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Projeto Geracante une duas realidades distintas mas apaixonadas pela música

O final da tarde da passada sexta-feira, dia 16 de junho, encheu a zona exterior da Casa do Impacto com música. Os artistas em questão pertencem a dois grupos bem diferentes, mas uniram esforços e resultaram no projeto Geracante, que congrega a Orquestra Geração da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Grupo Coral Infantil da Porta Nova, da cidade alentejana de Moura.

Os dois grupos ensaiaram durante os últimos meses e apresentaram-se agora em conjunto pela primeira vez, sendo que a 24 de junho têm uma segunda atuação marcada para Moura.

Lanice está na Orquestra Geração há 3 anos, toca violoncelo e não podia estar mais satisfeita com este projeto: “Adorei tocar com a Gerancate, são incríveis”. Pelo mesmo diapasão alinha Rodrigo, colega de Lanice na Orquestra: “Gostei de conhecer novas pessoas e falar com novos amigos”.

Do lado alentejano, Manuel, que frequenta o Grupo Coral Infantil da Escola de Porta Nova há quatro anos – quase metade da sua vida – também fez um balanço positivo do projeto, até porque adora música: “Sempre gostei muito de cantar, traz-me felicidade e descontrai-me das coisas que me stressam. Quando ensaiámos gostei de ouvir os músicos da Santa Casa, estavam muito afinados”.

A conterrânea Madalena acrescenta que a música traz-lhe “harmonia”. Toca guitarra e deixou elogios à Orquestra Geração: “Tocaram maravilhosamente, foi fabuloso”.

No dia seguinte à atuação na Casa do Impacto, os jovens membros do projeto Geracante puderam conviver numa visita ao Jardim Zoológico de Lisboa. Dia 24 voltam a encontrar-se, dessa vez em Moura, no feriado municipal, para um concerto na igreja de São João Baptista. No dia seguinte o convívio prossegue com um programa nas piscinas municipais.

Um projeto com frutos

Esta junção improvável traz muitos benefícios às crianças envolvidas. Quem o diz é António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização da Santa Casa, que explica como tudo começou.

“A Santa Casa tem desenvolvido a sua atividade no âmbito da Orquestra Geração e tem participado em atividades musicais que têm operado mudanças significativas nas crianças participantes. As atividades, para além do ensino da música, têm procurado integrar projetos diferentes como é o caso do Geracante. A ideia partiu da feliz coincidência da paixão pelo cante alentejano dos diferentes intervenientes e do interesse dos músicos juvenis da Orquestra Geração em fazer ligações diferentes”, começa por dizer.

Para conciliar os dois grupos, separados por tantos quilómetros, houve que unir esforços.

“Depois da ideia foi necessário encontrar as pessoas certas para a levá-la do plano até à sua execução. Nesta circunstância, para além do apoio da administração da Santa Casa, foi importante a disponibilidade do professor da Orquestra Geração, José Mira de Moura, e dos professores Serafim, Filomena e Maria Fialho, do Agrupamento de Escolas de Moura, bem como todo o entusiasmo da Câmara Municipal de Moura, na pessoa do seu presidente Álvaro Azedo”, referiu.

Questionado sobre o que é que projetos como este podem trazer às crianças da Orquestra Geração, António Santinha destacou “a capacidade de sonhar, o gosto pela música e a oportunidade de conhecer outras realidades e outras crianças de diferentes territórios, neste caso do Alentejo”.

Simpósio internacional dedicado à Companhia de Jesus

Lisboa foi palco do simpósio internacional dedicado à Companhia de Jesus, organizado pelo Advanced Jesuit Studies do Boston College e pela Brotéria, em associação com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Durante três dias (12, 13 e 14 de junho), 120 especialistas mundiais na história dos jesuítas passaram pelas instalações da Brotéria, pela Sala de Extrações da Santa Casa e pelo Convento de São Pedro de Alcântara.

O objetivo desta iniciativa inédita passava por aprofundar o conhecimento sobre a Companhia de Jesus e suas missões ao longo dos séculos. Para o efeito, foram organizados diferentes painéis de discussão dedicados à história e missão dos jesuítas, abrangendo inúmeras perspetivas da sua atividade em diferentes momentos da sua existência. Uma história que se cruza com a da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, desde logo porque a sede da instituição está instalada num edifício que pertencera à Companhia de Jesus, da Igreja e da Casa Professa de S. Roque.

Os investigadores presentes tiveram oportunidade para apresentar propostas de estudo sobre as diferentes componentes da vida dos jesuítas, nomeadamente do seu papel na sociedade e do impacto que esta terá tido na sua estrutura e missão.

Em declarações à Rádio Renascença, o padre Francisco Mota, diretor-geral da Brotéria, sublinhou que o simpósio resultou “de uma colaboração que a Brotéria tem com o Boston College, uma importante universidade americana, que tem um instituto dedicado a temas que se prendem com a história da companhia de Jesus”.

O encontro foi adiado em consequência da pandemia. Quis o destino que este simpósio se realizasse a poucas semanas da Jornada Mundial da Juventude, agendada para a semana de 1 a 6 de agosto, em Lisboa. A Jornada Mundial da Juventude, a que a Santa Casa se associa, terá a presença do Papa Francisco, também ele um jesuíta.

Santa Casa e Brotéria acolhem simpósio internacional com 120 especialistas mundiais na história dos jesuítas

Trabalhos decorrem entre hoje e quarta-feira nas instalações da Brotéria, na Sala de Extrações da Santa Casa e no Convento São Pedro de Alcântara, na zona do Bairro Alto, em Lisboa

Santa Casa apresenta Programação Cultural para junho

Visitas guiadas a Museus, Oficinas para famílias e percursos pedestres, são apenas algumas das iniciativas que a Cultura Santa Casa preparou para junho.

Feira do Livro de Lisboa acolhe iniciativa “Momentos do Cuidador”

Prestar cuidados e assistência a outras pessoas, geralmente a um familiar, amigo ou vizinho é um papel que milhares de portugueses já assumiram. São cuidadores a tempo inteiro, nalguns casos deixaram para trás carreiras e futuros, para auxiliar outras pessoas em inúmeras tarefas, desde a alimentação à administração de medicamentos, passando pelos cuidados da higiene ou deslocações.

Foi a pensar nestes casos que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa organizou mais uma ação da iniciativa “Momentos do Cuidador”, na última segunda-feira, 29 de maio, na Feira do Livro de Lisboa, com o objetivo de promover ações de sensibilização junto de quem tem pessoas a seu cargo de forma a melhorar a vida quer de cuidadores, quer das pessoas por eles cuidadas.

Ao longo de toda a tarde foram vários os momentos destinados a “mimar” estas pessoas, com um espaço reservado para massagens e descompressão muscular, realizado por diversos formandos do Centro de Educação, Formação e Certificação da Santa Casa.

Na sessão de abertura, Sérgio Cintra, administrador de Ação Social da Misericórdia de Lisboa, fez questão de salientar o importante papel que os cuidadores têm na “prestação de apoio a pessoas que se encontram numa situação vulnerável”, considerando que os cuidadores são uma “balança” importante para que “as pessoas possam permanecer, com qualidade, o mais tempo possível nas suas casas, retardando a sua institucionalização”.

Durante a sua reflexão, Sérgio Cintra frisou que é necessário alterar o paradigma no perfil do cuidador informal. Atualmente, é predominantemente a mulher que ocupa este papel, sendo que os dados apontam que mais de 80% são do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 45 e os 75 anos e que são as companheiras ou as filhas que prestam estes cuidados.

“Este é um trabalho que nós enquanto sociedade temos que fazer. É necessário convocar todos para esta necessidade e não deixar recair apenas sobre a mulher, com todos os impactos económicos, físicos e psicológicos que isto acarreta”, concluiu o administrador.

Outro dos intervenientes na sessão foi Paula Guimarães, coordenadora do grupo de trabalho dos cuidadores informais do Fórum para a Governação Integrada – Govint, que elogiou a iniciativa da Misericórdia de Lisboa, comentando que “são momentos como estes que podem fazer a diferença entre o estatuto do cuidador informal ser apenas uma resolução legislativa ou ser uma realidade para todos os cuidadores do país”.

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fundação Aga Khan Portugal, Associação Alzheimer Portugal, Associação nacional de Cuidadores Informais, Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa, Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica, Federação Portuguesa das Famílias com Doença Mental, Associação Coração Amarelo e DEIB Portugal foram as entidades presentes no evento, numa tarde animada que incluiu, ainda, um momento musical e várias tertúlias.

A mão que cuida nos momentos mais difíceis

Maria tem 63 anos e, até há uns anos, cuidava do pai, doente oncológico, que mais tarde viria a ter um acidente vascular cerebral (AVC) que o “atirou” para uma cama, em casa. Maria que até então sempre trabalhara como modista, viu-se de um dia para o outro, numa situação de vida que nunca imaginou.

“Foi tudo muito rápido. Sentíamos que ele (pai) já não estava muito bem, desde que teve a notícia que tinha cancro, mas o AVC que sofreu deitou-o abaixo e daí até não querer levantar-se, comer e viver foi um pequeno passo”, recorda Maria.

Tal como em diversos casos, Maria encarou o seu novo “trabalho” como uma missão. O pai, já com pouca ou nenhuma autonomia, dependia da filha para as tarefas mais básicas do dia a dia, como banho ou até para ler a correspondência que ia parar lá a casa. Aos poucos, as agulhas e os tecidos foram ficando para segundo plano e o cuidado do pai, viúvo há cinco anos, foram transformando a sua rotina diária.

“Foram tempos difíceis entre conciliar a minha casa, com a minha família e o auxílio ao meu pai. Algo tinha que ficar para trás e neste caso foi o meu trabalho diário. Felizmente tenho uma família que me apoiou e esteve sempre ao meu e ao lado do meu pai, até ao último dia”, conta a modista.

Sobre a ajuda da Santa Casa, Maria não tem dúvidas em afirmar que se não fosse a instituição, ela própria tinha tido um esgotamento. “Quando percebi que não consegui sozinha, recorri ao apoio da Santa Casa. Desde a primeira hora que foram incansáveis comigo. Foram uns anjos”.

Santa Casa oferece diversidade cultural na Feira do Livro

A 93.ª Feira do Livro de Lisboa abriu ontem, dia 25 de maio, e este ano conta novamente com um stand da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que promete oferecer uma verdadeira diversidade cultural a quem passa.

Em termos de novidades, Andreia Afonso, do Centro Editorial da Santa Casa, começa por referir o projeto Relicário, do Museu de São Roque, “que começou com uma exposição e depois passou a um caderno de conferências”. Destacam-se ainda o livro Suor Frio e o Prata da Casa, “que não é um produto interno mas um patrocínio da Santa Casa e retrata um bairro de Lisboa na zona de Arroios”.

O stand da Santa Casa está localizado logo na entrada principal da Feira do Livro e ainda surpreende muitos visitantes.

“Muita gente fica admirada por estar aqui a Santa Casa. Mas depois há aqueles visitantes que já nos conhecem e já sabem o que procuram: ou é aquela ponta histórica que está perdida e que falta relacionar, ou são amantes da História de Arte, ou estudantes e investigadores de sociologia e querem perceber como está a demografia da sociedade… As pessoas ficam agradadas com o tipo de informação que encontram nos nossos livros”, relata Andreia Afonso.

Sobre a programação cultural, a técnica do Centro Editorial destaca, por exemplo, a atuação da banda Vertigem, “um grupo jovem, cujo baterista é utente do Lar Branco Rodrigues, é cego e estuda jazz”. Andreia Afonso não tem dúvidas de que “faz todo o sentido estarem presentes, são prata da casa”.

Outro dos destaques da programação vai para a Hora do Conto, “que visa atingir seniores, crianças e adultos com necessidades especiais, multideficiências”.

“Por exemplo, fizemos uma parceria com a Associação Portuguesa de Surdos e em determinadas Horas do Conto vamos ter um intérprete de língua gestual”, refere Andreia, sublinhando que o stand vai receber vários grupos de utentes da Santa Casa.

Provedora na sessão de abertura

A cerimónia de abertura da Feira do Livro juntou, no Auditório Sul do recinto, diversas personalidades. Na sessão participaram Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura, e Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Ana Jorge, provedora da Santa Casa, marcou presença na primeira fila da plateia.

Após a cerimónia, Ana Jorge e o administrador com o pelouro da Cultura da SCML, João Correia, visitaram o stand da Santa Casa, localizado ao lado do Auditório Sul. A provedora teve ainda oportunidade de assistir ao concerto do Quarteto de cordas Vita Brevis, composto por professores da Orquestra Geração, que interpretaram um reportório do período barroco ao clássico.

Provedora na Feira do Livro

Consulte toda a programação cultural.

Centro de Desenvolvimento Comunitário é motor do Bairro dos Lóios

A funcionar deste o início dos anos 80, o Centro de Desenvolvimento Comunitário do Bairro dos Lóios, em Marvila, é uma das entidades deste género mais antigas na cidade e continua a crescer. Atuando junto de uma população com várias faixas etárias, o Centro tem contribuído para a coesão e desenvolvimento do bairro.

“Funcionamos de uma forma intergeracional, é essa a premissa”, sublinha Maria João Teixeira, diretora do Centro de Desenvolvimento Comunitário, que aponta a “resposta de proximidade com todas as gerações” como um fator fundamental.

“Como o Centro funciona na base da relação com as pessoas, tem acrescentado muito à comunidade e formado gerações diferentes, deixando uma marca inevitável. E dou um exemplo muito prático: se perguntarem aqui no bairro onde é a Santa Casa, vão ouvir que é isto, que é o Centro. Estamos na proximidade com uma resposta de qualidade e multidisciplinar”, explica a diretora.

O trabalho do Centro de Desenvolvimento Comunitário do Bairro dos Lóios apresenta diversas respostas sociais e atividades dirigidas à população, como centro de dia, animação educativa, espaço de inclusão digital, expressão de movimento, boccia, caminhadas, coro, meditação ou ginástica.

“É uma resposta de ADN comunitário”, resume Maria João Teixeira.

Festival animou o bairro

No passado sábado, dia 20 de maio, decorreu o Festival CulturLóios e o Centro de Desenvolvimento Comunitário, entre outras entidades, não deixou de marcar presença. Este festival nasceu em 2017 com o claro objetivo de construir uma comunidade de pessoas mais felizes, confiantes e empáticas. O dia foi repleto de animação para toda a família e estimulou o convívio entre todos, saudando a diversidade e autenticidade existentes no bairro.

Entre as atividades praticadas estiveram uma caminhada histórica, capoeira, artesanato, dança ou desfile de moda, e não faltaram também um espaço criança, outro de restauração e, claro, muita música.

O Festival CulturLóios tem, de resto, já prometido o regresso no próximo ano, a 18 de maio.

Foto: Movimento de Escola Fotográfica

Exposição “Oito relíquias, Oito santos e muitas coisinhas” abre ao público na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque

A inauguração da exposição decorreu ontem, véspera do Dia Internacional dos Museus, na Igreja de São Roque, numa cerimónia que contou a presença da provedora da Santa Casa, Ana Jorge, da secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro, além de outros convidados.

Oito relíquias, Oito santos e muitas coisinhas insere-se no projeto reliquiarum, coordenado pelo Professor António Camões Camões Gouveia a partir da coleção de relíquias do Museu de São Roque, uma das mais importantes do género em toda a Europa, e cujo objetivo principal é estudar e compreender o universo das relíquias nas suas múltiplas aceções e abordagens.

Como explicou, na ocasião, Teresa Morna, diretora do Museu de São Roque, trata-se de “um projeto multidisciplinar, que ultrapassa o elemento físico da relíquia e do relicário com o intuito de chegar ao seu conteúdo imaterial de índole social e cultural. É um estudo antropológico e artístico dos relicários e da sua importância ao longo de várias épocas”.

Para a provedora da Misericórdia de Lisboa, esta exposição e este projeto inserem-se naquele que é um dos principais propósitos da instituição: “A Santa Casa, além da sua atuação na área da ação social e na proteção dos mais desfavorecidos, desenvolve a sua atividade também na área da cultura, permitindo que esta chegue a todas as pessoas de uma forma equitativa. Esse é um orgulho da instituição e da sua missão, no papel que desempenha para a preservação da cultura e do património português”. Ana Jorge adiantou que, atualmente, estão a ser desenvolvidas ações impulsionadoras nesta área, “não só relativas ao Museu de São Roque, mas a vários outros aspetos culturais, nomeadamente sobre a cultura portuguesa”, referindo-se à abertura da Casa da Ásia, com a coleção de Francisco Capelo, “que virá ao encontro daquilo que é a presença de Portugal no mundo e na arte asiática”.

Provedora na apresentação da exposição

Também a secretária de Estado da Cultura fez questão de valorizar o “riquíssimo património que a Santa Casa tem vindo a saber reunir, estudar e comunicar há mais de cinco séculos. A sabedoria na conservação, estudo e valorização desse património, que esteia toda a nossa atividade nos museus, está bem patente na Igreja de São Roque”. Isabel Cordeiro enalteceu o projeto reliquiarum, tendo em conta que “nos proporciona, num sentido lato, observar e alcançar a devoção humana na sua praxis devocional. Daí que o estudo das relíquias, na abordagem interdisciplinar que a matéria pode exigir, a sua conservação e restauro enquanto bens de considerável profusão e de enorme fragilidade, mas também a sua divulgação enquanto património que se inscreve simultaneamente no físico e no metafísico, mereçam a maior importância”.

apresentação da exposição

O projeto reliquiarum terá um portal próprio, onde serão disponibilizados os dados adquiridos, com a identificação e tipologia das relíquias, o santo de devoção e suas características, referentes não só às que pertencem à coleção de São Roque, mas também às que integram o acervo de outras misericórdias, dioceses, paróquias, museus municipais e nacionais.

Por ocasião da cerimónia, foi também apresentado o novo site do Museu de São Roque, que estará disponível brevemente numa formatação mais apelativa e acessível a todos, incluindo a pessoas com deficiência. O espaço online pretende vir a disponibilizar todas as peças que integram os acervos museológicos da Santa Casa, que ascendem a mais de cinco mil.

galeria da exposição

Conventos de Lisboa abrem portas para receber visitas gratuitas

Lisboa é pontuada por edifícios que outrora foram casas de comunidades religiosas e que hoje cumprem propósitos bem diferentes. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Câmara Municipal de Lisboa, o Quo Vadis – Turismo do Patriarcado de Lisboa e o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa desafiaram várias instituições a abrir as portas de edifícios que, originalmente, foram conventos.

A sessão de abertura decorre no dia 24 de maio, às 18h00, na Sala de Extrações da Lotaria Nacional, instalada num dos antigos claustros da Casa Professa de São Roque, e, no dia 25 de maio, no Museu da Marioneta, antigo Convento das Bernardas, terá lugar, a partir das 15h00, a conversa “Conventos e habitação. A maioria das atividades terá lugar entre 26 e 27 de maio, com variadíssimos conventos de portas abertas e também visitas guiadas e percursos pedestres.

Em quatro dias, são 32 os antigos conventos que vão abrir as portas para receber quem os queira conhecer, participar numa das visitas guiadas, percorrer um dos vários itinerários ou apenas entrar para ver o seu interior.

Esta iniciativa, dirigida a toda a população, dedica-se à divulgação do património e da história dos conventos de Lisboa e conta com a colaboração de voluntários para acolher os visitantes e prestar informações sobre a memória de cada lugar.

O programa, os itinerários e a informação histórica e cultural sobre cada convento estão disponíveis, aqui.

Open Conventos

Após o sucesso da primeira edição, realizada em 2019, o Open Conventos está de volta. De 24 a 27 de maio, 32 antigos conventos de Lisboa estarão de portas abertas para receber quem os queira conhecer, gratuitamente, entre visitas livres, visitas guiadas e itinerários.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas