logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Será que este foi o seu Natal de sorte? Saiba se foi contemplado com o maior prémio do ano da Lotaria Clássica

Cinco pregoeiros cantaram, esta segunda-feira, na Sala de Extrações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, os números da sorte da 52ª Extração de 2021. A Extração do Natal contempla o maior prémio do ano da Lotaria Clássica, no valor de 12 milhões e 500 mil euros.

Os números mais aguardados desta época festiva andaram hoje “a roda” e ditaram os seguintes prémios:

1º Prémio: 80 980 contemplado com €12.500.000*

2º Prémio: 48 607 contemplado com €2.500.000*

3º Prémio: 21 898 contemplado com €1.250.000*

(*) Prémio total nas dez séries. Esta informação não dispensa a consulta da lista oficial de prémios. Os prémios atribuídos de valor superior a €5.000,00 estão sujeitos a imposto do selo, à taxa legal de 20%, nos termos da legislação em vigor.

No próximo dia 3 de janeiro, às 12h30, a Sala de Extrações volta a abrir-se para cantar os números da sorte da Lotaria Clássica do Ano Novo. A extração será transmitida em direto pela TVI.

Santa Casa leva a magia do Natal de norte a sul do país

Um dia inesquecível no Wonderland Lisboa

À chegada ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, 13 jovens da Aldeia de Santa Isabel (ASI) deparam-se com a magia do Natal que paira no ar graças a mais uma edição do Wonderland Lisboa. Para lá das perguntas sobre o evento e das selfies à entrada do espaço, os olhares focam-se na roda gigante, que está logo ali, imponente, na entrada do mercado de Natal instalado em pleno coração da cidade.

Cedo começam os palpites sobre as sensações que se devem sentir ao andar na principal atração do evento apoiado pela Santa Casa. Umas mais recetivas, outras mais ansiosas, todas embarcam na aventura de verLisboa do topo. Por instantes, o nome daquela roda poderia ser “felicidade”, a julgar pelos sorrisos de alegria e emoção, por vezes pautados por breves frases: “É espetacular, fantástico. Isto é mesmo muito bonito”, ouve-se.

“Para muitas pessoas estar aqui no Wonderland é normal, mas para elas é uma experiência de vida que vai ficar marcada para sempre. Este dia tem muita importância, porque é o reconhecimento do trabalho delas. Elas sabem que, se estão aqui, é porque merecem. Este é um prémio que lhes estamos a dar, é um miminho. Estamos a proporcionar-lhes novas experiências e a dizer-lhes que o horizonte é muito maior do que aquele que elas estão habituadas”, explica a assistente social da ASI, Maria Cristina Leitão.

Santa Casa divulga Relatório de Sustentabilidade 2020

No Relatório de Sustentabilidade da instituição referente ao ano passado, a palavra “pandemia” e “COVID” são dominantes em todo o documento ou não fosse esse o ano em que tudo mudou, junto das populações e, inevitavelmente, na Santa Casa. Paralelamente ao receio inerente a uma situação desconhecida, a instituição com 523 anos enfrentou um duplo teste às suas capacidades: a de se adaptar a uma nova realidade e preservar a confiança e respostas a quem a ela recorre.

“Não obstante as dificuldades e desafios, a pandemia precipitou processos de mudança positivos e demonstrou ser possível atuar com agilidade e flexibilidade para corresponder às necessidades iminentes e imprevistas. A capacidade de mobilização de recursos foi significativa e imperou a cooperação”, pode-se ler no Relatório de Sustentabilidade, que refere a proteção e segurança dos profissionais da Santa Casa e dos utentes como “uma das grandes prioridades”.

O impacto da pandemia na sociedade portuguesa, em particular junto dos mais desfavorecidos refletiu-se nas contas da instituição. Em 2020, a atribuição de apoios pecuniários temporários ou de emergência apresentou um acréscimo de 74,2% do montante total face a 2019, de acordo com o relatório agora divulgado, que justifica o aumento, com a necessidade de reforçar e ampliar o apoio a situações de carência alimentar e de quebra de rendimentos resultantes do regime de layoff ou de desemprego.

“Em 2020, pela situação de emergência gerada pela pandemia de COVID-19, precisámos de chegar a mais famílias e mais utentes, implementando novos serviços e novas formas de trabalho. Garantimos a acessibilidade dos mais vulneráveis aos cuidados e apoios essenciais e a proteção dos nossos colaboradores. Todas estas circunstâncias refletiram-se nos nossos resultados económicos, nomeadamente através do aumento das despesas. Por outro lado, o prolongado período que o País viveu com as restrições e constrangimentos inerentes aos vários ´estados de emergência` decretados e às muitas dificuldades com que a sociedade e a população se depararam na luta contra o vírus SARS-CoV-2, resultaram na diminuição das receitas geradas pelos Jogos Sociais do Estado, as quais constituem a principal fonte de receita da Santa Casa”, refere o documento .

Em termos contabilísticos, a Ação Social – pelas respostas que assegura e pelo número de utentes que abrange – foi a área de atividade onde as medidas de resposta à pandemia tiveram uma maior expressão no investimento e nos gastos correntes da Misericórdia de Lisboa, representando um esforço de €8,6 milhões. No ranking das despesas está, em segundo lugar, a área da Saúde, com €2,2 milhões, e os apoios a outras entidades, com €1,9 milhões. As Unidades de Retaguarda, os Cuidados Continuados e os Sistemas e Tecnologias de Informação foram outros setores que contabilizaram gastos considerados, com €938 mil, €394 mil e €512,7 mil, respetivamente.

Para poder dar uma resposta ajustada a todos os que precisam do seu apoio, a Misericórdia de Lisboa contou, ao longo do ano, com a dedicação de quase 6000 colaboradores. O investimento em pessoas verifica-se, sobretudo, na estabilidade laboral que a instituição permitiu aos seus funcionários: 98% destes colaboradores têm um contrato de trabalho por prazo indeterminado. Destaque ainda para o facto de, em 2020, 76% dos funcionários serem mulheres.

Gerir mais de uma centena de equipamentos, onde todos os dias são prestados a milhares de pessoas os mais variados serviços de saúde, ação social, formação, cultura, entre outros, exige um elevado consumo de energia, de água e gera uma produção muito significativa de resíduos. Ao longo dos anos, a Santa Casa tem adotado comportamentos e medidas mais responsáveis em prol de um ambiente melhor.

Os relatórios de sustentabilidade funcionam como um “input” para a transparência das organizações. A divulgação mais aprofundada de informação não financeira é algo cada vez mais valorizado, permitindo que as organizações demonstrem o impacto da sua atividade na sociedade, na economia e no ambiente, num compromisso com a responsabilidade e a transparência.

Consulte aqui o relatório na íntegra.

Um Compromisso para o futuro

Logo no início do ano de 2020, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa aderiu ao compromisso Lisboa Capital Verde Europeia 2020, implementando na sua ação diária algumas medidas que irão reduzir a sua pegada ecológica até 2030.

Entre as várias ações que a Santa Casa implementou até 2030 em diversas áreas de atuação, estão, para além da vertente energética – com a instalação de iluminação LED (meta alcançada) e de equipamentos de produção de eletricidade solar (30%) -, áreas como a da mobilidade – com o aumento da promoção de veículos elétricos nas frotas operacionais da instituição (50%) – e a área da economia circular – com a redução dos resíduos sólidos produzidos (10%), o aumento do envio de resíduos para reciclagem (10%) e a eliminação total de plásticos de utilização única (100%).

 

Este Natal, ofereça cultura

A época natalícia simboliza amor e amizade, pelo que não é por acaso que esta é a quadra habitual para presentear quem nos é próximo. Os livros são presentes sempre adequados, que duram para sempre, aumentam o conhecimento, transportam os leitores para outras vivências e que podem transformar vidas.

Ao longo de 2021 foram várias as obras publicadas pela nossa instituição, num total de dez. Livros sobre a história da Misericórdia de Lisboa, sobre o envelhecimento e até obras para os mais novos, existe de tudo um pouco e capaz de agradar a “gregos e a troianos”. E para os adquirir, nada mais fácil: basta aceder à loja online ou à loja física do Museu de São Roque.

Consulte a lista, aproveite o desconto de 10% e… boas leituras!

Para os apreciadores da história da Capela de São João Baptista, sugerimos o livro da historiadora Angela Delaforce, que reúne memórias e testemunhos de ilustres estrangeiros que visitaram a Igreja de São Roque, entre 1750 e 1968.

Publicação reeditada, com conteúdos revistos e aumentados.

Já a coleção Património lançou o IV volume, dedicado ao Convento São Pedro de Alcântara, em que os 400 anos da beatificação de São Francisco Xavier, pelo Papa Paulo V, a 25 de outubro de 1619, foram lembrados no livro Missão, espiritualidade e arte em São Francisco Xavier.

Retratando uma sociedade em que desigualdade está mais presente do que o desejável, Lição de coisas: uma história do Lar Branco Rodrigues fala sobre uma casa destinada a jovens deficientes visuais, vanguardista para a época e atualmente com um século de história.

Para os mais novos:

Os mais novos não foram esquecidos com esta publicação ludo-didático repleta de curiosidades históricas.

No âmbito do envelhecimento, peritos e parceiros sociais juntaram-se para debater este tema:

Sobre Saúde física e mental:

Para se atualizar no que concerne às “boas causas”,  pode ainda ler os artigos do mais recente número dos Cadernos Técnicos da Misericórdia de Lisboa. Conheça-os também na loja online e fique atento às novas edições.

Todas as publicações estão disponíveis na loja online da Cultura e na loja física do museu de São Roque.

Ana Cláudia Santos, a vencedora do New Talent que quer dar palco aos poetas nacionais

Poeta, jovem e com muitos sonhos por realizar. Ana Cláudia Santos é a grande vencedora da terceira edição do New Talent, o concurso promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, NiT e TVI, que elege os melhores jovens talentos de Portugal na área do lifestyle. A jovem natural de Benavente, que tem dedicado os últimos anos à poesia, vai receber 10 mil euros para desenvolver um projeto pessoal durante o próximo ano.

Ana Cláudia Santos foi a candidata mais votada pelos leitores da NiT, que ao longo das últimas semanas elegeram o melhor jovem talento entre um leque de dez finalistas. Agora, graças ao prémio de 10 mil euros que conquistou, a jovem de 25 anos vai poder dar forma aos projetos que já tinha idealizado: “quero desenvolver o projeto L.U.A (evento de poesia). Quero poder criar uma equipa, pagar às pessoas, pagar aos poetas. Quero mudar isso. A imagem que há é a de que o poeta declama e não recebe nada por isso. Isso tem que mudar porque o poeta também é um profissional”, explicou em entrevista à NiT.

Influenciada por autores como Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, Ana Cláudia Santos encontrou a liberdade na poesia, mais do que na prosa. Os primeiros passos na escrita foram dados em Benavente, com os primeiros poemas a serem escritos naquela vila ribatejana. Foi já a viver em Lisboa que, em 2018, editou “Poemas Místicos”, a sua primeira obra assinada, que foi lançada em formato e-book. Durante a pandemia de Covid-19 nasceu “Meia-Vida”, uma edição independente que vai ser apresentada na Ler Devagar, em janeiro.

Fundo Rainha D. Leonor apoia restauro da Igreja da Misericórdia de Coruche

As obras, que tiveram um custo total de 865 mil euros, receberam o apoio do fundo Rainha D. Leonor (FRDL), da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no valor máximo de subvenção de 300 mil euros, sendo o restante montante angariado pela Santa Casa da Misericórdia de Coruche, proprietária do imóvel.

As reabilitações de restauro devolveram-lhe a qualidade e a dignidade anteriores, recuperando o esplendor original. O templo está classificado, desde o dia 26 de março, pelo Ministério da Cultura, como Monumento de Interesse Público, configurando a igreja como um importante elemento na história local. O espaço estava danificado, mas preservava a riqueza e qualidade de património de época ao nível dos acabamentos arquitetónicos e decorativos.

Durante a obra, atrás de camadas de tinta e sujidade, escondido atrás de uma fiada de tijolos de burro, foi descoberto o retábulo original datado do século XVI. As intervenções concretizadas, sobretudo na cobertura, garantiram uma segurança duradoura ao edifício, contrariando assim as fragilidades e podridão encontradas na estrutura.

Construído em 1575, o espaço mantinha as características do maneirismo preservando a nave única, com abóbadas de berço em cinco tramos e alçados laterais com pintura decorativa, divididos por pilastras rematadas por capitéis toscanos. Na fachada, destaca-se o corpo anexo do antigo Hospital da Misericórdia, onde figura uma lógia de dupla arcada, separada por colunelo central.

O templo está aberto diariamente para oração e é visitada por turistas. É igualmente utilizada pela Santa Casa da Misericórdia de Coruche para assinalar grandes datas do calendário.

Equipa feminina de futebol do Sport Lisboa e Benfica leva alegria às crianças da Santa Casa

É fácil entender quem afirma que o melhor do mundo são as crianças. São anjos em todos os sentidos. Na forma como fantasiam, como riem, como se entregam ao brincar e à festa, como se surpreendem e espantam. Como pedem mimo e colo. E é impossível não invejar o jeito, despido de preconceitos e de pré-juízos.

Simplificando. Não é difícil fazer uma criança feliz. Tudo é possível para os mais pequenos. Tudo é magia. E não precisa de ser o melhor presente ou o mais caro. Basta ouvi-las e acreditar… foi isso que a Fundação Benfica e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa fizeram em conjunto. Ouviram e acreditaram na magia das crianças. E realizaram pequenos sonhos, através de uma ação solidária.

Fruto do contexto em que vivemos, não foi uma visita presencial. A entrada pela chaminé fica para 2022. Desta vez, foi apenas uma videochamada, mas encheu o coração de todos. Lúcia Alves e Catarina Amado trocaram as botas de futebol por um trenó virtual e deixaram os miúdos num estado de alegria suprema. As jogadoras do clube da Luz fizeram de Pai Natal e levaram alegria e espírito natalício a cerca de 15 crianças da casa de acolhimento residencial “A Nossa Casa”, na passada sexta-feira, 17 de dezembro. A estes miúdos juntaram-se ainda crianças de outras três casas de acolhimento residencial da Santa Casa: São Francisco de Assis, Novo Rumo e Rainha Santa.

Esta iniciativa insere-se no âmbito de um protocolo entre a Fundação Benfica e a Santa da Misericórdia de Lisboa. Foram abrangidas cerca de 110 crianças das casas de acolhimento e das equipas de Apoio à Família. Todos os presentes são personalizados. As 110 crianças ao cuidado da Santa Casa escreveram cartas para a Fundação Benfica a pedir os presentes mais desejados. Veja o exemplo de uma carta em baixo.

Natal dos Hospitais. Apesar da distância, “os nossos corações estão em Alcoitão”

Há tradições que nunca mudam e o “Natal dos Hospitais” é uma delas, programa emblemático que teve hoje, 16 de dezembro, mais uma emissão. São já 63 anos a proporcionar momentos de alegria a utentes internados em hospitais de todo o país. Desde há muito que o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA) tem sido o palco do Natal dos Hospitais, mas, em 2021, devido aos constrangimentos associados à Covid-19, a festa teve de ser feita à distância através dos estúdios da RTP no Porto e em Lisboa.

O provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, foi um dos muitos convidados que marcaram presença nesta emissão, aproveitando a entrevista concedida para abordar as desigualdades sociais agravadas pela pandemia de Covid-19. Nas palavras do provedor da Santa Casa, “a pandemia tornou a necessidade de erradicar a pobreza ainda mais premente”, salientando que essa “tem de ser a ambição” da Misericórdia de Lisboa.

“Sentimos todos os dias, na Santa Casa, que há muito para fazer e isso é um estímulo permanente. A Misericórdia de Lisboa é uma instituição que está no coração das pessoas. Aquilo que queremos é, cada vez mais, fazer um melhor trabalho e chegar a mais pessoas que precisam de nós. Esse tem de ser o nosso compromisso”, constata Edmundo Martinho.

Foi esse compromisso que a Santa Casa tem com a sociedade que a RTP mostrou ao longo da emissão do Natal dos Hospitais. No CMRA, por exemplo, uma equipa multidisciplinar consegue, diariamente, levar um pouco mais de alegria às vidas de muitas crianças e jovens. Como referiu a administradora e diretora clínica do CMRA, Maria de Jesus Rodrigues, todos os profissionais da casa são “especiais e inexcedíveis”, pois “dedicam-se às crianças em pleno, a cada uma em especial, de acordo com as suas necessidades”, sobretudo nesta quadra natalícia em que muitas crianças e jovens internados não vão poder estar com as respetivas famílias. É no CMRA que muitas crianças passam períodos difíceis das suas vidas, na esperança de poderem regressar a uma vida plena. Enquanto isso não acontece, o centro transformou-se numa segunda casa cheia de carinho, amor e dedicação para dar aos utentes.

Neste espaço de excelência do Natal dos Hospitais reina a esperança de que 2022 será melhor que 2021, e que a festa voltará à “sua” casa. Este ano, como referiu a apresentadora Tânia Ribas de Oliveira, “apesar de não estarmos fisicamente, os nossos corações estão em Alcoitão”.

Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação com novas instalações

O Centro Social Paroquial da Nossa Senhora da Encarnação (CSPNSE) é uma instituição particular de solidariedade social, que se dedica a apoiar as famílias na educação dos filhos. Fundado em 1958 e instalado num edifício da Misericórdia de Lisboa, na Calçada da Glória, o centro foi agora transferido para as novas instalações, por forma a aumentar o número de vagas no âmbito das suas valências.

Realizadas as obras de remodelação profunda pelo Departamento de Gestão Imobiliária e Património (DGIP) da Santa Casa no primeiro, segundo e terceiro pisos (e parte da cave) do nº 31 / 31 A da Travessa do Rosário, o centro pode agora abrir portas e disponibilizar os serviços de berçário, creche e pré-escolar não sem antes ter sido descerrada a nova placa, na segunda-feira, dia 13, ato que esteve a cargo da diretora do DGIP, Helena Lucas.

No dia seguinte, terça-feira, foi a vez do centro ser benzido pelo Bispo-Auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar.

Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Encarnaçã

Santa Casa apoia estudantes em época de pandemia

Foram entregues, esta quarta-feira, as Bolsas Sociais EPIS a 147 estudantes que visam premiar o desempenho escolar de alunos com menos recursos. Devido à situação pandémica a cerimónia decorreu exclusivamente num formato digital, através da plataforma Zoom.

Este ano, o programa contou com 39 investidores, mais 56% que em 2020, e atingiu um apoio global de 290 mil euros. Trata-se de um investimento recorde, que vai possibilitar, face às edições anteriores, apoiar mais alunos e continuar a premiar as boas práticas organizativas da promoção da inclusão social e digital, sustentabilidade, cidadania ativa e de inserção profissional de jovens com necessidades especiais.

Nesta edição, que foi organizada em seis áreas e 13 categorias, 93 bolsas premiaram o mérito de alunos do ensino secundário e 54 foram destinadas a alunos do ensino superior e de mestrado, com aproveitamento académico comprovado.

A participação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa no programa permitiu que duas jovens, naturais do concelho de Lisboa, pudessem manter os seus estudos no 10ª ano de escolaridade de Ciências e Tecnologias, em escolas da região. Na categoria “Mérito Académico no final do 9.º ano de escolaridade a nível regional”, as alunas Francisca Cardoso e Matilde Augusto foram premiadas com uma bolsa de 450€ para o triénio escolar (10º; 11º e 12º).

Para Leonor Beleza, presidente da EPIS “é assinalável a atenção e o empenho da sociedade civil em apoiar a causa das famílias carenciadas e mais fragilizadas neste período tão crítico de pandemia”, concluindo que “As empresas estão mais recetivas e reconhecem na EPIS uma plataforma credível para fazer chegar o seu apoio a quem mais precisa e merece, já que temos critérios bem definidos para a atribuição das bolsas sociais”.

Criado em 2011, o programa das Bolsas Sociais EPIS permite à associação reforçar a sua missão de promover a inclusão social de jovens em risco de insucesso ou de abandono. Nas últimas 10 edições, foram recebidas 1.717 candidaturas, que resultaram na atribuição de 572 bolsas e em 26 projetos premiados, num investimento global superior a 922 mil euros, possível apenas com o apoio de 115 investidores sociais, através de 61 parcerias com empresas e instituições e 44 pequenos doadores.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas