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Obra Social do Pousal: Inclusão pelo Emprego

Utentes do CSP São Cristóvão e São Lourenço foram ao baú das memórias

A memória é um dos aspetos fundamentais na área do envelhecimento ativo e foi com esta premissa que o Centro Social Polivalente (CSP) São Cristóvão e São Lourenço lançou um desafio aos seus utentes: fazerem uma “Viagem pela Memória”. Assim se chama o projeto que agora resultou na peça de teatro “Baú das Célebres Fotografias”.

Este projeto foi pensado para valorizar as reminiscências dos utentes, provenientes das diversas fases das suas vidas, através de imagens fotográficas. Estas fotografias, selecionadas pelos próprios utentes, serviram de base à peça teatral, que por sua vez transporta os participantes para uma exposição num laboratório de fotografia.

Ana Paula Sousa, animadora sociocultural naquele equipamento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, destaca que esta é uma “dinâmica de estimulação cognitiva”, através de sessões individuais e em grupo, num formato divertido que rapidamente cativou os utentes do CSP São Cristóvão e São Lourenço.

“Os utentes têm reagido muito bem ao projeto “Viagem pela Memória”. Aderiram muito bem aos grupos e às partilhas, em cada temática proposta”, salienta.

A peça de teatro “Baú das Célebres Fotografias”, resultado final deste projeto, foi interpretada por quatro utentes, mas as histórias presentes nas imagens, penduradas em palco por pequenas molas no fictício laboratório, envolveram muitos mais.

Dia Mundial do Serviço Social exige solidariedade reforçada entre gerações

“Reforçar a solidariedade entre gerações para um bem-estar duradouro” é o tema em destaque nas comemorações deste ano do Dia Mundial do Serviço Social, as quais alertam para dois princípios-base: a ligação e a troca entre gerações, com o primeiro a defender a união entre as gerações através da interação, apoio e entreajuda, e com a troca a referir-se ao que novos e velhos dão e recebem uns dos outros.

Na Misericórdia de Lisboa, a solidariedade entre gerações há muito que é uma realidade bem conhecida dos mais de 500 assistentes sociais da instituição, com o Centro de Recursos Intergeracional da Aldeia de Santa Isabel ou o Centro Intergeracional Ferreira Borges a constituírem dois dos muitos equipamentos da Santa Casa a promover a solidariedade, o contacto e a proximidade entre as gerações.

O Dia Mundial do Serviço Social, efeméride que se assinala anualmente desde 2007, representa o compromisso desta profissão e dos seus profissionais, para que o mundo seja a “casa” de todos e onde os cidadãos podem ser parte ativa da comunidade.

Esta é uma celebração de uma profissão que intervém na realidade social há mais de um século e, em Portugal, há mais de 80 anos.

Duas pessoas abraçam-se

Mais de uma centena de Assistentes Sociais integra a Misericórdia de Lisboa, trabalhando com o objetivo de transformar o mundo numa casa onde todos têm lugar.

Quais os desafios que se avizinham para o Serviço Social?

Numa Europa ensombrada por uma guerra, com o envelhecimento generalizado da população a progredir de forma preocupante e com os vários Estados-Membros da União Europeia a desenvolverem-se a diferentes velocidades, são vários os desafios que se vislumbram no horizonte para as sociedades e, inevitavelmente, para os Assistentes Sociais.

“Continuamos, como há 100 anos, a questionar como é que nesta sociedade globalizada se assegura para todos o reconhecimento da sua dignidade humana e de justiça social, preservando sistemas de proteção social sustentáveis para todos”, analisa Susana Ferreira, assistente social  da Direção de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade (DIDIP), considerando ser “vital” encontrar mecanismos de solidariedade entre gerações e países, conjugando ambiente, pessoas e governança.

“Um dos desafios é o ´serviço social verde`, isto é, a abordagem ambiental como quadro de intervenção dos assistentes sociais, face a um futuro que se avizinha de crise ambiental e social global, evidenciando-se a interseção entre desigualdades, vulnerabilidade e injustiça ambiental, num quadro de escassez de recursos”, acrescenta.

“O Assistente Social é um profissional orientado para dar respostas às necessidades humanas, tanto no contexto da família, como nos grupos, na comunidade e em sociedade, que aplica um conhecimento científico – empírico, teórico, metodológico e reflexivo – para a promoção do desenvolvimento integral, relacionando as políticas sociais com os contextos reais e concretos da sociedade atual”.

Susana Ferreira
Assistente Social da DIDIP

A Santa Casa e o Serviço Social

Com 526 anos de existência, a intervenção da Santa Casa na Área Metropolitana de Lisboa há muito que ultrapassou os cuidados sociais e de saúde, com a sua atuação a ser alargada para muitos outros domínios.

Atualmente, a instituição atua de forma integrada e preventiva junto de famílias e comunidades, desde a creche, à educação formal e informal, à inserção social e profissional, passando pelos cuidados de saúde e o acompanhamento no envelhecimento. Nascimento, infância, envelhecimento e morte constituem as várias fases da vida do ser humano que são acompanhadas pela Santa Casa, que continua a privilegiar a humanidade e a proximidade na sua atuação.

Café Memória Chiado regressa com o tema “Quando as Memórias se Cruzam”

Esta iniciativa destina-se a pessoas com problemas de memória ou demência, aos seus familiares e cuidadores, bem como a todos os interessados nestas temáticas. O Café Memória Chiado oferece um ambiente acolhedor, reservado e seguro, onde os participantes encontram suporte mútuo e apoio emocional, facilitando a interação entre pares.

As sessões variam entre palestras com especialistas convidados e momentos de estimulação cognitiva, desenvolvidos pela equipa multidisciplinar do Café Memória, composta por Maria João Diniz, psicóloga da Unidade de Missão Santa Casa, Guida Amorim, enfermeira e coordenadora da Direção de Saúde Santa Casa e ainda Sónia Mascarenhas, especialista de Serviço Social.

Durante os encontros, os participantes têm acesso a informação atual e útil sobre questões relacionadas com a memória e demência, além de poderem participar em atividades lúdicas e estimulantes, sempre com o apoio de profissionais qualificados nas áreas da saúde e ação social.

A iniciativa tem demonstrado um impacto significativo na comunidade. De 2014 a janeiro de 2023, contabilizaram-se mais de 11 mil participações, seja em sessões presenciais ou virtuais, evidenciando a relevância e procura deste espaço de apoio e partilha.

A participação nas sessões é gratuita e não requer inscrição prévia. Após a sessão de reinício de 12 de março, o calendário das próximas sessões já está definido para 9 de abril, 14 de maio e 11 de junho.

Sobre o Café Memória Chiado

Uma iniciativa da Santa Casa que proporciona um espaço de encontro, partilha e apoio para pessoas com problemas de memória ou demência, seus familiares e cuidadores, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida e para a sensibilização da comunidade para estas condições.

Morada: Espaço CLIC-LX | Rua Nova da Trindade, nº 15, Lisboa

Para mais informações, os interessados podem dirigir-se ao espaço CLIC-LX ou contactar a equipa do Café Memória Chiado.

Valor T em ações de divulgação pelo país

A Valor T, agência de empregabilidade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para pessoas com deficiência, continua a divulgação do seu trabalho pelo país, à boleia da nova Rede Valor T IES, criada no âmbito do protocolo celebrado em setembro de 2024 entre a Santa Casa, a Direção-Geral do Ensino Superior e 21 Instituições de Ensino Superior.

Esta rede tem como objetivo contribuir para a empregabilidade dos diplomados do Ensino Superior com deficiência e facilitar o percurso de transição para o mundo do trabalho, potenciando os recursos científicos, técnicos e humanos existentes e criando pontes entre diferentes agentes que podem fazer a mudança. Para isso, foi lançada uma campanha de divulgação num Plano de Ação para 2025, com um total de 170 ações.

A mais recente decorreu no passado dia 22 de fevereiro, dia em que a Associação de Antigos Alunos da Universidade de Aveiro e o GUIA – Gabinete de Apoio ao Estudante organizaram a 6.ª Edição do Alumni Talks – “Talento e Transformação”, na qual Vanda Nunes, diretora da Valor T, apresentou o projeto.

Já antes desta iniciativa tinha decorrido, ainda em janeiro, o webinar “A Educação Inclusiva no Ensino Superior: Construindo um ambiente académico para todos e todas”, dirigido a docentes e não-docentes do Instituto Politécnico de Castelo Branco, bem como uma ação de divulgação da Valor T aos estudantes com Necessidades Educativas Específicas e aos Alumni da Universidade de Aveiro.

Já no mês de fevereiro, o trabalho desenvolvido pela Valor T e pela nova Rede Valor T IES foi apresentado na reunião de Senado da Universidade de Lisboa, órgão consultivo de representação da Comunidade Académica e das Escolas que integram a Universidade.

A Valor T passou depois pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco, num encontro de divulgação dirigido a alunos e alunas com Estatuto de Estudante NEE (Necessidades Educativas Especiais).

Próximas ações da Rede Valor T IES

  • 5 de março | Participação da Valor T no Encontro Feira de Emprego 2025 da Universidade Lusófona – Centro Universitário Lisboa;
  • 10 a 14 de março| Presença da Valor T na Semana da Empregabilidade do Instituto Politécnico de Setúbal;
  • 12 de março | Encontro de apresentação da Valor T e da Rede Valor T IES e de sensibilização para a diversidade e a inclusão, dirigido à Comunidade Académica do Instituto Politécnico de Beja;
  • 19 de março | Presença da Valor T na UAlg Careers Fair, da Universidade do Algarve.

Utentes do Centro de São José contam histórias de circo que se confundem com histórias de vida

O espetáculo tem de continuar. Ilídio Quintiliano, um antigo utente do Centro de São José, infelizmente já desaparecido, trabalhou num circo durante 40 anos, numa das mais difíceis profissões do mundo: ser palhaço. As histórias das palhaçadas e de quem com elas se riu, com o que a memória permitiu e a imaginação complementou, ficaram registadas em manuscritos guardados por aquele equipamento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e agora voltaram à vida. Porque, nunca é demais repetir, o espetáculo tem mesmo de continuar.

Assim, um grupo de utentes do Centro desenvolveu o projeto Histórias de Circo, num processo de expressão dramática, com vários passos ao longo de um ano, que resultou numa pequena, mas representativa peça de teatro, agora apresentada noutros equipamentos da Misericórdia de Lisboa.

“Quisemos dar vida a estas histórias. Começámos por trabalhar com sessões de conto, depois fizemos máscaras de algumas personagens e, por fim, deu-se o processo de expressão dramática”, explica a monitora Liliana Fernandes, no camarim improvisado no Centro de Desenvolvimento Comunitário da Charneca, o palco de hoje.

Monitora Liliana Fernandes sorri

Monitora Liliana Fernandes coordena o projeto

Ao seu lado, além do monitor Diogo Ribeiro, tem seis utentes, todos já devidamente caracterizados e prontos a entrar em cena. A narradora, o apresentador, o palhaço, a bailarina, o mágico e o trapezista. São eles quem tem a missão de encarnar as histórias circenses deixadas por Ilídio Quintiliano.

Paulo Almeida é o trapezista, mas na vida real os seus trapézios foram outros. Nunca andou por estas artes, mas chegou bem a tempo.

“Nunca participei em teatros, esta é uma experiência única. Gosto do convívio. Assim que me convidaram aceitei logo, nem pus qualquer obstáculo, porque tinha a curiosidade de saber o que é pertencer a um grupo de teatro. Nem sabia a história, fui à descoberta! Represento um trapezista que já não executa a profissão há muito tempo, mas volta a tentar. E tem uma utilidade muito grande para a minha vida…”, deixa escapar Paulo, num tom repentinamente mais sério.

Paulo Almeida interpreta o papel de um trapezista que quer voltar aos palcos

Sem querer, Paulo Almeida chocou com uma personagem que tem, afinal, muito que ver consigo. E é a monitora Liliana quem dá a primeira pista: “É curioso, porque se adequa à própria história de vida do Paulo. Ele teve um problema de saúde e ficou retirado dos seus palcos da vida, da sua profissão. E isto trouxe-o de volta para a sua vida laboral”.

Paulo, tal como Santini, o nome da sua personagem, vai tentar o regresso ao seu trabalho de sempre. E se Santini o fará na peça de teatro dentro de minutos, Paulo vai fazê-lo já na próxima semana.

“Desde os 13 anos que trabalhei na construção civil. Estive 20 anos fora de Portugal, em Angola. Mas, infelizmente, derivado a doença, tive de voltar para Portugal para me tratar. E agora é o recomeço da vida, como o trapezista. Dá ânimo… Até me emociono…”, confessa Paulo Almeida, com uma lágrima a escorrer-lhe na face.

Paulo, juntamente com Ângelo, Nélson, Vanda, Inês e Máximo, dirigem-se então para o palco. É hora de subir o pano e começar o espetáculo. Senhoras e senhores, meninos e meninas, são Histórias de Circo. E de vida também.

Encontro “Olhares Terapêuticos: Psicanálise e Intervenção Social” reabre inscrições para transmissão online

Esgotadas as inscrições para assistir presencialmente ao encontro “Olhares Terapêuticos: Psicanálise e Intervenção Social”, foram abertas inscrições para a transmissão online do evento, alargando assim a possibilidade de participar nesta iniciativa da Direção da Infância, Juventude e Família da Santa Casa e a Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP).

Este encontro vai decorrer já na próxima sexta-feira, 21 de fevereiro, na Sala de Extrações, e terá a presença de Paulo Sousa, provedor da Misericórdia de Lisboa, na abertura, ao passo que o encerramento caberá a Rita Prates, Vice-Provedora da Instituição.

Promovido no âmbito do protocolo celebrado entre a Santa Casa e a AP e ao abrigo do qual foi inaugurada a sede desta associação em novembro do ano passado, o evento vai contar com a participação de especialistas para debater a articulação e integração de diferentes formas de atuação a partir da psicanálise e da intervenção social junto de populações vulneráveis, como crianças, adolescentes e suas comunidades.

Espera-se que este encontro funcione como um espaço de pensamento crítico e de diálogo sobre a forma como a psicanálise pode contribuir para quebrar ciclos de violência, dependência e exclusão, ajudando a impulsionar o potencial daquelas populações para uma cidadania plena, sempre numa ótica de promover intervenções mais estruturadas e transformadoras.

Inscreva-se para assistir ao encontro online e consulte o programa completo.

Inscreva-se no casting da Marcha Santa Casa 2025

Novo ano, nova edição da Marcha Santa Casa. Esta experiência única, que leva utentes e colaboradores da Misericórdia de Lisboa a desfilar na Avenida da Liberdade, na noite de Santo António, começa muito antes, com toda a preparação que envolve. E o primeiro passo é escolher os marchantes deste ano.

Assim, estão todos convidados a integrar a Marcha Santa Casa de 2025. Para tal, é necessário passar por um casting, que vai decorrer no Espaço Santa Casa, a 28 de fevereiro, às 15 horas.

As inscrições para este casting estão abertas, através do email gatasc@scml.pt, até ao dia 21 de fevereiro.

Inscreva-se e participe nesta marcha especial, cujo objetivo primário é combater o idadismo e o isolamento, contribuindo assim para uma sociedade mais justa e inclusiva.

Espaço ComVida apresenta-se em congresso online

Perante representantes de instituições, câmaras municipais e várias outras entidades, Ana Nascimento, diretora do Espaço ComVida, apresentou este equipamento da Misericórdia de Lisboa que funciona como um centro diurno para cerca de 30 pessoas diagnosticadas com demência leve a moderada, mas que também acompanha cuidadores e familiares.

“Neste congresso, o Espaço ComVida pretendeu dar-se a conhecer como um espaço diferenciador, multifacetado e multidisciplinar, que desenvolve a sua intervenção no âmbito da prevenção e manutenção da evolução de quadros de comprometimento cognitivo e demenciais”, explicou Ana Nascimento, acrescentando que este projeto-piloto se encontra “numa fase de implementação”, sendo capaz de “apresentar resultados suportados em evidências de qualidade e bem-estar” para os utentes e seus cuidadores.

Ana Nascimento, diretora do Espaço ComVida

Ana Nascimento, a diretora do Espaço ComVida

“Quisemos ainda mostrar este espaço como um local capaz de preservar o bem-estar e a qualidade de vida, onde é possível prolongar a autonomia e retardar processos de institucionalização”, acrescentou a responsável que, durante a apresentação, explicou o funcionamento do Espaço ComVida do CSP do Bairro das Furnas.

Ao longo dos dois dias em que decorreu o Congresso Internacional sobre Projetos de Intervenção no Envelhecimento foram realizadas cerca de oito dezenas de apresentações, as quais serão transpostas para a prestigiada Revista Ibero-Americana de Gerontologia.

De portas abertas de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 18h00, o Espaço ComVida tem como objetivo manter as competências cognitivas dos doentes, promover a sua autonomia, desenvolver atividades e incentivar a interação social e contacto contínuo com a comunidade envolvente, tendo por base a prestação de cuidados especializados e individualizados.

O dia-a-dia no Espaço ComVida

O quotidiano do Espaço ComVida é organizado por um plano de atividades que orienta a dinâmica diária do centro, atendendo às especificidades das pessoas que vivem com diagnóstico de demência.

Entre as várias possibilidades que são colocadas à disposição dos utentes contam-se as atividades de intervenção grupal (atividades de bem-estar e imagem, oficinas de estimulação cognitiva, atividades artístico-expressivas, atividades intergeracionais, relaxamento, sessões de movimento, entre outras) e individuais (passeios, treino cognitivo, treino AVD´s e AIVD´s, etc). As atividades são realizadas de acordo com as preferências dos utentes, estado do humor e fase da demência em que se encontram.

O Espaço ComVida tem capacidade para 30 pessoas, sendo que 80 anos é a média de idades dos utentes (60% mulheres e 40% homens). De acordo com os dados disponibilizados, 65% dos utentes vive com diagnóstico de Doença de Alzheimer, enquanto os restantes encontram-se numa fase moderada do quadro demencial, estando (alguns) ainda a residir sozinhos no seu domicílio.

Atividades dos idosos no Espaço ComVida

ESSAlcoitão organiza seminário “Inclusão, Transição e Empregabilidade da Pessoa com Deficiência e/ou Doença Mental”

A ESSAlcoitão – Escola Superior de Saúde do Alcoitão, estabelecimento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, vai organizar o seminário “Inclusão, Transição e Empregabilidade da Pessoa com Deficiência e/ou Doença Mental”, no âmbito do arranque da nova pós-graduação com o mesmo nome. O evento está agendado para o próximo sábado, 8 de fevereiro, no auditório do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.

O programa arranca com uma palestra sobre a situação da pessoa com deficiência e/ou doença mental em Portugal, desde a educação até à inclusão no mercado de trabalho. Seguem-se três mesas redondas ao longo do dia, sempre em torno da inclusão destas pessoas, e o seminário termina com nova palestra, esta sobre a inclusão como caminho para a equidade.

Este seminário é aberto a familiares, empregadores e profissionais da área e tem como objetivo primário a partilha de experiências e a aprendizagem conjunta sobre um tema premente na sociedade. A participação é gratuita, mas requer inscrição, que pode ser feita aqui.

Programa completo:

10h00: Abertura

10h15: Palestra – A situação da pessoa com deficiência e/ou doença mental em Portugal: da Educação à inclusão no mercado de trabalho – Paula Campos Pinto, ISCSP-UL | Observatório da Deficiência e Direitos Humanos

11h: Café Joyeux

11h30: Mesa-redonda 1 – Oportunidades que Transformam: Trajetórias de Educação e Trabalho
Moderação: Paula Campos Pinto, ISCSP-UL | ODDH
Célia Fernandes | FORMEM
Cristina Espadinha | FMH-UL
Sofia Ferreira | ASSOL
Sofia Sakellarides | Academia Semear
Susana Pinto | Fora da Caixa

12h30: Almoço

14h00: Mesa-redonda 2 – Valorização pessoal para a Inclusão no horizonte da vida adulta
Moderação: Celeste Simões | FMH-UL
Isabel Passarinho | Cidade das Profissões-CMC
José Ornelas | ISPA
Ricardo Rodrigues | Centro de Capacitação D. Carlos I -SCML
Sandra Pinho | CADIN
Sebastião Palha | Valor T-SCML

15h00: Café Semear

15h30: Mesa-redonda 3 – Sinergias para a Inclusão: Empresas e Comunidades em Transformação
Moderação: Lúcia Canha | ISAMB-FM-UL
Sara Pestana | OED
Irina Chaves | APEA
Frederico Oliveira Pinto| ICF-UNova
Ana Castro Santos | Vila com Vida
Alexandre Guedes da Silva | SPEM

16h30: Palestra – A Inclusão como caminho para a Equidade
Professor Doutor David Rodrigues | Conselheiro Nacional de Educação

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas