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Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância com o apoio da Santa Casa

Em abril, o laço azul ganha um significado muito mais profundo do que a mera cor do horizonte, sendo o símbolo da sensibilização, da precaução e do compromisso de se proteger as crianças. A Campanha de Prevenção dos Maus-Tratos na Infância 2026 já está na rua – e também na Santa Casa – com todos unidos em torno do slogan “Serei o que me deres… que seja amor”.

A campanha, com um carácter internacional, pretende chamar a atenção para a problemática dos maus-tratos na infância, com a Santa Casa a realizar diversas ações em diferentes serviços. A partir de hoje e ao longo dos próximos 30 dias, o laço azul estará presente em vários equipamentos, que se multiplicarão em iniciativas de sensibilização e prevenção.

Neste mês, os trabalhadores da Santa Casa são também convidados a participar nesta “união conjunta” contra a violência infantil, através do uso de um pequeno laço azul na sua roupa, um símbolo mundial que relembra as crianças vítimas de maus-tratos. Mas não só!

À semelhança do que sucedeu nos anos anteriores, a campanha culminará no último dia do mês, a 30 de abril, às 11h30, com uma iniciativa simbólica desenvolvida a nível nacional: a formação de um gigantesco laço azul humano, que no “universo” da Santa Casa já tem um nome: o “Laço Azul Intergeracional”, formado em pleno Largo Trindade Coelho, com o apoio de crianças, colaboradores e idosos da instituição. Aos participantes apenas são exigidos dois únicos e simples requisitos: que estejam no local meia-hora antes e que todos enverguem uma t-shirt ou camisola azul, para que o laço humano seja visto do céu.

No calendário das iniciativas do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância destacam-se ainda as ações preparadas pela Direção de Saúde Santa Casa, que irá colocar a tónica na mensagem “Protege. Cuida. Sinaliza – Porque todos os dias alguém precisa que repares”. A frase será o mote de um conjunto de ações que irão decorrer ao longo do mês, centradas na importância dos pequenos gestos diários na proteção infantil e no papel ativo que todos – comunidade, famílias, idosos, colaboradores, entre muitos outros – têm na prevenção dos maus-tratos na infância.

Esteja atento a todas as iniciativas e participe!

Porquê um laço azul?

Tudo começou em 1989, quando a norte-americana Bonnie Finney amarrou uma fita azul na antena do seu carro, em homenagem ao seu neto, que tinha morrido vítima de maus-tratos. Com este pequeno gesto simbólico, esta avó pretendia gerar curiosidade e, desta forma, chamar a atenção para a problemática da violência sobre as crianças. A intenção de Bonnie resultou e foi graças a si que abril passou a ser o Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância. Quanto à escolha da cor, também existe um motivo: o azul representa as nódoas negras e as lesões.

Esta é a origem desta campanha. Atualmente, durante o mês de abril, são vários os países a usarem fitas azuis em memória daqueles que morreram ou são vítimas de qualquer tipo de abuso infantil.

Capella de S. Vicente vai animar a Lotaria Clássica Especial da Páscoa

A Lotaria Clássica Especial da Páscoa, dos Jogos Santa Casa, está a chegar e a extração agendada para o dia 7 de abril, a partir das 12 horas, vai contemplar um momento musical. Desta vez, em palco na icónica Sala de Extrações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estará Capella de S. Vicente – Projeto “Ensaio para Todos”.

Estão assim reunidas todas as condições para uma extração especial nesta época tão querida dos portugueses, recheada de tradição e à qual se associa, uma vez mais, o mais antigo jogo da Misericórdia de Lisboa. “Um prémio bem recheado” é, de resto, o slogan da campanha em vigor, sendo que em jogo está um primeiro prémio de 1,2 milhões de euros.

E, se não puder assistir ao vivo, tem alternativa: a extração da Lotaria Clássica Especial da Páscoa será transmitida em direto, no programa Praça da Alegria, da RTP1.

Dia Nacional do Doente com AVC: prevenção e sinais de alerta fazem a diferença

Assinala-se esta terça-feira, 31 de março, o Dia Nacional do Doente com Acidente Vascular Cerebral e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se a esta data, no sentido de informar e ajudar a prevenir estes episódios, que constituem a principal causa de morte em Portugal.

Um AVC ocorre quando é interrompido o fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro, resultando na morte de células cerebrais por falta de oxigénio. Pode ter origem no bloqueio de um vaso sanguíneo (AVC isquémico) ou na rutura de uma artéria (AVC hemorrágico).

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, referentes a 2024, morreram, nesse ano, mais de 9 mil pessoas em Portugal com um AVC, representando 7,6% do total de óbitos, apesar da diminuição de 1,9% face ao ano anterior.

Assim, é fundamental apostar na prevenção, que passa, entre outros, por adotar um estilo de vida saudável, fazer uma alimentação equilibrada, praticar exercício físico e ter atenção a outras patologias que podem favorecer o aparecimento de AVC, como a diabetes e a hipertensão.

Sinais de alerta (os 3F)

Todos podemos ser vítimas ou presenciar um acidente vascular cerebral e uma resposta célere pode fazer toda a diferença. Assim, é crucial memorizar os sinais de alerta condensados na regra dos 3F:

  • Face (assimetria da face; boca a pender para um dos lados)
  • Força (perda de força repentina nos membros, num dos braços ou pernas)
  • Fala (dificuldade ou incapacidade de se expressa; discurso arrastado)

No caso de algum destes sintomas, ligue imediatamente para o 112, indicando a suspeita de um AVC.

Bicicletas, companhia e um bairro que se reencontra

Ao ponto de encontro habitual, o Passeio Ribeirinho na zona das Docas dos Olivais, a primeira a chegar é Josefa. Não vem com pressa. Chega devagar, como quem já conhece a rotina. “Venho apanhar ar”, diz. É a segunda vez que participa. Da primeira gostou tanto que decidiu repetir.

Pouco a pouco, outras pessoas vão chegando. No total, são seis. O percurso é simples: até à doca dos Olivais e voltar. São, mais ou menos, 15 minutos por cada volta. O suficiente para sentir o vento no rosto, conversar e, sobretudo, sair de casa. Especialmente depois de dias fechados por causa das várias tempestades.

No centro da atividade está uma bicicleta diferente. Adaptada, robusta, pensada para quem tem mobilidade reduzida ou nunca teve oportunidade de pedalar. Luís Reis, responsável pelo Centro de Promoção Social da PRODAC, equipamento da Santa Casa, e o condutor, desta vez, da bicicleta, explica e exemplifica: “O estrado baixa para facilitar a entrada”, sendo que há todo um pequeno ritual antes da partida: verificar a segurança, ajustar os apoios para os pés, colocar uma mantinha para proteger do frio e oferecer um chá quente, feito propositadamente para a ocasião.

Para muitos, é mais do que um passeio. É uma primeira vez para andar neste meio de transporte. Maria da Luz observa com atenção enquanto a equipa prepara a bicicleta. Está prestes a subir para a primeira volta. “Vim para me distrair, para apanhar um bocadinho de sol”, conta, com um sorriso tímido.

Vai partir na primeira volta, ao lado de Josefa. Quando regressam, as expressões dizem mais do que qualquer descrição. O sorriso aberto chega antes das palavras.

duas senhoras sentadas numa bicicleta adaptada são conduzidas por um senhor

Mais pessoas esperam pela sua vez. Zulmira e Elvira experimentam pela primeira vez. Domingas e Gracinda já são repetentes. Quando chega a sua vez, Domingas brinca com a situação: “Eu já vim muitas vezes. Já tenho passe”, diz, divertida.

A bicicleta não fica ali parada muito tempo. Depois daquela manhã, segue para a Mitra, onde, no dia seguinte, um voluntário ajudará outros utentes a passear. Na semana a seguir, estará noutro local, noutra atividade. Porque o objetivo é simples: que o recurso circule e chegue ao maior número de pessoas possível.

Uma bicicleta para todos

O projeto chama-se “Bicicletas e Companhia” e nasceu de uma ideia simples que foi ganhando forma ao longo dos anos. A base está numa cicloficina comunitária que funciona na PRODAC desde 2018. Ali, qualquer pessoa pode aprender a reparar a sua própria bicicleta. Conta Luís Reis: “Não é uma oficina convencional. A ideia nunca foi reparar bicicletas para as pessoas, mas sim que sejam elas a aprender a fazê-lo.”

Ferramentas, peças e orientação estão disponíveis para quem quiser aprender. O uso do espaço é gratuito. Em troca, quem participa é convidado, sem obrigatoriedade, a dedicar algum tempo a ajudar outros.

“Quando alguém usa a oficina, pedimos apenas que disponibilize, por exemplo, meia hora por semana para ajudar outra pessoa. É uma lógica de troca solidária”, diz.

A evolução desse espírito comunitário levou à criação do projeto atual, financiado através do programa “Gerações Solidárias” da Misericórdia de Lisboa. Com esse apoio foi possível adquirir a bicicleta adaptada. “É uma bicicleta com um estrado que baixa e permite que pessoas com andarilho ou mobilidade muito reduzida consigam subir. Há pessoas que nunca andaram de bicicleta na vida e aqui conseguem experimentar”, explica Luís Reis.

O funcionamento do passeio tem uma particularidade importante: sempre que possível, quem conduz a bicicleta é alguém que já conhece a pessoa transportada. “Nós preferimos que a instituição ou o grupo que traz os utentes traga também alguém para conduzir. Nós explicamos como funciona a bicicleta e essa pessoa vai passear com eles”, explica Luís Reis.

O resultado é uma experiência mais próxima e mais humana. “Torna-se mais empática porque são pessoas que já têm uma relação”, acrescenta.

Nestes passeios, há histórias que ficam na memória. Como a do senhor Vicente, antigo camionista que perdeu a visão já em adulto. Um dia pediu para conduzir a bicicleta. “Com muito cuidado, fomos ajudando e ele conseguiu. Foi um momento muito ternurento, para ele e para nós, ao vermos a comoção de alguém que tinha perdido a capacidade de conduzir, de fazer aquilo que era a sua profissão, e voltar a sentir entusiasmo, ainda que diferente, por poder conduzir um veículo”, recorda Luís Reis.

Mais do que pedalar

Enquanto a bicicleta regressa de mais uma volta, o grupo conversa, bebe chá e comenta a experiência. Há risos, histórias e a promessa de regressar na semana seguinte.

Luís Reis observa o movimento com satisfação. Para ele, o projeto é simples na forma, mas profundo no impacto. “Se temos um recurso destes, então devemos utilizá-lo ao máximo para a comunidade”, diz.

A bicicleta, afinal, é apenas o ponto de partida. O verdadeiro objetivo é outro: garantir que ninguém fica para trás, nem em casa, nem na vida do bairro. E isso percebe-se facilmente quando a bicicleta regressa de mais um passeio. Porque, no final, há um detalhe que se repete sempre: os sorrisos.

Lotaria Clássica Especial da Páscoa “com um prémio bem recheado”

“Um prémio bem recheado” é o slogan da campanha que “arrancou” na sexta-feira em diversos meios de comunicação, estando “no ar” até ao próximo dia 7. Com esta simples frase, a campanha da Lotaria Clássica Especial da Páscoa anuncia que esta é uma oportunidade de se ganhar um prémio elevado, recordando ainda que, em média, uma em cada três frações da lotaria é premiada.

A Lotaria Clássica Especial da Páscoa é já uma tradição anual em Portugal, com o mais antigo jogo da Misericórdia de Lisboa a ser indissociável da época pascal, período tão importante para os portugueses.

As frações da Lotaria Clássica Especial da Páscoa estão à venda por 10€ e a extração será transmitida em direto, no programa “Praça da Alegria”, na RTP1.

 

Veja as imagens da campanha:

Edição das “Conversas com Impacto” dedicada ao “Voluntariado”

A sessão arrancou com a abertura de Nuno Comando, Diretor de Empreendedorismo e Economia Social e da Casa do Impacto, seguindo-se a talk “Voluntariado Hoje: Compromisso, Impacto e Novas Gerações”.

Moderado por Fátima Duarte (Pista Mágica), o painel contou com a participação de Mariana Borges, Head of Marketing e Comunicação da Just a Change; Ricardo António, fundador da Ethical – Projetos de Responsabilidade Social; Débora Aguilar, animadora sociocultural e técnica de enquadramento de voluntários da SCML; e Ana Isa Mourinho, técnica gestora de voluntariado da SCML.

Os oradores destacaram a necessidade de adaptar o voluntariado às transformações sociais e às expectativas das novas gerações, que procuram experiências mais flexíveis, alinhadas com causas e com impacto mensurável.

cinco intervenientes num painel de uma sessão das 'conversas com impacto' dedicado ao 'voluntariado'

Fátima Duarte (Pista Mágica);  Mariana Borges, Head of Marketing e Comunicação da Just a Change; Ricardo António, fundador da Ethical – Projetos de Responsabilidade Social; Débora Aguilar, animadora sociocultural e técnica de enquadramento de voluntários da SCML; e Ana Isa Mourinho, técnica gestora de voluntariado da SCML.

Num momento participativo, a audiência, composta por vários voluntários da Santa Casa, foi desafiada a responder à pergunta: “O que impede as pessoas de fazer voluntariado hoje em dia?”

Seguiu-se o espaço “Histórias que fazem a diferença”, com os testemunhos de Frederico Castanho e Cristina Rosa, voluntários da SCML, que partilharam motivações, desafios e aprendizagens acumuladas ao longo do seu percurso.

A sessão contou ainda com a intervenção de Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, que deixou uma reflexão sobre o futuro desta prática.

O encerramento ficou a cargo do Administrador da SCML, Luís Rego, que celebrou o voluntariado como “uma forma de cuidar”, agradecendo a todos os que contribuem diariamente para a missão da instituição.

CEFC tem novas ofertas formativas para o 2.º trimestre

Formações com início a 6 de abril de 2026

EFA Tecnológico – Assistente de Cuidados de Beleza

Curso dirigido a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e escolaridade mínima de 9.º ano. A formação decorre em horário laboral, das 09h00 às 17h00, e inclui componentes tecnológicas, práticas e estágio profissional.

Formação Modular Escolar – B1, B2 e B3

Destinada a adultos com escolaridade inferior ao 4.º, 6.º ou 9.º ano, esta formação permite a obtenção de certificação escolar equivalente. Decorre em horário laboral, das 09h00 às 17h00, integrando módulos de Linguagem e Comunicação, Matemática para a Vida, TIC, Cidadania e Empregabilidade, entre outros.

Percurso Formativo – Alfabetizar e Integrar

Dirigido a adultos que não possuem competências básicas de leitura, escrita e cálculo. Funciona em duas turmas, em horário laboral: 09h30–12h30 e 14h00–17h00, num total de 280 horas.

Percursos Modulares de Inclusão para Migrantes e Refugiados

Com início igualmente a 6 de abril, estes percursos incluem formação nas áreas de Pastelaria e Empregado de Restaurante e Bar.
A formação decorre em horário laboral, 4 horas por dia, com duração total de 420 horas, integrando:

  • 200h de módulos tecnológicos
  • 150h de Português Língua de Acolhimento (A1+A2)
  • 25h de leitura e escrita criativas
  • 120h de estágio

Os formandos beneficiam de apoios como passe de transporte, bolsa de formação e subsídio de acolhimento infantil.

Formações com início em junho de 2026

EFA Tecnológico – Cozinheiro(a)

Curso destinado a adultos com escolaridade mínima de 9.º ano, com forte componente prática e profissionalizante. Decorre em horário laboral, das 09h00 às 17h00, com um total de 1120 horas, incluindo 120 horas de formação prática em contexto de trabalho.

Percurso Modular de Inclusão – Operador/a de Acabamentos de Madeira e Mobiliário

Com a mesma estrutura dos restantes percursos de inclusão, este curso decorre em horário laboral, 4 horas por dia, com 420 horas de formação distribuídas por módulos tecnológicos, PLA A1+A2, leitura e escrita criativas e estágio.

Inscrições e Atendimento

As inscrições decorrem presencialmente no CEFC:

  • Segundas e quintas-feiras: 09h00–12h00 e 14h00–16h30
  • Segundas-feiras: 18h00–20h30

Documentos necessários:

  • Documento de identificação válido
  • Número de Identificação Fiscal
  • Certificado de habilitações (original)

Localização e Contactos

CEFC – Rua Conde de Ficalho, n.º 4/4B, 1700-114 Lisboa
Telefone: 218 413 015
Email: cefc@scml.pt

Empreendedores do programa Triggers visitam Aldeia de Santa Isabel

Aproximar os empreendedores da realidade das pessoas que estão no centro das soluções que estão a desenvolver é um dos objetivos desta visita, que envolveu cerca de 20 empreendedores da 4ª edição do Triggers, o programa da Casa do Impacto que desafia e capacita empreendedores a criar soluções inovadoras para problemas ambientais.

Além das formações e masterclasses, o programa incentiva a ligação direta aos contextos onde as soluções podem gerar impacto, permitindo aos participantes conhecer de perto a realidade das pessoas e comunidades que poderão beneficiar dos seus projetos. A quarta edição do programa reforça esta dimensão prática, aproximando os empreendedores das respostas sociais da Santa Casa, como a Aldeia de Santa Isabel, conhecida pelo seu trabalho ao nível da capacitação e inclusão socioprofissional.

Ao longo de quatro horas, os participantes multiplicaram-se em várias atividades, começando pela “descoberta” da aldeia, conversas com os formandos e equipas técnicas deste equipamento da Misericórdia de Lisboa, sem esquecer as várias sessões formativas em que participaram. Momentos que permitiram aos jovens empreendedores contactar com a realidade, recolher contributos e trocar ideias, que ajudam a melhorar as suas soluções.

A 4.ª edição do Triggers faz parte do programa de iniciativas previstas pelo Consórcio CONNECT – Transformar Conhecimento em Impacto, consórcio que integra a Casa do Impacto (SCML), a Universidade Católica de Lisboa e a Universidade NOVA de Lisboa. O consórcio conta com o apoio de investidores sociais, da Câmara Municipal de Lisboa, da Fundação Galp e da Fundação Santander.

Orquestra Geração celebra a chegada da Primavera com concerto memorável

A tradição voltou a ser cumprida no final do dia de terça-feira, quando 56 jovens músicos encheram a Sala de Extrações com as mais belas notas musicais.

Quatro dias após a entrada oficial na nova estação, as crianças e jovens da Orquestra Geração homenagearam a Primavera, um momento musical que deslumbrou o público, que não conseguiu esconder a emoção, e que surpreendeu os vogais da Mesa da Santa Casa que assistiram à atuação.

Já considerado um dos momentos altos da Orquestra Geração, o concerto que celebra a chegada da Primavera representa mais uma ocasião em que os “pequenos grandes músicos” exibem o seu talento e mostram os avanços resultantes de muitas e muitas horas de treino nos instrumentos de sopro, percussão e muito mais.

Membros da administração na plateia

Membros da Mesa fizeram questão de assistir ao concerto que celebra a chegada da Primavera

O projeto “Orquestra Geração” nasceu em 1975, na Venezuela, com o propósito de recrutar jovens músicos em bairros desfavorecidos, onde era mais difícil fazer chegar a arte. O projeto chegou a Portugal muito mais tarde, já em 2007, “arrancando” na Escola Básica Miguel Torga, no Bairro Casal da Boba, na Amadora.

Dez anos depois, em 2017, a Misericórdia de Lisboa abraçou este projeto artístico e de inclusão social, constituindo a Orquestra Geração Santa Casa e “abrindo” as suas portas às crianças e jovens a cargo da instituição. Para erguer o projeto foi criado um protocolo de colaboração com o Projeto Orquestra Geração Sistema Portugal, o qual tem como essência o trabalho social realizado através da música.

Desde então, a Orquestra Geração Santa Casa tem atuado em locais emblemáticos da cidade de Lisboa, como a Igreja de São Roque ou o Teatro São Carlos.

Missa Solene assinala 520.º aniversário da Irmandade da Misericórdia e de São Roque

A Eucaristia, presidida pelo Patriarca de Lisboa, Dom Rui Valério, contou com a presença da vice‑provedora da Misericórdia de Lisboa, Rita Prates, e de todos os administradores – Luís Rego, Ângela Guerra, André Brandão de Almeida e Rui Garcês.

A igreja, completamente cheia, reuniu ainda utentes dos equipamentos sociais e de saúde da SCML, bem como responsáveis de outras Misericórdias, reforçando o caráter inclusivo e abrangente da comemoração.

Durante a missa, Dom Rui Valério celebrou o seu Compromisso de Irmão de São Roque, dando continuidade a uma tradição que remonta ao primeiro Patriarca de Lisboa, Dom Tomás Almeida. Foram igualmente acolhidos como Irmãos o Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e o Rev. Padre Francisco Campos, S.J., atual reitor da Igreja e capelão da Santa Casa. O momento incluiu ainda a tradicional saudação aos novos Irmãos, evocando o espírito de serviço, fé e misericórdia que define a Irmandade desde 1503.

A celebração foi animada pelo Serviço de Música Sacra da Igreja de São Roque e pela Capella de São Vicente, que preencheram o templo com um repertório solene e profundamente simbólico.

Nesta data histórica, que celebra mais de cinco séculos de devoção, tradição e serviço à cidade de Lisboa, Dom Rui Valério evocou São Roque para “continuar a ajudar-nos na disponibilidade para com os Outros.”

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas