logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

35.ª Temporada Música em São Roque com estreias mundiais

Aproxima-se a 35.ª Temporada Música em São Roque, que vai decorrer entre 13 de outubro e 10 de novembro. Baseada num diálogo entre a história e a palavra, esta edição terá 10 momentos distribuídos pela Igreja de São Roque e pelo Convento de São Pedro de Alcântara, mantendo o propósito com que nasceu em 1988.

“Esta 35.ª edição revela continuidade nesse propósito absolutamente primordial e ético de dar lugar a um repertório de música portuguesa com artistas portugueses e dar-lhes liberdade suficiente para poderem apresentar o seu repertório de acordo, obviamente, com as regras que se mantêm desde 1988. Mas, acima de tudo, é valorizar o que se faz no nosso país a este nível”, sublinhou Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

“É um festival muito acarinhado, tanto por quem assiste como por quem participa”, acrescentou, destacando o exemplo do Grupo Vocal Olissipo, presente desde a primeira temporada. “Significa que tem havido uma evolução nesta relação, que não é apenas profissional, mas também empática, e que acreditamos que também a haja com o público, o que acaba por notar-se”, acrescentou a responsável.

Play Video about orquestra na Temporada Música em São Roque

Estreias mundiais em 2023

Do cartaz constam várias novidades, entre as quais algumas estreias mundiais. É o caso de “A música na Igreja de Santo António dos Portugueses em Roma”, com obras de Giovanni Pietro Franchi, um programa que será apresentado pelo grupo Ludovice Ensemble e que resulta da investigação da musicóloga Cristina Fernandes e de Fernando Miguel Jalôto.

Esta aposta mostra, segundo Teresa Nicolau, “um reconhecimento”: “Estamos a fazer história ao mesmo tempo que fazemos um festival de música. Se a Santa Casa tem algumas missões essenciais na ação social, por exemplo, esta sua missão de olhar para a cultura e destacar estes acontecimentos é também um dos pilares desta casa”.

Por fim, a diretora da Cultura da Misericórdia de Lisboa realçou mais uma participação do maestro Martim Sousa Tavares, que vai ser acompanhado pela Orquestra do Algarve, nas sessões de apreciação musical.

“É uma série de quatro episódios chamados Ouvidos para a Música, que vão ser disponibilizados em várias plataformas. Estes episódios têm sido, muitas vezes, utilizados nas edições anteriores, em escolas de música pelo país inteiro. Significa que prolonga a temporada ao longo do ano. Se cada um destes concertos e episódios tocar uma pessoa e torná-la interessada neste tipo de música, já cumprimos a nossa tarefa. Porque a cultura trabalha-se a longo prazo”, realçou Teresa Nicolau.

Todo o programa desta 35.ª edição pode ser consultado no site da Temporada Música em São Roque. Os bilhetes podem ser levantados gratuitamente e a entrada é feita até 10 minutos antes da hora dos concertos, finda a qual os lugares sobrantes são libertados.

Santa Casa Alfama, o festival da inclusão

O Santa Casa Alfama está de volta com dezenas de concertos distribuídos por vários palcos espalhados por Alfama. Nos dias 29 e 30 de setembro, o bairro lisboeta que dá nome à iniciativa volta a encher-se de fado para acolher o festival que celebra esta “estranha forma de vida”.

À semelhança da última edição, “o maior festival de fado do mundo”, pretende também ser um dos mais inclusivos do calendário festivaleiro. Além de dar nome ao festival, a Santa Casa assume também a missão especial de o tornar acessível, quer no apoio dado às pessoas com mobilidade condicionada, em cinco palcos (Palco Santa Casa; Palco Ermelinda de Freitas; Palco Amália; Palco Santa Maria Maior e o Museu do Fado), quer na promoção de um maior acesso aos concertos pela comunidade surda, através da interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP). Ações que voltam a ser desenvolvidas em parceria com equipas especializadas e verificados pela AcessLab, uma startup de impacto social que trabalha o acesso de pessoas com deficiência motora ou surdas à cultura e ao entretenimento.

Além da interpretação em LGP, no Palco Santa Casa, a equipa de interpretação terá duas pessoas surdas nativas para interpretarem alguns fados e fazerem representar a sua comunidade. Também será o primeiro festival de música a implementar coletes de vibração sensorial para que o público Surdo sinta o ritmo da música. 

A organização do festival volta também a disponibilizar bilhete gratuito para acompanhantes de pessoas com deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60%, mediante a compra do bilhete pelas pessoas com deficiência e apresentação de respetivo Atestado Multiuso.

No palco Santa Casa, estão confirmados os nomes Sara Correia, Miguel Moura e Teresa Salgueiro. O palco Ermelinda Freitas, instalado no Rooftop Terminal de Cruzeiros de Lisboa, conta com os nomes de Tânia Oleiro, Rodrigo Rebelo de Andrade e Ana Sofia Varela.

O palco Amália, no Auditório Abreu Advogados, recebe as vozes de Mário Lundum e Soraia Cardoso. Já no último dia vão subir ao palco Francisco Moreira e Carmo Moniz Pereira.

No Palco Santa Casa Futuro, dedicado aos novos talentos, e instalado na Sociedade Boa União, a programação fica a cargo da Escola de Fado Amador e Criativo de Alverca. No segundo dia de festival, dia 30, as atividades são da autoria da Sociedade Boa União e da Associação Fado Cale Coimbra.

O palco instalado no Hotel Memmo Alfama, uma das novidades deste ano. Por aqui passaram as vozes de José da Câmara, Gustavo Pinto Basto e Teresa Brum. Outra novidade desta edição é a parceria com a Associação de Comerciantes do Bairro de Alfama, que vai integrar a programação do festival com oito casas de Fado de Alfama.

Ainda durante o festival, pelas 18H do dia 30, destaque para a Marcha da Santa Casa volta à rua para fazer um desfile pelos becos e vielas de Alfama, celebrando desta maneira não só o fado, mas também a génese da tradição alfacinha.

Festival Santa Casa Alfama

Santa Casa presente em mais uma edição da Festa do Livro

A Santa Casa juntou-se, mais uma vez, a esta iniciativa de promoção e incentivo à leitura, marcada pela celebração dos editores nacionais e autores de língua portuguesa, e na qual a provedora, Ana Jorge, marcou presença.

Nas palavras da diretora da Cultura da instituição, Teresa Nicolau, “a nossa participação na Feira do Livro de Belém implica a Misericórdia de Lisboa na tarefa infindável da defesa do conhecimento. A Cultura faz-se, a cada dia. Com um livro na mão”.

Também Samuel Esteves, diretor do Centro Editorial, realçou a importância de mais esta participação: “nós temos um importante acervo editorial que congrega o seu conhecimento e experiência em torno da sua missão de bem fazer junto da sociedade. Estar presente nas diversas oportunidades de contacto com o público será sempre para a Santa Casa um privilégio para poder partilhar, através das suas publicações, o seu saber acumulado há mais de cinco séculos. Nesta Festa do Livro, gostaríamos de reforçar a divulgação das nossas novidades, com destaque para a coleção Cadernos Técnicos e edições do Projeto Reliquiarum, com uma exposição a decorrer presentemente no Museu de São Roque”.

Festa do Livro_2023_Belém_Marcelo

Nos Jardins do Palácio de Belém, além das dezenas de expositores de editoras e livreiros, vão decorrer diversas apresentações de livros, sessões de autógrafos e conferências, e pode encontrar-se também uma zona infantil com jogos, puzzles e oficinas para os mais pequenos.

Pode consultar o programa completo aqui.

‘Comunidade de Leitores’ da Santa Casa regressa em setembro

Esta é o mais recente espaço para quem gosta de viajar pelas páginas dos livros, contactando e recriando experiências de vida, acontecimentos e culturas. É uma iniciativa criada pela Biblioteca da Misericórdia de Lisboa, para receber os interessados que queiram juntar-se por, aproximadamente, duas horas em cada sessão, num debate e partilha das interpretações que cada obra lhes causou.

O primeiro encontro será no próximo dia 21 de setembro, às 18h30, para abordar o livro Pão de Açúcar, deAfonso Reis Cabral.

Nos meses seguintes, e sempre à mesma hora, as conversas serão sobre A peregrinação do rapaz sem cor, de Haruki Murakami, a 26 de outubro; O Paraíso das Damas, de Émile Zola, a 23 de novembro; e a 14 de dezembro falar-se-á sobre Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis.

Todas as sessões são gratuitas, numa lotação máxima de 25 pessoas, e serão moderadas por Susana Gago. Para inscrever-se basta enviar um e-mail para biblioteca@scml.pt ou ligar para os números: 213 235 858/753.

JMJ: Santa Casa e Companhia de Jesus enchem Largo Trindade Coelho em momento histórico

A Jornada Mundial da Juventude serviu de mote para a iniciativa Largo da Misericórdia, resultante da parceria entre a Santa Casa e a Companhia de Jesus, que desde ontem, dia 1 de agosto, tem preenchido o Largo Trindade Coelho com centenas de jovens em espírito de celebração.

A sessão de abertura contou com a presença de Ana Jorge, provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que recebeu o venezuelano Arturo Sosa, Superior Geral da Companhia de Jesus, vulgarmente designado como Papa Negro.

A comitiva percorreu o recinto e ambos os responsáveis demonstraram a maior satisfação por esta iniciativa conjunta, alusiva a uma ligação histórica e centenária entre a Misericórdia de Lisboa e os Jesuítas, como sublinhou Ana Jorge.

“A vinda do Superior da Companhia de Jesus enche-nos, obviamente, de alegria, é um reconhecimento estarmos aqui. Há um histórico muito grande e uma relação muito próxima entre a Companhia de Jesus e a Santa Casa da Misericórdia ao longo dos anos. A Igreja de São Roque é, talvez, o elo mais forte que nos liga à Companhia. Mas tudo o que tem sido feito em parceria é o enriquecimento mútuo que pretendemos, quer para a Santa Casa, quer para a Companhia de Jesus”, referiu a provedora da Santa Casa.

Por seu lado, Arturo Sosa fez notar que a memória desta união não é apenas referente ao passado.

“É muito importante o recado da memória. Não apenas como recordação, mas também como fundamento de muita gente que participou neste processo de fazer um mundo melhor. E este local, de alguma maneira, representa uma memória viva importantíssima para Portugal, para a Igreja e para a Companhia de Jesus”, comentou o Superior.

O primeiro dia do Largo da Misericórdia apresentou alguns dos cerca de 50 eventos programados, entre os quais constam momentos de oração, workshops e outras atividades que decorrem até dia 4 noutros quatro locais além do Largo Trindade Coelho: Brotéria, Igreja de São Roque, Convento de S. Pedro de Alcântara e a Igreja da Encarnação.

Largo encheu no primeiro dia

Começaram por aparecer timidamente às primeiras horas da manhã, mas num ápice os peregrinos encheram o Largo Trindade Coelho. Bandeiras de todo o mundo, acompanhadas das respetivas línguas e sotaques, inundaram o ar à porta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Um pequeno stand da Irmandade de São Roque instalado em pleno Largo vende artigos relacionados com a Jornada Mundial da Juventude que ajudam a colorir ainda mais o ambiente.

À caça de ‘autógrafos’ dos vários países presentes encontramos Rita e Diogo, dois escuteiros da Póvoa de Santo Adrião munidos de uma bandeira nacional. Vieram num grupo grande de cerca de 60 pessoas, mas separaram-se por instantes com um objetivo em mente.

“Estamos a tirar fotografias e a pedir que autografem a nossa bandeira”, refere Rita. Diogo frisa que já conseguiram “alguns países, como Alemanha, Egito e Hungria”. O grupo escolheu o Largo para passar a hora de almoço, aproveitando a programação musical do primeiro dia.

“Viemos almoçar aqui e ouvir um bocadinho a música. E aproveitámos o facto de haver jovens de outros países aqui para conviver, conhecer e tirar fotografias”, acrescentou o jovem peregrino.

festa no largo trindade coelho

Viver a Casa Comum

Um dos grandes atrativos nesta zona da cidade foi preparado pela Direção da Cultura da Misericórdia de Lisboa, que estabeleceu um trajeto de peregrinação entre o Convento de São Pedro de Alcântara, Igreja de Santa Catarina, Convento dos Cardaes e Igreja de São Roque.

Em cada um destes locais, há elementos naturais que podem ser recolhidos pelos peregrinos para recordação e que estão diretamente ligados à preservação do meio ambiente, uma das bandeiras que o Papa Francisco tem defendido. Estes elementos serão guardados nas “Bolsas de Peregrinos” feitas por materiais naturais, tal como São Roque usava.

Podem ser recolhidos lã na Igreja de São Roque, sal em São Pedro de Alcântara, tecidos nos Cardaes e cortiça na Igreja de Santa Catarina.

À medida que os peregrinos iam tomando conhecimento desta iniciativa, iam recolhendo as diversas relíquias nos quatro locais designados. Na Igreja de São Roque, por exemplo, o colombiano Emanuel contemplava os diversos cestos repletos de lã.

São as primeiras Jornadas em que participa, embora já tenha visto o Papa Francisco aquando da sua visita à Colômbia em 2017. Desta vez, decidiu viajar “10 ou 11 horas de avião” até Portugal, onde ficou instalado em Cabreira, uma freguesia do município de Almeida, no distrito da Guarda.

“Estou, verdadeiramente, muito feliz”, referiu Emanuel, que viajou da Colômbia num grupo de 55 pessoas. Promete “ficar até ao final das Jornadas” e está “ansioso” por ver o Papa pela segunda vez. Para já guarda a lã na bolsa, um bocadinho de Portugal e destas Jornadas que vai levar consigo para o outro lado do Atlântico.

interior da igreja de são roque

Andores do Museu Rainha Dona Leonor expostos na Igreja de São Roque

Pertencentes às confrarias monásticas das Baptistas e das Evangelistas, rivais nas manifestações do culto prestado aos seus santos patronos (São João Baptista e São João Evangelista), os dois andores em prata apresentam “composições escultóricas com cenas da vida do santo respetivo”, ou seja, “o batismo de Cristo e o martírio de São João Evangelista”, nas palavras da DRCA.

Datadas do século XVIII, as peças em prata são consideradas exemplares notáveis da ourivesaria portuguesa setecentista, que testemunham a riqueza do Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Beja.

A Igreja de São Roque, da Misericórdia de Lisboa, é guardiã de importantes evocações que se relacionam com estes andores, exemplo disso é a Capela de São João Baptista, encomendado por D. João V, a Roma, considerada como uma das melhores obras do renascimento da época.

É oficial. Alfama volta a celebrar o fado com o apoio da Santa Casa

Já lá vai mais de uma década em que o bairro histórico lisboeta de Alfama se embeleza a rigor para receber o “maior festival de fado do mundo”. Para a 11.ª edição do Santa Casa Alfama, que se realizará no último fim de semana de setembro (29 e 30), o cartaz já está fechado e os apaixonados por esta “estranha forma de vida”, vão ter a oportunidade de ver e ouvir mais de 40 concertos, interpretados pelas melhores vozes do fado, em espaços emblemáticos do bairro.

As confirmações que encerraram o cartaz foram os nomes de Sara Correia, Teresa Salgueiro e Miguel Moura, sendo que os três artistas vão subir ao Palco Santa Casa, no Terminal de Cruzeiros de Lisboa, a 30 de setembro.

Para esta edição, os visitantes podem contar também com atuações no palco principal de Camané, Beatriz Felício & Geadas e uma sessão de homenagem à fadista Hermínia Silva (1907-1993), que deu voz a temas como “Fado da Sina”, “A Tendinha” ou “A Rua Mais Lisboeta”, por Anabela, FF, Filipa Cardoso e Lenita Gentil.

Teresinha Landeiro, Raquel Tavares, Mário Lundum, Soraia Cardoso, José Leal, Mel, José da Câmara, Gustavo Pinto Basto e Teresa Brum são outros dos nomes confirmados. A programação está espalhada entre o Palco Ermelinda Freitas, no rooftop Terminal de Cruzeiros de Lisboa, o Palco Amália, no Auditório Abreu Advogados, o Palco Bogani, no Grupo Sportivo Adicense, o Palco Santa Maria Maior, no Largo Chafariz de Dentro, o Palco Santa Casa Futuro, na Sociedade Boa União, e ainda o novo palco instalado no Memmo Hotel Alfama.

Entre as novidades deste ano está uma parceria com Associação de Comerciantes do Bairro de Alfama, que fará com que o festival passe a integrar oito casas de Fado de Alfama, nos dois dias, e a contar com programação musical, durante as tardes, no palco Santa Maria Maior. De regressa para esta edição está igualmente o “Fado à Janela”, no Largo de São Miguel, que promete encher de fado as ruas e ruelas do bairro.

Pelo quinto ano consecutivo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dá o seu nome ao festival, com o objetivo de apoiar a cultura portuguesa, dar a conhecer os novos valores emergentes do fado nacional e assegurar o acesso ao festival a todas as pessoas, fazendo deste certame uma festa da cultura musical nacional e da inclusão.

“Ao sermos naming sponsor deste festival, a Santa Casa quer sensibilizar toda a gente para a importância da inclusão social, a importância de trazer um festival, num bairro emblemático como é Alfama, a possibilidade de todos poderem estar presentes, independentemente da sua condição física ou idade”, explicou Maria João Matos, diretora de Comunicação e Marcas da Santa Casa, durante a apresentação pública do festival, que decorreu esta quinta-feira, 22 de junho, no roftop do Memmo Hotel Alfama.

Tal como no ano passado, o Santa Casa Alfama disponibilizará um bilhete gratuito para acompanhantes de pessoas portadoras de deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60%, mediante a compra do bilhete pelas pessoas com deficiência.

Os bilhetes já estão disponíveis. Até 31 de agosto, têm um custo promocional entre 23€ e 32€, subindo para entre 30€ e 40€ no mês de setembro. Nos dias de festival, o bilhete diário fica a 35€ e o passe de dois dias a 45€.

Curta-metragem da Unidade W+ premiada em festival internacional

Uma curta-metragem da Unidade W+ foi premiada no festival internacional 48H Film Project. O projeto da equipa TAKE W, coordenada pela diretora Sónia Santos e composta por 17 jovens do Teatro Terapêutico, foi galardoada em três das cinco categorias nas quais estava nomeada: Melhor Uso da Personagem, Melhor Uso do Objeto e Prémio Inclusão.

Em colaboração com a Escola Passos Manuel, a equipa da W+ criou uma história e cenários e realizou filmagens e edição, que resultaram na curta-metragem “SOLO”. Além das categorias em que saiu vencedor, este trabalho estava ainda nomeado para Melhor Banda Sonora Original e Melhor Direção de Arte.

A participação no festival internacional 48H Film Project surgiu como parte integrante do trabalho desenvolvido com o grupo de Teatro Terapêutico de adolescentes da Unidade W+. Este projeto consiste na elaboração de uma curta-metragem em apenas 48 horas. A viagem começou numa sexta-feira à tarde, num evento de kick-off onde foram conhecidos os elementos obrigatórios para a criação da história: uma personagem, um objeto e uma frase. Dentro do prazo estabelecido, os vídeos tiveram de ser pensados, criados, entregues e submetidos à avaliação de um júri. Todas as curtas-metragens elaboradas foram posteriormente visualizadas no cinema São Jorge, após a qual decorreu a cerimónia de entrega de prémios.

Os filmes premiados poderão ser visualizados aqui.

entrega do prémio

Participação traz benefícios

Além da natural satisfação de ver o trabalho reconhecido com as três distinções, esta participação da W+ neste projeto potencia a autoestima dos jovens, a sua capacidade de organização e trabalho em equipa. Permite ainda a concretização de um objetivo com princípio, meio e fim e gera a oportunidade de um reconhecimento pelo esforço e dedicação.

Além disso, esta é uma oportunidade de levar ao grande ecrã temáticas relevantes no que diz respeito à saúde numa perspetiva biopsicossocial.

A Unidade W+ é uma resposta de saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que tem como objetivo a prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico a pessoas em situação de risco e vulnerabilidade psicológica, em ambulatório ou na comunidade. Aposta também na prevenção de comportamentos de risco e na promoção de estilos saudáveis de vida, no que se relaciona com os seus principais públicos-alvo.

A noite de todos os sorrisos

Num ano marcado pelas comemorações do 525.º aniversário da instituição, a noite de 12 de junho foi vivida com emoção, não só pelos 53 marchantes da Misericórdia de Lisboa, como por todos envolvidos na organização desta grande festa que são as marchas populares da véspera do feriado de Santo António, padroeiro de Lisboa.

A marcha da Santa Casa é de todos. É da cidade. Num momento único de partilha, assistimos ao trabalho que os marchantes – constituídos maioritariamente por utentes dos vários equipamentos da instituição, com idades entre os 19 e os 84 anos – desenvolveram durante mais de dois meses, entre coreografia e ensaios de dança, música, desenho e construção de fatos e cenários.

Veja a reportagem aqui.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas