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Presidente de São Tomé e Príncipe visita Misericórdia de Lisboa

No âmbito da primeira visita de Estado a Portugal, Carlos Vila Nova foi recebido pelo provedor da instituição, Edmundo Martinho, e pelos administradores, Sérgio Cintra, Filipa Klut e Maria João Mendes.

A visita, orientada por um técnico do Museu de São Roque, deu a conhecer as principais obras de interesse histórico e patrimonial da Igreja e Museu de São Roque e um pouco da história da instituição.

Na Sala de Sessões e após uma breve troca de impressões sobre o trabalho desenvolvido pela Santa Casa nas diferentes áreas de intervenção, o Presidente de São Tomé e Príncipe assinou o livro de honra da Misericórdia de Lisboa.

“É uma honra recebê-lo nesta casa”, começou por dizer Edmundo Martinho, elogiando os muitos cidadãos são-tomenses que trabalham na Santa Casa com empenho e dedicação. Na sua intervenção, manifestou “total disponibilidade para reforçar a cooperação entre a Santa Casa e São Tomé e Príncipe”.

Reconhecendo o “importante papel” da Misericórdia de Lisboa no combate às desigualdades, Carlos Vila Nova destacou o “simbolismo” desta visita a uma casa que dispensa apresentações. “O principal motivo desta visita é a saúde dos são-tomenses. Estamos disponíveis para colaborar e aprender. Espero que este encontro possa reforçar as boas relações que temos e ajudar os são-tomenses nas questões da saúde”, realçou.

“Os cuidados continuados integrados são um compromisso assumido pela Santa Casa”

O paradigma da saúde mudou nos últimos anos. Portugal tem um dos maiores índices de envelhecimento da Europa. Há uma maior esperança de vida média, mas não é acompanhada por mais anos de vida saudável. A população portuguesa mais idosa é portadora de doenças crónicas, com muitas patologias associadas. Mais suscetível a complicações decorrentes das suas doenças e com maior dificuldade na recuperação, esta população necessita de cuidados mais prolongados, de internamentos mais longos e acompanhados por equipas de saúde com competência nesta área.

Num tempo em que os desafios da longevidade são cada vez maiores, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa está comprometida na melhoria e no alargamento destes cuidados. A prová-lo, a instituição tem investido, nos últimos anos, na criação de mais respostas para fazer face a esta realidade. Atualmente, dispõe de três unidades de cuidados continuados integrados (UCCI Rainha D. Leonor, UCCI São Roque e UCCI Maria José Nogueira Pinto), num total de 213 camas de internamento, 181 das quais contratualizadas com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Casa do Impacto e IRN unidos pela inovação social

O protocolo de parceria entre a Casa do Impacto e o IRN, firmado na passada segunda-feira, 4 de abril, teve como objetivo promover a criação de projetos piloto com três startups residentes no hub de empreendedorismo social da Santa Casa – Speak, Academia de Código e The Minimal Magazine – nas áreas da inserção social e diminuição de desigualdades sociais, tecnologias de informação e saúde mental.

Os três contratos de projetos piloto entre este instituto público e as startups residentes da Casa do Impacto surgem do objetivo de unir empresas emergentes a entidades estatais, para testar soluções inovadoras.

Nos termos do protocolo, a Casa do Impacto compromete-se a encontrar sinergias entre o IRN e as startups adequadas para desenvolver soluções para os desafios identificados pela entidade.

Em colaboração com a área do IRN, as três startups residentes na Casa do Impacto vão desenvolver soluções para dar resposta e implementar programas como ensinar línguas para migrantes e refugiados, promover bootcamps de literacia tecnológica e programação, promoção de sustentabilidade e modos de vida saudáveis e inclusivos.

Os projetos piloto terão a duração de um ano e têm em vista o desenvolvimento de programas inovadores e com potencial de grande escala. Em paralelo, esta parceria pretende continuar a promover sinergias dentro do ecossistema de empreendedorismo e inovação social que possam surgir com outras soluções da comunidade de startups da Casa do Impacto.

CdI protocolo IRN

Candidaturas abertas à Bolsa de Doutoramento Pedro Almeida Ferreira – Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Os interessados em candidatar-se à Bolsa de Doutoramento Pedro Almeida Ferreira – Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no valor de 6.350,00€ (correspondente às propinas dos quatro anos do doutoramento), podem fazê-lo até 29 de junho de 2022, através de formulário online e de acordo com o previsto no ponto 3 do Edital.

Os resultados do concurso serão publicamente divulgados a 8 de julho, no site do Doutoramento Interuniversitário PIUDHist e no site da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, na área das notícias.

Financiada pela Santa Casa, a bolsa tem como objetivo apoiar a formação de doutorandos do programa e prestar homenagem ao aluno Pedro Almeida Ferreira (1986-2017), que integrou a sexta edição do PIUDHist e se destacou como um dos doutorandos mais ativos e empenhados deste programa, com vários trabalhos publicados sobre história contemporânea, movimentos sociais e didática da história.

O apoio destina-se a estudantes candidatos ao 1.º ano do curso de Doutoramento Interuniversitário PIUDHist, que apresentem o melhor projeto de doutoramento, revelem reconhecido mérito pessoal e académico, relevante empenho cívico e que, por razões de ordem financeira, não possam prosseguir os seus estudos doutorais.

O Programa Interuniversitário de Doutoramento em História: Mudança e Continuidade num Mundo Global resulta de uma parceria entre cinco instituições universitárias nacionais: o Instituto de Ciências Sociais e a Faculdade de Letras, da Universidade de Lisboa, o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade Católica Portuguesa e a Universidade de Évora. O programa conta já com seis edições. Contempla quatro áreas de especialização definidas segundo um critério temático: dinâmicas sociais e estruturas políticas; instituições e desenvolvimento económico; impérios, colonialismo e pós-colonialismo; movimentos intelectuais e socioculturais.

Mais informações sobre a Bolsa de Doutoramento Pedro Almeida Ferreira – Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estão disponíveis no site do programa, aqui.

 

Documentação:

Regulamento | PDF 480KB

Formulário de candidatura | PDF 396KB

Edital | PDF 704KB

Santa Casa promove oferta formativa na Futurália 2022

A Escola Superior de Saúde do Alcoitão (ESSAlcoitão) e o Centro de Educação e Formação Profissional da Aldeia de Santa Isabel, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, estiveram representados na 13º edição da Futurália – Feira de Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade, que decorreu na Feira Internacional de Lisboa, de 30 de março a 2 de abril.

A captação de novos alunos foi o principal objetivo da presença destas duas entidades de ensino da Santa Casa, que, em espaços de exposição próprios (stands), convidaram os visitantes Futurália a conhecer, mais de perto, as respetivas ofertas formativas.

A Futurália é visitada todos os anos por milhares de estudantes, professores e famílias. “Como (posso) construir um futuro sustentável?” foi o tema escolhido para a edição de 2022, que pretendeu apresentar um debate aberto, centrado na sustentabilidade, com foco nas alterações climáticas, nos oceanos e na transição energética.

O programa incluiu dezenas de atividades, como visitas de estudo, conferências, workshops, talks, mesas redondas e uma “talking point” para promover uma conversa entre empresas e estudantes.

O desporto teve igualmente destaque na edição deste ano, nomeadamente no Pavilhão 2, onde várias federações desportivas nacionais -algumas delas apoiadas pelos Jogos Santa Casa-, proporcionaram aos visitantes um primeiro contacto com cada uma das modalidades ali representadas.

Futurália ESSA

Testemunhos de visitantes dos stands da ESSAlcoitão e da Aldeia de Sta. Isabel

A ESSAlcoitão disponibiliza, atualmente, três licenciaturas: Fisioterapia, Terapia da fala e Terapia ocupacional, além de um leque de várias pós-graduações, mestrados e formações contínuas. A escola superior de saúde da Santa Casa continua a ser das que, a nível nacional, apresenta das melhores taxas de empregabilidade do mercado.

António é aluno do 12º ano na Escola Secundária Vergílio Ferreira, em Telheiras, Lisboa. Filho de médicos, já decidiu que é na área da saúde que reside o seu futuro. “Eu já conhecia a escola, tenho uma prima que tirou lá o curso de Fisioterapia e sempre me disse que a ESSAlcoitão era uma referência. Como gosto da área da saúde, estou a pensar se, para o ano, ingresso na escola”, referiu o estudante em entrevista no local.

Para António, a Futurália é uma oportunidade para “clarificar dúvidas que temos e que os nossos pais ou amigos não nos conseguem esclarecer”, realçou o jovem que classificou, ainda, este certame como “o local certo para conhecer o programa Erasmus”.

Beatriz, aluna finalista da Escola Secundária Gago Coutinho, em Alverca, foi outra de centenas de jovens que passaram no stand da ESSAlcoitão, com a curiosidade de perceber melhor os cursos que a escola oferece.

“Quem gosta da área da fisioterapia, já ouviu falar da ESSAlcoitão de certeza”, comentou a jovem, acrescentando que “o futuro ainda não está decidido, mas a Futurália serve mesmo para isso, para reduzirmos as nossas opções”.

Já no stand da Aldeia de Santa Isabel, no Pavilhão 2, os alunos tomaram conhecimento dos cursos de nível I e nível II, disponibilizados pelo Centro de Educação e Formação Profissional desta aldeia, situada em Albarraque, nomeadamente os que têm habitualmente mais saída profissional: cabeleireiro e mecânica.

Carolina, 18 anos, residente na linha de Cascais, foi uma das jovens que visitou o espaço, motivada pela curiosidade em “conhecer os cursos de nível II”. Depois de uma breve explicação, mostrou-se interessada em alguns cursos e prometeu candidatar-se. “Gostei de vários cursos. Não me importava de seguir alguns cursos. Acho que o de cabeleireira é o ideal para mim”, concluiu.

“Os Duendes existem mesmo?” O livro que explica os direitos das crianças

“Num lindo dia de primavera, as crianças brincavam, divertidas. Ouviam-se gritos de alegria e gargalhadas!”. O livro “Os Duendes Existem Mesmo?” começa assim, com uma alusão aos dias primaveris coloridos majorados pela felicidade ímpar de uma criança. A referência inicial do livro podia, de forma quase perfeita, ser um retrato daquilo que aconteceu ontem, dia 4 de abril, no Convento de São Pedro de Alcântara.

Foi num ambiente encenado, mais próximo daquele que é retratado no livro “Os Duendes Existem Mesmo?”, que crianças e famílias acompanhadas pela Misericórdia de Lisboa assistiram à leitura da obra da autoria dos técnicos da Unidade de Intervenção Familiar (UIF), da Santa Casa. São 33 páginas ilustradas por Catarina França, da Direção da Cultura, onde as palavras levam o leitor a navegar pelo trabalho que UIF desenvolve com as famílias, crianças e jovens que acompanha.

É através da tristeza de “Simão” (personagem da história) sarada por um duende que o leitor imerge num rol de direitos que o duende considera imprescindíveis à vida de qualquer criança: direito a ter uma casa, direito a uma família, direito à saúde, direito à educação, direito a brincar, direito à proteção, direito ao respeito pela identidade, direito a ser ouvida e direito a expressar opinião. Neste livro, os profissionais da Misericórdia de Lisboa ganham a forma de duendes que lutam pelo bem-estar das crianças e pela promoção dos seus direitos.

A obra conta com um prefácio elaborado pelo administrador executivo da Ação Social da Santa Casa, Sérgio Cintra, recheado de palavras dirigidas às crianças e pais. Há em cada frase um sentido de esperança de que os contos de fadas ensinem “que lutar contra as dificuldades é uma inevitabilidade da vida”, que precisam de ser encaradas com “coragem e determinação”. Mas também um reforço da liberdade de sonhar e de viajar que a literatura infantil concede, “sugerindo novas dimensões à imaginação” dos mais novos.

“Os Duendes Existem Mesmo?” é mais do que uma história infantil. É uma ficção que considera as angústias e aspirações das crianças, sugerindo soluções para os problemas que as preocupam e credibilizando a seriedade das suas necessidades”. É, também, um enaltecimento ao trabalho diário desenvolvido pela Unidade de Intervenção Familiar da Santa Casa, que nos faz acreditar que sim, que os duendes existem mesmo.

 

Colaboradores da Santa Casa solidários com a Ucrânia

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem dinamizado, através do seu Programa de Responsabilidade Social e Cidadania Ativa – “Mais de Nós”, ações de voluntariado que permitem aos seus colaboradores exercer o princípio da cidadania ativa.

Desta forma, a instituição possibilita a todos os colaboradores a dispensa de quinze horas mensais para promoção de ações de apoio às vítimas do conflito armado na Ucrânia.

Para Rita Chaves, diretora do Departamento de Qualidade e Inovação da Santa Casa, este é um “passo inevitável, numa instituição como a Santa Casa”, referindo que “a enorme onda de solidariedade que se sente um pouco por todo o mundo, reflete-se também, nesta casa, onde todos os dias se trabalha, direta ou indiretamente, no apoio às pessoas mais vulneráveis”.

Ainda inserido no programa corporativo de voluntariado “Mais de Nós”, alguns colaboradores da instituição disponibilizaram-se para dar explicações a alunos do 2º e 3º ciclos, com vista a combater o insucesso escolar, impedir o abandono precoce da escola, melhorar os resultados dos alunos e incentivar ao estudo, em particular de crianças e jovens oriundos de meios desfavorecidos. Esta iniciativa está inserida no protocolo de colaboração que a Misericórdia de Lisboa tem com a EPIS (Empresários Pela Inclusão Social).

Museu de São Roque acolhe exposição temporária sobre Santo Inácio de Loyola

Foi inaugurada esta quarta-feira, 30 de março, na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque, a exposição “Ver novas todas as coisas”, uma exposição que assinala simultaneamente dois momentos chave relacionados com Santo Inácio de Loyola: o V Centenário da sua Conversão (cujas comemorações decorrem entre maio de 2021 e julho deste ano) e o IV Centenário da sua Canonização (ocorrida a 12 de março de 1622).

Exposição

Comissariada por Maria João Freitas e António Júlio Limpo Trigueiros, esta mostra engloba quatro núcleos expositivos que permitem aos visitantes acompanhar a sagração deste santo.

Composta por algumas peças inéditas, esta é uma exposição que “quer convocar um novo olhar sobre algumas peças, que permitem construir uma narrativa que dá a conhecer o processo de conversão de Santo Inácio, a iconografia que lhe está associada e as celebrações em torno da sua canonização”, refere Teresa Morna, diretora do Museu de São Roque.

Paralelamente, a mostra possibilita uma leitura histórica, por meio de uma seleção criteriosa de objetos provenientes de acervos históricos públicos e privados, nacionais e estrangeiros, que convidam o visitante a entrar no universo ilustrativo de um percurso, que vai da conversão à elevação aos altares, de uma das principais figuras ligadas à reforma católica.

Do espólio patente na exposição fazem parte, entre outras peças, uma pintura que representa Santo Inácio de Loyola a dormir nas arcadas de Veneza (da autoria do pintor jesuíta, Domingos da Cunha), o Busto relicário seiscentista do santo, em madeira policromada (propriedade da Província Portuguesa da Companhia de Jesus-Residência do Porto) e a simbólica Cruz processional indo-portuguesa, em prata e marfim (da igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa).

“A exposição convoca-nos para um novo olhar sobre o património histórico e artístico da Companhia de Jesus, permitindo enquadrar o acervo do Museu de São Roque, em especial nos três ciclos pictóricos dedicados aos seus santos fundadores, Inácio de Loyola e Francisco Xavier, num contexto de promoção e divulgação do conhecimento”, acrescenta Teresa Morna.

Com entrada livre, a exposição “Ver novas todas as coisas” pode ser visitada até ao dia 19 de junho, de terça-feira a domingo, das 10h às 12h e das 13h30 às 18h (última entrada às 17h30).

O acesso está condicionado durante as celebrações na Igreja de São Roque e será feito mediante o cumprimento das orientações da Direção-Geral de Saúde. Mais informações, aqui.

 

Utentes da Santa Casa cantam a “Desfolhada” na despedida de Simone de Oliveira

Foram centenas de canções durante 65 anos de carreira e 84 anos de vida. O seu rosto é um dos mais familiares no país. A sua voz, uma das mais inconfundíveis. Simone despediu-se dos palcos com o espetáculo “Sim, sou eu… Simone”, esta terça-feira à noite, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Cerca de 20 utentes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa cantaram e emocionaram-se na última atuação da cantora.

Numa das salas mais conhecidas do país, o público revisitou o som intemporal das canções de Simone de Oliveira. Numa noite de plateia esgotada no Coliseu dos Recreios, celebrou-se a vida e a coragem de uma mulher que nunca se contentou em viver pela metade.

Os testemunhos

Foi com entusiasmo, curiosidade e alguma ansiedade que cerca de duas dezenas de utentes do Espaço Santa Casa e do Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos – equipamentos da Misericórdia de Lisboa – se preparavam para assistir ao espetáculo “Sim, sou eu… Simone”.

Glória Serafim, 77 anos, veio para Lisboa há mais de 40 anos. Já na sua terra, em Santo André, concelho de Santiago do Cacém, ouvia as canções da artista e deixava-se inspirar por elas. Não esconde a emoção e algum nervosismo por estar presente neste espetáculo. “Tenho uma grande admiração pela mulher e artista”, refere a utente do Espaço Santa Casa. “Fico muito contente por estar aqui. A Santa Casa está de parabéns pela iniciativa”, sublinha. “Ouvir a Simone faz-me lembrar a minha mocidade, porque quando a Simone era jovem eu também fui”, lembra.

Já Rosário Silva, 75 anos, veio de Viseu para Lisboa ainda em criança. É uma das amigas que acompanha Glória no concerto, mas também no Espaço Santa Casa, onde fazem ginástica, costura criativa, danças latinas, entre outras atividades. Rosário diz que o envelhecimento ativo e saudável não é um chavão. “No espaço Santa Casa vive-se na plenitude, não se sobrevive aos dias”, destaca. “Estou maravilhada por estar aqui”, diz sem rodeios. Já a cantarolar alguns dos temas mais conhecidos, Rosário conta que músicas gostava de ouvir e explica a importância de ver uma jovem da sua idade a “celebrar uma vida de coragem”.

Lisboeta de gema, Lourdes Andrez, 78 anos, destaca o talento profissional e a coragem pessoal. “Simone foi sempre uma mulher de coragem, lutadora, de alma inteira e com uma grande voz. Eu admiro-a muito. Vi-a crescer, vi a forma como sempre lutou e cantou”. “A ´Desfolhada Portuguesa` e o `Sol de Inverno´ são dois temas que gostava de ouvir”, revela. Surpreendida com o convite da Santa Casa para assistir ao espetáculo, Lourdes diz estar “encantada e feliz” por assistir à derradeira presença num concerto de uma mulher que sempre a inspirou.

 

Não poder ver, mas apenas sentir a emoção do futebol. O dia em que Santa Casa e FPF fintaram a diferença

Rui Magalhães traz nas mãos um pequeno rádio. É um rádio antigo, que funciona a pilhas, mas que este utente da Misericórdia do Porto carrega com cuidado, próprio de quem transporta algo valioso. Rui dá muita importância a aparelhos áudio. Aos 29 anos, a rádio tem sido uma companheira de viagem, proporcionando-lhe momentos inesquecíveis. Rui habituou-se a ver o mundo através da rádio, pelas palavras de jornalistas, comentadores de futebol, músicos e até da publicidade.

“Como não tenho visão uso, diariamente, o rádio para ouvir coisas. Também ouço música, notícias e, de quando em vez, ouço programas de discos pedidos. Mas o que gosto mesmo é de ouvir relatos de futebol. O relato da rádio é mais rico, mais detalhado, mais emotivo. O que me agrada mais no relato é quando gritam golo”, conta Rui, ao mesmo tempo que confessa que vibra mais com os jogos do FC Porto.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas