logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Santa Casa junta-se aos artistas nacionais num movimento inédito em torno da cultura

Temos os melhores futebolistas, artistas plásticos ou escritores. Não interessa a vocação. Portugal é, sobretudo, um país que produz talentos. E é a pensar nestes talentos nacionais que surge o movimento Portugal #EntraEmCena, uma colaboração inédita entre artistas, marcas, empresas públicas e privadas, ao qual a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa também se associa, num esforço colaborativo para salvaguardar a cultura e os seus intervenientes, nesta altura tão crítica também para este setor.

O movimento Portugal #EntraEmCena toma a forma de um marketplace digital, onde artistas podem lançar ideias e obter investimento para a fase de conceção e desenvolvimento, e onde as empresas podem encontrar talento e ideias propostas por artistas e lançar desafios ao desenvolvimento de novos projetos artísticos.

No global, este movimento representa, neste momento, um investimento de mais de um milhão de euros, em projetos que não poderão ultrapassar, cada um, os 20 mil euros.

Mas o apoio à Cultura por parte da instituição conta já com um longo histórico. Nos últimos anos, têm sido várias as ações desenvolvidas, distribuídas por diferentes vertentes artísticas, desde o apoio ao maior festival de fado nacional, o Santa Casa Alfama, ou a atribuição, em conjunto com a NiT, do prémio New Talent, que elegeu a cantora e compositora, Sara Cruz, como a próxima estrela da música portuguesa.

Esta aposta cultural é reafirmada por Filipa Klut, vogal da Mesa da SCML com o pelouro da Cultura: “queremos estar com o setor das artes neste momento porque o compromisso com a Cultura faz parte do ADN da SCML”.

Em breve mais novidades.

Estamos na rua para cuidar de quem mais precisa

Diariamente, equipas de diferentes âmbitos de atuação da Santa Casa saem para a rua com espírito de missão e de solidariedade. A grande preocupação são os mais vulneráveis e todos aqueles para quem o suporte da instituição são condição essencial.

Neste novo tempo, existem profissionais que são importantíssimos para a continuidade dos serviços mais importantes do dia-a-dia e, muitos deles, estão na essência da Misericórdia de Lisboa.

São médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, ajudantes de lar, psicólogos, fisioterapeutas, animadores, motoristas, cozinheiros, ajudantes de cozinha, operadores de lavandaria, operadores logísticos, entre tantas outras profissões relevantes e que continuam na “frente ativa”. Fazem parte das equipas das estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), dos lares residenciais, das casas de acolhimento, do serviço de apoio domiciliário, da unidade de emergência e de atendimento social (no apoio às pessoas em condição de sem-abrigo), dos refeitórios sociais, dos hospitais e unidades de saúde, das unidades de cuidados continuados, apoiando os milhares de utentes da Santa Casa que, mais do que nunca, precisam de ajuda.

Também através de apoio telefónico é desenvolvido um enorme trabalho. A instituição está em contacto diário com todos os utentes de Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e Equipa de Apoio a Idosos.

Há todo um trabalho, diário e imensurável, realizado em conjunto e em permanência com a Câmara Municipal de Lisboa, as Juntas de Freguesia da cidade, os parceiros da Rede Social de Lisboa, as Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), as Associações de Proximidade, a Polícia de Segurança Pública, a Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na instituição, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.

Edmundo Martinho, provedor da instituição, lembra que “o papel da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa será preponderante na ajuda a quem mais precisa, no apoio e cuidado a quem está isolado. A Misericórdia de Lisboa tem uma responsabilidade acrescida a que não pode virar as costas. E, como sucede há mais de cinco séculos, seremos capazes de honrar a História da nossa instituição.”

Hoje, mais do que nunca, continuamos a cuidar de quem mais precisa!

Veja alguns exemplos deste apoio.

Santa Casa lamenta a morte do antigo provedor João Gomes

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lamenta a morte do seu antigo provedor, João Gomes, que entre 1983 e 1986 esteve à frente da instituição, cargo que acumulou com o lugar de deputado, para o qual foi eleito em 1975 para a Assembleia Constituinte e, posteriormente, para a Assembleia da República, sucessivamente até 1985.
Durante o seu mandato à frente da Misericórdia de Lisboa, João Gomes deu um importante contributo no apoio a inúmeras IPSS e no combate à mendicidade, tendo celebrado um elevado número de acordos e protocolos com instituições de âmbito assistencial, nomeadamente nas áreas da saúde, infância e juventude, apoio à terceira idade e a grupos marginalizados.
Ainda na área da ação social, durante o seu mandato foram criadas novas unidades orgânicas da instituição, em especial jardins infantis, convívios de idosos e centros de dia (incluindo um para toxicodependentes). Também durante este período, foi definida a política de ação social da Santa Casa, seguida de uma reestruturação do Serviço de Ação Social e da aprovação do seu regulamento interno.
Foi, ainda, durante o seu mandato, em 1985, que foi lançado o Totoloto.
João Joaquim Gomes, nascido em Lisboa, a 30 de junho de 1934, licenciou-se em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo de Lille, tendo desempenhado vários cargos na área da comunicação social. João Gomes teve um papel ativo no combate ao regime antes do 25 de Abril, tendo sido mais tarde um dos fundadores do Partido Socialista.
É com profundo pesar que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa endereça sentidas condolências à família do seu antigo provedor, João Gomes.

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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lamenta a morte do seu antigo provedor, João Gomes, que entre 1983 e 1986 esteve à frente da instituição, cargo que acumulou com o lugar de deputado, para o qual foi eleito em 1975 para a Assembleia Constituinte e, posteriormente, para a Assembleia da República, sucessivamente até 1985.
Durante o seu mandato à frente da Misericórdia de Lisboa, João Gomes deu um importante contributo no apoio a inúmeras IPSS e no combate à mendicidade, tendo celebrado um elevado número de acordos e protocolos com instituições de âmbito assistencial, nomeadamente nas áreas da saúde, infância e juventude, apoio à terceira idade e a grupos marginalizados.
Ainda na área da ação social, durante o seu mandato foram criadas novas unidades orgânicas da instituição, em especial jardins infantis, convívios de idosos e centros de dia (incluindo um para toxicodependentes). Também durante este período, foi definida a política de ação social da Santa Casa, seguida de uma reestruturação do Serviço de Ação Social e da aprovação do seu regulamento interno.
Foi, ainda, durante o seu mandato, em 1985, que foi lançado o Totoloto.
João Joaquim Gomes, nascido em Lisboa, a 30 de junho de 1934, licenciou-se em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo de Lille, tendo desempenhado vários cargos na área da comunicação social. João Gomes teve um papel ativo no combate ao regime antes do 25 de Abril, tendo sido mais tarde um dos fundadores do Partido Socialista.
É com profundo pesar que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa endereça sentidas condolências à família do seu antigo provedor, João Gomes.

Santa Casa mantém a sua ação no terreno em tempos difíceis

Marcando presença no espaço noticioso da Edição da Noite, da SIC Notícias, esta terça-feira, dia 24 de março, Sérgio Cintra falou sobre o impacto do novo coronavírus na ação da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente no apoio à população mais desfavorecida e vulnerável da cidade.

Na sua intervenção, o administrador aproveitou também o momento para congratular o empenho de todos os profissionais da instituição que, diariamente, se mantêm no terreno, reconhecendo que “são fundamentais para mitigar algumas situações e não permitir que ganhem uma escala que provoque o pânico”.

Relembrou ainda que, no decorrer de 2019, a Santa Casa, através do projeto RADAR, fez um levantamento exaustivo das pessoas com mais de 65 anos que vivem sós ou acompanhadas com outras da mesma faixa etária, na cidade de Lisboa. Os dados recolhidos mostraram-se essenciais para a instituição, que agora tem vindo a realizar contactos telefónicos, diários, de maneira a ajudar e serenar a população sénior lisboeta. Neste âmbito, “temos, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa e as Juntas de Freguesia, prestado apoio na higiene, na alimentação e em algumas compras necessárias para o dia-a-dia, de maneira a evitar que estas pessoas venham para a rua”, frisou o administrador.

Sérgio Cintra adiantou ainda que o Hospital de Sant’Ana, propriedade da Misericórdia de Lisboa, já se mostrou totalmente disponível para receber doentes oriundos do Hospital São Francisco Xavier que necessitam de intervenção no campo do trauma ortopédico. Salientando que o apoio da instituição “obviamente que não tem outro fim que não seja ajudar e sermos complementares ao SNS”, o administrador terminou com importante mensagem de que “todos somos poucos para apostar na prevenção”.

Isolar para não contagiar. Em época de peste negra, S. Roque já dava o exemplo

Nestes dias em que o isolamento se tornou norma, o jornal Público recuperou a história de S. Roque, que, pela Europa, ganhara fama de proteger contra maleitas do corpo e da alma.

Reza a história que Roque provinha de uma família francesa abastada, e que terá abdicado da fortuna, partindo em peregrinação até Roma. Pelo caminho ia tratando dos doentes e conquistou a fama de conseguir curá-los.

A popularidade dos milagres deste santo chegou a Portugal no início do reinado de D. Manuel I, numa época em que sucessivos surtos de peste negra se alastravam. S. Roque tornou-se depois um santo lisboeta que veio marcar a paisagem espiritual e urbana da cidade de Lisboa, mas, sobretudo, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Desde a sua fundação, em 1498, que a instituição reúne um vasto património histórico, artístico e documental, do qual se destacam os acervos do Museu e da Igreja de São Roque, classificada como Monumento Nacional em 1910. O Museu de São Roque é um dos mais importantes símbolos do seu património cultural, possuindo uma invejável coleção de arte sacra portuguesa.

A história de devoção ao santo que decidiu isolar-se para não contagiar os outros mantém-se presente na vida religiosa da cidade Lisboa.

Uma história que já tem 450 anos, mas que, hoje, mais do que nunca, faz todo o sentido recordar.  Leia a peça integral do Público, aqui.

COVID-19 | Novos horários de funcionamento Ação Social

EM ATUALIZAÇÃO

Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:

  • Na área de atuação em criança e jovens a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa mantêm em funcionamento, ainda com algumas adaptações as Casas de Acolhimento, o Centro de Capacitação D. Carlos I, os Apartamentos de Autonomia, as Residências Autónomas e a Unidade de Supervisão e Qualificação de Assessoria ao Tribunal. A exceção são as Creches, as Creches Familiares e os Jardins de Infância, que se encontram encerradas, até ao dia 9 de abril.
  • No apoio à franja mais vulnerável da nossa sociedade, os idosos, encontra-se em pleno funcionamento o Serviço de Apoio Domiciliário.
  • Todos os lares (Estruturas Residências para Idosos – ERPI) estão em funcionamento, mas sem visitas autorizadas.
  • Todos os Centros de Dia estão encerrados temporariamente até o dia 9 de abril, no entanto, está a ser fornecida a alimentação a quem necessita deste apoio.
  • Apoio Comunitário às Famílias está a funcionar apenas no âmbito da alimentação.
  • A distribuição de alimentos mantém-se num número mais limitado de polos de distribuição, mas abrangendo os beneficiários de todas as freguesias.
  • Unidade de Emergência encontra-se em funcionamento com algumas adaptações.
  • Encontra-se encerrado ou temporariamente suspenso a Unidade de Promoção do Voluntariado, os Centros de Atividades Ocupacionais, o Centro de Educação, Formação e Certificação (CEFC), O Núcleo de Gestão e Produtos de Apoio e a Aldeia de Santa Isabel (ASI) (com exceção da Casa de Acolhimento e do Lar da aldeia).

 

As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.

PERGUNTAS FREQUENTES (FAQs)

  • Quais as entidades com quem estamos a trabalhar em permanência?

Câmara Municipal de Lisboa, Juntas de Freguesia da cidade, parceiros da Rede Social de Lisboa, Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), Associações de Proximidade, Polícia de Segurança Pública, Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.

  • Há colaboradores no terreno e em teletrabalho?

Sim. As situações são analisadas tendo em atenção a possibilidade dos colaboradores fazerem teletrabalho (quando aplicável), terem de prestar apoio a filhos menores de 12 anos, bem como situações de doenças crónicas. Há uma articulação permanente para garantir que o apoio é assegurado em todas as áreas.

  • Alguma referência sobre colaboradores no terreno, por exemplo por função?

Há várias áreas em permanência no terreno, nomeadamente o Atendimento Social, Serviço de Apoio Domiciliário, Apoio a Idosos, Unidade de Emergência, ERPI – Lares, Casas de Acolhimento, Lares Residenciais.

Além dos Colaboradores que estão na linha da frente (AGAC, Técnicos Administrativos, Técnicos Superiores) salientamos, igualmente, os Colaboradores que, em Teletrabalho, (Técnicos Administrativos e Técnicos Superiores) continuam a garantir as suas inestimáveis funções.

Adicionalmente, é realizado apoio telefónico diário a todos os utentes de Centro de Dia, SAD e Equipa de Apoio a Idosos. Há um conhecimento aprofundado dos utentes da Misericórdia de Lisboa, sabendo-se exatamente, e diariamente, aqueles que mais necessitam do nosso apoio, pois numa situação como esta, a vulnerabilidade pode agravar-se de um dia para o outro (daí os contactos diários).

Conheça também os horários de funcionamento das Unidades de Saúde.|EM ATUALIZAÇÃO

Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:

  • Na área de atuação em criança e jovens a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa mantêm em funcionamento, ainda com algumas adaptações as Casas de Acolhimento, o Centro de Capacitação D. Carlos I, os Apartamentos de Autonomia, as Residências Autónomas e a Unidade de Supervisão e Qualificação de Assessoria ao Tribunal. A exceção são as Creches, as Creches Familiares e os Jardins de Infância, que se encontram encerradas, até ao dia 9 de abril.
  • No apoio à franja mais vulnerável da nossa sociedade, os idosos, encontra-se em pleno funcionamento o Serviço de Apoio Domiciliário.
  • Todos os lares (Estruturas Residências para Idosos – ERPI) estão em funcionamento, mas sem visitas autorizadas.
  • Todos os Centros de Dia estão encerrados temporariamente até o dia 9 de abril, no entanto, está a ser fornecida a alimentação a quem necessita deste apoio.
  • Apoio Comunitário às Famílias está a funcionar apenas no âmbito da alimentação.
  • A distribuição de alimentos mantém-se num número mais limitado de polos de distribuição, mas abrangendo os beneficiários de todas as freguesias.
  • Unidade de Emergência encontra-se em funcionamento com algumas adaptações.
  • Encontra-se encerrado ou temporariamente suspenso a Unidade de Promoção do Voluntariado, os Centros de Atividades Ocupacionais, o Centro de Educação, Formação e Certificação (CEFC), O Núcleo de Gestão e Produtos de Apoio e a Aldeia de Santa Isabel (ASI) (com exceção da Casa de Acolhimento e do Lar da aldeia).

 

As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.

PERGUNTAS FREQUENTES (FAQs)

  • Quais as entidades com quem estamos a trabalhar em permanência?

Câmara Municipal de Lisboa, Juntas de Freguesia da cidade, parceiros da Rede Social de Lisboa, Instituições Particulares Solidariedade Social (IPSS), Associações de Proximidade, Polícia de Segurança Pública, Cruz Vermelha Portuguesa e todas as entidades que são prestadoras de serviços na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente na área da alimentação, limpeza e segurança.

  • Há colaboradores no terreno e em teletrabalho?

Sim. As situações são analisadas tendo em atenção a possibilidade dos colaboradores fazerem teletrabalho (quando aplicável), terem de prestar apoio a filhos menores de 12 anos, bem como situações de doenças crónicas. Há uma articulação permanente para garantir que o apoio é assegurado em todas as áreas.

  • Alguma referência sobre colaboradores no terreno, por exemplo por função?

Há várias áreas em permanência no terreno, nomeadamente o Atendimento Social, Serviço de Apoio Domiciliário, Apoio a Idosos, Unidade de Emergência, ERPI – Lares, Casas de Acolhimento, Lares Residenciais.

Além dos Colaboradores que estão na linha da frente (AGAC, Técnicos Administrativos, Técnicos Superiores) salientamos, igualmente, os Colaboradores que, em Teletrabalho, (Técnicos Administrativos e Técnicos Superiores) continuam a garantir as suas inestimáveis funções.

Adicionalmente, é realizado apoio telefónico diário a todos os utentes de Centro de Dia, SAD e Equipa de Apoio a Idosos. Há um conhecimento aprofundado dos utentes da Misericórdia de Lisboa, sabendo-se exatamente, e diariamente, aqueles que mais necessitam do nosso apoio, pois numa situação como esta, a vulnerabilidade pode agravar-se de um dia para o outro (daí os contactos diários).

Conheça também os horários de funcionamento das Unidades de Saúde.

COVID-19 | Horários de funcionamento (atualizado a 20 março)

EM ATUALIZAÇÃO

Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:

  • Com exceção da Unidade de Saúde de Telheiras, que encerra às 20h, algumas Unidades de Saúde estão a praticar um horário de funcionamento de 7 horas diárias – das 8h às 15h ou das 9h às 16h, de acordo com o que for mais adequado para o território de abrangência da unidade. As pausas para almoço serão de 30 minutos.
  • Nas Unidades W+ (Núcleo de Adolescentes e Núcleo de Adultos e Crianças), todo o trabalho biopsicossocial será realizado por vídeo conferência a partir do domicílio, utilizando as ferramentas disponíveis.
  • As Unidades de Saúde da Liberdade e Bairro da Boavista e as extensões de saúde da Tapada, Bairro Padre Cruz e Natália Correia estarão encerradas. No exterior destas unidades encontra-se um aviso com indicação das Unidades de Saúde às quais os utentes se poderão dirigir.
  • No caso de receituário crónico, os médicos assistentes acompanham os seus utentes de referência garantindo o envio de prescrições, preferencialmente via email para o próprio utente ou cuidador.
  • Todas atividades de rastreio e ações de sensibilização na comunidade estão temporariamente suspensas.
  • No serviço odontopediátrico SOL – Saúde Oral de Lisboa toda a atividade estará suspensa, com exceção das situações comprovadamente urgentes e inadiáveis.

 

De reforçar que o acesso a todas as Unidades de Saúde da Santa Casa será efetuado pelo número máximo de 4 a 5 pessoas em simultâneo nas unidades de menor dimensão e cerca de 10 pessoas nas de maior dimensão.

As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.

Conheça também os horários de funcionamento dos equipamentos e serviços de Ação Social.|EM ATUALIZAÇÃO

Decorrente da atual circunstância de pandemia provocada pelo novo coronavírus, Covid-19, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa adotou medidas de prevenção e de atuação em vários equipamentos, adaptando os horários de funcionamento ao novo cenário epidemiológico nacional, nomeadamente:

  • Com exceção da Unidade de Saúde de Telheiras, que encerra às 20h, algumas Unidades de Saúde estão a praticar um horário de funcionamento de 7 horas diárias – das 8h às 15h ou das 9h às 16h, de acordo com o que for mais adequado para o território de abrangência da unidade. As pausas para almoço serão de 30 minutos.
  • Nas Unidades W+ (Núcleo de Adolescentes e Núcleo de Adultos e Crianças), todo o trabalho biopsicossocial será realizado por vídeo conferência a partir do domicílio, utilizando as ferramentas disponíveis.
  • As Unidades de Saúde da Liberdade e Bairro da Boavista e as extensões de saúde da Tapada, Bairro Padre Cruz e Natália Correia estarão encerradas. No exterior destas unidades encontra-se um aviso com indicação das Unidades de Saúde às quais os utentes se poderão dirigir.
  • No caso de receituário crónico, os médicos assistentes acompanham os seus utentes de referência garantindo o envio de prescrições, preferencialmente via email para o próprio utente ou cuidador.
  • Todas atividades de rastreio e ações de sensibilização na comunidade estão temporariamente suspensas.
  • No serviço odontopediátrico SOL – Saúde Oral de Lisboa toda a atividade estará suspensa, com exceção das situações comprovadamente urgentes e inadiáveis.

 

De reforçar que o acesso a todas as Unidades de Saúde da Santa Casa será efetuado pelo número máximo de 4 a 5 pessoas em simultâneo nas unidades de menor dimensão e cerca de 10 pessoas nas de maior dimensão.

As medidas agora adotadas vão ao encontro do solicitado pelo Governo Português e seguindo as indicações da Direção Geral de Saúde, sendo igualmente relevante apelar a toda a população para limitar as suas saídas de casa ao estritamente essencial, imprescindível e inadiável.

Conheça também os horários de funcionamento dos equipamentos e serviços de Ação Social.

Lar da Misericórdia de Oleiros recebe apoio do Fundo Rainha Dona Leonor

Inaugurado no passado dia 12 de março, o edifício do lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Oleiros foi alvo de obras de requalificação. Estas obras foram financiadas pelo Fundo Rainha D. Leonor, no valor de 283 mil euros.

O projeto de requalificação contempla não só o próprio edifício, mas também o espaço exterior envolvente, pertencente também à Santa Casa da Misericórdia de Oleiros. O aproveitamento de um espaço devoluto permitiu a criação de onze novos quartos, no primeiro andar, para vinte utentes e a criação de espaços e serviços para apoio do lar no rés-do-chão.

Além de uma zona de convívio, ajardinada, onde jovens, idosos e população em geral poderão conviver, existirão também pistas de minigolfe, bowling e jogo de damas a uma escala urbana, com o intuito de cativar os jovens a interagirem com o público mais idoso.

Obtém-se assim, naturalmente, o desejado exercício físico (promovendo o envelhecimento ativo), o convívio intergeracional e a construção de um polo de atração para reforçar o número de visitas de familiares de várias gerações.

As obras de requalificação resolveram, também, o problema da definição dos espaços de circulação e estacionamento, onde se inclui uma zona para paragem de autocarros e a criação de estacionamentos que apoiam a Escola Secundária Padre António de Andrade e a estrutura residencial para idosos.

Fundo Rainha D. Leonor foi criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em parceria com a União das Misericórdias Portuguesas, para apoiar os valores e as atividades das Misericórdias de todo o País, no princípio da autonomia cooperante.

COVID-19 | Medidas da Santa Casa

Tendo como pressuposto essencial que a prioridade, nesta fase difícil para todos, tem de ser a manutenção de todas as funções críticas e essenciais da SCML no apoio aos mais desprotegidos bem como a salvaguarda da segurança dos seus utentes, colaboradores e respetivas famílias.

De entre as medidas implementadas salientam-se:

  • Encerramento dos serviços com contacto com o público que não sejam essenciais para a missão da SCML no momento presente;
  • Redução dos serviços de atendimento ao público ao nível de resposta mínima e essencial, privilegiando-se a marcação prévia sempre que possível;
  • Encerramento dos serviços de resposta a crianças e jovens, com exceção das crianças e jovens em risco com medida de promoção e proteção;
  • Suspensão das visitas aos lares de idosos e aos estabelecimentos de cuidados continuados, sem exceção;
  • Encerramento dos centros de dia, assegurando-se, em casos de reconhecida necessidade, manutenção da resposta através de apoio domiciliário;
  • Desmarcação, sempre que possível, de atendimentos a utentes agendados (com posterior remarcação), privilegiando-se neste contexto o contacto/atendimento telefónico;
  • Desmarcação dos atos médicos, cirurgias e fisioterapia que não sejam urgentes, procedendo-se à remarcação logo que possível;
  • Suspensão de todas as atividades culturais anteriormente agendadas e encerramento do Museu de São Roque e Sala de Leitura da Biblioteca;
  • Encerramento da Casa do Impacto;
  • Reforço do Contact Center para prestar apoio e esclarecer os utentes e também os colaboradores.

 

Neste momento tão exigente, contamos com a compreensão e solidariedade de todos, garantindo que tudo estamos a fazer para que a SCML mantenha a resposta aos utentes que necessitam de todos nós.

Mais informações:

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS EQUIPAMENTOS DA AÇÃO SOCIAL
HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS EQUIPAMENTOS DA SAÚDE

ESSA participa no Salão do Estudante no Brasil

Entre os dias 7 e 11 de março, nas cidades brasileiras, de São Paulo e Rio de Janeiro, mais de 300 instituições mundiais de ensino superior, onde se contam algumas nacionais, participam nesta feira que é reconhecida internacionalmente, como o maior certame do género na América Latina.

Nos últimos anos, Portugal tem vindo a conhecer um crescimento exponencial no número de estudantes brasileiros que escolhem o nosso país para prosseguir os estudos de 1.º e 2.º ciclo e com esta participação, a ESSA, pretende reforçar o seu papel de instituição de ensino superior de excelência no ensino em Portugal, e captar alguns destes estudantes para as suas áreas de ensino, a Fisioterapia, a Terapia da Fala e a Terapia Ocupacional.

Fruto deste investimento e desta aposta, delineada pela primeira vez há três anos na estratégia de internacionalização, foi possível contar com a inscrição de onze alunos brasileiros para o ano letivo 2019/2020.

A ESSA  é um estabelecimento de ensino superior particular, pioneiro em Portugal na formação de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e terapeutas da fala, sendo desde a sua constituição a escola de referência neste domínio.

A escola possui protocolos de cooperação com universidades e politécnicos, públicas e privadas, garantindo aos seus alunos o apoio complementar a nível docente e de recursos laboratoriais e bibliográficos.

Para além dos protocolos, a escola possui Carta Universitária Erasmus+ e, nesse âmbito, detém parcerias com os países de referência nas suas áreas de ensino, nomeadamente, com 44 universidades congêneres de 14 países europeus, e de outros continentes, o que lhe permite efetuar mobilidade em regime Outgoing Incoming de alunos e docentes.

No sentido de proporcionar uma adequada ligação aos campos de exercício profissional, para além da forte ligação ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e de outros serviços de saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a ESSA possui ainda protocolos com mais de uma centena de instituições de saúde e educação garantindo aos seus alunos a oferta de uma vasta experiência prática.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Projetos cofinanciados por fundos europeus e nacionais

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas