logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Santa Casa na Semana da Leitura para celebrar o prazer único de ler

O Centro de Dia Rainha D. Maria I, o Centro Social São Boaventura e o Centro Social Polivalente São Cristóvão e São Lourenço serão os três equipamentos que irão acolher as sessões de leitura organizadas pela Biblioteca da Santa Casa, as quais permitirão aos participantes “entrar” em mundos imaginários, viajar sem sair do lugar, conhecer novas culturas e viver novas experiências.

Promovida pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, a Semana da Leitura desempenha um papel crucial na formação de leitores assíduos, disponibilizando anualmente um vasto leque de atividades tão diversas como encontros com autores, workshops, leituras partilhadas, concursos e exposições. Estas atividades são desenhadas não só para despertar o interesse pela leitura, mas também para reforçar a ideia de que ler é uma atividade enriquecedora e acessível a todos.

Calendarização das sessões de leitura promovidas pela Biblioteca da Santa Casa:

Centro de Dia Rainha D. Maria I

1 de abril, às 11h00

Poemas de Luísa Neto Jorge

Centro Social São Boaventura

2 de abril, às 13h30

Poemas de Adília Lopes

Centro Social Polivalente São Cristóvão e São Lourenço

3 de abril, às 14h30

Poemas de Gastão Cruz

Iniciativa “Mês de março, mês da Mulher” levou participantes à extração da Lotaria Popular

No âmbito da iniciativa “Mês de março, mês da Mulher”, um grupo de participantes teve a oportunidade de visitar esta quinta-feira, 20 de março, a Sala de Extrações e assistir à extração da Lotaria Popular. Esta atividade, que ainda teve outros momentos, faz parte da programação preparada pela Direção de Saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através do seu programa GPS, em parceria com o Centro Editorial, a Unidade de Apoio ao Trabalhador e o espaço CLIC Lx.

O objetivo da iniciativa “Mês de março, mês da Mulher” é acolher colaboradoras da Misericórdia de Lisboa, utentes de equipamentos da Instituição e mulheres da comunidade para celebrarem o papel feminino que tem moldado a sociedade desde sempre, num ano em que se assinalam os 500 anos da morte da Rainha D. Leonor, fundadora da Santa Casa.

Desta vez, a atividade, guiada por Ricardo Campos Máximo e Pedro Freire Rocha, do Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural da Misericórdia de Lisboa, debruçou-se sobre a história de D. Maria I, que em 1783 autorizou a Santa Casa a explorar uma Lotaria anual sob a tutela e a fiscalização da Fazenda Real. Na mesma atividade foi também discutido o livro “Os Jogos Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Ao Serviço das Boas Causas”, dos autores João Matoso, Pedro Lisboa e Osvaldo Macedo de Sousa, com coordenação de Teresa Freitas Morna.

A programação continua já no próximo dia 25, abordando a história da benemérita Carolina Paiva de Andrade, incluindo uma visita virtual ao célebre “Quarto da menina”.

Consulte o programa completo e inscreva-se nas atividades.

O Dragão de Akimi vai aterrar na Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo continua a aposta numa programação cultural dedicada ao Japão e é já no próximo sábado, 22 de fevereiro, a partir das 10h30, que vai dinamizar uma atividade especialmente dedicada aos mais novos: O Dragão de Akimi.

Este será um exemplo do chamado Teatro Kamishibai, que significa teatro de papel, uma longa tradição de itinerância pelo Japão que vai poder conhecer agora neste espaço museológico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A história do Dragão de Akimi fala-nos de uma pequena aldeia japonesa, há mil anos, encravada entre altas montanhas, onde a amizade entre uma corajosa menina e o seu dragão salvou toda a povoação de morrer de fome e de medo.

A participação é gratuita, mas requer marcação prévia, que pode ser feita através dos telefones 213 235 250 e 213 235 401, ou através do email ca.cfc@scml.pt.

Consulte toda a programação da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo dedicada ao Japão.

Play Video about Imagem de dragão com inscrição: Teatro Kamishibai - Dragão de Akimi

Exposição Vila Rosa 277: Retrato de uma Comunidade Unida

No coração da Rua da Rosa, o número 277 tornou-se um ponto de encontro para a inclusão e a partilha. O projeto Vila Rosa 277 nasceu para combater o isolamento na comunidade, envolvendo utentes, profissionais e os vizinhos do bairro.

Durante três meses, uma série de iniciativas promoveu laços entre todos os que dividem este espaço, criando uma autêntica comunidade dentro de um prédio.

Para assinalar o impacto da iniciativa foi inaugurada uma exposição fotográfica que documenta os momentos mais significativos do projeto. As imagens captam atividades realizadas ao longo deste período, desde mensagens trocadas entre participantes a memórias partilhadas e desejos para o futuro. A seleção e montagem do material ficaram a cargo da equipa técnica do CAF, contando também com a contribuição dos utentes.

A inauguração da exposição revelou-se um momento especial, com a presença de mais de 50 pessoas, incluindo representantes da SCML, membros da PSP e os vizinhos da Casa do Cinema, entidade que acolhe diversas organizações ligadas ao mundo cinematográfico. O momento foi marcado por um ambiente caloroso e emotivo, onde se celebraram os laços criados ao longo do projeto.

Sandra Rego, diretora do CAF, destacou a importância desta iniciativa, sublinhando que “se a antítese da solidão é a comunidade, então cabe-nos criar espaços onde todos possam sentir-se parte de algo maior. O Vila Rosa 277 mostrou-nos que pequenas ações, quando feitas em conjunto, têm um impacto imensurável”.

Acrescentou ainda: “Para a realização deste projeto contámos com a parceria da Junta de Freguesia da Misericórdia que, gentilmente, nos cedeu os placards necessários para o desenvolvimento das atividades e que foram essenciais para a montagem da exposição.”

O Vila Rosa 277 provou ser mais do que um projeto social, foi uma experiência transformadora para muitos dos envolvidos. Um dos participantes revelou que esta iniciativa o levou a repensar as suas crenças e a valorizar o impacto que cada um tem na vida do outro. Outros utentes relataram que descobriram semelhanças inesperadas entre si e os seus vizinhos, criando novas amizades e fortalecendo os laços comunitários.

Como testemunhou Bruno, um dos vizinhos participantes, no livro de mensagens da exposição: “Sentir que posso dar alegria ao outro com uma simples conversa, um sorriso e um bom dia ajudou-me a meter coisas em perspetiva. (…) Com o encerramento da exposição, que pode ser visitada até 7 de fevereiro, chega também o momento de avaliar o impacto do projeto. No entanto, a iniciativa pode ter gerado sementes para novos desafios. Um dos vizinhos da Casa do Cinema deixou no ar a promessa de uma nova ideia a ser explorada, indicando que o espírito do Vila Rosa 277 pode continuar de outras formas.

Afinal, como bem mostrou esta experiência, combater a solidão passa por fortalecer a comunidade. E o número 277 da Rua da Rosa já provou que pode fazer a diferença.

Comunidade de Leitores volta a reunir-se pelo terceiro ano consecutivo

O projeto Comunidade de Leitores está de regresso este ano. Esta iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, criada em 2023, consiste num encontro de leitores que se reúnem mensalmente para conversar sobre a experiência da leitura de um determinado livro. O objetivo é fomentar a partilha de experiências sobre as obras e divulgar trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos.

A Comunidade de Leitores reúne-se, em cada sessão, na sala de leitura da Biblioteca da Misericórdia de Lisboa, sempre às 18 horas, com coordenação de Susana Gago, coordenadora do projeto. A primeira edição de 2025 já decorreu, tendo visado a obra “Nada digo de ti, que em ti não veja”, de Eliana Alves Cruz.

A entrada é livre, mas limitada a 15 participantes, requerendo, por isso, marcação prévia através do email biblioteca@scml.pt ou dos telefones 213 235 858 e 213 235 753.

Consulte todas as sessões previstas até ao final do ano:

“A casa dos olhares”, Daniele Mencarelli – 20/fev
“Rumo ao farol”, Virgínia Wolf – 20/mar
“Memórias, sonhos, reflexos”, C. J. Jung – 23/abr
“Alma”, Adriana Estrela – 22/mai
“A imperatriz viúva”, Jung Chang – 24/jul
“A relíquia”, Eça de Queiroz – 25/ set
“A peste”, Albert Camus – 23/out
“À espera do centeio”, J. D. Salinger – 20/ nov
“Os livros que devoraram o meu pai”, Afonso Cruz – 18/ dez

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo acolheu conferência sobre o Japão

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo acolheu na quinta-feira, 23 de janeiro, a conferência “O Japão de Luís Fróis, a Embaixada dos 4 Jovens Japoneses e a Música Europeia no Japão”, de Cristina Castel-Branco. A sessão contou com a presença de David Lopes e Luís Rego, administradores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, além de outros convidados, como José Miguel Júdice.

Perante uma plateia repleta, Cristina Castel-Branco, reconhecida arquiteta paisagista, abordou os relatos deste jesuíta e grande cronista português do século XVI, que registou as suas impressões sobre os jardins japoneses, as cidades e as práticas de construção, os rituais do chá e as muitas diferenças entre a Europa e o Japão em manuscritos notáveis, quase perdidos no tempo.

A conferência debruçou-se ainda sobre a visão de Fróis acerca da chamada embaixada Tensho, na qual quatro jovens japoneses viajaram por Portugal a caminho de Roma, tendo aprendido a tocar música em instrumentos europeus. Refira-se que a pesquisa das músicas levadas para o Japão por estes jovens tem sido o trabalho da Maestra Tomomi Nishimoto, com resultados que encaixam na investigação e transcrição de músicas desse século, encontradas em Portugal.

Esta iniciativa integra a programação cultural da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo dedicada ao Japão, que vai continuar nos próximos meses com cursos, conferências, workshops e uma série de outras atividades que vão permitir a todos os participantes saber mais sobre a cultura nipónica.

Conheça a programação completa.

Equipamentos sociais da Santa Casa arrancam 2025 com vasto programa sociocultural

O ano muda, mas o objetivo mantém-se: os equipamentos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa apresentam mais uma edição da sua agenda sociocultural, desta vez relativa aos meses de janeiro e fevereiro.

Como sempre, os equipamentos envolvidos prepararam um vasto leque de atividades culturais para todos os gostos e idades, demonstrando a sua vivacidade, dando-se a conhecer fora de portas e convidando a comunidade a participar.

Desde atividade manuais e artísticas, passando pelo exercício físico ou pelas áreas intelectuais e de bem-estar, a escolha é muita nestes dois primeiros meses de 2025. Um atelier de pintura, um clube de leitura, formações de literacia digital ou sessões de reiki são apenas algumas das muitas ofertas disponíveis.

Consulte o programa completo e venha conhecer uma outra faceta dos equipamentos sociais da Misericórdia de Lisboa.

Museu de São Roque celebra 120 anos

O Museu de São Roque assinalou os seus 120 anos de existência e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dedicou-lhe um programa exclusivo para assinalar esta efeméride. Durante todo o último sábado, 11 de janeiro, miúdos e graúdos foram convidados a participar nesta celebração.

Às primeiras horas de sábado decorreu a tertúlia com o tema “O Tesouro da Capela de São João Batista. Um Tesouro Nacional”, que contou com a participação de Teresa Leonor Vale, historiadora da arte, docente universitária e especialista em arte barroca italiana, numa conversa moderada por Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Misericórdia de Lisboa.

Um dos pontos altos desta comemoração foi o concerto comemorativo, com Rui de Luna (barítono) Marcos Lázaro (violino) e Pedro Vieira d’Almeida (piano), dedicado ao acervo musical da Rainha D. Amélia. Este evento contou com a presença de David Lopes, administrador da Instituição, e de Joana Vasconcelos, reconhecida artista plástica.

Durante todo o dia decorreram visitas temáticas e oficinas para famílias com crianças, que incluíram também o Museu dos Coches.

Fundado em 1905, o Museu de São Roque abriga um dos mais importantes acervos de arte sacra de Portugal, com destaque para a coleção de peças associadas à Igreja de São Roque e à Companhia de Jesus. As celebrações do último sábado foram também um testemunho vibrante do papel do Museu de São Roque na preservação da história e cultura nacionais.

Coleção da Capela de São João Batista em processo de candidatura a Tesouro Nacional

No ano em que o Museu de São Roque celebra o seu 120.º aniversário, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa irá apresentar a candidatura da coleção da Capela de São João Batista a Tesouro Nacional. Esta candidatura vem reforçar a importância do Museu de São Roque na preservação do património móvel português, celebrando um legado que tem atravessado gerações.

A Capela de São João Batista é reconhecida como uma das mais notáveis realizações do Barroco europeu. Sem paralelo no património artístico nacional, foi construída em Roma no Séc. XVIII, numa encomenda feita por D. João V, e posteriormente transferida para Lisboa, em 1747. Este exemplo de arte sacra romana é hoje um testemunho único das grandes encomendas artísticas e da própria política de mecenato do rei D. João V.

Capela de São João Batista

O anúncio desta candidatura a Tesouro Nacional surge no contexto das celebrações dos 120 anos do Museu de São Roque, inaugurado em 1905, que acontecem no próximo sábado, 11 de janeiro, assinaladas com diversas iniciativas ao longo do dia.

Aquele que é um dos mais antigos museus do país começou a ganhar forma em 1898, quando a Sacristia da Igreja de São Roque acolheu uma exposição que assinalava o IV Centenário da Fundação da SCML e os 400 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia. Sete anos mais tarde, foi então inaugurado o Museu do Tesouro da Capela de São João Batista.

Entre as iniciativas das festividades estão uma conversa sobre a candidatura da coleção da Capela de São João Batista a Tesouro Nacional, com a professora Teresa Vale, seguida de visita guiada; uma visita temática pelos 120 anos do Museu; uma atividade em família, refletindo sobre o papel dos museus e como “montar” um museu; o concerto “As Amelianas”, dedicado à estética musical do período da Rainha D. Amélia; e uma exposição documental na sala que acolheu o antigo Museu do Tesouro da Capela de São João Batista, que reunirá documentos e periódicos históricos sobre a inauguração do museu, em 1905.

Museu de São Roque prepara celebrações dos 120 anos com programa preenchido

O Museu de São Roque prepara-se para assinalar os 120 anos de existência e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa preparou um programa dedicado ao aniversário deste seu emblemático espaço. Assim, durante todo o próximo sábado, 11 de janeiro, miúdos e graúdos estão convidados a participar na celebração.

Para além do acervo habitual, estarão expostos no Museu documentos do Arquivo Histórico da Santa Casa e periódicos da época que documentam a sua criação, em 1905. A partir das 11 horas acontece a conversa e visita sob o lema “O Tesouro da Capela de São João Batista. Um Tesouro Nacional”, com Teresa Leonor Vale, historiadora da arte, docente universitária e especialista em arte barroca italiana. A moderação estará a cabo de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Misericórdia de Lisboa.

Tanto no período da manhã como da parte da tarde, vão decorrer visitas temáticas e oficinas para famílias com crianças, que incluem também o Museu dos Coches.

Ao final da tarde, às 18 horas, é hora de apreciar a música de Rui de Luna (barítono) Marcos Lázaro (violino) e Pedro Vieira d’Almeida (piano), num concerto que mostrará parte do acervo musical da Rainha D. Amélia, conhecida pelo seu amor e apoio às artes e à cultura.

As celebrações vão terminar com o habitual cantar de parabéns ao Museu, às 19 horas.

Saiba mais sobre a programação e como inscrever-se nas atividades aqui e participe no 120.º aniversário do Museu de São Roque.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas