIJF), pretende afirmar-se como um espaço de reflexão e partilha entre profissionais das áreas da psicanálise e da intervenção social. O objetivo passa por ampliar perspetivas, promover o cruzamento de conhecimentos e contribuir para práticas mais integradas e transformadoras junto de públicos particularmente vulneráveis.

A sessão decorreu na sede da AP e contou com a participação de mais de 40 técnicos e psicoterapeutas das duas instituições. A tertúlia foi moderada pela educadora de infância Andreia Varão, do Centro de Capacitação de Alvalade da Santa Casa, e pela psicóloga clínica e psicanalítica Joana Espírito Santo, da AP.

Durante o encontro foram debatidas questões centrais relacionadas com a prevenção e a intervenção na primeira infância, destacando-se a importância da relação no desenvolvimento da parentalidade junto das famílias e dos seus filhos. A reflexão abrangeu diferentes contextos de intervenção, nomeadamente creche e jardim de infância, casas de acolhimento e famílias de acolhimento.

A data da próxima tertúlia será anunciada em breve e será dedicada ao tema “Pluriparentalidade”.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

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