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Santa Casa Global faz parceria com o Banco de Brasília para a exploração de lotarias

Este é um passo significativo no processo de internacionalização que há alguns anos a instituição tem vindo a desenvolver, com o objetivo de alargar a sua presença no domínio dos jogos e lotarias, área onde se apresenta como um dos mais conceituados e respeitados operadores.

A escolha da Santa Casa neste processo é o reflexo de uma imagem de notoriedade e credibilidade que foi conquistada ao longo dos séculos. A este respeito, refira-se que este ano a instituição celebra 240 anos da Lotaria Nacional, sendo esta a mais antiga do mundo a operar sem interrupções.

Edmundo Martinho, provedor da Misericórdia de Lisboa, considera que este é mais um passo importante para a instituição, sublinhando que “a Santa Casa Global foi criada para dar resposta à necessidade de ativar formas complementares de receitas, através do desenvolvimento de projetos de internacionalização dos jogos.” Neste sentido, esta parceria reforça a presença de Portugal e da Santa Casa num domínio de grande importância e de grande potencial para a sustentabilidade da missão da instituição.

A Santa Casa Global, apoiada pela vasta experiência dos Jogos Santa Casa, é uma entidade operadora de lotarias e jogos sociais, orientada para a criação de parcerias internacionais e para implementar e gerir operações fora do território português, incluindo a prestação de serviços especializados de aconselhamento técnico e apoio à gestão.

Já são conhecidos os projetos que vão receber apoio financeiro do Fundo +PLUS

A Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, vai apoiar financeiramente, com 500 mil euros, seis dos quase 160 projetos que concorreram à edição deste ano do programa de investimento, que procura soluções de impacto ambiental e social.

Para além do apoio financeiro entregue mediante a apresentação de resultados ao longo de dois anos, o +PLUS oferece também apoio não financeiro, nomeadamente acompanhamento individualizado pela equipa da Casa do Impacto e parceiros, para a implementação no mercado, escalabilidade e demonstração do impacto.

Ao +PLUS podiam candidatar-se soluções previamente validadas através de teste ou projeto-piloto que demonstrassem ser exequíveis e viáveis enquanto produto, serviço ou processo e que se enquadrassem num dos dois eixos de apoio do fundo: Testing e Scaling.

No eixo Testing, os projetos selecionados para investimento foram: Matterpieces by studio8, WeGuide e PENYLON™ by Circular Ocean. Este eixo destinava-se a novas soluções, ou soluções recentes, com potencial de impacto e já validadas quanto à sua exequibilidade, promovidas por empreendedores ou entidades privadas ou sociais.

O eixo Scaling dirigia-se a soluções já implementadas e ativas no mercado e já validadas quanto ao seu impacto, promovidas por entidades privadas ou sociais. Vão receber financiamento os projetos: KOIKI, Café-Escola Joyeux Cascais e NoCode Institute.

 

Sobre os projetos vencedores

O Matterpieces by studio8 propõe a reciclagem e reutilização de resíduos de demolição através de um processo que envolve a separação, tratamento e upcycling dos resíduos para transformá-los em materiais de revestimento com fim de serem usados em pavimentos, paredes, mobiliário e bancadas. O projeto tem duas estratégias circulares: uma mais ampla que usa resíduos genéricos de empresas de gestão de resíduos para criar um material padrão, e uma mais específica que reutiliza os resíduos de demolição em projetos de reabilitação para criar um material de revestimento único para reintroduzir no edifício.

Ainda no eixo de Testing o projeto PENYLON™ by Circular Ocean pretende acabar com o descarte insustentável de redes de pesca em Peniche, Portugal, reciclando essas redes e transformando-as num novo material sustentável chamado PENYLON™. Esse material pode substituir plásticos virgens na fabricação de novos produtos, como móveis ou acessórios, usando impressão 3D ou moldagem por injeção.

O WeGuide visa apoiar e empoderar pacientes e cuidadores para a gestão da doença oncológica, aumentando a sua qualidade de vida e obtendo melhorias nos resultados de saúde. Materializa-se através da presença de um Guia em Saúde, um novo conceito profissional, que faz o acompanhamento do paciente por um período de seis meses com foco no apoio e capacitação para a gestão dos desafios da doença.

Já no eixo Scaling o Café-Escola Joyeux Cascais tem como objetivo empregar e formar jovens adultos com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento no setor da restauração, no concelho de Cascais, diplomando-os em quatro áreas distintas: barista, serviço de mesa, caixa e cozinha, durante um período de dois anos.

Ainda no mesmo eixo, o projeto KOIKI tem como objetivo resolver o problema do aumento das emissões geradas pelas entregas de última milha, através de um modelo de distribuição sustentável e da criação de emprego para pessoas em situação de exclusão social na grande Lisboa e Porto. A distribuição é feita a pé ou de bicicleta, com o recurso pontual a veículos elétricos.

Por último, o NoCode Institute é uma plataforma de requalificação digital que oferece programas de formação e certificação para profissionais em transição que desejam aprender novas competências e habilidades digitais de programação visual usando ferramentas NoCode.

Ju, o “super-herói” da Casa dos Plátanos

Quem disse que os heróis só existem em livros e filmes é porque nunca conheceu o Jesualdo. De sorriso fácil, o jovem de 15 anos, é um dos três casos conhecidos em Portugal com uma doença rara, que o condiciona desde o seu nascimento.

Por isso mesmo, Ju sempre se entregou à sua imaginação, encontrando, desde cedo, no desenho uma maneira de viver com mais qualidade, onde o “limite está apenas na nossa cabeça”.

Ju reside na Casa dos Plátanos, uma das 19 unidades de acolhimento residencial. No início deste ano, foi a estrela principal da peça de teatro que integrou o programa do terceiro Encontro ExperimentArte. Uma peça de teatro concebida a partir dos seus desenhos, também eles expostos durante a iniciativa, e protagonizada por utentes e técnicos da Unidade de Saúde W+, da Santa Casa.

Conheça um pouco mais da história deste nosso “herói”, nesta vídeo-reportagem.

 

Jogadores de rugby por um dia

A festa do rugby juvenil regressou ao Estádio Universitário de Lisboa no passado fim de semana. Esta é uma iniciativa que se enquadra na estratégia de patrocínios da instituição, ligada à promoção do talento nacional e ao desporto jovem, enquanto motor de inclusão social e de partilha valores sociais importantes.

À semelhança de edições anteriores, o Rugby Youth Festival juntou mais de três mil atletas de vários escalões jovens, provenientes de 17 países. Além dos desportistas, o evento teve também a presença de cerca de 30 crianças provenientes das casas de acolhimento e das equipas de apoio à família, da Santa Casa, que puderam conviver de perto com os atletas e conhecer melhor esta modalidade desportiva e os valores a ela ligados.

António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização, frisou a “articulação da direção da infância e juventude com a organização do festival”. “Temos tido sempre um grupo de crianças que participa no festival, sobretudo no primeiro dia, em que houve várias atividades de animação e workshops de rugby, e foi interessante”, relatou.

A participação destas crianças no Rugby Youth Festival é, claramente, uma mais-valia, reforçou ainda o responsável. “As nossas crianças integram-se nas atividades. Não jogam porque não têm equipa, mas acabam por almoçar lá com os atletas e staff, e ficam por lá durante o dia a usufruir do espaço e veem os jogos. No fundo, é o contacto com desportistas e uma modalidade que muitos não conhecem, e poderem estar com crianças da idade delas que jogam rugby. É uma maneira também de alguns se sensibilizarem para a prática desta modalidade”, explicou António Santinha.

Refira-se que a Misericórdia de Lisboa patrocina este evento desde 2011, sendo que o torneio está enquadrado na estratégia de patrocínios da instituição, nomeadamente de apoio ao talento nacional e ao desporto jovem.

Laço azul, um símbolo na prevenção dos maus tratos na infância

Em 1989, uma avó, no estado da Virgínia (Estados Unidos da América), atou um laço azul à antena da sua carrinha. Quando questionada pelos vizinhos sobre o significado desse gesto, Bonnie Finney partilhou a história do neto, Michael, de 3 anos, que morreu de forma brutal em consequência dos maus tratos sofridos às mãos da mãe e do namorado desta. Os abusos sofridos pelo pequeno Michael e pelos irmãos conduziram Bonnie a uma luta para tentar compreender o que tinha acontecido. Esse caminho levou-a a criar uma campanha de sensibilização para prevenir os maus tratos na infância.

Sobre a cor do laço, a impulsionadora da campanha explicou que o azul simboliza a cor das lesões, o que seria uma lembrança permanente das marcas das lesões no corpo dos netos, algo que nunca queria esquecer. Esse lembrete constante serviria para que Bonnie nunca parasse de lutar pelas crianças.

Aquela que nasceu como uma luta individual é atualmente uma missão global. Desde o início do século, abril é o mês da prevenção dos maus tratos na infância. O laço azul é um símbolo para a sensibilização de todos, indivíduos e instituições, de um problema que deve preocupar a sociedade no seu todo.

Proteção da infância, uma prioridade de sempre

A proteção das crianças é uma prioridade da Santa Casa desde a criação da instituição. Em mais de cinco séculos de vida, a Misericórdia de Lisboa adaptou constantemente a sua atuação nesta área para garantir em todos os momentos e em diferentes épocas as respostas mais adequadas para as necessidades dos mais novos e, consequentemente, mais vulneráveis.

Para além das responsabilidades que já tinha no concelho de Lisboa, um protocolo de cooperação entre o Instituto de Segurança Social, IP e a Santa Casa, permitiu à instituição alargar o seu âmbito de atuação na área da Infância e Juventude aos concelhos vizinhos. Desde logo, com a representação de elementos da Misericórdia nas equipas de apoio ao tribunal de família e menores e nas comissões de proteção de crianças e jovens, bem como através da criação dos núcleos de infância e juventude em Vila Franca de Xira, Amadora, Mafra e Oeiras. Os outros concelhos limítrofes onde a Santa Casa já marca presença nesta área são Cascais, Odivelas, Loures e Sintra.

Estas equipas vieram juntar-se a outras respostas da Santa Casa na cidade de Lisboa, como as equipas de apoio à família (que têm como missão intervir com as famílias, proporcionando às crianças e jovens a satisfação dos seus direitos e a sua integração plena na sociedade) ou à equipa de apoio técnico ao tribunal de Lisboa (equipa multidisciplinar de assessoria ao tribunal de família e menores).

Nestas ou noutras respostas, serviços ou equipamentos da Santa Casa que trabalham com os mais novos, o intuito da intervenção é, em todos os momentos, ser um agente ativo na promoção dos direitos e proteção das crianças e jovens. É também por isso que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa se associa à celebração de abril como mês da prevenção nos maus tratos na infância.

Santa Casa do Pará visita Misericórdia de Lisboa

Manifestando a vontade de que esta visita à nossa instituição seja o primeiro passo para uma “profícua cooperação” entre as duas instituições “irmãs”, o presidente da Fundação Santa Casa do Pará, Bruno Carmona, agradeceu a visita e a “gentileza” de que foi alvo naquela que apelidou de “primeira Santa Casa do mundo”, tendo ainda destacado a sua importância “como instituição de saúde”.

A Santa Casa da Misericórdia do Pará é um órgão da administração indireta, vinculado sob tutela da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Brasil.

Considerada a mais antiga instituição de saúde do Norte do Brasil, a Santa Casa do Pará completou 368 anos de existência no passado dia 24 de fevereiro. Uma idade ainda bem distante da nossa instituição – que, em breve, irá assinalar o seu 525º aniversário –, mas que, tal como a Misericórdia de Lisboa, intervém em áreas tão diversas como a Assistência, o Ensino e a Investigação, sem esquecer a Saúde.

Para saber mais sobre a Santa Casa da Misericórdia do Pará, aceda aqui.

Prémios Human Resources 2023: Santa Casa nomeada em duas categorias

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa volta a estar este ano entre “As Empresas Mais” na sua 12.ª edição, projeto que distingue as melhores organizações em gestão de pessoas nos Prémios Human Resources 2023. A Santa Casa está nomeada em duas categorias e as votações já estão abertas.

Assim, a Santa Casa está entre os nomeados ao prémio na categoria de Responsabilidade Social. Além desta categoria, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa está igualmente indicada ao prémio de melhor Empresa Pública e Setor Público Estatal, categoria que venceu na edição de 2022.

As votações decorrem até ao próximo dia 12 de maio e os vencedores serão conhecidos numa cerimónia no dia 31 do mesmo mês n’O Clube – Monsanto Secret Spot, em Lisboa. Pode votar aqui.

Bolsa de Doutoramento Pedro Almeida Ferreira – Santa Casa com candidaturas abertas

Estão abertas as candidaturas à Bolsa de Doutoramento Pedro Almeida Ferreira – Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Esta bolsa de doutoramento em História, que vai já na 3.ª edição, destina-se a estudantes candidatos ao 1.º ano do curso de Doutoramento Interuniversitário PIUDHist: Mudança e Continuidade num Mundo Global.

Serão premiados com a bolsa os estudantes que apresentem o melhor projeto de doutoramento e que não consigam prosseguir os estudos por razões financeiras, pese embora o seu reconhecido mérito pessoal e académico, bem como o relevante empenho cívico que apresentam. O prazo de candidaturas decorre até ao dia 20 de junho.

Recorde-se que esta bolsa é financiada pela Santa Casa e presta homenagem a Pedro Almeida Ferreira (1986-2017), um dos doutorandos mais ativos e empenhados deste doutoramento, com vários trabalhos publicados em diversas áreas de destaque.

O PIUDHist: Mudança e Continuidade num Mundo Global é o primeiro programa doutoral em História assente numa parceria entre instituições universitárias portuguesas: o Instituto de Ciências Sociais e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade Católica Portuguesa e a Universidade de Évora.

Candidaturas à Bolsa e mais informações em http://piudhist.ics.ul.pt/pt e http://piudhist.ics.ul.pt/pt/scholarships.

Santa Casa volta a marcar presença na Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

Entre os dias 29 e 31 de março, o LX Factory acolhe mais uma edição da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa (SRUL), que conta com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e da autarquia da capital.

Numa altura em que a habitação está na ordem do dia e que, cada vez mais, o poder central e local tentam desenvolver medidas de apoio a este sector, a iniciativa organizada pela revista Vida Imobiliária apresenta-se como o espaço ideal de debate e discussão de novas e futuras medidas para este setor.

O programa da SRUL inclui inúmeros eventos, tais como workshops, conferências, tertúlias e debates, que pretenderam chamar a atenção dos participantes para o impacto social da reabilitação urbana.

A Misericórdia de Lisboa volta a marcar presença no evento e logo no arranque de mais uma semana dedicada ao património apresenta uma exposição fotográfica onde apresenta o legado patrimonial que detém e que tem vindo a preservar e reabilitar, ao longo dos seus 525 anos de existência.

Património de pessoas para pessoas

Na sessão de abertura do evento, onde também participou Maria Fernanda Rodrigues, secretária de Estado da Habitação, Edmundo Martinho, provedor da Misericórdia de Lisboa, destacou a importância do evento que na sua opinião é “o espaço ideal de reflexão e de partilha de ideias para um setor que quer ser sempre presente”, considerando que “a habitação nunca esteve tanto na ordem do dia, como está agora”, numa referência às políticas apresentadas recentemente pelo Governo para este setor.

Para o provedor, o património da Santa Casa é “um exemplo de boas práticas na reabilitação e requalificação”, assegurando que é “um dever da instituição manter e respeitar todo o seu património, grande parte proveniente de benemerências, e colocá-lo ao dispor da cidade de Lisboa e das Boas Causas”. No final, o provedor convidou todos os presentes a conhecerem a exposição patente no espaço, onde estão alguns exemplos de reabilitação de património da Santa Casa.

A instituição preparou ainda a conferência “As pessoas no centro do Bairro – Uma visão social e inclusiva”, que irá ter lugar na tarde de quinta-feira, 30 de março, e contará com a participação de Ana Vitória Azevedo, administradora da Santa Casa.

Seguir-se-á uma mesa redonda onde serão discutidos temas relacionados com a intergeracionalidade e inclusão social e apresentados alguns dos projetos que existem na cidade de Lisboa, de promoção da vida autónoma e de sustentabilidade social. Helena Lucas, diretora do departamento de Gestão Imobiliária e Património da Santa Casa, Pedro Pinto, professor do ISCTE, Miguel Soares, diretor do departamento para os Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa e Patrícia Luz, coordenadora da Associação Príncipe + Real serão os intervenientes da mesa redonda que será moderada por António Gil Machado, diretor da Vida Imobiliária.

Veja aqui algumas das imagens que estarão patentes na exposição sobre o património da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ao longo destes 525 anos.

Santa Casa celebra protocolo com a Egas Moniz School of Health & Science

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através do serviço odontopediátrico SOL – Saúde Oral em Lisboa, e a Egas Moniz School of Health & Science juntaram-se num protocolo de colaboração com vista à promoção da investigação contínua conjunta, bem como a organização de formações, apresentação de projetos e apoio a doutoramentos.

Tânia Matos, diretora de Saúde da Santa Casa, explicou que o objetivo é alavancar novos conhecimentos.

“O protocolo com a Egas Moniz surgiu naturalmente. Temos todo o interesse em aprofundar a investigação científica e só conseguimos fazê-lo de forma rigorosa com estes parceiros e com a academia. Isto parte com este projeto do SOL, mas deve alargar-se às outras áreas da saúde”, referiu.

Por seu lado, André Brandão de Almeida, diretor clínico e coordenador do SOL, lembrou que este tem “uma carteira de pacientes alargada e diversa”.

“Já temos quase 15 mil inscritos e estes dados servirão para estudar com mais rigor e produzir conhecimento científico. Não só medir, mas procurar novas formas de atuar”, começou por dizer, abordando depois o parceiro escolhido.

“A Egas Moniz tem um centro de investigação muito dinâmico. Além disso, como tem muitas licenciaturas na área da saúde oral, interessa-lhes também colocar os seus formandos em estágios, por exemplo, numa área onde somos um centro de referência”, perspetivou.

Juntar dois mundos

Por fim, José João Mendes, presidente da Egas Moniz School of Health & Science, agradeceu “a oportunidade de ter a Santa Casa como parceiro, um parceiro de prestígio com mais de 500 anos de história”.

“O projeto SOL é superinovador em Portugal e, nessa perspetiva, tendo a casuística que tem, achamos que, da nossa parte, poderemos ser um excelente complemento à ação deste projeto. Eles têm os dados e nós a investigação. Juntamos os dois mundos”, concluiu.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas