logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo com novas iniciativas culturais dedicadas ao Japão

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo apresentou as suas novas iniciativas culturais para o arranque de 2025, que continuam a ser dedicadas ao Japão. Os visitantes e participantes podem continuar a contar com cursos, conferências, workshops e uma série de outras atividades que vão permitir a todos ficar a saber mais sobre a cultura nipónica.

Tudo começa já em janeiro com um workshop de caligrafia japonesa, a que se segue a conferência “O Japão de Luis Frois, a Embaixada dos 4 Jovens Japoneses e a Música Europeia no Japão”. Como já é habitual, os mais pequenos também terão uma programação dedicada, como o teatro de sombras O Canto do Tsuru.

Confira a programação completa:

14 jan. às 18h
Workshop caligrafia japonesa – Yuko Higashi
Máximo 20 participantes
Entrada c/ inscrição paga – 25€

23 Jan. às 18h
Conferência O Japão de Luis Frois, a embaixada dos 4 JOVENS Japoneses e a musica Europeia no Japão, por Cristina Castel-Branco.

Arquiteta Paisagista formada pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA) em 1985. Bolseira Fullbright–ITT, Mestre em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Massachusetts em 1989, prosseguiu estudos na Graduate School of Design da Universidade de Harvard. Doutorou-se em 1993 e fez a Agregação em 2006 no ISA, onde leciona desde 1989.

Sinopse

O livro Luis Frois: primeiros relatos ocidentais do Japão centra-se na figura de Luis Frois, jesuíta e grande cronista português do século XVI, que registou as suas impressões sobre os jardins japoneses, as cidades e as práticas de construção, os rituais do chá e as muitas diferenças entre a Europa e o Japão em manuscritos notáveis quase perdidos no tempo.

Escreveu também sobre a embaixada Tensho, na qual 4 jovens japoneses viajaram por Portugal a caminho de Roma, descreve as estadias dos 4 em Lisboa, Coimbra, Évora, Santarém e Vila Viçosa, Espanha e Itália. Viagem longa durante a qual os 4 japoneses aprenderam a tocar música em instrumentos europeus. A pesquisa das músicas levadas para o Japão por estes jovens tem sido o trabalho da Maestra Tomomi Nishimoto, com belos resultados que encaixam bem na investigação e transcrição de músicas desse notável século XVI, encontradas em Portugal.

Máximo 50 participantes
Entrada gratuita c/ inscrição prévia

6 fev. às 18h
Conferência Folhas de Sabedoria: A Arte Milenar do Chá, por Luís Mendonça de Carvalho.
Biólogo, mestre em bioquímica e fisiologia de plantas, Doutor em Sistemática e Morfologia de plantas (etnobotânica), pela Universidade de Coimbra. Professor coordenador no Instituto Politécnico de Beja, onde fundou e dirige o Museu Botânico. Investigador no Instituto de História Contemporânea da FCSH – Universidade Nova de Lisboa/Universidade de Évora. Visiting Scholar na Universidade de Harvard.

Sinopse
Cada folha de chá conta uma história, cada chávena revela um segredo. Guiados pela planta do chá, revisitaremos tradições antigas e utensílios raros, que serviram chá e, agora, enobrecem a Coleção da Casa Ásia-Coleção Francisco Capelo. A nossa viagem conduz-nos à China, à Coreia, ao Japão e a outras paragens, onde os humanos utilizaram o chá não só como estimulante, mas como inspiração poética. Acompanhe-nos neste périplo e venha sentir o murmúrio da natureza numa chávena de chá.

Máximo 50 participantes
Entrada gratuita c/ inscrição prévia

20 fev. às 18h
Cerimónia do chá para principiantes – Tatsuo&Reina I150 min.
Workshop em língua inglesa
10 pessoas por grupo – 2 sessões – 45min.
Q&A 20min.
Máximo 20 participantes
Entrada c/ inscrição paga – 40€

8 mar. sáb. às 15h
Exibição do filme de animação Kappa no Sampei – Direção: Toshio Hirata
1h 30min | Aventura, Animação, Família

Sampei é um menino que vive com o avô numa tranquila aldeia. Um dia, após passar pelas correntes lamacentas do rio, ele acorda na terra dos duendes.

Máximo 50 participantes
Entrada gratuita c/ inscrição prévia

15 mar. sáb. às 15h
Workshop Sumi-e por Mami Higuchi

Sumi-e (sumie ou suiboku) é uma técnica antiga de pintura que teve origem na China. A origem da Sumi-e está relacionada com a dinastia Tang e os monges budistas, que a trouxeram para o Japão. Aí, foi rebatizado Sumi-e pelos japoneses. “Sumi”, que significa tinta, e “e”, pintura. Esta técnica artística monocromática centra-se na utilização da tinta da China como elemento principal.

Máximo 20 participantes
Entrada c/ inscrição paga – 25€

27 mar. às 18h
Conferência A influência da Arte Japonesa no Design, por Hannah Sigur
Proferida em Inglês

Doutorada pelo Instituto de Belas Artes da Universidade de Nova York, Hannah Sigur tem investigado a cultura material e as artes tradicionais do Japão e do Leste Asiático e a sua influência internacional, em especial na Era Dourada da América. Colabora com universidades da Califórnia, EUA, e Lisboa, Portugal, bem como com o Smarthistory.org., tendo obra publicada sobre a influência da arte japonesa no design da segunda metade do séc. XIX e no design moderno antes da Grande Guerra.

Sinopse

Em 1889, Abel Acácio de Almeida Botelho posou para António Ramalho, a fim de ser retratado. Na obra, Botelho não surge com os símbolos da sua ilustre carreira militar e diplomática, mas antes como um intelectual, rodeado por objetos do Japão e da China. Nesta conferência, Hannah Sigur vai usar o retrato como portal para um universo maior, através das gravuras japonesas, cerâmicas chinesas e outras artes relacionadas, sob a perspetiva de onde foram produzidas, do seu significado para os colecionadores que as adquiriram, bem como a sua influência transformadora no design ocidental.

 

ATIVIDADES PARA CRIANÇAS PARA FAMÍLIAS

25 jan. sáb às 10h30/12h
O canto do Tsuru
Dos 5 aos 8anos

Atrás de uma tela branca, com personagens coloridas, existe um imperador japonês que ama a música do seu pássaro cantor e por isso, não o deixa partir. Neste Teatro de Sombras contamos uma história sobre amizade e a liberdade, entre quem tudo tem, uma menina que só tem uma coisa e um Tsuru que quer livre. No final da história vamos à procura desta ave no museu e do seu significado no Japão. E para que esta aventura seja inesquecível, guardamos numa caixinha de música, feita e decorada por cada criança, com o som do cantar deste pássaro.

Máximo 15 crianças
Entrada gratuita c/ inscrição

22 Fev. sáb. às 10.30/12h
Dragão de Akimi
Dos 8/10 anos

Há mil anos, numa pequena aldeia japonesa, encravada entre altas montanhas, a amizade entre uma corajosa menina e o seu dragão, salvou toda a povoação de morrer de fome de medo. Uma história tão extraordinária merece ser contada por toda a parte e é o que os japoneses fazem: com uma simples estrutura de papelão ou madeira, onde se encaixam os cenários, montam um teatro e andam de terra em terra a ensinar e a encantar as crianças. Chama-se Teatro Kamishibai e nós, no museu, queremos manter convosco esta longa tradição de itinerância. Vamos contar a história, fazer os cenários e ensinar a montar a estrutura. Na escola, só falta convidar o público e começar o espetáculo!

Máximo 15 crianças
Entrada gratuita c/ inscrição

22 Mar. sáb. às 10.30/12h
Um Chá na China
Dos 5/8 anos

Imaginem um grande livro que nos conta a história de dois imperadores que se perdem num bosque cheio de animais, com frio e sede? E quando tudo parece correr mal, a amizade do imperador pela sua mulher, três folhas de lúcia-lima e uma tacinha branca, salvam o dia e inventa-se o chá? No final da história vamos à procura do bosque, dos animais, dos imperadores e até da tacinha branca, todos escondidos nas salas do museu. E para que esta aventura seja inesquecível, bebemos o chá que o imperador inventou e levamos para casa uma tacinha branca, feita com as nossas mãos, decorada a gosto, com folhas de limoeiro.

Entrada gratuita c/ inscrição
Máximo 15 crianças

ATIVIDADES PARA CRIANÇAS PARA ESCOLAS
De terça a sexta das 10h às 17h por marcação
Tel.: 213 235 250 I Email: ca.cfc@scml.pt

Feira de Natal já anima o Largo Trindade Coelho com a magia da quadra

Já arrancou o Natal no Largo, uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que anima o Largo Trindade Coelho. Até ao dia 19 de dezembro, diversos equipamentos da Instituição trazem ao emblemático espaço da cidade de Lisboa variados produtos elaborados pelos seus utentes.

A feira de Natal é um dos maiores atrativos do evento, mas não é o único. Isto porque o Natal no Largo conta também com momentos musicais e workshops, para além de atividades físicas e de leitura e até uma sessão de magia. Tudo isto relacionado com cada uma das áreas das Boas Causas, seja Cultura, Saúde ou Ação Social.

Consulte aqui o programa completo e confira todos os stands que pode encontrar no Largo Trindade Coelho:

Cultura Santa Casa
Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos
Residência e Centro de Dia Quinta das Flores
Centro Intergeracional Ferreira Borges
Centro de Desenvolvimento Comunitário Bairro dos Lóios
Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos
Centro de Dia São Bartolomeu do Beato
Centro de Promoção Social PRODAC
Centro Residencial Arco-Íris
Centro de Desenvolvimento Comunitário da Charneca
Residência Nossa Senhora do Carmo
Centro de Dia Rainha D. Maria I
Centro Condessa de Rilvas
Centro de Dia de Santo Eugénio
Centro de Apoio Familiar
Centro de Apoio Social de São Bento
Centro de Dia Alto do Lumiar
Centro de Dia Nossa Senhora da Pena
Centro de Dia Alto do Pina
Centro Social e Comunitário Bairro da Flamenga
Centro Social e Polivalente São Cristóvão e São Lourenço
Residência Assistida Bairro Padre Cruz
Mitra
Centro Comunitário de Telheiras
Obra Social do Pousal
Centro de Acolhimento Infantil Bairro da Boavista
Centro de Capacitação D. Carlos I

“Natal no Largo”: Espírito natalício vai invadir o Largo Trindade Coelho

O Largo Trindade Coelho vai ser invadido pelo espírito natalício com a iniciativa “Natal no Largo”. De 12 a 19 de dezembro, a Santa Casa vai animar o emblemático espaço com música, workshops e uma feira de Natal com produtos elaborados pelos utentes da Instituição, entre outras atividades relacionadas com as áreas da Cultura, da Saúde e da Ação Social da Misericórdia de Lisboa.

Tudo começa no dia 12 de dezembro, para o qual está programada uma atuação do Grupo “Dá-me Música”, do Centro de Reabilitação Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian, a partir das 11 horas. Confira todos os stands que vai encontrar no Largo:

Cultura Santa Casa
Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos
Residência e Centro de Dia Quinta das Flores
Centro Intergeracional Ferreira Borges
Centro de Desenvolvimento Comunitário Bairro dos Lóios
Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos
Centro de Dia São Bartolomeu do Beato
Centro de Promoção Social PRODAC
Centro Residencial Arco-Íris
Centro de Desenvolvimento Comunitário da Charneca
Residência Nossa Senhora do Carmo
Centro de Dia Rainha D. Maria I
Centro Condessa de Rilvas
Centro de Dia de Santo Eugénio
Centro de Apoio Familiar
Centro de Apoio Social de São Bento
Centro de Dia Alto do Lumiar
Centro de Dia Nossa Senhora da Pena
Centro de Dia Alto do Pina
Centro Social e Comunitário Bairro da Flamenga
Centro Social e Polivalente São Cristóvão e São Lourenço
Residência Assistida Bairro Padre Cruz
Mitra
Centro Comunitário de Telheiras
Obra Social do Pousal
Centro de Acolhimento Infantil Bairro da Boavista
Centro de Capacitação D. Carlos I

Esta é uma oportunidade para a comunidade conhecer algum do trabalho realizado nos equipamentos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, desfrutar de momentos culturais alusivos à quadra natalícia e embelezar e animar o histórico Largo Trindade Coelho.

Consulte o programa completo.

Auto de Natal: reserve já os seus bilhetes para um momento mágico

O espetáculo único do Auto de Natal celebra este ano a sua 21.ª edição, mantendo viva uma das mais emocionantes tradições natalícias da Misericórdia de Lisboa. Com a participação entusiasta de crianças e jovens apoiados pelos equipamentos da instituição, o evento proporciona momentos de alegria e comunhão a utentes, reformados e voluntários.

As sessões deste ano terão lugar nos dias 20 e 22 de dezembro, às 15h00 e, no último dia, também às 17h30. O espetáculo, com cerca de uma hora e quinze minutos, decorrerá como habitualmente na Igreja de São Roque.

Embora a entrada seja gratuita, o número de lugares é limitado. Nesse sentido, e para assegurar presença, é necessário reservar os bilhetes pelo telefone 213 235 066 ou através do email irmandadesaoroque@gmail.com e levantá-los na sede da Irmandade, no Largo Trindade Coelho (entrada pelo portão do antigo hospital da SCML), durante os dias úteis, entre as 10h00 e as 16h00.

Uma tradição que encanta gerações

Preparado com dedicação ao longo de vários meses, o espetáculo destaca-se pela originalidade dos textos, pela música criada especificamente para a ocasião e pelos figurinos cuidadosamente desenhados. Mais do que um evento artístico, o Auto de Natal é um projeto educativo que valoriza a história e reforça a autoestima de todos os envolvidos.

Na edição anterior, intitulada “Cartas ao Futuro”, cerca de 200 participantes de diferentes idades encantaram o público, num encontro intergeracional que destacou a conexão entre memória e juventude. Este ano, a expectativa é que o Auto de Natal continue a inspirar e a criar memórias inesquecíveis.

Não perca a oportunidade de assistir a este espetáculo repleto de criatividade e emoção e reserve já os seus bilhetes.

Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa visitou a Igreja de São Roque

O Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, esteve ontem, 3 de dezembro, na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. O diplomata começou por visitar a Igreja de São Roque e, posteriormente, a Sala de Extrações.

A receção ficou a cargo de Rita Prates, Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa, e de Ângela Guerra, administradora da Instituição, contando ainda com as presenças de Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa, e Teresa Morna, diretora do Museu de São Roque.

Alessandro Candeas, que tomou posse como Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa há pouco mais de um mês, pôde assim ficar a conhecer dois dos espaços mais emblemáticos e históricos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

36.ª Temporada Música em São Roque: público aderiu em massa e celebrou a música clássica

Terminada a 36.ª Temporada Música em São Roque (TMSR), o balanço não poderia ser mais positivo. Foram verdadeiras enchentes nos diversos palcos que acolheram esta edição, num evento dinamizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para promover e democratizar a música clássica.

Esta celebração teve início a 27 de novembro, bem no coração da Misericórdia de Lisboa, na icónica Sala de Extrações, com o concerto de Trio e Quartetos das Classes de Música de Câmara da Escola Profissional da Metropolitana. Já o arranque oficial da TMSR deu-se ao final do dia, quando as atenções se viraram para a Igreja de São Roque, palco da atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Paulo Sousa, Provedor da Misericórdia de Lisboa, abriu a sessão, antes de um espetáculo dedicado ao tema “Música Aquática”, que aproveitou da melhor maneira a boa acústica da Igreja de São Roque.

O segundo dia da TMSR, 28 de novembro, ficou marcado, primeiramente, pela apresentação das sessões de apreciação musical “Ouvidos Para a Música”, conduzidas pelo maestro Martim Sousa Tavares, e que nesta edição foram dedicadas à vila alentejana de Arraiolos. Martim Sousa Tavares haveria de voltar à ribalta mais tarde, conduzindo a atuação da Orquestra Sem Fronteiras, que subiu ao palco na Igreja de São Roque e encantou os presentes com um concerto totalmente dedicado à obra de Vivaldi e Bach.

A Temporada Música em São Roque prosseguiu na sexta-feira com a atuação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, na Igreja de São Roque. “Madrigais Camonianos” assinalou os 500 anos sobre o nascimento de Luís de Camões. Já no sábado, dia 30 de novembro, a música fez uma pausa para dar lugar ao teatro de sombras “A Caminho de Osaka”, na Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo. Ao cair da noite, a Orquestra Sinfónica Juvenil apresentou “Do Barroco ao Classicismo”, um concerto exclusivamente dedicado à música do séc. XVIII.

Por fim, no domingo, dia de encerramento da TMSR, o Teatro Nacional D. Maria II apresentou na Igreja de São Pedro de Alcântara a peça “Filodemo”, escrita por Luís de Camões. Já o espetáculo final ficou a cargo do Coro ECCE, que encerrou a Temporada com “Sefarad Project”, uma sessão assente na música sefardita, na Igreja de São Roque.

Veja algumas das melhores imagens desta 36.ª Temporada Música em São Roque.

36.ª Temporada Música em São Roque arrebatou o público nos primeiros dias

A 36.ª Temporada Música em São Roque (TMSR) começou na passada quarta-feira, 27 de novembro, e tem encantado os espectadores com os seus concertos. Esta autêntica celebração da música clássica, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, continua até domingo, 1 de dezembro, e vai espalhar-se por mais palcos.

Tudo começou na icónica Sala de Extrações, no primeiro dia. A anteceder o arranque oficial, o concerto de Trio e Quartetos das Classes de Música de Câmara da Escola Profissional da Metropolitana deliciou a plateia, numa sessão que contou com vários colaboradores da Misericórdia de Lisboa, e com Paulo Sousa, Provedor da Instituição, David Lopes, administrador com o pelouro da Cultura, e Teresa Nicolau, diretora da Cultura.

Posteriormente, ao final do dia, as atenções viraram-se para a Igreja de São Roque, palco da atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no arranque oficial da 36.ª edição da Temporada. Paulo Sousa, Provedor da Misericórdia de Lisboa, abriu a sessão, na qual estiveram igualmente presentes os administradores David Lopes e Ângela Guerra. O espetáculo foi dedicado ao tema “Música Aquática” e aproveitou da melhor maneira a boa acústica da Igreja de São Roque.

Já o segundo dia da TMSR, a 28 de novembro, ficou marcado, primeiramente, pela apresentação das sessões de apreciação musical “Ouvidos Para a Música”, conduzidas pelo maestro Martim Sousa Tavares. Nesta edição da Temporada, as sessões são inteiramente dedicadas à vila alentejana de Arraiolos, enquanto fonte de inspiração para a simbiose entre música e comunidade. A apresentação decorreu na Brotéria e contou com a presença do próprio maestro que, em conversa com Teresa Nicolau, classificou estes episódios como “um espaço de enriquecimento cultural”, com o objetivo de “aproximar sítios e pessoas”.

Martim Sousa Tavares haveria de voltar à ribalta mais tarde, conduzindo a atuação da Orquestra Sem Fronteiras, que subiu ao palco na Igreja de São Roque e encantou os presentes com um concerto totalmente dedicado à obra de Vivaldi e Bach, dois compositores mundialmente reconhecidos.

A Temporada Música em São Roque prossegue esta sexta-feira, com a atuação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, na Igreja de São Roque. Já no sábado, dia 30 de novembro, a música faz uma pausa para dar lugar ao teatro de sombras “A Caminho de Osaka”, na Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo. As melodias têm regresso agendado para o final do dia, com a Orquestra Sinfónica Juvenil a atuar na Igreja de São Roque.

No domingo, dia de encerramento da TMSR, o Teatro Nacional D. Maria II apresenta “Filodemo” na Igreja de São Pedro de Alcântara, ao passo que o Coro ECCE encerra a Temporada com “Sefarad Project” na Igreja de São Roque.

Consulte a programação completa.

Maestro Martim Sousa Tavares conduz sessões de apreciação musical dedicadas ao Alentejo

De 28 de novembro a 1 de dezembro, o maestro Martim Sousa Tavares conduz um ciclo de encontros de apreciação musical, levando os espetadores num périplo à descoberta da vila de Arraiolos, a partir de quatro lugares icónicos – um coreto, um castelo, uma igreja e um teatro – que servem para contar as histórias da música, do lugar e dos múltiplos significados que se cruzam na imaginação de quem gosta da música e do pensamento.

Este menu de degustação musical realizado por Adriana Romero é acompanhado pelo quinteto de metais Transmonta Brass, que vai seguindo o maestro durante as exemplificações. Ao todo serão quatro as sessões que compõem o ciclo deste ano, nas quais os espetadores poderão descobrir a relação da música com os lugares que povoam o imaginário das pessoas.

“Música” é o tema da primeira sessão, que vai para o “ar” esta quinta-feira, às 21h30, à qual se segue, no dia seguinte, “Imaginação”, que dá a conhecer a peça da brilhante compositora Anne Victorino d’Almeida, “Fantasia Campestre”, que nas palavras do maestro é “um estimulo à imaginação num estado puro”.

Para as duas últimas sessões, a 30 de novembro e 1 de dezembro, Martim Sousa Tavares apresenta os episódios, “Muralha” e “Comunidade”, respetivamente, onde fala sobre um dos ex-líbris da vila, o castelo que olha do alto do monte para a comunidade, e sobre as gentes que fazem de Arraiolos um sítio único no vasto Alentejo.

O ciclo “Ouvidos para a Música” está disponível para visualização já a partir do dia 28 de novembro, no YouTube da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Temporada Música em São Roque arranca com a Orquestra Metropolitana de Lisboa

A Temporada Música em São Roque arranca já na quarta-feira, 27 de novembro, naquela que é a 36.ª edição da iniciativa anual da Santa Casa que promove a música clássica e o património cultural. Até 1 de dezembro, uma vez mais, haverá muito para descobrir e a entrada é gratuita.

O concerto de abertura acontece na quarta-feira a partir das 19h30, na Igreja de São Roque, e estará a cargo da Orquestra Metropolitana de Lisboa. A Música Aquática será a rainha da noite, num programa composto por obras de Händel e Telemann, sob a direção musical de Fernando Miguel Jalôto.

No dia seguinte, à mesma hora, o cenário da Igreja de São Roque mantém-se, mas mudam os protagonistas, subindo ao palco a Orquestra Sem Fronteiras, com O Chiaroscuro de Vivaldi e Bach, num contraponto de melodias sensíveis dos dois reconhecidos autores.

Já a 29 de novembro, às 19h30, o espetáculo Madrigais Camonianos aterra na Igreja de São Roque à boleia Coro do Teatro Nacional de São Carlos, num concerto a dois tempos: uma parte dedicada à música de dois compositores de ópera, Rossini e Saint-Saëns, e uma segunda parte, dedicada à música portuguesa e a Camões nos 500 anos sobre o seu nascimento.

Quanto ao dia 30, a música faz, primeiramente, uma pausa para dar lugar ao teatro de sombras Beniko Tanaka, na Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo, com o título “A caminho de Osaka”, às 15 horas, retratando a viagem a Portugal dos primeiros meninos cristãos japoneses. Ao final do dia, às 19h30, as atenções viram-se novamente para a Igreja de São Roque com a atuação da Orquestra Sinfónica Juvenil. “Do Barroco ao Classicismo” será um concerto exclusivamente dedicado à música do séc. XVIII.

Segue-se, a 1 de dezembro, um espetáculo do Teatro Nacional D. Maria II. “Filodemo” traz uma leitura encenada comemorativa dos 500 anos do nascimento de Camões e terá direito a interpretação em Língua Gestual Portuguesa. Será na Igreja de São Pedro de Alcântara, às 16 horas. Mais tarde, às 21h00, é apresentado o concerto Sefarad Project, pelo Coro ECCE, versado em música sefardita.

“Ouvidos Para a Música” de regresso

A Temporada Música em São Roque faz regressar também o ciclo “Ouvidos Para a Música”, agora com transmissão no canal de YouTube da Santa Casa, entre 28 de novembro e 1 de dezembro. Na sua quinta edição, o projeto, realizado por Adriana Romero, conta com o quinteto de metais Transmonta Brass e divide-se em quatro episódios, nos quais os espectadores mergulham em histórias musicais e nos significados entrelaçados na imaginação dos amantes da música, sempre guiados pelo maestro Martim Sousa Tavares.

Saiba todos os pormenores no site da Temporada Música em São Roque.

Santa Casa e OPART celebram protocolo para a realização de atividades culturais

A Santa Casa celebrou esta segunda-feira, 18 de novembro, um protocolo de colaboração com o Organismo de Produção Artística (OPART), entidade pública empresarial que administra o Teatro Nacional de São Carlos, a Companhia Nacional de Bailado e os Estúdios Victor Córdon, com vista à promoção e realização de atividades culturais em espaços nobres da Misericórdia de Lisboa.

O acordo prevê que locais emblemáticos da Santa Casa, como a Igreja de São Roque ou o Convento de São Pedro de Alcântara, acolham concertos e masterclasses com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado. No mesmo âmbito, está igualmente prevista a realização de espetáculos e projetos formativos entre a Santa Casa e os Estúdios Vítor Córdon.

Na cerimónia, presidida por Paulo Sousa, Provedor da Santa Casa, esteve igualmente presente David Lopes, administrador da Misericórdia de Lisboa com o pelouro da Cultura, e ainda Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Instituição.

Para David Lopes, pretende-se que este protocolo “dê resposta ao próprio programa da OPART, mas também que possa, nesse caminho, responder às necessidades, que são muito grandes, dos utentes da Santa Casa”.

“A Cultura é esta vastidão, que tem a ver com a nossa própria história, com a identidade e com a nossa capacidade de criarmos, juntos, esperança e felicidade”, referiu David Lopes, que falou num “dia de tempestade perfeita”, no qual decorreu a inauguração de uma nova ala no Hospital de Sant’Ana e o 241.º aniversário da Lotaria Nacional.

Também a presidente do Conselho de Administração do OPART, Conceição Amaral, se congratulou com esta parceria, recordando o nascimento do Teatro Nacional de São Carlos, ligado a boas causas.
“Quando o São Carlos foi criado em 1793, tínhamos tido o terramoto e havia a reconstrução da cidade. Pina Manique conseguiu arranjar financiadores particulares e disse à Casa Real: as receitas vão todas para a Casa Pia. Esta responsabilidade social está logo na base”, frisou, destacando a ligação atual à Santa Casa.

“Não faremos a nossa missão sem parceiros e a Santa Casa é, estrategicamente, um parceiro. Estaremos centrados nos beneficiários, na produção, mas também na criatividade da comunidade em geral”, concluiu Conceição Amaral.

Recorde-se que este protocolo de cooperação surge numa altura em que o Teatro Nacional de São Carlos se encontra encerrado ao público para obras de conservação, restauro e modernização, e permitirá àquela estrutura, assim como à Companhia Nacional de Bailado e aos Estúdios Vítor Córdon, apresentarem as suas artes em espaços da Santa Casa, também esta uma entidade de relevo na cultura da cidade de Lisboa. Após um primeiro concerto, apresentado em março deste ano, na Igreja de São Roque, pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos e pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, a parceria entre as instituições alarga-se agora à totalidade do universo OPART.

A próxima atividade cultural, no âmbito deste protocolo, acontece já no dia 29 de novembro, sexta-feira, na Temporada Música em São Roque 2024, com o Concerto «Madrigais Camonianos», do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, sob a direção musical de Giampaolo Vessella, com obras que celebram os 500 anos do nascimento de Camões.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas