logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Residências assistidas têm o melhor de dois mundos

Inauguradas em 2017, as residências assistidas de Carnide trouxeram uma nova vida às pessoas que nelas habitam. Ali, os residentes encontram a liberdade, a segurança, o companheirismo e o espírito de entreajuda que há muito não sentiam.

Leia o testemunho de alguns dos moradores desta valência da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa na reportagem do Correio da Manhã.

Candidaturas abertas para a Temporada Música em São Roque

Já se encontra aberto o período de candidaturas para a 35.ª Temporada Música em São Roque. O prazo estende-se até ao dia 31 de maio, sendo que esta iniciativa cultural, promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), terá lugar entre os dias 13 de outubro e 10 de novembro deste ano.

As candidaturas decorrem exclusivamente online e podem ser feitas aqui, sendo posteriormente objeto de confirmação pela Santa Casa. Os resultados finais serão mais tarde divulgados no site da SCML.

A Temporada Música em São Roque tem como objetivo tornar a música acessível a todos os públicos, ao mesmo tempo que promove a descoberta do património cultural da instituição. O formato de 2023 assumirá, uma vez mais, um formato duplo: presencial e online, com transmissão dos concertos. Os palcos serão a Igreja de São Roque e a Capela do Convento de São Pedro de Alcântara.

Ana Jorge é a nova provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Ana Jorge tomou posse esta terça-feira, 2 de maio, como provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para um mandato de três anos, garantindo que estará ao serviço da Misericórdia de Lisboa e “dos seus nobres princípios de forma empenhada, séria e genuína”.

“Aceitei, desde cedo, o desafio da disponibilidade de colocar-me ao serviço de causas e de missões que envolvem o coletivo, que trabalham para as pessoas, com o objetivo de lhes melhorar a vida e assim ir dando o meu contributo para aquilo em que, genuinamente, acredito fazer, a cada dia, um mundo melhor, mais sustentável e mais justo”, disse Ana Jorge durante a cerimónia de tomada de posse que decorreu na Sala das Extrações da instituição.

Para a nova provedora é necessário “nunca esquecer que esta instituição trabalha para pessoas e com pessoas”, salientando que “somos demasiado importantes para o dia-a-dia de milhares de pessoas e de organizações e não podemos vacilar”.

A cerimónia contou ainda com a presença da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, do Bispo auxiliar de Lisboa, D. Américo de Aguiar e de vários representantes de instituições parceiras da Santa Casa.

Para o seu mandato, Ana Jorge subscreve como pontos essenciais a sustentabilidade e a criação de sinergias que possam “abrir as nossas portas e dar solidez ao trabalho com outras instituições”, frisando que “juntos somos, efetivamente, mais fortes e capazes de fazer mais e melhor”.

Ana Mendes Godinho afirmou que a nova provedora, devido ao trabalho já realizado para a causa pública, tem “uma humanidade indispensável para gerir uma casa como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”.

“A Santa Casa tem uma capacidade extraordinária de se reinventar ao longo dos séculos, em função dos desafios permanentes que tem enfrentado, mantendo sempre acesa a sua missão de promover a melhoria do bem-estar das pessoas”, comentou a ministra, frisando que “a Santa Casa foi uma das entidades que respondeu com maior rapidez, com mais capacidade de intervenção e mais eficácia, durante a Pandemia de Covid-19, demonstrando mais uma vez que esta é uma instituição que consegue superar os obstáculos que encontra”.

Ana Jorge é licenciada em medicina, com especialização em pediatria médica, pertenceu ao conselho de administração da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, foi antiga ministra da Saúde em dois Governos Constitucionais e, até assumir os destinos da Santa Casa, esteve à frente da Cruz Vermelha Portuguesa, como presidente nacional.

Para além de Ana Jorge, foi anunciada a nova Mesa Administrativa da instituição, que será composta por Ana Vitória Azevedo como vice-provedora e Sérgio Cintra, João Correia, Teresa do Passo e Nuno Alves, como vogais.

Valor T: dois anos a encontrar talento na diferença

As vidas de Pedro Teixeira e Madalena Rossa mudaram por completo quando decidiram inscrever-se na Valor T. Hoje têm um emprego numa área que gostam e contam a sua experiência neste processo, desde o registo até ao presente.

Por seu lado, Vanda Nunes, diretora da Valor T, faz um balanço muito positivo destes dois anos de atividade e projeta o futuro próximo.

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Santa Casa entrega Prémio Revelação nos galardões da música portuguesa

Num espectáculo cheio de talento e de cor, apresentado por Filomena Cautela, Ana Markl e Joana Gama, a música portuguesa voltou a reunir centenas de pessoas para aplaudirem os 46 nomeados em 13 categorias.

A noite ficou marcada por várias actuações de artistas portugueses, desde Camané, Diogo Piçarra, Matias Damásio, Mariza, entre tantos outros e pela atribuição dos galardões a Ana Moura, a grande vencedora desta quinta edição dos prémios, que recolheu os de melhor álbum do ano, com o disco “Casa Guilhermina”, de crítica e de melhor artista feminina.

Outro dos momentos altos da ocasião aconteceu com a homenagem, emotiva, a Sérgio Godinho, ovacionado de pé pela plateia. O cantor-compositor recebeu o Prémio Carreira das mãos do ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, agradeceu a distinção e assistiu a uma homenagem protagonizada por Jorge Palma, Diogo Piçarra e Manuela Azevedo, dos Clã, em conjunto com a banda que acompanha o artista desde há muito tempo, Os Assessores. Sérgio Godinho fez questão de elogiar a música portuguesa: “a cultura faz-se também da música, e muito da música. No Brasil, ela foi sempre reconhecida como parte integrante da cultura e aqui tem de ser cada vez mais. A prova é esta pujança e criatividade permanente”.

A Santa Casa fez-se representar, uma vez mais, pela administradora com o pelouro da Cultura, Filipa Klut, que, em conjunto com o artista revelação de 2022, Euclides, entregou o Prémio Revelação deste ano a Nena, autora de “Ao Fundo da Rua”, o seu primeiro trabalho de originais. Nena não escondeu a alegria ao ouvir o seu nome, fez questão de repetir algumas vezes o quão “contente” se sentia e para agradecer a todos por acreditarem e gostarem das suas canções.

Prémios play 2023

A propósito da associação da Santa Casa a esta iniciativa, Filipa Klut fez questão de frisar a aposta da instituição “no apoio à cultura e ao talento nacional, com a música portuguesa a assumir um papel central. A música é universal, é inspiradora e geradora de laços emocionais duradouros e a música portuguesa transporta em si a génese da portugalidade, celebrando a lusofonia em toda a sua diversidade. Como tal, a SCML tem privilegiado a promoção de iniciativas na área da música, desde a nossa Temporada Musical de São Roque, este ano na 35.ª edição, à presença em festivais tradicionais e festividades populares, ao patrocínio do Santa Casa Alfama, entre outras iniciativas, o histórico diz-nos que o trabalho que temos realizado em prol da democratização do acesso à cultura musical, e à cultura no geral, tem alcançado resultados”.

A administradora fez ainda largos elogios aos Play: “são os prémios oficiais da música portuguesa, premeiam os maiores sucessos da música produzida em Portugal e nos países de expressão portuguesa e, embora tão recentes (esta é apenas a 5.ª edição), desempenham já um papel muito relevante, diria mesmo incontornável, no panorama cultural e artístico nacional. A associação da Santa Casa a estes prémios tem sido uma oportunidade única, pois temos testemunhado, de perto, o impacto positivo que os mesmos têm no panorama da música portuguesa. É um orgulho poder celebrar a música portuguesa, reconhecer o talento e o trabalho dos artistas. É muito gratificante sabermos que, desta forma, estamos a contribuir para este impacto transformador, na promoção e valorização da música portuguesa. É também uma forma de concretizarmos a nossa missão, enquanto Santa Casa, de apoio à cultura e às artes em Portugal”.

A ocasião ficou também marcada pela presença de 50 jovens de várias instituições da Santa Casa que tiveram oportunidade de assistir a este que é um dos maiores eventos nacionais da música portuguesa.

Jovens nos prémios play 2023
residências assistidas

Do trauma à estabilidade familiar: a resposta nos maus tratos infantis

Os dias são sempre agitados na Casa de Acolhimento Santa Teresinha. Atualmente, esta unidade da Santa Casa acolhe 15 crianças e jovens entre os quatro e os 14 anos, numa espécie de minissociedade na qual se criam rotinas e, sobretudo, laços.

“Não são irmãos e não se pode dizer que tenham uma relação de irmãos, mas acaba por ser semelhante. Os mais velhos ajudam muito os mais novos e, às vezes, até em questões mais profundas”, explica a psicóloga Susana Câmara, que trabalha na Casa desde 2019.

Ali chegam crianças e jovens vindos de situações de maus tratos, muitas vezes resultantes de negligência da família, e a primeira resposta a ser dada pelos profissionais que os acolhem passa por oferecer-lhes segurança.

“O acolhimento é quase como um trauma adicional, mesmo para a família. Nos primeiros tempos tem de existir previsibilidade e rotinas, porque isso vai dar segurança à criança. Tem de haver um racional comum a todos, de regras que eles conhecem, saberem quem vai estar de turno, quem são os adultos que os esperam, para aos poucos irem baixando as defesas e começarem a sentir-se seguros”, relata Susana.

Naturalmente há regras a cumprir e a adaptação de cada um exige paciência, como detalha Sofia Lima, educadora da Casa de Acolhimento Santa Teresinha.

“Tem de haver regras numa casa destas e algumas acabam por não respeitar a individualidade de cada uma das crianças ou jovens. Dou um exemplo: um deles pratica um desporto e chega às 20 horas. Há de vir cheio de fome para sentar-se à mesa, mas não pode, porque a regra do grupo é tomar banho antes. Uma das grandes dificuldades que temos é poder adequar as regras a cada jovem, de forma que não choque diretamente com o grupo em si. É um grande desafio”.

Na maioria dos casos, as situações são trabalhadas de forma a reintegrar as crianças e jovens na família, o que demora, em média, cerca de um ano. No entanto, apesar de mudarem de casa, as crianças estão sempre em contacto com os familiares.

“À partida é sempre esse o objetivo, até por respeito à criança e aos seus vínculos. A questão dos maus tratos vem muitas vezes de uma incapacidade de cuidar, porque não se foi cuidado nem se aprendeu uma ligação de afetos e segurança. Temos de contrariar esse ciclo que passou de geração em geração. Não atuamos só com a criança, mas também com a família. Inicialmente a família está sempre aqui, faz parte das nossas rotinas. Ajudam a dar banho, a preparar a mochila, nos trabalhos de casa e, às vezes, juntam-se a nós numa refeição. Ao longo desta rotina é que se vão trabalhando as pequenas coisas”, diz a psicóloga.

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Os dias são sempre agitados na Casa de Acolhimento Santa Teresinha. Atualmente, esta unidade da Santa Casa acolhe 15 crianças e jovens entre os quatro e os 14 anos, numa espécie de minissociedade na qual se criam rotinas e, sobretudo, laços.

“Não são irmãos e não se pode dizer que tenham uma relação de irmãos, mas acaba por ser semelhante. Os mais velhos ajudam muito os mais novos e, às vezes, até em questões mais profundas”, explica a psicóloga Susana Câmara, que trabalha na Casa desde 2019.

Ali chegam crianças e jovens vindos de situações de maus tratos, muitas vezes resultantes de negligência da família, e a primeira resposta a ser dada pelos profissionais que os acolhem passa por oferecer-lhes segurança.

“O acolhimento é quase como um trauma adicional, mesmo para a família. Nos primeiros tempos tem de existir previsibilidade e rotinas, porque isso vai dar segurança à criança. Tem de haver um racional comum a todos, de regras que eles conhecem, saberem quem vai estar de turno, quem são os adultos que os esperam, para aos poucos irem baixando as defesas e começarem a sentir-se seguros”, relata Susana.

Naturalmente há regras a cumprir e a adaptação de cada um exige paciência, como detalha Sofia Lima, educadora da Casa de Acolhimento Santa Teresinha.

“Tem de haver regras numa casa destas e algumas acabam por não respeitar a individualidade de cada uma das crianças ou jovens. Dou um exemplo: um deles pratica um desporto e chega às 20 horas. Há de vir cheio de fome para sentar-se à mesa, mas não pode, porque a regra do grupo é tomar banho antes. Uma das grandes dificuldades que temos é poder adequar as regras a cada jovem, de forma que não choque diretamente com o grupo em si. É um grande desafio”.

Na maioria dos casos, as situações são trabalhadas de forma a reintegrar as crianças e jovens na família, o que demora, em média, cerca de um ano. No entanto, apesar de mudarem de casa, as crianças estão sempre em contacto com os familiares.

“À partida é sempre esse o objetivo, até por respeito à criança e aos seus vínculos. A questão dos maus tratos vem muitas vezes de uma incapacidade de cuidar, porque não se foi cuidado nem se aprendeu uma ligação de afetos e segurança. Temos de contrariar esse ciclo que passou de geração em geração. Não atuamos só com a criança, mas também com a família. Inicialmente a família está sempre aqui, faz parte das nossas rotinas. Ajudam a dar banho, a preparar a mochila, nos trabalhos de casa e, às vezes, juntam-se a nós numa refeição. Ao longo desta rotina é que se vão trabalhando as pequenas coisas”, diz a psicóloga.

Provedora na apresentação da exposição

Palácio Paiva de Andrade

Integrado numa pequena rua no Bairro Alto, em Lisboa, o Palácio Paiva de Andrade, agora conhecido como Centro Social de São Boaventura, tomando por empréstimo o nome da rua onde se encontra, guarda dentro das suas paredes uma história de dor e amor ao próximo.

Em memória da filha precocemente falecida aos 22 anos, vítima de tuberculose, a sua mãe, Carolina Picaluga Paiva de Andrade determinou em testamento a criação de um instituto de ensino destinado a acolher 22 alunas oriundas de famílias carenciadas. O palácio, outrora palco de animados serões musicais onde se ouvia o piano tocado pela filha Luísa e onde o pai, Jacinto Paiva de Andrade, apresentava a sua coleção de arte aos convidados, figuras influentes da história da cidade, é agora uma referência no apoio à comunidade em Lisboa.

A morte intempestiva da jovem Luísa calou para sempre as gargalhadas no palacete e décadas mais tarde deu voz a um mito onde a paixão e o assombramento voltam a habitar o espaço. É sobre ela que paira uma neblina mística, que envolve o seu quarto, intocado por vontade testamentária desde a sua morte.

Quarto da menina

Carolina Augusta Picaluga Paiva de Andrade morre em 1912 e no seu testamento deixa a Santa Casa como herdeira do seu património, principalmente como executora dos seus desejos. As vontades de Carolina não eram apenas as suas, mas também do falecido marido Jacinto, unidos na intenção de perpetuar o nome da filha. Segundo a vontade de Carolina, deveria ser resguardado o quarto da casa do Instituto onde faleceu Luísa e colocar junto do seu leito algumas flores.

Quando a instituição recebeu o Instituto Luísa Paiva de Andrade, deu continuidade ao projeto da fundadora e, no cumprimento do seu desejo referido, manteve o quarto interdito até ao final da década de 80, quando problemas estruturais no espaço obrigaram à abertura da divisão. Na altura da reabertura do quarto, os relatos foram de estupefação ao constatar que um espaço esquecido no último piso do edifício, fechado à chave, permanecia mobilado como há cem anos e cheio de memórias pessoais de uma rapariga que nele tinha morrido em circunstâncias trágicas.

Centro São Boaventura

Reza a lenda que a jovem Luísa se terá enamorado por um jardineiro da casa. Esta paixão terá sido contrariada pelos seus pais, que a encerraram no quarto e é neste período de confinamento que a jovem se vê infetada pelo vírus da tuberculose, que lhe leva a vida. Os pais, angustiados pelo remorso de terem contribuído para a infelicidade da filha, decidiram imortalizar o seu nome através da criação do instituto com o seu nome e posteriormente com a preservação do seu quarto intacto por anos.

Nos dias de hoje, e continuado o legado da benemérita, a Santa Casa reestruturou o espaço, respeitando a vontade de Carolina em manter o “quarto da menina” fechado, e colocou aí um centro intergeracional que dá resposta a centenas de jovens e idosos. No Centro Social de São Boaventura há respostas para várias faixas etárias. Há lugar para os mais velhos e os mais novos, sem haver barreiras a limitar os espaços de uns e de outros ou atividades em que a idade seja critério de exclusão.

São Boaventura

No piso inferior do palácio, agora funciona uma ludoteca e um espaço de inclusão digital com computadores e uma impressora à disposição, com vista privilegiada para o jardim da casa. Já no piso superior existe um centro social, que fomenta um cruzamento de gerações espontâneo, onde em algumas ocasiões se encontram netos e avós, num convívio familiar e coeso. Existem várias iniciativas conjuntas, como passeios e oficinas ou projetos desenvolvidos com outras entidades e instituições.

O centro social está aberto de segunda a sexta-feira e é frequentado por dezenas de pessoas, muitas das quais almoçam e lancham no espaço. Para os que precisam, há também balneários para tomar banho, serviço de lavandaria e uma carrinha que faz o transporte de regresso a casa.

Misericórdia de Lisboa subscreve iniciativa ambiental da European Lotteries

Os temas da sustentabilidade (ESG – Environment, Social and Governance) são hoje parte integrante de estratégias de gestão e de negócio das organizações, assim como das suas marcas e da comunicação sobre as mesmas, e da boa relação com as partes interessadas. É a pensar nisto que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através do Departamento de Jogos, juntou-se à Iniciativa Ambiental da EL e desde 2020 tem vindo a desenvolver e a operacionalizar uma estratégia de sustentabilidade dos Jogos Sociais. Assim, e desde há três anos, que o Departamento de Jogos prevê nos processos aquisitivos de produção e fornecimento de jogo, com exclusão da lotaria nacional, que o papel deve possuir certificação FSE (Sistema de Certificação Floresta). Atualmente, o papel utilizado é de origem mista, fibras virgens e fibras recicladas, à semelhança do que já acontece também com a bilhética, incluindo os recibos de apostas. A instituição compromete-se igualmente a melhorar e diminuir a emissão de gases com efeito de estufa decorrente da sua atuação diária. Neste âmbito, além da separação das emissões atualmente monitorizadas (emissões diretas provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, emissões indiretas provenientes de energia elétrica consumida e emissões indiretas provenientes das atividades diárias), a instituição pretende ampliar o universo de monitorização, identificar oportunidades de redução, definir metas e indicadores e operacionalizar as medidas necessárias para a sua concretização.

Santa Casa adere à Plataforma Portuguesa para a Integridade

No dia 18 de abril, a UN Global Compact Network Portugal, em conjunto com a Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE), promoveu o Fórum para a Integridade, onde se realizou a cerimónia protocolar de renovação das organizações signatárias e a adesão de novas entidades à PPI – Plataforma Portuguesa para a Integridade, no âmbito da iniciativa da ESG Week 2023, que debate os grandes temas da Sustentabilidade, enquadrados nos domínios ESG – Environmental, Social, Governance.

A Misericórdia de Lisboa esteve representada por Rita Paiva Chaves, diretora do Departamento de Qualidade e Inovação da instituição, que assinou o compromisso da Santa Casa no desenvolvimento de medidas anticorrupção e na implementação de políticas que estimulem uma sólida cultura ética e práticas de integridade.

O PPI surgiu como um apelo do setor privado aos governos para que promovam medidas anticorrupção e implementem políticas que estabeleçam sistemas de boa governação. A Call to Action exortou os governos a enfatizar a anticorrupção e a boa governação como pilares fundamentais de uma economia global sustentável e inclusiva e incluí-los como princípios importantes da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

O combate à corrupção, em todas as suas formas, é um dos 10 Princípios do United Nations Global Compact e uma das Metas do ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes da Agenda 2030 da ONU. Este objetivo pressupõe a criação de uma economia global mais sustentável e transparente, nomeadamente através da redução significativa dos fluxos ilegais, financeiros e de armas, da redução substancial da corrupção e do suborno em todas as suas formas e do desenvolvimento de instituições eficazes, responsáveis e transparentes em todos os níveis.

 

Prémios Marketeer 2023, os galardões que celebram o marketing nacional

Os Prémios Marketeer reconhecem, anualmente, o que de melhor se faz nas áreas da Comunicação, Marketing e Publicidade em Portugal. Na categoria “Jogos da Sorte”, destaque para as nomeações de alguns jogos do portefólio dos Jogos Santa Casa, designadamente o Euromilhões, o PLACARD, Raspadinha e o Totobola.

Recorde-se que, em 2023, “o jogo mais excêntrico do país” foi distinguido, pelo sexto ano consecutivo, nestes galardões, onde venceu na categoria “Jogos da Sorte”.

As votações para a 15.ª edição dos galardões já estão abertas, ficando a votos mais de 250 finalistas, num total de 35 categorias. A lista de nomeados resulta de um cruzamento de avaliações por parte da redação e do conselho editorial da Marketeer. A par do trabalho desenvolvido pelas marcas, os Prémios Marketeer pretendem reconhecer também as melhores agências de Comunicação, de Meios e de Branding e Publicidade.

À semelhança dos anos anteriores, há ainda dois prémios de atribuição direta e, assim, não sujeitos a votação por parte do público. Em 2022, o galardão de Marketeer do Ano ficou nas mãos de Rui Miguel Nabeiro, CEO, da Delta Cafés, enquanto Pedro Santa Clara, diretor da 42 Lisboa, conquistou o prémio Big Fish.

As votações terminam no dia 31 de maio. Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia que decorrerá no Convento do Beato, em Lisboa, no dia 4 de julho.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas