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Santa Casa Jazz Fest regressa com três dias de artistas emergentes e consagrados

O Santa Casa Jazz Fest está de volta ao Convento de São Pedro de Alcântara. Este festival de jazz, fruto de uma parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Hot Clube de Portugal, vai decorrer de 22 a 24 de maio e do programa fazem parte artistas emergentes e nomes consagrados do género.

Com uma programação diversificada, a iniciativa consolida o compromisso da Misericórdia de Lisboa em promover o jazz, em particular, e a cultura, em geral, na cidade de Lisboa, neste caso fazendo uso de um espaço que proporciona momentos únicos de autêntica simbiose com a música que ali acontece.

Para além das atuações do Combo da Escola do Hot Clube de Portugal, previstas para sábado e domingo, o público poderá apreciar as diversificadas obras do compositor-pianista João Paulo Esteves com Nazaré da Silva e Rodrigo Correia, no primeiro dia do festival, e comprovar, no dia seguinte, o mediatismo do pianista brasileiro Amaro Freitas, um dos principais nomes do jazz da atualidade e que se apresentará no Santa Jazz Fest em trio.

Para o terceiro e último dia do festival ficam as atuações de Mário Franco, cuja formação diversificada já o fez trabalhar com diversos e bem conhecidos nomes da música, e Ricardo Toscano e Víctor Zamora, saxofonista português e pianista cubano, respetivamente, que se unem em palco para um encontro musical de rara intensidade.

A entrada no Santa Casa Jazz Fest é gratuita e feita por ordem de chegada, sendo que a lotação é limitada. Conheça o programa completo, leia a biografia dos artistas e espreite o Convento de São Pedro de Alcântara na página do festival:

Santa Casa oferece cultura para todos na Feira do Livro de Lisboa

A 96.ª edição da Feira do Livro de Lisboa vai animar o Parque Eduardo VII de 27 de maio a 14 de junho e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estará, uma vez mais, presente, com um stand repleto de cultura e atividades à espera dos visitantes.

Como já vem sendo hábito, o espaço da Misericórdia de Lisboa será palco de diversas iniciativas destinadas a todas as idades, além de disponibilizar cadeiras de rodas às pessoas com dificuldades de mobilidade, tornando a Feira do Livro de Lisboa um local mais inclusivo.

Além de oferecer aos visitantes a possibilidade de adquirirem publicações com a chancela do Centro Editorial da Santa Casa, o stand vai funcionar também como montra do próprio trabalho da Instituição, como são exemplos as demonstrações dos leques formativos do Centro de Educação, Formação e Certificação e da Aldeia de Santa Isabel.

Numa Feira do Livro não poderiam faltar também as apresentações e lançamento de publicações, como cadernos técnicos ou “A luta continua”, o último volume da trilogia “Revolução, pá”. Algumas serão debatidas em mesas redondas e conversas, que abordarão, no entanto, outros temas, como por exemplo o projeto comunitário “A Sereia da Ameixoeira”.

Passando à área da Saúde, a Santa Casa preparou uma série de ações de literacia para crianças e adultos, visando a sensibilização e o aprofundar de conhecimento da população sobre este tema. Envelhecimento ativo e saúde oral serão alguns dos temas em destaque.

Além disso, não faltará animação no stand da Misericórdia de Lisboa, com concertos – a Orquestra Geração, por exemplo, vai atuar no espaço – , exposições e oportunidades para os visitantes ‘porem as mãos na massa’, através de workshops, ateliers e oficinas.

Para os mais novos, a Santa Casa voltou a preparar peddy papers, horas do conto e atividades lúdico-didáticas, como o já célebre Jogo da Glória sobre o livro “A vida extraordinária de São Roque”.

Motivos mais do que suficientes para visitar o stand da Santa Casa, que estará à sua espera no local habitual na Feira do Livro, junto à entrada da Praça Marquês de Pombal.

Conheça o programa completo.

Santa Casa celebra “diálogos culturais” na Semana dos Museus

A iniciativa integra o Dia Internacional dos Museus, celebrado a 18 de maio, este ano sob o tema “Museus a unir um mundo dividido”, convocando o património como lugar de aproximação entre pessoas, geografias e narrativas históricas.

Ao longo de seis dias, o público é convidado a participar em visitas guiadas, atividades educativas, sessões especiais e experiências noturnas, com entrada gratuita em vários momentos e iniciativas sujeitas a marcação prévia.

Percursos que ligam Oriente e Ocidente — 18 de maio

A abertura da Semana dos Museus propõe dois itinerários conjuntos entre o Museu de São Roque e a Casa Ásia, revelando mais de cinco séculos de encontros culturais. 

A visita bilingue da manhã (10h30) destaca relíquias, objetos devocionais e testemunhos materiais que ilustram trocas artísticas entre Ocidente e Oriente. 

À tarde (15h), o percurso “Pelo olhar de 14 peças” aprofunda esta leitura cruzada, explorando sete peças em cada museu como pontos de contacto entre mundos, crenças e práticas.

Em paralelo, realiza‑se uma visita às reservas da Casa Ásia, permitindo ao público aceder a peças habitualmente não expostas e conhecer histórias e significados do património asiático preservado em reserva.

Peça do Mês e atividades para famílias — 19 e 20 de maio

No dia 19, o Museu de São Roque apresenta uma sessão especial dedicada à relíquia do Beato André de Phu Yen, figura marcante da evangelização no Sudeste Asiático. 

No dia seguinte, 20 de maio, as famílias são convidadas a descobrir o Oriente através de uma atividade educativa que explora objetos, imagens e histórias das coleções, promovendo a curiosidade e o contacto dos mais novos com a diversidade cultural.

Pontes históricas entre Lisboa e o Brasil — 21 de maio

A visita especial à exposição “Menino Jesus dos Atribulados. Uma devoção feminina na Lisboa de D. João VI”, realizada em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Porto Alegre, evoca as ligações históricas entre Portugal e o Brasil, sublinhando memórias partilhadas e devoções que atravessam o Atlântico.

Universalidade de São Roque — 22 de maio

A visita temática “Museus a unir um mundo dividido” propõe uma leitura integrada do Museu e da Igreja de São Roque, destacando a circulação global de ideias, estilos e espiritualidades associadas à Companhia de Jesus e à história do lugar.

Noite Internacional dos Museus — 23 de maio

A programação encerra com a Noite Internacional dos Museus, entre as 18h e as 23h, com entrada gratuita no Museu de São Roque e na Casa Ásia. 

O destaque vai para A Visita Eleita, um formato participativo em que o público escolhe o tema que deseja explorar, das Tábuas de São Roque ao Tesouro da Capela de São João Baptista, passando pela exposição Menino Jesus dos Atribulados. As sessões decorrem às 19h, 20h e 21h, com lotação limitada.

Para informações adicionais ou para efetuar marcações nas atividades da Semana dos Museus, o público pode contactar:

Museu de São Roque — museu.sroque@scml.pt | Tel. 213 235 444

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo — casa.asia@scml.pt | Tel. 213 240 869

Serviço Educativo da Cultura Santa Casa — servicoeducativo.cultura@scml.pt

Santa Casa assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios nos seus espaços museológicos

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, assinalado todos os anos a 18 de abril, não vai passar despercebido nos espaços museológicos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que prepararam uma programação especial para este fim de semana.

As iniciativas do Museu de São Roque começam logo pela manhã, com um passeio pedestre agendado para as 10 horas, dedicado às escadarias barrocas das redondezas e às respetivas referências na História da Arte. O ponto de partida acontece no Convento de São Pedro de Alcântara e do trajeto fazem parte:

  • Convento de São Pedro de Alcântara (Escadaria do Cortile del Belvedere de Roma / Escadaria de ida e volta castelhana)
  • Palácio Ludovice (Escadaria de Monte Cavallo de Roma)
  • Brotéria (Escadaria do British Museum)
  • São Roque (Vis St Gilles / Escadaria funcional de Andrea Palladio)
  • Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo (Scala d’Oro do Palácio Ducal de Veneza)

Já da parte da tarde, a partir das 15h00, terá lugar um workshop dedicado às famílias com crianças dos 6 aos 15 anos, sob o tema “Desenhar a cidade – Exercícios sobre arquitetura e urbanismo”.

A participação nestas atividades é gratuita, mas requer marcação através do telefone 213535449 ou do email museusaoroque@scml.pt.

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo assinala 2.º aniversário

Além do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, no sábado, a programação da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo estende-se também ao domingo, em virtude da comemoração dos eu 2.º aniversário.

No sábado há visitas guiadas, uma conferência e um workshop:

  • 11h – “Que tesouros contam as reservas do museu?” – Visita guiada às reservas da CA-CFC, com Paulo santos Costa
  • 14h – “Na Rota da Ásia” – Visita à coleção CA-CFC, com Pedro Rocha
  • 16h – “O Ano Chinês do Cavalo de Fogo: os calendários chinês e gregoriano” – Conferência de Carlota Simões
  • 17h – Tai Chi e viagem até à China do “Templo dos 5 Imortais” – Palestra e workshop, com Vasco Daniel Baião

Já no domingo haverá também uma atividade para famílias e um momento musical:

  • 11h – “Na Rota da Ásia” – Visita à coleção CA-CFC, com Pedro Rocha
  • 11h – “Vamos construir lanternas chinesas?” – Atividade para famílias (com crianças dos 7 aos 12 anos) com Catarina França e Dora Castelo
  • 15h – “Há peças novas no museu!” – Visita guiada com o colecionador Francisco Capelo
  • 17h – Momento Musical – Escola Chinesa de Lisboa
  • 18h – Porto de honra

Pode obter mais informações sobre a programação através dos números 213 235 250 / 213 235 400 ou do email ca.cfc@scml.pt.

Participe no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com a Santa Casa!

Ciclo de conferências sobre “Menino Jesus dos Atribulados” arranca na quarta-feira

“O Menino Jesus dos Atribulados e outras imagens milagrosas na Lisboa do pós-Terramoto (1755-1834)” é o tema da primeira conferência, que irá decorrer às 17h30, no Museu de São Roque, e que terá como orador Rui Manuel Mesquita Mendes, um conceito investigador-colaborador do ARTIS – Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (IHA-FLUL) e do Grupo de Investigação Estudos de Lisboa do Instituto de História da Arte da NOVA.

Dirigido ao público em geral – em especial aos interessados em História, História de Arte e Património Cultural -, este ciclo de conferências promete surpreender os participantes, sendo dedicado à exposição “Menino Jesus dos Atribulados: uma devoção feminina na Lisboa de D. João VI”. Desde a passada semana que a mostra está patente na Sala do Brasão do Museu de São Roque, sendo dedicada à devoção ao Menino Jesus dos Atribulados, um fenómeno marcante da religiosidade portuguesa do século XIX.

O exemplar de escultura do Menino Jesus dos Atribulados, oferecido ao Museu de São Roque em 2009, constitui o ponto de partida desta exposição, que procura documentar e valorizar uma dimensão singular da espiritualidade e da cultura portuguesa. Nesta exposição “viaja-se”até ao passado, mais concretamente a 1817, ano em que Lisboa se encontrava ainda “marcada” pelas consequências das invasões francesas. É nesta altura que uma jovem órfã do Recolhimento da Rua da Rosa terá recuperado de uma paralisia, facto atribuído a uma pintura do Menino Jesus existente no convento das Trinas do Mocambo. O acontecimento, testemunhado por várias pessoas e incluindo o médico que a assistia, rapidamente se difundiu, dando origem a uma devoção popular, sobretudo de caráter feminino.

Patente ao público até 28 de junho, a exposição pode ser visitada diariamente, entre as 10h00 e as 18h00, convidando os visitantes a explorar a dimensão espiritual, cultural e histórica desta devoção. Os que quiserem aprofundar os seus conhecimentos sobre o fenómeno do Menino Jesus dos Atribulados estão convidados a participar no ciclo de conferências, com a segunda e terceira sessões a estarem agendadas para 20 de maio e 17 de junho.

Orquestra Metropolitana de Lisboa no Concerto de Natal da Santa Casa

O Maestro Pedro Amaral irá assumir a liderança do concerto (juntamente com Carla Pereira como Corne inglês), fazendo com que a Igreja da Misericórdia se torne, a partir das 21h00, o local com os mais belos sons da cidade, os quais serão reproduzidos por uma das mais emblemáticas e conceituadas orquestras portuguesas.

No programa do Concerto de Natal da Santa Casa constam as criações de Joseph Haydn e Krzysztof Penderecki, dois compositores católicos que sobrepuseram, em várias ocasiões, a criatividade artística e a devoção religiosa. O Concerto de Natal da Santa Casa reúne as obras que, de forma mais ou menos explícita, traduzem essa dualidade.

Consulte o programa e participe:

Penderecki Adagietto da ópera Paraíso Perdido

J. Haydn Sinfonia N.º 26, Lamentazione

K. Penderecki Chaconne em Memória de João Paulo II

J. Haydn Sinfonia N.º 84, In nomine Domini

Pedro Amaral maestro

Carla Pereira Corne inglês

Santa Casa apresenta exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prepara-se para inaugurar a exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, a 17 de novembro, na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque.

Esta exposição, que ali estará patente até 29 de março do próximo ano, vai apresentar ao público alguns dos 90 mil sinais que acompanhavam as crianças deixadas na roda, preservados pelo Arquivo Histórico da Instituição. A mostra faz parte da candidatura destes documentos a Registo da Memória do Mundo da UNESCO. Trata-se da maior coleção de documentos deste tipo a nível mundial e estão organizados em cinco séries documentais, datando de 1658 a 1939.

A exposição, que integra ainda obras de Paula Rego, Leonardo da Vinci, Almada Negreiros, Júlio Pomar e Graça Morais, estará organizada em quatro núcleos principais:

  • ‘Os expostos da roda de Lisboa: abandono e proteção’, que aborda o contexto histórico e social do abandono infantil, as relações de parentalidade e os mecanismos de proteção criados em torno das crianças enjeitadas em Lisboa entre os séculos XVII e XX;

  • ‘A admissão e o acolhimento das crianças’, onde se apresenta o percurso institucional dos menores após a sua entrada na Misericórdia, desde o momento em que a criança era deixada na roda, até ser entregue ao cuidado de uma ama;

  • ‘Percursos com identidade’, que reflete sobre os percursos de vida, as marcas da institucionalização e a construção da identidade;

  • ‘Os sinais de expostos: um património da Humanidade’, um núcleo que valoriza os sinais enquanto acervo documental e patrimonial de inestimável valor histórico, social e emocional, com relevância universal.

Após a inauguração, a exposição “Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa” poderá ser visitada de terça-feira a domingo, das 10 às 12 horas e das 13h30 às 18 horas. Encerra no dia 1 de janeiro e durante as celebrações litúrgicas.

Casa Ásia-Coleção Francisco Capelo acolhe instalação sonora interativa “Lugares Invisíveis: Ásia”

A 37.ª Temporada Música em São Roque (TMSR) está a chegar, mas não serão apenas as Igrejas de São Roque e de São Pedro de Alcântara a acolher as iniciativas deste ano. Também a Casa Ásia-Coleção Francisco Capelo estará em destaque com a instalação sonora interativa “Lugares Invisíveis: Ásia”, da autoria do compositor Carlos Caires.

Esta será uma experiência imersiva e sensorial, através de 16 canais dispostos em forma de cúpula, onde o público poderá interagir com sons da natureza e instrumentos tradicionais asiáticos, através de gestos e movimentos das mãos. O objetivo é convidar os participantes a explorar dois mundos sonoros, floresta e cidade, manipulando sons e instrumentos no ar através de sensores de movimento, numa experiência personalizada e envolvente.

“Lugares Invisíveis: Ásia” tem a assinatura de Carlos Caires, um dos mais relevantes compositores contemporâneos portugueses. Com uma carreira marcada pela exploração da música eletroacústica e pela integração de tecnologia nos processos criativos, tem desenvolvido software especializado como o IRIN, dedicado à micromontagem sonora, sendo pioneiro na criação de instalações interativas que cruzam arte, ciência e tecnologia.

Música será (dedicada à) Rainha

Esta edição da Temporada Música em São Roque vai celebrar o legado da Rainha D. Leonor, fundadora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Para tal, o programa conta com obras inéditas de Sara Ross e do já referido Carlos Caires.

Decorrendo de 13 a 16 de novembro, a 37.ª edição da TMSR arranca precisamente com um concerto a cargo do Coro ECCE, com obras destes dois nomes sonantes por encomenda da Misericórdia de Lisboa, reforçando o papel da Instituição como mecenas da criação musical contemporânea.

No programa constam, posteriormente, um conjunto de propostas que cruzam a recuperação de património musical com a leitura contemporânea das fontes históricas. O Ensemble SEO (Sintra Estúdio de Ópera) interpreta repertórios sacros portugueses preservados em arquivos nacionais, ao passo que o Concerto Atlântico recria ambientes sonoros das cortes ibéricas do tempo de D. Leonor.

Já o Musurgia Ensemble apresenta obras portuguesas e franco-flamengas do século XVI, conservadas na Universidade de Coimbra. Por seu lado, o grupo Arte Minima evoca Lisboa quinhentista através de itinerários musicais que dão a ouvir a capital no período da fundação da Misericórdia.

Por fim, o encerramento da Temporada será protagonizado pelo agrupamento Cupertinos, da Fundação Cupertino de Miranda, com um programa centrado na devoção mariana na polifonia portuguesa e ibérica dos séculos XVI e XVII.

Consulte o programa completo e saiba mais no site da Temporada Música em São Roque.

Biblioteca da Santa Casa lança novo Boletim Bibliográfico

A Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lançou a segunda edição de 2025 do seu Boletim Bibliográfico, no qual destaca as mais recentes novidades nas suas estantes. Direito, Serviço Social ou Sociologia são alguns dos assuntos das obras em destaque, que estão à disposição para consulta local, empréstimo domiciliário ou empréstimo interbibliotecas.

Aberta ao público, a Biblioteca da Misericórdia de Lisboa tem como objetivo facultar aos utilizadores o acesso a recursos bibliográficos e outra informação documental, necessários ao estudo e investigação de temáticas relacionadas com a atividade desenvolvida pela Santa Casa.

Visite-a nas instalações da Instituição, no Largo Trindade Coelho, em Lisboa, ou contacte através do telefone 213 235 753 ou do email biblioteca@scml.pt.

Veja as novidades na 2.ª edição do Boletim Bibliográfico e consulte todo o catálogo online.

Concerto de Rossini para assinalar os 500 anos da morte da Rainha D. Leonor

Uma missa solene a que Gioachino Rossini apelidou de “pequena”, mas que é conhecida no mundo da música como sendo majestosa, é uma das muitas surpresas que a Misericórdia de Lisboa irá “oferecer” no âmbito das comemorações que assinalam os cinco séculos da morte da fundadora da Santa Casa. O concerto não se repetirá em Lisboa, seguindo depois para as Caldas da Rainha.

Petit messe solennelle, obra composta em 1863 por Gioachino Rossini, é uma das criações mais tardias deste compositor. Encomendada pelo conde Alexis Pillet-Will, que a dedicou à sua esposa, a obra estreou a 14 de março de 1864 e, desde o primeiro momento, que dividiu opiniões, com Verdi – um dos maiores compositores de todos os tempos – a sugerir que Rossini abandonasse a música sacra para regressar às suas composições habituais, como o conhecido “Barbeiro de Sevilha”.

Escrita em Passy, onde Rossini passou os últimos anos da sua vida, a obra destaca-se pela rara orquestração para vozes, dois pianos e harmónio, uma combinação inspirada na tradição napolitana do século XVIII.

Três anos mais tarde, numa segunda versão orquestrada por Rossini, a obra incluiu a ária para soprano “O salutaris hostia”, com texto de Tomás de Aquino. Esta versão foi considerada por muitos como tendo sido mais bem conseguida, ainda que o autor continuasse a preferir a primeira.

Não perca esta oportunidade única e assista a Petit messe solennelle, uma obra que irradia otimismo e transmite uma visão luminosa e bem-humorada do mundo.

Ficha Técnica:

Petit messe solennelle
Dia 11, às 19h30, na Igreja de São Roque

Soprano: Rita Marques
Meio-soprano: Natália Brito
Tenor: Marco Alves dos Santos
Baixo: Carlos Pedro Santos
Harmónio: Nuno Margarido Lopes
Piano e Direção Musical: João Paulo Santos

Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Maestro Titular: Giampaolo Vessella

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas