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A tradição ainda é o que era – Procissão do Senhor dos Passos da Graça volta a unir o Chiado à Graça

A procissão do Senhor dos Passos da Graça saiu da Igreja de São Roque, no Largo Trindade Coelho, às 15h00, no domingo, 23 de março, e fez o percurso até à igreja da Graça, no Largo da Graça.

Organizada pela Real Irmandade dos Passos da Graça, com o apoio da Irmandade da Misericórdia e de São Roque de Lisboa, a procissão presidida por D. Rui Valério, Patriarca de Lisboa, passou pelo Largo do Chiado, Rua Garrett, Rua do Carmo, Praça D. Pedro IV (Rossio), Largo São Domingos, Travessa de São Domingos, Rua da Palma, Praça Martins Moniz, Capela de Nossa Senhor da Saúde, seguindo pela Rua da Mouraria, Rua Cavaleiros, Largo Terreirinho, Calçada de Santo André, Calçada da Graça, e Largo da Graça, antes de chegar ao último destino, na Igreja da Graça.

Ao longo do percurso foram centenas as pessoas que acompanharam a Procissão, com grandes concentrações no Rossio, no Largo São Domingos, no Martin Moniz, junto à capelinha de Nossa Senhora da Saúde e no Largo da Graça.

Este caminho de quase três quilómetros é realizado desde 1587, mas a partir de 1910, devido à implantação da República, começou a ser feito apenas na Graça. Em 2013, foi retomado o itinerário original, cumprindo a tradição secular.

Esta é considerada a Procissão mais emblemática de Lisboa e um dos momentos mais importantes na celebração da quaresma, que evoca os diversos “passos” da paixão de Jesus Cristo.

Iniciativa “Mês de março, mês da Mulher” levou participantes à extração da Lotaria Popular

No âmbito da iniciativa “Mês de março, mês da Mulher”, um grupo de participantes teve a oportunidade de visitar esta quinta-feira, 20 de março, a Sala de Extrações e assistir à extração da Lotaria Popular. Esta atividade, que ainda teve outros momentos, faz parte da programação preparada pela Direção de Saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através do seu programa GPS, em parceria com o Centro Editorial, a Unidade de Apoio ao Trabalhador e o espaço CLIC Lx.

O objetivo da iniciativa “Mês de março, mês da Mulher” é acolher colaboradoras da Misericórdia de Lisboa, utentes de equipamentos da Instituição e mulheres da comunidade para celebrarem o papel feminino que tem moldado a sociedade desde sempre, num ano em que se assinalam os 500 anos da morte da Rainha D. Leonor, fundadora da Santa Casa.

Desta vez, a atividade, guiada por Ricardo Campos Máximo e Pedro Freire Rocha, do Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural da Misericórdia de Lisboa, debruçou-se sobre a história de D. Maria I, que em 1783 autorizou a Santa Casa a explorar uma Lotaria anual sob a tutela e a fiscalização da Fazenda Real. Na mesma atividade foi também discutido o livro “Os Jogos Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Ao Serviço das Boas Causas”, dos autores João Matoso, Pedro Lisboa e Osvaldo Macedo de Sousa, com coordenação de Teresa Freitas Morna.

A programação continua já no próximo dia 25, abordando a história da benemérita Carolina Paiva de Andrade, incluindo uma visita virtual ao célebre “Quarto da menina”.

Consulte o programa completo e inscreva-se nas atividades.

O Dragão de Akimi vai aterrar na Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo continua a aposta numa programação cultural dedicada ao Japão e é já no próximo sábado, 22 de fevereiro, a partir das 10h30, que vai dinamizar uma atividade especialmente dedicada aos mais novos: O Dragão de Akimi.

Este será um exemplo do chamado Teatro Kamishibai, que significa teatro de papel, uma longa tradição de itinerância pelo Japão que vai poder conhecer agora neste espaço museológico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A história do Dragão de Akimi fala-nos de uma pequena aldeia japonesa, há mil anos, encravada entre altas montanhas, onde a amizade entre uma corajosa menina e o seu dragão salvou toda a povoação de morrer de fome e de medo.

A participação é gratuita, mas requer marcação prévia, que pode ser feita através dos telefones 213 235 250 e 213 235 401, ou através do email ca.cfc@scml.pt.

Consulte toda a programação da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo dedicada ao Japão.

Play Video about Imagem de dragão com inscrição: Teatro Kamishibai - Dragão de Akimi

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo apresenta novo site para divulgação das suas coleções

O site, desenvolvido pela Direção de Sistemas e Tecnologias de Informação (DISTI) da Santa Casa, foi concebido para atrair novos públicos e ampliar a visibilidade da coleção, permitindo que visitantes de qualquer parte do mundo explorem as obras e conheçam em profundidade os seus autores, os países de origem das peças e os seus contextos culturais, religiosos e civilizacionais. Com esta plataforma, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo reforça seu compromisso com a divulgação da história e da arte asiática, promovendo o conhecimento e o intercâmbio cultural. Na sua conceção, foram também respeitados e incluídos todos os critérios de acessibilidade, à semelhança, aliás, de todos os sites desenvolvidos pela DISTI no universo da Misericórdia de Lisboa.

Além de funcionar como uma montra digital da coleção, o site apresenta também a agenda do museu, permitindo que informações sobre exposições, eventos e atividades cheguem a um público mais amplo. A plataforma destaca-se ainda como um recurso valioso para estudantes, investigadores e entusiastas da arte e da cultura asiática, facilitando o acesso a informações detalhadas sobre cada peça e seus contextos históricos.

Com esta nova ferramenta digital, a Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo reafirma seu papel como um importante centro de referência para o estudo e a apreciação da arte asiática, oferecendo ao público uma experiência imersiva e informativa que ultrapassa as barreiras geográficas e aproxima a cultura asiática de um público global.

Visite a nova página.

Comunidade de Leitores volta a reunir-se pelo terceiro ano consecutivo

O projeto Comunidade de Leitores está de regresso este ano. Esta iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, criada em 2023, consiste num encontro de leitores que se reúnem mensalmente para conversar sobre a experiência da leitura de um determinado livro. O objetivo é fomentar a partilha de experiências sobre as obras e divulgar trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos.

A Comunidade de Leitores reúne-se, em cada sessão, na sala de leitura da Biblioteca da Misericórdia de Lisboa, sempre às 18 horas, com coordenação de Susana Gago, coordenadora do projeto. A primeira edição de 2025 já decorreu, tendo visado a obra “Nada digo de ti, que em ti não veja”, de Eliana Alves Cruz.

A entrada é livre, mas limitada a 15 participantes, requerendo, por isso, marcação prévia através do email biblioteca@scml.pt ou dos telefones 213 235 858 e 213 235 753.

Consulte todas as sessões previstas até ao final do ano:

“A casa dos olhares”, Daniele Mencarelli – 20/fev
“Rumo ao farol”, Virgínia Wolf – 20/mar
“Memórias, sonhos, reflexos”, C. J. Jung – 23/abr
“Alma”, Adriana Estrela – 22/mai
“A imperatriz viúva”, Jung Chang – 24/jul
“A relíquia”, Eça de Queiroz – 25/ set
“A peste”, Albert Camus – 23/out
“À espera do centeio”, J. D. Salinger – 20/ nov
“Os livros que devoraram o meu pai”, Afonso Cruz – 18/ dez

Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo acolheu conferência sobre o Japão

A Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo acolheu na quinta-feira, 23 de janeiro, a conferência “O Japão de Luís Fróis, a Embaixada dos 4 Jovens Japoneses e a Música Europeia no Japão”, de Cristina Castel-Branco. A sessão contou com a presença de David Lopes e Luís Rego, administradores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, além de outros convidados, como José Miguel Júdice.

Perante uma plateia repleta, Cristina Castel-Branco, reconhecida arquiteta paisagista, abordou os relatos deste jesuíta e grande cronista português do século XVI, que registou as suas impressões sobre os jardins japoneses, as cidades e as práticas de construção, os rituais do chá e as muitas diferenças entre a Europa e o Japão em manuscritos notáveis, quase perdidos no tempo.

A conferência debruçou-se ainda sobre a visão de Fróis acerca da chamada embaixada Tensho, na qual quatro jovens japoneses viajaram por Portugal a caminho de Roma, tendo aprendido a tocar música em instrumentos europeus. Refira-se que a pesquisa das músicas levadas para o Japão por estes jovens tem sido o trabalho da Maestra Tomomi Nishimoto, com resultados que encaixam na investigação e transcrição de músicas desse século, encontradas em Portugal.

Esta iniciativa integra a programação cultural da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo dedicada ao Japão, que vai continuar nos próximos meses com cursos, conferências, workshops e uma série de outras atividades que vão permitir a todos os participantes saber mais sobre a cultura nipónica.

Conheça a programação completa.

Exposição “cinco relíquias, cinco fotógrafos” já abriu ao público

Decorreu nesta quinta-feira (23), na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque, a inauguração da exposição cinco relíquias, cinco fotógrafos, que contou com as presenças dos administradores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, David Lopes, Luís Rego e André Brandão de Almeida.

Este evento integra as comemorações dos 120 anos do Museu de São Roque, que serão celebrados ao longo deste ano, marcando uma nova etapa na relação entre arte contemporânea, história e património.

A abordagem inovadora desta exposição propõe-se a explorar o diálogo entre fotografia, relicários e relíquias. Esta fusão criativa reúne obras de cinco fotógrafos — João Paulo Serafim, Sebastiano Raimondo, Lucília Monteiro, Pedro Ferreira e Maria Beatriz de Vilhena —, cujas perspetivas distintas oferecem uma leitura imaginativa e plural sobre a relação entre o sagrado e a imagem.

As criações dos cinco fotógrafos convidados reinterpretam o tema dos relicários, a partir de abordagens diversas: desde a materialidade dos objetos à sua carga espiritual. A interação entre o passado e o presente é ainda enriquecida pela participação de colaboradores-curadores, funcionários da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que, desde o início do projeto, têm contribuído ativamente para a construção deste diálogo.

Ao longo dos anos, o Museu de São Roque tem vindo a consolidar-se como guardião de um acervo singular que transcende o valor religioso, abordando dimensões artísticas, históricas e simbólicas. A Coleção de Relicários do museu, enquanto testemunhos materiais de devoção, dialogam com a contemporaneidade nesta exposição, ampliando a compreensão sobre o papel da imagem e do objeto no contexto do sagrado.

Estão todos convidados a visitarem a exposição até 13 de abril.

Play Video about print do vídeo da exposição cinco relíquias, cinco fotógrafos, com fotografia de uma peça

Equipamentos sociais da Santa Casa arrancam 2025 com vasto programa sociocultural

O ano muda, mas o objetivo mantém-se: os equipamentos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa apresentam mais uma edição da sua agenda sociocultural, desta vez relativa aos meses de janeiro e fevereiro.

Como sempre, os equipamentos envolvidos prepararam um vasto leque de atividades culturais para todos os gostos e idades, demonstrando a sua vivacidade, dando-se a conhecer fora de portas e convidando a comunidade a participar.

Desde atividade manuais e artísticas, passando pelo exercício físico ou pelas áreas intelectuais e de bem-estar, a escolha é muita nestes dois primeiros meses de 2025. Um atelier de pintura, um clube de leitura, formações de literacia digital ou sessões de reiki são apenas algumas das muitas ofertas disponíveis.

Consulte o programa completo e venha conhecer uma outra faceta dos equipamentos sociais da Misericórdia de Lisboa.

Museu de São Roque celebra 120 anos

O Museu de São Roque assinalou os seus 120 anos de existência e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dedicou-lhe um programa exclusivo para assinalar esta efeméride. Durante todo o último sábado, 11 de janeiro, miúdos e graúdos foram convidados a participar nesta celebração.

Às primeiras horas de sábado decorreu a tertúlia com o tema “O Tesouro da Capela de São João Batista. Um Tesouro Nacional”, que contou com a participação de Teresa Leonor Vale, historiadora da arte, docente universitária e especialista em arte barroca italiana, numa conversa moderada por Teresa Nicolau, diretora da Cultura da Misericórdia de Lisboa.

Um dos pontos altos desta comemoração foi o concerto comemorativo, com Rui de Luna (barítono) Marcos Lázaro (violino) e Pedro Vieira d’Almeida (piano), dedicado ao acervo musical da Rainha D. Amélia. Este evento contou com a presença de David Lopes, administrador da Instituição, e de Joana Vasconcelos, reconhecida artista plástica.

Durante todo o dia decorreram visitas temáticas e oficinas para famílias com crianças, que incluíram também o Museu dos Coches.

Fundado em 1905, o Museu de São Roque abriga um dos mais importantes acervos de arte sacra de Portugal, com destaque para a coleção de peças associadas à Igreja de São Roque e à Companhia de Jesus. As celebrações do último sábado foram também um testemunho vibrante do papel do Museu de São Roque na preservação da história e cultura nacionais.

Coleção da Capela de São João Batista em processo de candidatura a Tesouro Nacional

No ano em que o Museu de São Roque celebra o seu 120.º aniversário, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa irá apresentar a candidatura da coleção da Capela de São João Batista a Tesouro Nacional. Esta candidatura vem reforçar a importância do Museu de São Roque na preservação do património móvel português, celebrando um legado que tem atravessado gerações.

A Capela de São João Batista é reconhecida como uma das mais notáveis realizações do Barroco europeu. Sem paralelo no património artístico nacional, foi construída em Roma no Séc. XVIII, numa encomenda feita por D. João V, e posteriormente transferida para Lisboa, em 1747. Este exemplo de arte sacra romana é hoje um testemunho único das grandes encomendas artísticas e da própria política de mecenato do rei D. João V.

Capela de São João Batista

O anúncio desta candidatura a Tesouro Nacional surge no contexto das celebrações dos 120 anos do Museu de São Roque, inaugurado em 1905, que acontecem no próximo sábado, 11 de janeiro, assinaladas com diversas iniciativas ao longo do dia.

Aquele que é um dos mais antigos museus do país começou a ganhar forma em 1898, quando a Sacristia da Igreja de São Roque acolheu uma exposição que assinalava o IV Centenário da Fundação da SCML e os 400 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia. Sete anos mais tarde, foi então inaugurado o Museu do Tesouro da Capela de São João Batista.

Entre as iniciativas das festividades estão uma conversa sobre a candidatura da coleção da Capela de São João Batista a Tesouro Nacional, com a professora Teresa Vale, seguida de visita guiada; uma visita temática pelos 120 anos do Museu; uma atividade em família, refletindo sobre o papel dos museus e como “montar” um museu; o concerto “As Amelianas”, dedicado à estética musical do período da Rainha D. Amélia; e uma exposição documental na sala que acolheu o antigo Museu do Tesouro da Capela de São João Batista, que reunirá documentos e periódicos históricos sobre a inauguração do museu, em 1905.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

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