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Escola pioneira conta com apoio da Santa Casa

Para responder a estes desafios, médicos, enfermeiros, nutricionistas, técnicos, investigadores e restantes profissionais de saúde, terão de se manter sempre a par das mais recentes descobertas médicas. Têm de estar sempre um passo à frente.

Esta terça-feira, dia 15 de outubro, no campus da Nova SBE, em Carcavelos, as comunidades académica e profissional, assistiram ao primeiro desses passos rumo a uma nova forma de olhar a saúde e a formação na Europa, com a apresentação da primeira escola de pós-graduação em saúde do Velho Continente.

Advanced Health Education (AHED). Assim é apelidada esta pioneira resposta constituída numa parceira a cinco, onde, para além da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, figuram a Nova Medical School, a José de Mello de Saúde/CUF, a Associação Nacional das Farmácias e a Câmara Municipal de Cascais.

Com o intuito de providenciar aos profissionais de saúde uma formação contínua – numa área onde a mutação é uma constante e a aquisição de novas competências é essencial – a AHED não vai apenas oferecer cerca de 50 cursos distintos. Irá também oferecer uma nova forma de olhar o ensino. Entre as novas técnicas e tecnologias ao dispor dos formandos contam-se sessões de treino recorrendo ao uso de realidade aumentada, simulação em vários modelos e recurso a cadáveres, tudo com o intuito de oferecer uma melhor preparação aos discentes.

Com cursos abrangentes e que se destacam pela sua multidisciplinaridade – destinando-se não apenas a um tipo de profissional, mas a vários – os discentes terão acesso a uma visão ampla dos desafios transversais e emergentes na área da saúde. A juntar a todas estas ofertas, a AHED aposta ainda numa política de proximidade com as classes profissionais, de onde são oriundos os seus alunos, procurando ir cada vez mais ao encontro das principais e mutáveis necessidades de formação.

É esta troca, esta sinergia em busca de inovação, que o provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, destaca como uma das motivações que justificam a participação da nossa instituição no consórcio fundador da AHED. “Com a AHED a Santa Casa tem, simultaneamente, muito para dar e muito a receber. Vamos, graças à nossa experiência clínica e de ensino, acrescentar valor a este projeto, mas também vamos receber inputs valiosos que nos podem ajudar a restruturar a nossa oferta formativa e alargar a nossa capacidade de resposta”.

Os primeiros cursos da AHED começam a ser ministrados (sempre em inglês) em abril de 2020, nas instalações dos seus membros fundadores, estando prevista a inauguração, em 2022, de um novo espaço na Parede.

Fundo Rainha D. Leonor apoia Misericórdia de Paredes

Foi a pensar nos idosos que a Santa Casa da Misericórdia de Paredes, no distrito do Porto, avançou com a requalificação do edifício que acolhe o Lar Elias Moreira Neto. Inaugurada na passada quinta-feira, 10 de outubro, esta obra de requalificação veio permitir mais qualidade de vida aos idosos que frequentam o espaço diariamente.

Trata-se de uma candidatura inovadora, baseada na redistribuição de espaços no lar, que promove o envelhecimento ativo através da criação de uma sala de fisioterapia, de um espaço de acolhimento às famílias, de uma sala para ouvir música e para leitura e da ligação do edifício ao jardim das traseiras com circuito de manutenção e espaços de lazer.

Acresce que a intervenção teve lugar no antigo hospital da Misericórdia de Paredes (1902) devolvendo ao edifício a fachada original com a retirada de elementos estranhos e com o ordenamento do jardim para uso dos idosos e suas famílias. De salientar, igualmente, que a cozinha e dependências foram alvo de reestruturação total.

O Fundo Rainha D. Leonor foi criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em parceria com a União das Misericórdias Portuguesas, para apoiar os valores e as atividades das Misericórdias de todo o País, no princípio da autonomia cooperante.

Saiba mais sobre o Fundo Rainha D. Leonor aqui.

Misericórdia de Lisboa celebra novo protocolo de colaboração com APAV

O protocolo assinado pelo administrador da Ação Social da Santa Casa, Sérgio Cintra, pelo presidente da APAV, João Lázaro, e pelo tesoureiro da APAV, Nuno da Silva, reforça a cooperação entre as duas instituições no cumprimento das respetivas missões, no âmbito da inovação social.

O projeto objeto de apoio, no âmbito deste protocolo, designa-se por Sistema Integrado de Apoio à Distância (SIAD).

Em funcionamento desde 2014 e de abrangência nacional, o SIAD integra, através de uma plataforma tecnológica de case management, o serviço de apoio telefónico da Linha de Apoio à Vítima da APAV (LAV | 166 006), o apoio disponibilizado através das redes sociais e videochamadas e ainda o Serviço de Vídeo Intérprete de Língua Gestual (SERVIIN), em estreita relação e encaminhamento para os demais 63 serviços de proximidade da APAV a nível nacional. A Linha de Apoio à Vítima é o serviço âncora deste sistema, onde o apoio prático e/ou emocional decorre em tempo real.

Sérgio Cintra defendeu, na sua intervenção, que este protocolo com a APAV “faz todo o sentido porque é complementar” à ação da Santa Casa. E continuou: “Esta parceria permite ir ao encontro de novas dinâmicas, ser mais próximo e alargar a esfera da intervenção da Misericórdia de Lisboa no plano nacional”.

Por seu turno, João Lázaro, presidente da APAV, sublinhou a “imensa honra e responsabilidade por merecer confiança e a parceria da Santa Casa”. Este protocolo vai permitir “chegar a outros públicos e ser cada mais próximo das vítimas de crimes e violência”.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e a Misericórdia de Lisboa visam, com o desenvolvimento do presente projeto, a manutenção e consolidação do modelo de intervenção Sistema Integrado de Apoio à Distância e, assim, contribuir para a desocultação do crime e da violência sobre grupos vulneráveis, em particular aqueles que se encontram em territórios marcados pela escassez de recursos e pelo isolamento social.

O SIAD possibilita o aumento do número de vítimas apoiadas, proporcionando uma maior facilidade num primeiro contacto destas com os serviços de apoio da APAV, designadamente a vítimas que residem em áreas rurais ou isoladas e/ou em zonas onde não existem serviços de apoio de proximidade

Arte urbana dá cor ao Casal Ventoso

O festival que teve início na última sexta-feira, 11 de outubro, e que se prolongou até domingo, levou cor e alegria ao antigo bairro lisboeta do Casal Ventoso, pelas mãos do artista urbano Marco Almeida, sob o pseudónimo de 2CarryOn.

A iniciativa que contou com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, do projeto Alkantara e das freguesias de Alcântara e Campo de Ourique, juntou, no mesmo espaço, alguns artistas consagrados da arte urbana, com destaque para o catalão Werens que idealizou um mural de 18 metros dedicado ao fado, à semelhança das empenas já pintadas nos últimos meses.

Para Marco Almeida, curador do “Ventoso – Festa de Arte Urbana”, esta é “uma bela maneira não só de celebramos o que de melhor o bairro tem, que são as suas gentes, mas também de trazer um pouco de vida a este bairro, que durante anos a fio viveu sob o radar do preconceito da sociedade”, afirmou o artista. “A expressão artística tem o poder de unir as pessoas e centrá-las num caminho longe do que é socialmente aceite como mau”, concluiu.

Ao longo dos três dias de festival, dez “graffiters” pintaram ainda um Hall Of Fame no muro que separa o bairro do espaço verde, outrora o lar de centenas de pessoas.

A Quinta do Cabrinha acolheu, ainda, vários momentos musicais a cargo de alguns fadistas e dj’s nacionais e uma exposição sobre o passado e o presente do Casal Ventoso.

Devia haver mais iniciativas destas”, comenta Maria das Dores, moradora da Quinta do Cabrinha. “As pessoas passam aqui ao lado, mas nunca aqui entram. Agora, com estas pinturas nota-se que aqui vêm mais vezes para tirar fotografias”.

O bairro que foi edificado há 20 anos para receber os antigos moradores do bairro do Casal Ventoso, transforma-se assim num ponto de atração turística para os amantes da arte urbana. Já em abril deste ano o bairro tinha sido alvo de uma intervenção de arte urbana, com a pintura de algumas fachadas dos prédios e da obra, intitulada “Stay True”, feita pelo artista SMILE, junto ao polidesportivo da Quinta do Cabrinha, que funcionou como reflexo dos sentimentos de esperança das crianças e dos jovens daquela zona da cidade.

Em Góis “é possível Recomeçar”!

“Obrigado Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Obrigado por nos ajudarem a acreditar que é possível recomeçar”.

Em 2017, dois grandes incêndios devastaram a região, tendo a União de Freguesias de Cadafaz e Colmeal e a Freguesia de Vila Nova de Ceira, sido as mais afetadas pelas chamas. Dois anos depois e graças ao “Recomeçar” – o fundo criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa com o intuito de apoiar financeiramente, direta e indiretamente, as localidades afetadas pelos incêndios – Góis está pronta a recomeçar.

“Este é um momento singular para todos nós. Singular, mas de grande simbolismo” referiu a presidente da Câmara Municipal local, perante uma plateia composta por representantes de mais de 20 entidades, pertencentes às duas freguesias acima referidas.

Esta segunda-feira, dia 7 de outubro, marca um recomeço para as 36 localidades que receberam igual número de equipamentos. Compostos por 2 lances de mangueiras, de 25 metros cada, e adquiridos graças a um apoio pecuniário do Fundo Recomeçar (na ordem dos 11 mil euros) estes equipamentos prometem fazer a diferença, em caso de necessidade.

“Este é um kit pequeno, mas que pode ser muito útil” sublinha Marco Dias, responsável do gabinete técnico florestal de Góis. “Caso as populações, por motivos de falência dos meios ou de dificuldades de acesso, voltem a não ter o apoio que deveriam, este kit contribuirá para aumentar a resiliência da população, podendo ajudar a prevenir ignições” sublinhou o responsável camarário.

A entrega destes kits assume-se como um momento de revelo para o município de Góis, mas não só. “Este é um momento importante, quer para vós, quer para Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. É muito importante começarmos a ver estes projetos que apoiamos serem concretizados”. As palavras pertencem a Luísa Santa Bárbara, responsável pela equipa de gestão do Fundo Recomeçar, que marcou presença nesta cerimónia que se adivinha não ser única.

Até ao final de 2019 todos os projetos apoiados pelo Fundo Recomeçar – possíveis graças aos cerca de 4 milhões de euros advindos das receitas (líquidas) da exploração dos jogos sociais do Estado, atribuídos à Misericórdia de Lisboa, durante a semana de 16 a 24 de dezembro 2017 – serão concluídos.

Com a expetável conclusão e concretização da totalidade dos projetos apoiados pelo “Fundo Recomeçar”, as palavras proferidas por Luísa Santa Bárbara, durante a cerimónia, ganham ainda mais força. “Sentimos [na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa] que, com esta iniciativa, resultado da generosidade dos portugueses, conseguimos ajudar as zonas afetadas a recomeçarem depois de uma fase tão difícil”.

Conheça os outros projetos e sabia mais sobre o Fundo Recomeçar, aqui.

Fundo Rainha D. Leonor apoia Misericórdia de Castelo de Paiva

A Santa Casa da Misericórdia de Castelo de Paiva recebeu apoio do Fundo Rainha D. Leonor (FDRL) para reabilitar o lar de idosos e criar espaços exteriores. Um projeto importante para o concelho, na medida em que dá resposta às necessidades sociais mais urgentes da população.

A qualidade de vida dos idosos do lar da Santa Casa da Misericórdia de Castelo de Paiva, no distrito de Aveiro, melhorou. Com o apoio do Fundo Rainha D. Leonor, o lar foi reabilitado e os utentes passaram a ter mais conforto, bem-estar e espaços exteriores para convívio.

A obra foi inaugurada a 25 de setembro, permitindo melhores condições para os idosos e, simultaneamente, ganhos energéticos para este equipamento, que viu a sua sustentabilidade ser reforçada. O projeto de recuperação do lar da Misericórdia de Castelo Paiva recebeu 154.291,73 euros do Fundo Rainha D. Leonor.

Para além de resolver as más condições de temperatura a que os utentes estavam sujeitos, o lar possui agora uma ampla esplanada com vista para a serra e uma pérgula que adapta o terraço ao convívio exterior. Esta candidatura permitiu, igualmente, uma evolução muito positiva nos hábitos de envelhecimento ativo e no aumento de visitas de várias gerações.

Recorde-se que o Fundo Rainha D. Leonor foi criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em parceria com a União das Misericórdias Portuguesas, para apoiar os valores e as atividades das Misericórdias de todo o País, no princípio da autonomia cooperante.

Em Alcoitão, o desporto é para todos

Foram dezenas de utentes e ex-utentes do Centro de Medicina de Reabilitação do Alcoitão (CMRA) que participaram, no passado dia 3 de outubro, na sexta edição do “Dia Paralímpico de Alcoitão”.

Uma iniciativa conjunta do Núcleo de Animação Cultural e Recreativa (NACR) do Centro de Medicina de Reabilitação do Alcoitão e do Comité Paralímpico de Portugal, que possibilita a experimentação de várias modalidades desportivas adaptadas: atletismo, remo, tiro com arco, tiro, ténis, ténis de mesa e boccia, entre outras.

O grande objetivo deste Dia Paralímpico é demonstrar aos utentes do CMRA que é possível praticar desporto, não havendo barreiras. Esta iniciativa visa ainda captar novos atletas para a competição ou para a prática desportiva como recreação e promoção de um estilo de vida saudável e ativo.

O desporto ajuda a superar barreiras que parecem intransponíveis

Fernando Pinho, 62 anos, foi um pouco de tudo na vida: professor de ténis de mesa, presidente do Vespa Clube de Portugal, aeroabastecedor no aeródromo de Cascais e piloto de acrobacias. Foi um dos utentes do CMRA que participou no Dia do Paralímpico deste centro. Em 2006, foi diagnosticado com uma doença neurodegenerativa.

Enquanto joga ténis de mesa com um amigo, o ex-professor de ténis conta que é independente face a doença, revelando já estar em ambulatório em Alcoitão. Fernando é um contador de histórias, tem resiliência muito própria e é um apaixonado pela vida. Para ele, o desporto é uma fonte de motivação e de redescoberta.

Já João Pinto, com 38 anos, sofreu um acidente de moto a 20 de julho. Comprimiu a medula. Esperou-se o pior. A operação correu bem. “Quando eu cheguei ao centro, eu mal andava, mal me mexia, mas a minha recuperação foi fantástica”, diz sorridente.

João elogia a equipa que encontrou no Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão. Aqui, encontrou profissionais que o ajudaram a recuperar a autonomia perdida. “O desporto ajudou-me a recuperar e a motivar para os próximos desafios.

“O desporto é muito importante, é uma porta aberta para a inclusão e para a participação”, diz Ana Rita Henriques, Terapeuta Ocupacional e responsável pelo NACR. “O grande objetivo do Dia do Paralímpico é demonstrar aos utentes que é possível praticar desporto”, diz, defendendo a prática desportiva para melhorar a condição física, mental e social de quem sofreu o “azar” de um acidente grave na sua vida.

446 anos depois a Companhia de Jesus tem nova casa em São Roque

O dia, marcado pela assinatura do contrato de comodato entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e as duas entidades acima referidas, é histórico. Não só pela feliz coincidência de calendário, mas sobretudo por aquilo que esta cedência (gratuita) do renovado e histórico Palácio dos Condes de Tomar irá significar para a cidade de Lisboa.

Um significado e uma relevância que Edmundo Martinho, provedor da Misericórdia de Lisboa, fez questão de sublinhar durante a cerimónia desta quarta-feira. “Temos uma ambição: a de que este espaço possa constituir-se como um polo de dinamização de toda zona, que possa constituir-se como um motor daquilo que são as práticas culturais desta parte da cidade”.

No espaço que irá – juntamente com o Arquivo Histórico, a Biblioteca, o Museu e a Igreja de São Roque, bem como a futura Casa Ásia – constituir parte integrante do Polo Cultural de São Roque, ficaram expressos os desejos para a nova casa da Brotéria.

“A Brotéria quer ser um espaço aberto, criativo e de muitos e variados encontros. Desde logo, com as várias expressões da cultura urbana lisboeta, mas não só”. As palavras pertencem ao Reverencial Padre José Frazão Correia, da Província Portuguesa da Companhia de Jesus, que definiu publicamente a identidade que irá marcar a atuação da Brotéria neste novo começo. “Mais do que fazer coisas, queremos distinguir-nos pelo modo como as fazemos e por queremos fazê-las com outros”, referiu.

O desenvolvimento de ações culturais, em conjunto com a nossa instituição, até pode ser um dos pontos previstos no documento rubricado durante a cerimónia. Mas, na sua intervenção, o diretor da Brotéria, o Padre Francisco Mota, sj, fez questão de salientar outro dos pontos altos da colaboração entre a entidade que dirige e a Misericórdia de Lisboa. “Nestes últimos 2 anos, em que acompanhei mais de perto esta obra, fui vendo como o entusiamo e o empenho da Santa Casa eram tão evidentes. Foi impressionante ver tanta motivação, tanto entusiamo e tanta vontade em fazer com que esta casa pudesse abrir portas, e ser posta ao serviço da cidade”.

O serviço também esteve presente na elocução de D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa. Nomeadamente, um dos nossos serviços estatutários. “Com esta cedência, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa também concretiza uma das suas finalidades, a de “ensinar os que erram”.

A obra de Misericórdia referida pelo cardeal até poderia, como mencionou o próprio, ver a sua linguagem atualizada para o século XXI, mas a sua importância mantém-se a mesma de sempre. Foi talvez por isso que, o representante da Igreja Católica, sublinhou o “gosto” com que vê a Santa Casa a cumprir uma finalidade que é “uma maneira muito importante de conseguir que as pessoas sejam tudo aquilo que podem ser, através do seu desenvolvimento cultural”.

Com as obras de restauro concluídas, começam agora os trabalhos de instalação de todas as entidades envolvidas. Com o Palácio dos Condes de Tomar pronto a receber a Companhia de Jesus, quatro séculos depois de terem assentado arraiais nesta zona de Lisboa, o início das atividades, e abertura das portas ao público, está previsto para janeiro de 2020.

Stand up paddle, por Boas Causas

“Muito bom! Devia haver mais vezes!”. A frase é conjugada de diferentes maneiras ao longo da manhã solarenga e ventosa na praia da Foz do Lizandro, na Ericeira, mas ainda assim é uma das mais ouvidas.

São dezanove as pessoas que teimam em repeti-la e assim coroar mais uma iniciativa fruto dos patrocínios desportivos dos Jogos Santa Casa. Vêm de diferentes centros de dia da Misericórdia de Lisboa e, de olhos postos nos colegas que vão remando alguns metros à frente, comentam a clínica de stand up paddle, que para muitos representa a sua primeira experiência com a modalidade.

Uma primeira experiência adaptada a todas as idades. Que o diga Sebastião. No topo dos seus 90 anos, e com a muleta esquecida na areia, rema por entre as águas agitadas pelo vento frio e no final não tem dúvidas. “Adorei! Eu adorei isto, devia era ser mais tempo, ser mais vezes”.

Também Francisco, que considera as atividades advindas dos patrocínios dos Jogos Santa Casa “uma boa atitude” capaz de “distrair as pessoas e ajudá-las a passar o tempo”, tem uma opinião favorável à primeira das quatro clínicas que vão marcar as duas etapas portuguesas do Campeonato do Mundo de Surf. Mesmo que, este ano, a água lhe tenha causado mais algumas dificuldades adicionais. “No ano passado encarrilhei bem! Este ano pareceu-me mais complicado, e até devia ser ao contrário que a prancha é maior”.

Utentes da Santa Casa participaram em clínica de stand up paddle

Independentemente do tamanho das pranchas, este evento, que marca o 7º ano consecutivo em que as ondas e as manobras deslumbrantes do campeonato do mundo de surf contam com apoio dos Jogos Santa Casa, acaba rotulado como um sucesso. Por alunos e instrutores.

“Não tem nada que pague a sensação que a gente tem” confessa Sérgio, um dos 3 instrutores presentes, já na reta final da clínica. “A sensação de olhar nos olhos deles e ver que estão gostando, estão curtindo, que está sendo gratificante para eles, não têm como descrever!” afirma o professor paulista, por entre sorrisos, depois de ser afogado em beijos, abraços e agradecimentos pelos utentes da nossa instituição.

 

No final do evento, por entre palmas, abraços e felicitações, a frase inscrita nas costas das camisolas dos participantes, sob o logo da marca que mais apoia o deporto em Portugal, ganha redobrada força.

“A nossa onda, são as Boas Causas”.

Jogos Santa Casa reforçam o seu apoio às modalidades olímpicas

A oficialização desta parceria decorreu esta terça-feira, 24 de setembro, na sede do Departamento de Jogos. A marca Jogos Santa Casa passa, igualmente, a dar o nome aos principais campeonatos de natação e a ver o seu logótipo presente nos equipamentos das Seleções Nacionais Absolutas e Seniores das diversas disciplinas, e das Seleções Nacionais de Natação Adaptada ParaIímpica e SurdoIímpica.

Para Maria da Cunha, diretora da Subdireção de Marca e Patrocínios da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, afirma que “é para nós uma honra ter o estatuto de Patrocinador Principal da FPN na época 2019/2020 e reforçar o nosso apoio nas modalidades olímpicas. Paralelamente, esta parceria vem também permitir que reforcemos a nossa aposta na natação adaptada, através do apoio às seleções nacionais das diversas categorias de deficiência, nos quais se incluem o projeto paralímpico e surdolímpico. Reconhecemos que a natação é das modalidades com maior implementação em Portugal e das mais praticadas a nível internacional. Por isso, estamos muito satisfeitos por dar o nome da nossa marca aos principais campeonatos de natação.”

Já para António José Silva, presidente da FPN, este protocolo representa “uma natural parceria que muito honra a Federação, e que irá continuar a traduzir-se no apoio ao desenvolvimento geral da modalidade. A FPN tem nadadores incluídos no programa de preparação olímpica, ParaIímpica e SurdoIímpica, com vista ao apuramento para os Jogos Tóquio 2020. Esta parceria irá também contribuir para o apoio à preparação e competição das equipas e atletas que esta representa. Estamos certos de que o desporto português e a Natação em particular muito têm a ganhar com esta parceria, agora que se aproxima o grande desafio que são os Jogos Olímpicos. Rumo a Tóquio 2020!”

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas