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Santa Casa na Feira do Livro de Lisboa 2025

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa marcou presença na Feira do Livro de Lisboa 2025 com uma programação diversa, que passou por áreas como a cultura, a saúde, a educação e a cidadania. Ao longo de quase três semanas, o stand e o auditório Sul acolheram dezenas de iniciativas, desde lançamentos editoriais e mesas-redondas a oficinas sensoriais, rastreios de saúde e apresentações culturais.

Esta participação reforça o papel da Santa Casa enquanto promotora de inclusão e conhecimento, abrindo espaço à reflexão e ao envolvimento da comunidade. Com propostas para todas as idades, desde a leitura à prevenção, do património à saúde mental, a Santa Casa revelou, uma vez mais, a sua capacidade de unir causas, públicos e saberes num mesmo território de encontro.

Eduardo Marques e o Dia Olímpico: “A melhor forma é passá-lo a treinar!”

Aos 31 anos, Eduardo Marques já tem no currículo uma participação em Jogos Olímpicos. A vela é a sua paixão, mas está igualmente prestes a terminar a licenciatura em Gestão do Desporto e foi um dos bolseiros do Programa IMPULSO | Bolsas de Educação Jogos Santa Casa. As dificuldades de singrar neste desporto em Portugal, um acidente que o atirou para uma cama de hospital e a possibilidade de repetir a presença olímpica foram alguns dos temas na conversa que teve com a Santa Casa, antes de passar este Dia Olímpico, 23 de junho, da forma como mais gosta: no mar.

 

Como começou a paixão pela vela?

Nem me lembro da primeira vez que andei à vela! Já passávamos algumas férias em família em barcos à vela e foi-me incutido por aí. Recordo-me do primeiro treino na doca de Belém, devia ter uns oito anos… Ali à volta dos 15 anos senti que era muito bom, mas que o barco já não era ideal. Mas vivia em Portugal e pensava que nenhum desporto, sem ser futebol, ia funcionar, por isso sempre pensei fazer 18 anos e ir para a faculdade. Mas sempre fui uma pessoa que gosta de fazer as coisas à séria e não a meio gás. Eu estudava, mas no fim de semana, quando estava no barco, dava tudo o que tinha. Então, aos 18 anos, duas pessoas – o Gustavo Lima e o Luís Rocha, que mais tarde esteve comigo como treinador nos Jogos Olímpicos – disseram-me que tinha tudo para estar nos melhores do mundo. Então pensei: vamos embora! Ou é agora que tento, ou nunca o conseguirei!

“CURSO? FUI EMPURRADÍSSIMO PELA MÃE! SOU MAU A ESTUDAR, MAS BOM A MATEMÁTICA”

E como apareceu o curso pelo meio?

Empurradíssimo pela mãe! Estava a tirar gestão na NOVA, mas a conciliação era difícil, com treinos, estágios, campeonatos… Acabei por desistir e estive um ano sem estudar. Ainda me inscrevi em Desporto, mas não gostei e depois acabou por surgir este curso. Sou mau a estudar, mas bom a matemática! Estou quase a terminar, faltam-me duas cadeiras, e depois quero tirar uma pós-graduação.

Voltando à vela, estreou-se nos Jogos Olímpicos em 2024, em Paris. Como correu a preparação e a prestação na prova?

Ir aos Jogos não foi uma surpresa, era claro para mim. Era o melhor português a competir, com muito respeito pelos meus adversários, que alguns são grandes amigos meus, e as coisas começaram a alinhar-se. Comecei a ser convidado para treinar noutros sítios, o meu nível começou a subir e aconteceu. Ia com expectativas um bocadinho altas e nunca tinha sentido nervos a navegar à vela, mas nos Jogos senti durante a regata por ser o culminar de muita coisa. Parecia que ia para um ambiente de guerra: lembro-me de estar a despedir-me do meu pai e sentia que ia levar comigo todo este percurso e tentar mostrar tudo o que passámos. Acabei em 11.º e fiquei destruidíssimo no final. As medalhas são entre os 10 primeiros, acabei por ficar mesmo à porta. Fui desclassificado na penúltima regata, para mim sem justificação. Trabalhei tanto e senti que me tiraram o tapete…

“TIVE UM ACIDENTE DE BICICLETA EM QUE QUASE MORRIA. PARTI TUDO”

Ficou com vontade de repetir uns Jogos?

Na altura pensei: nunca na vida me vou pôr num barco outra vez… Mas hoje já penso de forma um bocadinho diferente. Há sete meses tive um acidente de bicicleta em que quase morria. Parti tudo: 12 costelas, três vértebras, destruí uma delas, perfurei os pulmões… Fui para o hospital, nem conseguia andar e tinha de pedir ajuda para comer e vestir-me. Mas acabou por ser um processo rápido. Agora quero perceber primeiro se ainda consigo competir a um nível alto. Se não conseguir, nem vou tentar. Não vou aos Jogos só para dizer que fui a dois. Ou vou e sinto que consigo competir a um nível muito alto novamente, ou então não vou.

Como é um dia típico de treino de um atleta de alto rendimento na vela?

Estar no mar às 10 horas e fazer três horas de mar. Depois é preparar o barco, trocar de roupa e são 14 horas, almoçar e são 15. Fazer ginásio ou bicicleta por volta das 16 ou 17 e depois é chegar a casa e cozinhar o jantar. Este Dia Olímpico vou passá-lo a treinar. Diria que é a melhor forma!

Bolseiro Eduardo Marques com Fernando Gomes, Paulo Sousa e José Manuel Lourenço

Eduardo Marques na entrega das bolsas, com Fernando Gomes, Paulo Sousa e José Manuel Lourenço

“VIVO COMPLETAMENTE PELA BOLSA OLÍMPICA. É DIFÍCIL, MAS UM ALÍVIO”

Foi bolseiro do Programa IMPULSO | Bolsas de Educação Jogos Santa Casa pela primeira vez. Qual o impacto deste apoio na sua carreira desportiva e académica?

Muito. Primeiro, a faculdade não é barata e, segundo, acabamos por viver com 1.200 euros, que é com o que eu vivo. Na vela não temos Sporting, Benfica, grandes clubes por trás. Vivo completamente pela bolsa olímpica. Obviamente que é difícil viver com esse dinheiro, mas, na realidade, é um alívio.

Quão difícil é conciliar o alto rendimento com os estudos?

Eu diria, sinceramente, que é quase impossível estudar e praticar vela olímpica. Não há tempo! Eu estava à volta de 20 dias por mês fora do país e os outros 10 dias não eram de certeza para ir à escola. Eram para reforço de ginásio, fisioterapia e estar com família e amigos. Não há outra forma de fazê-lo sem ser assim. Não levar isto a 100 por cento é uma perda de tempo. Então como consegui? Esta história do acidente ajudou-me, porque não podia andar à vela, não podia fazer nada e agarrei-me mais aos estudos. E foi muito importante neste momento, assentou que nem uma luva.

O que é que um atleta olímpico tem, impreterivelmente, de ter? E que característica tem mesmo de ficar de fora?

Tem de ter muita força de vontade, especialmente em Portugal. Não há outra maneira. E não pode ser preguiçoso!

Hospital Ortopédico de Sant’Ana volta a inovar com nova tecnologia

O Hospital Ortopédico de Sant’Ana (HOSA), um equipamento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, referência na área da Ortopedia e Traumatologia, acolheu, no passado dia 12 de junho, as duas primeiras Endoscopias de Coluna Uniportal com a nova tecnologia Joimax, realizada pelo médico Rui Domingos, ortopedista deste hospital e especialista em cirurgia da coluna vertebral.

Esta é uma nova abordagem que permite a realização de cirurgias menos invasivas e, simultaneamente, assegura uma recuperação mais rápida para o utente.

Aceda a todas as informações sobre este equipamento e agende as suas consultas e exames no site do HOSA.

Mala Mágica partiu do Bairro das Furnas e recolheu histórias e objetos para um livro

Decorreu na terça-feira, 17 de junho, a apresentação do projeto “Mala Mágica – Leva-me a Contar”, uma iniciativa nascida no Centro Social Polivalente Bairro das Furnas, equipamento da Santa Casa, que vai resultar num livro de banda desenhada escrito a muitas mãos.

Foi precisamente na Feira do Livro de Lisboa que ocorreu a apresentação do projeto, já com mais de um ano de vida, e que juntou diversos equipamentos sociais e parceiros com um único objetivo: recuperar as relações sociais e identidade territorial interrompidas durante o período da pandemia, através da participação ativa dos atores da comunidade.

Assim, uma mala foi circulando entre os diversos equipamentos e parceiros, onde cada um, pela mão de utentes e técnicos, foi acrescentando páginas à história, bem como um objeto ao interior da Mala Mágica. Uma bola, uma varinha mágica, um Santo António e até um crachá de polícia, todos estes itens ajudaram a construir uma rede que será agora patenteada num livro, com apresentação marcada para o festival de banda desenhada Amadora BD, em outubro/novembro.

Participaram na apresentação Ana Nascimento, diretora do Centro Social Polivalente Bairro das Furnas da SCML, Vanessa Carvalho, animadora sociocultural deste equipamento, Sara Teiga, investigadora em intervenção comunitária, e Roque Amaro, professor e autor do prefácio, numa mesa redonda com moderação de Samuel Esteves, diretor do Centro Editorial da Santa Casa.

Utentes do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian deslumbraram com audiolivro

O Auditório Sul da Feira do Livro acolheu na terça-feira, 17 de junho, aquele que foi, certamente, um dos momentos mais emocionantes da presente edição do evento, com a apresentação do audiolivro “Dá-me Música”.

O projeto nasceu no Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian (CRPCCG), da Santa Casa, onde um grupo de utentes escreveu e musicou diversos poemas, com a preciosa ajuda do monitor Nelson Mendes e da Escola Profissional de Imagem (EPI), em parceria com o Centro Editorial da Misericórdia de Lisboa.

Ao longo de um ano, foram nascendo os diversos temas que compõem – e vão compor – o audiolivro, que atualmente conta com quatro canções, mas só ficará completo quando atingir a dezena. E a Feira do Livro foi o palco para mostrar o resultado deste intenso, mas gratificante trabalho.

Nelson Mendes subiu ao palco do Auditório Sul e foi acompanhado, à vez, por quatro utentes do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian, que deram voz aos seus próprios poemas. E a atuação começou logo em grande, com Pedro a ajudar Nelson na interpretação de “Voa com saudade”, uma música que o utente escreveu sobre a sua irmã, infelizmente já falecida. As canções sucederam-se com recordações familiares e momentos deliciosos, uns mais melódicos e outros mais intensos, numa plateia cativada desde o início.

“Estes utentes nunca tinham tido este processo de criação de poemas e depois musicá-los. Aceitaram logo à partida e estiveram sempre muito empenhados, até pela primeira experiência em estúdio, ao terem essa hipótese de experienciar aquela coisa só tinham visto na televisão”, explicou Nelson Mendes.

O monitor agradeceu ao Centro Editorial e aos alunos da EPI, e sublinhou os benefícios deste projeto para os utentes: “Este trabalho vai prolongar-se, porque esta parceria não pode morrer, pois está a fazer-nos muito bem”.

Por seu lado, Andreia Afonso, do Centro Editorial, admitiu que “ninguém ficou indiferente” quando receberam a ideia, dadas “as histórias das letras” compostas pelos utentes.

“É um projeto muito bonito e o Centro Editorial tem este dom de perpetuar histórias no tempo, sejam em papel ou digital. Temos esse condão. Acompanhem o projeto no YouTube da Santa Casa”, sugeriu a responsável à plateia.

A saudade de Pedro, o sorriso de Olinda, o rap de Sara e as memórias de Carolina são apenas alguns dos temas trazidos pelos 12 utentes participantes neste projeto musical, que pode espreitar na playlist abaixo:

Play Video about utentes em gravação em estúdio

Utentes do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian vão ter acesso prioritário no SOL

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estabeleceu uma “Via Verde” entre estes dois serviços da instituição, de maneira a complementar o trabalho já existente na área da saúde oral, facilitando o acesso das crianças e jovens do centro com paralisia cerebral a cuidados de saúde oral.

Esta colaboração reforça o compromisso da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa com a inclusão e com a igualdade no acesso à saúde, garantindo uma resposta especializada e adaptada a necessidades clínicas complexas. 

Para André Brandão de Almeida, Administrador da Santa Casa com o pelouro da saúde, esta colaboração entre os dois equipamentos da Misericórdia de Lisboa “vem colmatar algumas falhas, assegurando não só um acesso mais célere, sem listas de espera, a consultas e tratamentos, quer em ambulatório quer em ambiente hospitalar, como também uma abordagem mais coordenada e humanizada”.

O responsável afirma ainda que, “além de acelerar processos”, esta colaboração vai também permitir “a criação de projetos de literacia em saúde oral dirigidos a pais e cuidadores, essenciais para promover autonomia, reforçar competências e construir, em conjunto, um caminho mais justo no acesso à saúde”.

Com esta resposta, os mais de 1.200 utentes do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian vão poder contar com um “canal” de comunicação direto e ágil entre as equipas multidisciplinares do SOL e CRPCCG.

O processo inicia-se com a identificação, pelo CRPCCG, dos utentes que necessitam de cuidados de saúde oral. Recolhida a informação necessária, esta é enviada diretamente ao Serviço Odontopediátrico, que procede ao contacto com os pais ou cuidadores para agendamento da primeira consulta. 

Com a criação desta “Via Verde”, os utentes referenciados, para além de um acesso mais célere a cuidados de saúde oral, evitando listas de espera, vão também poder ser acompanhados pela equipa do SOL, desde a primeira consulta até ao final do tratamento, seja em ambulatório, seja em bloco operatório em cuidados hospitalares no Hospital Ortopédico de Sant’Ana, equipamento da Santa Casa.

“Esta resposta complementa e reforça o que existe, garantindo um circuito assistencial mais eficiente, com capacidade de atuação, tanto em ambulatório como, quando necessário, através do nosso Centro Hospitalar, para tratamento em Bloco operatório sob anestesia geral, garantindo sempre um acompanhamento pela equipa do SOL”, frisa o Administrador.

O Centro de Reabilitação de Paralisa Cerebral Calouste Gulbenkian disponibiliza serviços numa perspetiva integrada e comunitária de inserção social da pessoa com deficiência. A equipa multidisciplinar deste centro, composta por médicos especialistas, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, terapeutas da fala, psicólogos, educadores, professores e assistentes sociais, acompanha cerca de 1.200 pessoas com deficiência por ano, prestando igualmente apoio às suas famílias. É um centro de referência na área da paralisia cerebral, desenvolvendo projetos em parceria com instituições nacionais e internacionais.

MUS-E volta a unir gerações

A iniciativa, que já soma várias edições, resulta da parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a Associação Yehudi Menuhin Portugal, promotora do projeto MUS-E Portugal.

O principal objetivo é promover a educação artística nas escolas e na sociedade, reforçando os laços comunitários e o poder transformador da arte.

 

UC Irvine Chamber Singers despede-se de Portugal com concerto em São Roque

A atuação em São Roque representará o culminar de três espetáculos que o conhecido coro irá realizar em Portugal (o primeiro está agendado para dia 20, na Torre dos Clérigos, e o segundo a 22, no Mosteiro da Batalha), constituindo uma oportunidade rara para se assistir a momentos de excelência vocal, a cargo dos 42 cantores de Câmara de reconhecido prestígio internacional.

O UCI Chamber Singers é o principal grupo vocal da Universidade da Califórnia (Estados Unidos) em Irvine, composto por mais de quatro dezenas de cantores selecionados por audição. O coro já atuou em salas de espetáculos de todo o mundo, como no Walt Disney Concert Hall, colaborando regularmente com compositores internacionais.

No verão de 2023, o UC Irvine Chamber Singers realizou uma tournée pela Irlanda, tendo ainda participado no American Song Book Festival com o compositor Shawn Kirchner. Nesse ano, o coro atuou também em recitais, programas colaborativos e videoclipes profissionais.

Lotaria Clássica vai celebrar a noite de São João

A Lotaria Clássica continua em modo Santos Populares e desta vez será alusiva ao São João. A Extração terá lugar precisamente na noite que celebra esta figura da cultura popular portuguesa, a 23 de junho.

A partir das 22 horas, na Sala da Sorte do Departamento de Jogos dos Jogos Santa Casa, anda a roda em mais uma extração dedicada às festas populares, confirmando a própria Lotaria Clássica como já fazendo parte da tradição portuguesa.

A campanha da Lotaria Clássica de São João arranca esta terça-feira, 17 de junho, e vai marcar presença em diversos meios, como a rádio, outdoor e online, sob o lema “No São João a sorte assenta arraiais”.

Celebre o São João com a Lotaria Clássica e lembre-se que neste jogo, o mais antigo da Misericórdia de Lisboa, em média, uma em cada três frações é premiada.

“A Marcha da Santa Casa é linda!”

Velhos e novos, homens e mulheres, todos em fila, ainda a ensaiar a letra e o sorriso. O momento não era para menos. Depois de vários meses de ensaios no Pavilhão Multidesportivo do Vale Formoso, o tão esperado dia aqui estava. A rotina que se repete desde 2017, é sempre a mesma, neste dia de Santo António, que se comemorou esta sexta-feira, 13 de junho.

Depois de vestidos e maquilhados, os marchantes, que voltam a ser apadrinhados por Liliana Santos e Pedro Crispim, unem-se no início da Avenida da Liberdade. O percurso de três quilómetros até pode ser extraconcurso, mas nenhum dos marchantes quis desiludir quem com eles preparou o desfile durante meses. Nesta noite não existiram dores, o orgulho falou mais alto.

Apesar de intensa, a descida da Avenida foi, antes do mais, um momento de alegria, camaradagem e apoio mútuo, algo que foi sendo desenvolvido durante os ensaios. Paulo Jesus, coreógrafo que acompanha a Marcha da Santa Casa desde o seu início, foi uma figura central neste processo. 

Foi através dele que os integrantes cantaram a letra e desfilaram numa coreografia que teve como tema “Santa Casa é o manto da cidade”, onde voltaram a levar alegria, tradição e energia a todos os presentes.

A marcha da Santa Casa não foi apenas uma apresentação, foi uma expressão de identidade e um tributo à história da Misericórdia de Lisboa. Cada passo e cada movimento coreografado contaram uma história e homenagearam uma tradição secular, lembrando cada Boa Causa da Instituição fundada há mais de cinco séculos pela Rainha D. Leonor.

Ainda antes da descida a Vice-Provedora, Rita Prates e a Administradora da instituição, Ângela Guerra, estiveram na Avenida para felicitar os orgulhosos marchantes.

Play Video about marcha santa casa no meo arena

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Projetos cofinanciados por fundos europeus e nacionais

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas