logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

A Santa Casa como exemplo. “Levamos na bagagem muitas sementes que queremos fazer crescer na África do Sul”

Nove representantes de instituições sociais que atuam junto da comunidade portuguesa na África do Sul estiveram, durante esta semana, em vários equipamentos da Misericórdia de Lisboa. A iniciativa que pretende capacitar e apoiar as comunidades portuguesas presentes na naquele país está inserida no “Programa de Intercâmbio e Capacitação” entre Portugal e África do Sul.

A atividade desencadeada pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, no âmbito do Projeto PROTEA, conta com a Santa Casa como parceira, mas, sobretudo, como fonte de inspiração para outras instituições que atuam na área social. Nesta ação de apoio à comunidade portuguesa na África do Sul, a Misericórdia de Lisboa desempenhou um papel ativo na capacitação das equipas presentes, que estão ligadas a respostas de cariz social na área da longevidade e da deficiência em cidades como Joanesburgo, Pretória e Cidade do Cabo.

Entre os dias 25 e 29 de outubro, os representantes destas equipas tiveram a oportunidade de visitar cerca de dez equipamentos da Santa Casa, desde unidades de cuidados continuados integrados a centros de dia, bem como de participar num workshop de avaliação de expetativas.

Festa “rija” no Bairro da Boavista

O momento foi inserido nas comemorações do 80º aniversário do Bairro da Boavista, e ficou marcado por um ambiente de partilha, alegria e troca de experiências entre os que vivem no bairro e os visitantes. Sérgio Cintra, administrador da Ação Social da Santa Casa, recebeu a comitiva convidada e deu a conhecer as respostas da instituição.

O chefe de Estado e o presidente do Município de Lisboa conheceram a resposta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, inteirando-se das suas valências, história e missão social.

CAI_BairrodaBoavista

Enquadrado no contexto da celebração, que perdurou até segunda-feira, dia 25 de outubro -data que assinalou o 40º aniversário do Centro de Acolhimento Infantil da Boavista, equipamento da Misericórdia de Lisboa-, foi, ainda, apresentado um livro sobre o trabalho realizado pela instituição, na área da infância, naquele bairro. Da responsabilidade da equipa que trabalha nesta resposta, a obra faz uma viagem pela história do centro e destaca algumas das personalidades que frequentam este local. O livro “Vivendo o presente, planeando o futuro”, retrata muitas das vivências deste bairro e as suas relações.

Sobre o CAI da Boavista

O Centro de Acolhimento Infantil do Bairro da Boavista (CAI), da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, é uma creche e jardim de infância que, nas últimas décadas, tem sido alvo de um esforço adicional de reorganização e qualificação das respostas, quer ao nível do acesso a recursos adequados às crianças e às famílias na proximidade, priorizando as situações mais vulneráveis como forma de prevenir o agravamento de situações de exclusão, quer na especialização das respostas no que concerne à promoção e proteção.

O Bairro da Boavista, localizado na freguesia de Benfica, foi construído na década de 1940, para o realojamento de famílias provenientes de habitações precárias.

 

 

A terapeuta que ensina a “voltar a fazer”

Um terapeuta ocupacional tem como objetivo final fazer com que o seu utente atinja o máximo de autonomia e independência no seu dia a dia. Nesta área da saúde o “fazer” ocupa um lugar de destaque.

Foram estas as ideias que fascinaram Carolina Matos a enveredar por um futuro na área da terapia ocupacional, já depois de ter concorrido por duas vezes à licenciatura de fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Alcoitão (ESSAlcoitão). “Terapia ocupacional foi a minha segunda opção. Durante grande parte do meu secundário, pensei que o meu futuro passava por ser fisioterapeuta e foi exatamente essa a minha primeira opção.

Quando não entrei, admito que fiquei um pouco desanimada, mas quis ir para este curso antes de pensar em outra coisa. E foi a melhor decisão da minha vida. Acabei por me apaixonar pela terapia ocupacional e hoje, já não me consigo imaginar a fazer outro trabalho”, recorda a terapeuta.

Após a fase de candidaturas ao ensino superior, Carolina ingressa na escola, em 2014, tendo aí concluído a licenciatura de terapia ocupacional, em 2018. Pelo meio, ainda foi membro da tuna da escola, onde conheceu a sua “família académica”, e viveu uma experiência de seis meses na Bélgica, ao abrigo do programa Erasmus. Sobre os seus tempos de estudante, não tem dúvidas: “Foi uma experiência incrível, que voltaria a repetir”.

Durante os anos em que esteve na escola, a vocação pela terapia ocupacional foi crescendo e prevaleceu até aos dias de hoje. “É engraçado que, se voltasse atrás, faria tudo de novo. Faço o que gosto e acredito que esta é a melhor profissão para mim”, realça Carolina.

Há três anos, Carolina, à semelhança do que a ESSAlcoitão proporciona a todos os seus alunos finalistas, integrou um estágio onde teve a oportunidade de colocar na prática todos os ensinamentos que recebeu na escola. Carolina não tem dúvidas em afirmar que “em Alcoitão, prepara-se verdadeiramente os alunos para o mercado de trabalho”.

“É engraçado que sempre ouvi dizer que os melhores terapeutas vêm da ESSAlcoitão e sempre achei que era um bocado presunçoso, no entanto, desde que comecei a trabalhar é que tive noção desta afirmação e reparo que dizer que estudamos na ESSAlcoitão dá-nos um selo de qualidade”, comenta a antiga aluna.

No seu dia a dia profissional, a jovem terapeuta coloca em prática tudo o que aprendeu na ESSAlcoitão, realçando que muitos “não têm noção de que existem pessoas que de um momento para outro perdem todas as suas faculdades motoras e cognitivas”, e de que “o nosso papel é, acima de tudo, ensinar e reeducar essas pessoas para as pequenas tarefas que damos como adquiridas, como comer com um talher, ou escrever o nome”, destaca.

Carolina Matos acredita que o futuro da profissão passa “por dar a conhecer a todas as pessoas o que é ser um profissional nesta área”, sendo que é “necessário continuar a apostar na formação e na qualificação dos futuros profissionais, tal como a ESSAlcoitão tem vindo a fazer desde a criação do curso em terapia ocupacional, até aos dias de hoje”, concluiu o terapeuta.

Uma experiência musical “para mais tarde recordar”

À entrada do Capitólio, no emblemático espaço do Parque Mayer, situado numa das avenidas mais conhecidas de Lisboa, a Avenida da Liberdade, um grande cartaz, decorado a rigor com uma imagem de um céu azul e com letras animadas, anuncia o espetáculo: “Anabela – O meu mundo bom”. Aos poucos, o enorme espaço vazio da entrada do cineteatro enchia-se com pequenos e graúdos, para a aguardada estreia do musical da cantora que, na década de 90, fez a delícia dos portugueses com a conhecida música do festival da canção “A cidade (até ser dia)”.

Acompanhadas pelos pais, Bianca, de cinco anos, e a sua irmã Rosana, de nove anos, foram das primeiras a chegar à entrada do teatro. De sorrisos estampados na cara, ainda não sabiam muito bem ao que vinham, mas tinham uma certeza, de que aquele domingo ia ser “dia de festa”.

“Não conheço a cantora, mas o meu pai, agora de manhã, falou-me dela. E sei que é uma grande cantora e que é muito conhecida”, contou Rosana à medida que a irmã apurava os passos de dança, enquanto trauteava algumas canções.

Enquanto a pequena escadaria da entrada do Capitólio ia ganhando vida e transformando-se num parque de diversões, as irmãs iam tentado descobrir o reportório do musical. “Acho que vai dar aquela música conhecida que ouvimos em casa”, diz Rosana. “De certeza”, remata Bianca.

irmãs

Para Aline, mãe do pequeno Martim, de 4 anos, esta é uma experiência “para mais tarde recordar”. Em Portugal há poucos anos, Aline, natural do Brasil, acredita que o acesso à cultura é primordial “para o crescimento das crianças”, frisando que “é importante uma instituição como a Santa Casa disponibilizar a estas crianças momentos destes”.

Já perto do início do espetáculo, as pancadas de Molière preparam os espetadores para o que se segue. Mais de uma hora de viagem pelo imaginário infantil, onde a palavra de ordem é alegria.

Aos poucos, o auditório ganhou forma e cor. Pequenas peças e um grande baú a decorar o palco fizeram as delícias dos mais pequenos. “Olha, é um quarto de criança! Será que vive aqui alguma criança? Tenho um brinquedo igual àquele em casa!”, exclamavam e indagavam os petizes junto dos pais, enquanto entravam e ocupavam o seu lugar.

Auditório

Estava na hora do espetáculo. Durante mais de 60 minutos, Anabela cantou e interpretou pequenos trechos do livro, que deu corpo a este musical. Foram mais de 12 músicas que levaram toda a plateia ao delírio.

No fim a opinião era unânime: “Gostei muito, quando é que vai haver mais um teatro destes?”, questionava Bianca.

Aline não tinha dúvidas: “foi muito especial a nossa tarde com tantas pessoas a assistir a este musical excelente, afinado e contagiante”, destacando ainda que “somos gratos à Santa Casa por promover um momento tão especial”. Já sobre Martim, seu filho, referiu que este “ficou muito animado e que não parou na cadeira, dançou todas as músicas e encantou-se com o colorido da tela, onde os desenhos complementam o enredo das histórias”.

Sobre o musical “Anabela – O meu mundo bom”

Com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, este é um musical que transporta os espetadores para o imaginário das crianças, inspirado e dedicado ao filho da artista, Vicente. É ele o protagonista desta aventura que transporta os espetadores para o universo dos sonhos das crianças, num espetáculo emotivo, lúdico e divertido para toda a família.

O espetáculo é composto por uma interpretação de 12 canções, já editadas em livro. Anabela canta os fascinantes sonhos da infância através de várias canções numa orquestração de Valter Rolo, com canções originais de Fernando Tordo, Luísa Sobral, Rita Red Shoes, Luiz Caracol, Catarina Furtado, Valter Rolo, Rui Melo, Barbara Tinoco, Alice Vieira, Tânia Ribas de Oliveira, Tiago Oliveira entre outros.

O projeto destina-se a todas as famílias com crianças a partir dos 3 anos.

Santa Casa e Meritis renovam bolsas anuais de apoio a jovens talentos nas artes e desporto

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e a Meritis – Associação de Apoio a Jovens juntaram-se em 2020, no âmbito de um programa de atribuição de bolsas de mérito anuais nas áreas do desporto e das artes. Esta parceria foi renovada, mantendo-se objetivo principal deste programa a possibilitação da continuidade do percurso de jovens promessas, através de apoio financeiro e logístico.

Mafalda Preto, aluna de bailado na Ballet Júnior da Antuérpia, na Bélgica, e vencedora do prémio Banco Santander, pelo seu prestígio escolar, no ano letivo de 2019-2020; Jasmim Mandillo, violoncelista do quarteto de cordas Rococo Quartet e aluna do Conservatório Nacional de Música; Afonso Pinto, considerado como um dos mais promissores surfistas nacionais; e Nuno Pinheiro, tenista representante da Seleção Regional de Lisboa, que já conta no seu currículo com vários títulos nacionais, na vertente individual e em pares, são os grandes vencedores da edição de 2021 das Bolsas SCML/Meritis 2021.

Bolsas SCML/Meritis

Maria João Matos, diretora de comunicação e marcas da Santa Casa, referiu que este apoio é “uma das linhas estratégicas da SCML, que se traduz no apoio à cultura nacional e na formação dos jovens no que respeita ao seu desenvolvimento humano”, enaltecendo o “mérito destes jovens” e afirmando que “a SCML tem orgulho em proporcionar-lhes condições para a realização dos seus sonhos”.

Já Pedro Couceiro, mentor da Meritis, considera que a continuidade desta parceria com a Santa Casa permite “ajudar a construir, alavancar e melhorar a carreira dos jovens a quem estas bolsas serão destinadas”, concluindo que “existem muitos jovens de mérito para quem uma ajuda, como a que a Mafalda, a Jasmim, o Afonso ou o Nuno terão agora ao seu dispor, significa o poderem progredir imensamente nas suas carreiras”.

Rugby Youth Festival: quando o desporto assume um papel recreativo

O Rugby Youth Festival regressou a Portugal. Aquele que é um dos maiores e mais prestigiados torneios de rugby juvenil do mundo decorreu este fim de semana, 23 e 24 de outubro, no Estádio Universitário, em Lisboa. Esta edição contou, tal como nas anteriores, com vários atletas estrangeiros, ainda que em menor número devido ao atual contexto pandémico.

Ano após anos, o campeonato reúne milhares de jovens, garantindo a presença de formações estrangeiras dos cinco continentes e algumas das nações mais prestigiadas da modalidade nos escalões jovens. Em 2020, apesar da pandemia, o Portugal Rugby Youth Festival teve lugar no dia 17 de outubro, tendo sido uma edição especial, com as adaptações necessárias à nova realidade.

A Misericórdia de Lisboa patrocina este evento desde 2013, sendo que o torneio está enquadrado na estratégia de patrocínios da instituição, nomeadamente de apoio ao talento nacional e ao desporto jovem. Em 2021, 26 crianças e jovens (entre os seis e os 14 anos) apoiados pela Santa Casa puderam, igualmente, viver uma intensa experiência desportiva, com a participação em atividades lúdicas. Além das componentes de competição e de lazer, este evento pretende sensibilizar os mais jovens para o rugby e para os valores associados à modalidade: respeito pelo adversário e espírito de equipa.

O Totoloto continua “fácil e barato” e, agora, com mais milhões

Além do aumento do valor da aposta simples (de 0,90 euros para 1 euro), que entrou em vigor no passado dia 21 de outubro, no concurso 85/2021, o Departamento de Jogos anunciou, este domingo, 24 de outubro, mais uma novidade: ainda mais milhões a juntar ao primeiro prémio do Totoloto.

Esta novidade irá refletir-se já no próximo (e último) concurso deste mês, no dia 30 de outubro, que integra o novo sorteio promocional (Jackpot Extra) no valor de 5 milhões de euros, adicionados ao primeiro prémio em jogo.

Com estas alterações – atualização do valor das apostas e introdução de sorteios especiais (Jackpot Extra) -, os Jogos Santa Casa pretendem não só conferir maior dinamismo aquele que foi o segundo jogo de apostas mútuas lançado em Portugal, como também oferecer melhores prémios aos apostadores.

As características principais do jogo, tais como os tipos de aposta, as categorias de prémios e acertos e o valor mínimo do primeiro prémio do Totoloto (1 milhão de euros) não sofrem alterações. Também a matriz de jogo se mantém (composta pela grelha dos números de 1 a 49, e a grelha do número da sorte com números de 1 a 13), bem como o sistema de apostas simples (5 números + 1 número da sorte).

A par da habitual divulgação nos mais de 5 000 pontos de venda dos Jogos Santa Casa, estas novidades serão divulgadas através de uma campanha multimeios, que está no ar desde o dia 24 de outubro.

 

 

Bolsas de Educação Jogos Santa Casa ganham novo impulso. Candidaturas para 21/22 já estão abertas

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através dos Jogos Santa Casa, acaba de lançar, em parceria com o Comité Olímpico de Portugal e o Comité Paralímpico de Portugal, a nona edição do programa das Bolsas de Educação.

O agora designado programa IMPULSO | Bolsas de Educação Jogos Santa Casa, apresenta-se em 2021 com uma nova imagem e identidade gráfica, procurando assim aproximar-se mais da sociedade e dar a conhecer melhor o esforço dos campeões portugueses e todo o trabalho desenvolvido, no âmbito desta iniciativa, ao longo destes nove anos.

A palavra “IMPULSO” surge para reforçar o significado deste programa: impulsionar os atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos na sua educação e ambição desportiva. Possibilitando, assim, a junção do melhor dos dois mundos, estas bolsas de educação são um contributo significativo para que os atletas iniciem e/ou continuem as suas carreiras duais, evitando o afastamento prematuro do desporto de alto rendimento ou o abandono precoce dos estudos.

Atleta a correr

Quem e como podem candidatar-se a este programa?

Podem candidatar-se ao IMPULSO | Bolsas de Educação Jogos Santa Casa 2021/22 os atletas com idade igual ou superior a 18 anos, que estejam integrados nos programas de preparação Olímpica, Paralímpica e Surdolímpica ou no projeto Esperanças Olímpicas.

Os atletas que cumpram este requisito e que estejam inscritos neste ano letivo em cursos de Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado e Doutoramento em instituições de ensino superior ou em cursos técnico-profissionais com reconhecimento oficial, podem submeter a sua candidatura dentro do prazo estipulado.

Desde a primeira edição, em 2013/2014, já foram entregues 325 Bolsas de Educação a 181 atletas de 22 modalidades, correspondendo a mais de 920 mil euros distribuídos.

Ao evitar o afastamento prematuro do desporto de alto rendimento ou abandono precoce dos estudos, os Jogos Santa Casa continuam a apoiar as carreiras desportivas e profissionais destes atletas.

Os Jogos Santa Casa têm vindo a prosseguir uma estratégia de patrocínios assente no apoio ao desporto nacional, como uma ferramenta de promoção do talento desportivo, de integração e de coesão social. Esta estratégia centra-se no incentivo ao trabalho realizado por entidades que gerem o desporto em Portugal, como é o caso do COP e do CPP.

 

Jogos Santa Casa firmam parceria com a Associação dos Atletas Olímpicos de Portugal

Este patrocínio vem reforçar o posicionamento da marca Jogos Santa Casa dos últimos anos, centrada na promoção do desporto nacional, representando este apoio uma ferramenta de promoção do talento nacional desportivo, de integração e de coesão social, por via do patrocínio ao Comité Olímpico e ao Comité Paralímpico de Portugal, a 17 federações desportivas e aos principais eventos desportivos.

Neste contexto, os Jogos Santa Casa consideram pertinente apoiar a AAOP, tendo em conta a sua missão, os seus parceiros e os projetos que pretende desenvolver, designadamente a promoção da ética no desporto e a valorização do estatuto do atleta olímpico, nomeadamente nas questões pós carreira desportiva.
O objetivo é ajudar na divulgação dos atletas nacionais olímpicos, impulsionando-os a apoiar causas relevantes para a sociedade, cimentadas nos valores do olimpismo.

A AAOP é associada da World Olimpian Association. Esta associação tem como compromisso fundamental espalhar o espírito olímpico nas comunidades e colaborar ativamente com todas as organizações olímpicas portuguesas.

Segundo Luís Monteiro, presidente da AAOP, “a Associação tem um propósito bem definido assente em três pilares estratégicos: «para os atletas, pelos atletas e para a Sociedade», este caminho só é possível se for bem planeado e bem executado. Ao associarmo-nos a uma instituição como os Jogos Santa Casa que valorizam as Boas Causas, nomeadamente a realização da melhoria do bem-estar das pessoas e dos mais desprotegidos, estamos a dar um passo afirmativo, no processo de vida desportiva dos atletas Olímpicos, dando-lhes as ferramentas necessárias para encararem a vida tendo a noção que em conjunto, estamos a ajudar atletas que deram e dão tanto à Nação e à Sociedade. #juntossomosmaisfortes!”

Uma ideia partilhada por Nuno Pires, diretor da Unidade de Patrocínios da Santa Casa, ao reiterar o compromisso dos Jogos Santa Casa (JSC) no apoio ao desporto nacional: “este patrocínio apresenta objetivos meritórios, indo ao encontro dos valores que a Santa Casa, através do seu Departamento de Jogos defende, enquadrando-se no tipo de projetos a que a marca Jogos Santa Casa se pretende aliar, designadamente a valorização do esforço e do mérito desportivo, bem como a promoção do desporto enquanto motor de coesão social e de estilos de vida saudáveis. OS JSC valorizam igualmente as boas causas, nomeadamente a realização da melhoria do bem-estar das pessoas, prioritariamente dos mais desprotegidos, neste caso atletas que defenderam Portugal ao mais alto nível. Com mais este patrocínio, os Jogos Santa Casa reafirmam seu posicionamento como a única marca em Portugal a apoiar de forma tão abrangente o desporto nacional.”

Sobre a AAOP

A AAOP é uma Associação independente, Pessoa Coletiva de Direito Privado, sem fins lucrativos e de duração ilimitada, atuando no respeito dos princípios do Movimento Olímpico e dos valores do olimpismo. Entre outras finalidades quer promover e divulgar os valores do Movimento Olímpico, apoiando o desenvolvimento educação dos jovens através do desporto em estreita colaboração com as autoridades nacionais, desportivas, de saúde e de educação. Promover a observância da ética no desporto, em geral nas competições e nas relações entre os agentes desportivos, em consonância com as regras do Comité Olímpico Internacional.

Casa do Impacto distinguida pela Comissão Europeia

A Casa do Impacto foi distinguida com a 1ª classificação na categoria “Empreendedorismo responsável e inclusivo” dos European Enterprise Promotion Awards (EEPA). A iniciativa da Comissão Europeia, que está alinhada com as prioridades da Estratégia Europa 2020, tem como propósito distinguir as melhores práticas de promoção do empreendedorismo, em função do seu contributo para o crescimento económico, promoção de emprego e desenvolvimento.

A Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) é o coordenador nacional desta iniciativa, que teve a sua primeira edição em 2006. Através de uma nota enviada à imprensa, o presidente do IAPMEI, Francisco Sá, realça que “os projetos distinguidos em 2021 devem servir de inspiração para os agentes da envolvente empresarial, por atuarem ativamente na criação de um ecossistema promotor do desenvolvimento empresarial nas áreas da digitalização e da sustentabilidade”.

Na base desta distinção da Casa do Impacto terá estado a grande capacidade do hub de empreendedorismo social da Santa Casa de identificar e reconhecer atividades de sucesso que apoiem a iniciativa empresarial, com a criação de condições que estimulem projetos promotores do empreendedorismo.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas