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Ambigular, The Equal Food Co e Matter: eis os finalistas do Rise for Impact

A Ambigular, a The Equal Food Co e a Matter foram as startups selecionadas para a final da segunda edição do Rise for Impact, o programa de aceleração para startups de impacto social e ambiental da Casa do Impacto. As três finalistas foram eleitas entre dez projetos candidatos, que esta quinta-feira, num evento que contou com transmissão online através do Facebook da Casa do Impacto, deram a conhecer as suas propostas inovadoras e a sua evolução após três meses de capacitação no hub da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Todos os projetos apresentados vão ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, com propostas de ideias que pretendem erradicar a pobreza, estabelecer a educação de qualidade, possibilitar o trabalho decente e o crescimento económico ou até potenciar o consumo e a produção responsável. Nesta edição, o Rise for Impact consolida ainda mais o seu sentido de missão, face às questões do combate ao COVID-19 e consequentes impactos do isolamento social.

Adequação do perfil do empreendedor ou equipa de projeto, sustentabilidade do projeto, grau de inovação, aplicabilidade e impacto no público-alvo são alguns dos aspetos tidos em conta pelo júri, composto por Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, João Borga, diretor da Start Up Portugal, Manuel Nina, cofundador da GoParity, Elena Durán, fundadora da +55, e Luís Fonseca, partner da MAZE.

Mas qual é a proposta e a missão dos três projetos finalistas?

Ambigular

Oficinas de storytelling com comunidades marginalizadas, que resultam em eventos públicos, revistas e livros impressos e digitais, vídeos e exposições. Nessas oficinas, os participantes treinam e desenvolvem competências úteis, como a comunicação, a confiança e habilidades criativas.

The Equal Food Co.

Startup focada na otimização da cadeia alimentar, com o objetivo de garantir que não haja desperdício de alimentos em nenhuma fase. Identificam áreas com excedente – por questões estéticas, falta de procura ou grau de maturação – e “destravam” ou criam mercados para esses produtos. Neste momento trabalham com agricultores regionais, em Portugal e Espanha, para os ajudar a comercializar produtos imperfeitos e excedentes que não são vendidos pelos canais normais.

Matter

Startup cleantech que oferece soluções premium e de valor acrescentado, de design e arquitetura, através da utilização de subprodutos e resíduos orgânicos, numa lógica de economia circular. Transformam os resíduos sólidos orgânicos da indústria do vinho, café, chocolate, cerveja ou cacau em painéis únicos, que podem ser aplicados em revestimentos interiores, mobiliário ou design.

Os três projetos finalistas passam agora à fase de pós-aceleração, que tem a duração máxima de quatro meses. Nesta etapa, os projetos terão o apoio da Casa do Impacto, através do acesso a espaço de trabalho e mentoria customizada a título gratuito. Concluída esta fase, será efetuada a apresentação dos três projetos finalistas em sessão pública e presencial, a realizar em Lisboa.

A ImpactOn foi a vencedora da primeira edição do Rise for Impact. A Skizo e a Acorde Maior, do Village Underground, arrecadaram o segundo e terceiro lugares, respetivamente.

Web Summit 2020: de Lisboa para o mundo

A Web Summit abriu as suas portas, esta quarta-feira, 2 de dezembro, para mais uma edição que, apesar do novo formato, totalmente online, manteve o fulgor das cimeiras anteriores. Este ano, e à distância de um simples clique, foi possível assistir a centenas conferências e ficar a par dos mais recentes avanços tecnológicos em diversas áreas como a saúde, a sustentabilidade, o e-commerce e a inteligência artificial.

A Casa do Impacto foi convidada a organizar uma mesa redonda, esta quinta-feira, 3 de dezembro, onde o tema central foi “Porque é que Lisboa é o melhor centro de empreendedorismo de impacto?”. O debate, moderado por Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, teve como oradores convidados LJ Silverman, da London School of Economics, Luís Fonseca, da Maze, Hugo Menino de Aguiar, fundador do SPEAK e Nuno Brito Jorge, fundador da GoParity.

Num ambiente descontraído, como mandam as regras de etiqueta da Web Summit, Inês Sequeira abriu a sessão dando as boas vindas a todos os participantes e começou por destacar o papel que a “Santa Casa tem tido no apoio ao ecossistema do empreendedorismo social”.

“Acreditamos que criando as condições certas para apoiar projetos inovadores na área social estamos a realizar mudanças que causam impacto não só na vida das pessoas, mas em todo o ecossistema que só terá a ganhar com a inovação que os empreendedores podem trazer”, frisou a responsável.

Casa do Impacto no Web Summit 2020

Sobre se Lisboa é efetivamente uma boa cidade para que empreendedores de impacto possam explorar as suas ideias de negócio, a resposta foi unânime entre todos, com os oradores a elencarem vários aspetos importantes, que fazem da cidade uma das melhores capitais europeias e um polo de inovação digital europeu aos olhos de empreendedores de todo o mundo.

“O ecossistema em Lisboa, quando comparado com outras cidades europeias, está francamente na frente. Nós temos sítios, como a Casa do Impacto, que se preocupam com a inovação e com a economia de impacto, que apoiam e financiam projetos numa fase muito embrionária, mas que fazem toda a diferença quando estás a lançar uma nova ideia”, comentou Hugo Menino Aguiar.

Ideia partilhada por Nuno Brito Jorge, que afirmou, ainda, que “o modelo de apoio que temos nos dias de hoje, na maioria das vezes cobre toda a fase de crescimento de uma startup, algo que não existia há alguns anos e isso dá-nos um privilégio enorme, quando comparado com outros países”.

“Em Portugal também há ainda muito para fazer. Temos grandes desafios sociais que temos ainda que resolver o que permite a que um empreendedor olhe para este micro espaço como um ótimo sítio para colocar as suas ideias de impacto em curso”, concluiu Nuno Brito Jorge.

Para LJ Silverman, Portugal continua a ser visto como um exemplo a seguir no empreendedorismo social. “Existe uma forte componente por parte das organizações e instituições portuguesas de apoiarem a economia de impacto”, frisou a representante da London School of Economics, dando como exemplo o serviço que a Santa Casa tem vindo a fazer, através da Casa do Impacto, no apoio a novas ideias de negócio.

Web Summit 2020: uma edição marcada pela pandemia de Covid-19

Num ano tão atípico e em que o Web Summit comemora a sua primeira década de vida, a organização do evento anunciou que houve mais de 100 mil visitantes, oriundos de 150 países, a assistirem às diversas calls e masterclasses do evento.

Já na sessão de abertura, o primeiro-ministro, António Costa, considerou que o “ano de 2020 é um ano de pandemia, mas é também o ano em que Portugal entra numa posição de destaque na inovação. É o ano em que, mesmo num clima pautado pela incerteza, foi capaz atrair 33 projetos de inovação, registar um aumento de 14% de estudantes universitários em tecnologias de informação e em engenharia e lançar o plano de transição digital”. “O mundo pós-pandemia será diferente, mas cabe-nos a nós garantir de que será melhor”, concluiu o primeiro-ministro português.

Já Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirmou que eventos “como estes são necessários mais do que nunca” e mostrou-se confiante que, em 2021, a cidade possa acolher todos os que visitarem a cimeira.

Após as edições de 2016 e 2017 realizadas em Lisboa, a organização da cimeira e o Governo Português anunciaram, em outubro de 2018, uma parceria a 10 anos que permite manter a conferência na capital portuguesa até 2028.

Casa do Impacto participa na Semana da Responsabilidade Social 2020

A Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, associa-se à 15.ª Edição da Semana da Responsabilidade Social, que decorrerá entre 16 e 20 de novembro – com transmissão na plataforma Hopin – e que, este ano, é subordinada à temática “2020 – 2030 | A Década da Sustentabilidade”. Esta é a segunda vez que a Misericórdia de Lisboa participa no evento.

A edição deste ano coincide com o início da “Década da Ação”, tal como António Guterres, Secretário-Geral da ONU, a definiu perante a comunidade internacional.

Organizado pela Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) em parceria com a Global Compact Network Portugal, do qual a Santa Casa faz parte desde 2018, o evento vai decorrer em dois grandes fóruns e apela a uma ação redobrada da sociedade em prol do cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

No âmbito do fórum “Call 2 Action” (dias 18, 19 e 20), a Casa do Impacto será a anfitriã da conferência intitulada “Empreendedorismo e a Saúde Mental | Como é que o ODS 3 se liga com todos os outros objetivos da Agenda 2030?”.

De acordo com o relatório de 2018 da Health at a Glance, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Portugal é o quinto país da União Europeia com maior prevalência de problemas de saúde mental, sendo que as patologias mais comuns são a depressão e a ansiedade.

Com moderação de Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, a mesa redonda conta, também, com a participação de Pedro Trincão Marques, fundador da Hug-a-Group, Sandro Resende, fundador do Manicómio, Rita Fonseca e Costa, psicóloga e representante da acalma.online e Filipe Batista Bastos, psicólogo e psicoterapeuta na Unidade W+, da Misericórdia de Lisboa.

Semana da Responsabilidade Social

Já no início do ano, a Santa Casa reforçou o seu comprometimento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, com a assinatura da carta de compromisso da Lisboa Capital Verde Europeia 2020 – Ação Climática Lisboa 2030. A iniciativa, que uniu mais de 200 entidades em torno do mesmo objetivo, pretende reduzir a pegada ecológica na cidade para o próximo decénio.

Para consultar o programa na íntegra ou inscrever-se nos fóruns da iniciativa aceda à página oficial da APEE.

Inovação, sustentabilidade e futuro. O exemplo da Casa do Impacto no Planetiers

Como acelerar o desenvolvimento sustentável ambiental, económico e social? Qual o papel das empresas e instituições e que impacto podem ter nestes três eixos? O Planetiers World Gathering decorreu nos dias 22 e 23 de outubro, em Lisboa, num formato condicionado pela Covid-19, com público limitado no recinto e com transmissão integral de todas as sessões, através do site oficial do Planetiers.

O maior evento de inovação sustentável do mundo, que decorreu pela primeira vez em solo português, juntou 100 oradores de vários pontos do globo, divididos por quatro palcos, para debaterem e apresentarem projetos inovadores que contribuam para um mundo mais sustentável. No segundo dia da cimeira tecnológica, a diretora da Casa do Impacto, Inês Sequeira, subiu ao palco Crédito Agrícola Communities Stage, numa sessão dedicada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pelas Nações Unidas, para falar sobre a missão da Casa do Impacto e dos objetivos do hub da Misericórdia de Lisboa.

 

Casa do Impacto. Há dois anos a trabalhar por um mundo melhor

Quando a 1 de outubro de 2018 a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa anunciou a criação da Casa do Impacto, Edmundo Martinho, provedor da instituição, afirmava que “esta Casa iria criar as condições necessárias ao desenvolvimento de soluções inovadoras, que constituam novas respostas sociais, adequadas aos desafios contemporâneos”. Desde então, o hub – do inglês, centro – sediado no Convento de São Pedro de Alcântara já apoiou 135 projetos e injetou na Economia de Impacto mais de 1,5 milhões de euros.

As conquistas alcançadas nos últimos dois anos ajudam a delinear um plano para os próximos tempos. Para a diretora da Casa do Impacto, Inês Sequeira, é fundamental que o futuro assente em três pontos essenciais: “continuar a formar empreendedores através do programa de aceleração ‘Rise for Impact’, alavancar projetos com recurso ao ‘Fundo +Plus’ e desafiar mentes empreendedoras através do ‘Rise For Impact’ ou do ‘Santa Casa Challenge’”.

Inês Sequeira quer uma Casa do Impacto mais plural e heterogénea, num hub onde existem 20 fundadoras mulheres e 13 nacionalidades representadas. “Queremos chegar a mais empreendedores, de diferentes países, géneros, etnias, classes sociais, backgrounds e idades para trazer mais diversidade e inclusão ao empreendedorismo, de forma a potenciar soluções de resposta abrangente a toda a sociedade”, revela a responsável, acrescentando que “estão a ser desenhados mecanismos que promovam a colaboração e a criar critérios de diversidade para as nossas iniciativas”.

Nos dois primeiros anos de atividade, muita coisa foi feita. Para o futuro, as palavras-chave são “mais” e “melhor”, de modo a continuar a desenvolver modelos de negócio, que possam ser uma mais-valia para responder aos maiores desafios sociais e ambientais da década, alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

5ª Edição do Santa Casa Challenge, especial Covid-19, já tem vencedores

Promovida pela Casa do Impacto, a mais recente edição do Santa Casa Challenge | Extra Covid-19 foi lançada com o propósito de criar e adaptar soluções digitais inovadoras capazes de responder às necessidades específicas de idosos em isolamento social em instituições ou em domicílio.

À semelhança do sucedido quando do anúncio dos vencedores da 4ª edição deste concurso, a final do Santa Casa Challenge | Extra Covid-19 foi transmitida em direto, esta tarde, 27 de maio, através da página de Facebook da Casa do Impacto.

Ally Smart Check-in e SmartAL foram os projetos vencedores desta edição extraordinária do Santa Casa Challenge. Uma edição dedicada à procura de soluções digitais de combate à pandemia. Além do prémio no valor de 25 mil euros que cada um vai receber, os dois vencedores vão poder ainda desenvolver um projeto-piloto, com a duração máxima de seis meses, adaptado a um equipamento ou serviço da Santa Casa.

Desenvolvida por Thomas Tredinnick, a ideia Ally Smart Check-in, consiste numa solução de monitorização de idosos que usa inteligência artificial, som e movimento para alertar, através de um aplicativo móvel, quando necessitam de assistência.

Já a SmartAL, desenvolvida por Célia Gonçalves e Telma Mota é uma solução desenhada para suportar serviços de Ambient Assisted Living que permite acompanhar, em tempo real, seniores e doentes crónicos, assim como, situações de convalescença ou follow-up pós-hospitalar.

Para Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto esta edição extra do Santa Casa do Challenge surge para se “reagir aos efeitos sociais negativos” da Covid-19. “Parte da nossa missão é também apoiar projetos e empreendedores sociais, fazendo a ponte com desafios reais que organizações como a Santa Casa vivem no terreno, para que possam desenvolver e implementar as suas soluções de uma forma eficaz”, afirma a diretora.

Os 10 finalistas selecionados, entre as 74 candidaturas nacionais e internacionais a concurso, apresentaram os seus projetos a um júri composto por Sérgio Cintra, administrador de ação social da Santa Casa, Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, Mário Rui André, coordenador da Unidade de Missão Santa Casa, Luís Vallera, diretor de Sistemas e Tecnologias de Informação da Misericórdia de Lisboa e Micaela Seemann Monteiro, Chief Medical Officer for digital transformation na José de Mello Saúde.

O Santa Casa Challenge é um concurso promovido no âmbito da estratégia de investimento da Casa do Impacto, que premeia soluções tecnológicas inovadoras que deem origem a dispositivos, aplicativos, conteúdos digitais, serviços web ou de comunicação, exequíveis do ponto de vista tecnológico.

O empreendedorismo de impacto social na economia nacional

O primeiro dia da conferência Portugal Economia Social 2019, ficou marcado pela presença da diretora do Departamento de Economia e Empreendedorismo Social (DEES) e da Casa do Impacto da Santa Casa, Inês Sequeira, que apresentou alguns dos projetos que a instituição tem vindo a desenvolver ao nível do empreendedorismo com impacto, revelando ainda algumas novidades para o início de 2020.

“Quisemos iniciar por fases, a parte do investimento veio mais à posteriori. Porque considerámos que o ecossistema precisava de se tornar um pouco mais maduro e ter mais projetos. Eram sempre os mesmos. Precisávamos de fomentar o pipeline”, explanou Inês Sequeira na a sua intervenção. “No início, o nosso trabalho foi mais no apoio da inovação e da capacitação, onde fomentámos mais programas de capacitação para que surgissem novas ideias e novos empreendedores que criassem novos projetos”, referiu ainda.

Para a responsável pelo hub de empreendedorismo social da Santa Casa da Misericórdia, é essencial que o apoio dado aos novos empreendedores não assente exclusivamente na vertente económica, porque ao “investir apenas na vertente económica, sem um acompanhamento permanente, corremos um risco muito maior que estes projetos falhem e acabem por ruir”.

De maneira a colmatar esta situação, a Misericórdia de Lisboa, através da Casa do Impacto, começou por desenvolver alguns mecanismos de apoio a novos players que pretendem mudar o ecossistema de empreendedorismo social.

Desde então, destacam-se o lançamento, em 2018, o Santa Casa Challenge – com um primeiro prémio no valor de 15 mil euros – e, mais recentemente, o lançamento da call para se tornarem investidores sociais da iniciativa Projetos de Impacto – inserida na iniciativa pública do Portugal Inovação Social. Coordenada pelo DEES da Misericórdia de Lisboa, “Projetos de Impacto” vai financiar e ajudar a potenciar projetos inovadores em várias áreas, estimulando ainda a filantropia. Este é um investimento, promovido em conjunto com o Banco Montepio, no valor total de 1 milhão e 350 mil euros, que posiciona ambas as entidades como as maiores investidoras sociais do país.

A estratégia da Santa Casa passa, futuramente, pela atribuição de apoios assentes numa “filantropia estratégica”, reforçou ainda Inês Sequeira na sua intervenção, no fórum Portugal Economia Social.

Já o segundo dia do evento, 11 de dezembro, foi assinalado com a participação de Maria da Luz Cabral, coordenadora da Unidade de Missão da Santa Casa, num painel de discussão onde foi dado a conhecer o projeto “Lisboa, Cidade de Todas as Idades”. Um programa pioneiro que a Santa Casa tem vindo a trabalhar, de forma integrada, com a Câmara Municipal de Lisboa, o Instituto de Segurança Social, a Administração Regional de Saúde e a Polícia de Segurança Pública, e que visa responder a questões relacionadas com a longevidade, recriando estratégias que transformem, em oportunidade, as vulnerabilidades associadas a uma população lisboeta com mais anos de vida e com níveis de isolamento e solidão inquietantes.

Já são conhecidos os finalistas do RISE for Impact

Uma solução que analisa e seleciona projetos de impacto já existentes ajudando-os a convertê-los em projetos adaptáveis e acessíveis (Impacton), uma escola de música em horário extracurricular com foco no ensino e divulgação da cultura (Acorde Maior) e uma empresa que transforma plástico recolhido dos oceanos em sapatilhas personalizadas e fabricadas em Portugal (SKIZO) são as ideias que convenceram o júri do RISE for Impact.

Os finalistas do programa de aceleração da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) foram anunciados esta terça-feira, 12 de novembro, no Convento de São Pedro de Alcântara, por Sérgio Cintra, administrador da Ação Social e responsável pelo Empreendedorismo da Santa Casa. Dez projetos apresentaram os seus argumentos ao júri do programa, e passaram três para a fase de Incubação: Impacton, Acorde Maior e Skizo.

Os projetos terão, na fase de incubação, acesso a um espaço de trabalho e mentoria personalizada.

Mariana Duarte Silva, do Acorde Maior, sublinhou que “mais importante do que chegar aqui, foi a jornada”. A responsável pela escola de música frisou que o programa de aceleração RISE for Impact, os contactos e os parceiros foram “muito importantes para o nosso projeto”.

“Este é o primeiro programa de aceleração que conheço, que ajuda a estruturar um negócio e, ao mesmo tempo, constrói uma comunidade forte e que trabalha em conjunto”, defendeu, Meg Pagani, da Impacton.

Já André Facote, da Skizo, destacou a aprendizagem e as ferramentas de trabalho adquiridas na Casa do Impacto, na expetativa de continuar a aprender e a levar o seu projeto o mais longe possível.

Sérgio Cintra destacou o percurso e as conquistas da Casa do Impacto, neste último ano, na tentativa de diminuir as desigualdades na sociedade e, simultaneamente, de promover condições para que os empreendedores concretizem os seus sonhos.

Por outro lado, Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto, faz um balanço muito positivo. “A qualidade e o equilíbrio dos projetos relativamente ao anterior programa de aceleração subiu bastante”. A responsável pela Casa do Impacto considerou, ainda, que os três projetos vencedores trabalham em áreas diferentes e têm perfis diferentes mas todos com bastante potencial.

Criado pela Casa do Impacto, o RISE for Impact é um programa de aceleração para startups de impacto que se encontram em fase de validação da ideia, produto ou serviço que promovam soluções ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.

O RISE for Impact é constituído por três fases – Bootcamp, Capacitação e Incubação. A atual fase (Incubação) decorre até 28 de fevereiro de 2020. Nela participam os três projetos melhor classificados. Destina-se a apoiar a incubação na Casa do Impacto, com acesso a espaço de trabalho e mentoria customizada. No final será efetuada a apresentação dos três projetos finalistas em sessão pública e presencial.

Quer para as startups selecionadas para a fase de (Capacitação), quer para a última fase do programa (Incubação), haverá atribuição de bolsas mensais e 10.500 euros em prémios.

Apresentação do Santa Casa Challenge 2019 no Web Summit

O certame, da responsabilidade de Paddy Cosgrave, recebeu, uma vez mais, os nativos digitais de dezenas países que se entenderam num idioma comum: o da tecnologia, inovação e empreendedorismo. Pelo quarto ano consecutivo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa regressou ao Web Summit, desta feita, e pelo segundo ano, com a Casa do Impacto.

Durante 3 dias, esta resposta da Santa Casa deu a conhecer alguns dos principais projetos que, no último ano, beneficiaram do seu apoio. No espaço dedicado à ativação da Casa do Impacto, realizaram-se ainda várias sessões de apresentação de startups residentes, onde a partilha de conhecimentos e de ideias inovadoras entre empreendedores não poderia deixar de estar presente.

À semelhança de anos anteriores, a Santa Casa voltou a utilizar este certame mundial como palco oficial para o lançamento do Santa Casa Challenge, o projeto da Casa do Impacto desenvolvido sob um dos quatro principais eixos de atuação da Casa do Impacto – o Investimento -, que tem como objetivo tornar reais as ideias dos seus vencedores.

Trata-se de um concurso que tem vindo a apoiar, desde há 4 anos, diversas startups com intervenção em várias áreas de atuação da Misericórdia de Lisboa. Na edição de 2019 do Santa Casa Challenge, os participantes são desafiados para encontrar e desenvolver soluções capazes de dar resposta aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Com um primeiro prémio de 15 mil euros, o Santa Casa Challenge dá ainda a possibilidade às startups interessadas de obterem um pack incubação na Casa do Impacto, durante um ano, bem como de marcarem presença na edição de 2020 do Web Summit. Com um propósito único em comum – o de um mundo melhor -, aliciantes não faltam para concorrer à quarta edição do Santa Casa Challenge.

Aceita o desafio?

O Impacto da Santa Casa no Web Summit

O mais conhecido certame de inovação e tecnologia volta a transformar a Feira Internacional de Lisboa (FIL) e o Altice Arena na meca de todas as start-ups, todos os empreendedores e de todas as ideias arrojadas.

Por entre as centenas de empresas e instituições que, de 4 a 7 de novembro, marcam presença nos expositores da Web Summit 2019, haverá uma, fruto também ela de uma ideia pioneira, que há mais de 5 séculos continua a inovar nas suas áreas de atuação. Falamos, é claro, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa!

Depois de um ano a criar impacto junto do ecossistema português de inovação social, a Casa do Impacto -a quem caberá a representação da Misericórdia de Lisboa – vai dar a conhecer, alguma das startups mais promissoras criadas no seu espaço e dar oportunidade aos visitantes da Web Summit de participar em várias talks e workshops.

Com base em 4 temas distintos – investimento, escalabilidade, como imbuir impacto e avaliação de impacto – estas ações, promovidas pela Casa do Impacto, serão levadas a cabo por parceiros desta reposta da Misericórdia de Lisboa.

Seguindo sempre uma lógica muito prática e hands on, estas iniciativas vão, de 5 a 7 de novembro, animar – sempre das 11H às 12H30 e das 15H às 16H30 – o stand da Casa do Impacto.

Para além de dar a conhecer o trabalho da casa com mais impacto de Lisboa, a Web Summit será também uma oportunidade de ouro para todos os interessados ficarem a conhecer a mais recente edição do Santa Casa Challenge.

O concurso que há 4 anos tem vindo a apoiar startups com intervenção nas áreas de ação da Misericórdia de Lisboa, terá a sua edição de 2019 lançada na Web Summit. A “cerimónia de lançamento” desta iniciativa da Santa Casa ficará marcada pelos testemunhos dos vencedores do ano transato.

Estas são apenas algumas das formas como, rodeada de empresas com muitas ideias e poucos anos de vida, a vetusta Misericórdia de Lisboa irá, mais uma vez, voltar a deixar uma marca de impacto na Web Summit.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas