logotipo da santa casa da misericórdia de lisboa

Santa Casa e Sporting Clube de Portugal juntam-se para realizarem projetos de inovação e desenvolvimento social

Créditos da fotografia: Sporting Clube de Portugal

Foi no último domingo que a Misericórdia de Lisboa e o Sporting Clube de Portugal firmaram um protocolo no sentido de desenvolverem formas de colaboração que permitam concertar intervenções e realizar projectos de inovação e desenvolvimento social.

A oficialização da parceria decorreu no Estádio José Alvalade e contou com a presença do administrador executivo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Sérgio Cintra, do presidente do conselho diretivo do Sporting CP, Frederico Varandas, e de André Bernardo, vice-presidente do emblema leonino.

Na ocasião, Sérgio Cintra destacou a importância desta ação: “O que fazemos na Santa Casa e o que o Sporting CP faz também muitas vezes é ajudar a construir sonhos. Não importa se as pessoas têm 94 anos ou se são mais novas. Só o facto de verem uma camisola verde e branca faz com que o sorriso seja o maior do Mundo e que tudo o resto fique para segundo plano”.

O responsável lembrou as dezenas de crianças de casas de acolhimento e das equipas de apoio à família da Santa Casa que visitaram a Academia Cristiano Ronaldo no final de Março.

“Não sei se conseguimos imaginar a extensão da alegria, são memórias que ficam para o resto da vida. Para aquelas crianças, poderem dizer com orgulho aos colegas de escola que estiveram na Academia com o Jubas e a conversar com o Paulinho, mostrando quase como um troféu as fotografias que tiraram, é absolutamente indescritível. Se há forma de construirmos sonhos, esta é necessariamente uma delas e só podemos agradecer ao Sporting CP por essa oportunidade”.

Este domingo ficou também marcado na memória de seis crianças, residentes nas Casas de Acolhimento de Santo António e de Santa Teresinha, ambos equipamentos da Santa Casa, que tiveram oportunidade de assistir à partida entre o Sporting CP e o FC de Arouca num dos camarotes do Estádio José Alvalade.

Grupo de jovens no estádio de Alvalade a assistir ao Sporting vs Arouca

 

Realizar o sonho de ser Picasso por um dia

Realizar o sonho de ser Picasso por um dia

Utentes do Centro de Dia de Nossa Senhora dos Anjos, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, tornaram-se modelos e artistas em sessões de desenho promovidas pelo Lisbon Drawing Club.

Valor T cada vez mais perto de quem precisa

O Pestana Palace, em Lisboa, foi o palco escolhido para a assinatura de um memorando de entendimento, entre a Valor T, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e várias instituições nacionais, que prevê a implementação de várias diretrizes de entendimento para a criação de condições que permitam promover a igualdade de oportunidades das pessoas com deficiência no acesso ao mercado de trabalho, quer através das medidas específicas que se encontram em vigor, quer através da personalização no contacto das pessoas com deficiência com os serviços de emprego.

O evento que assinala igualmente os quase dois anos de existência da Valor T (inaugurada a 1 de maio de 2021) aconteceu esta terça-feira, 11 de abril, naquele espaço hoteleiro e contou com a presença do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, da ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, do presidente do IEFP, Domingos Lopes, do secretário de Estado do Trabalho, Miguel Fontes, da secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes e de diversos representantes das várias instituições, que com a assinatura deste memorando passam a integrar uma rede de centros de recursos de apoio à intervenção dos serviços de emprego nos domínios da informação, avaliação e orientação para a qualificação e o emprego, apoio à colocação e acompanhamento pós-colocação.

Durante a assinatura do protocolo, o provedor da Santa Casa, Edmundo Martinho, frisou que este acordo “é a única forma de termos sucesso à escala nacional para a empregabilidade de pessoas com deficiência”, salientando que “a Valor T é um modelo do bom trabalho que é desenvolvido diariamente na Santa Casa”.

Para Edmundo Martinho, as pessoas que já conseguiram entrar no mundo do trabalho através da Valor T são “um exemplo de inspiração e de perseverança”, considerando que a inserção destas pessoas no mundo laboral “pode significar toda a diferença no seu futuro”.

Já Ana Mendes Godinho defendeu que os dois anos da Valor T mostram “que é possível quebrar barreiras que muitas vezes nos levam a pensar que não conseguimos integrar no mesmo espaço ou no local de trabalho pessoas com características completamente diferentes”.

“Foi feito muito trabalho desde 2021 e foi mostrado e demonstrado que é possível aquilo que parecia impossível e a minha mensagem é também para todos aqueles que já participaram desde o início nestes processos de coragem, de autonomização, mas também de capacidade de uma vida nova”, comentou a ministra.

Ainda antes do evento Ana Mendes Godinho teve a oportunidade de conhecer e falar com dois trabalhadores do Grupo Pestana, que encontraram emprego através da Valor T. Na sua intervenção, a ministra fez questão de frisar que estes trabalhadores são a representação do “nosso sucesso como sociedade e dizer que somos, afinal, uma sociedade inteligente que não desperdiça ninguém”.

Um trabalho de todos e para todos

Lançada a 1 de maio de 2021, a Valor T tem por missão apoiar as pessoas com deficiência na procura e concretização do seu potencial profissional através de um processo de promoção de empregabilidade centrado na valorização do talento e mérito dos candidatos e no acompanhamento e partilha de oportunidades pelas entidades empregadoras.

Desde a sua criação, perto de 180 empresas estão registadas na plataforma da Valor T e a colaborar ativamente para a integração de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Contabilizam-se, ainda, cerca de 1600 candidatos inscritos, sendo que, 460 já foram entrevistadas por empresas, tendo sido contratados mais de 200. A Valor T conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República.

Aldeia de Santa Isabel, um sítio onde todos podem ser felizes

Nesta “Casa do Homem de Todas as Idades” a solidariedade entre gerações realiza-se diariamente ao nível residencial, através da casa de acolhimento para crianças e jovens, residência para idosos e residências de autonomia para idosos, e ao nível das respostas educativas e formativas. Existe um Centro de Formação Profissional com 14 cursos (do nível 1 ao 4, com equivalências do 6.º ao 12.º ano) que, sendo tradicionais e ainda estigmatizados, são muito procurados pelo mercado laboral, como jardinagem, costura, ou ainda, manicura e pedicura, cabeleireiro e estética, entre outros.

Conheça melhor esta resposta intergeracional da Misericórdia de Lisboa através da reportagem realizada pelo Correio da Manhã, aqui.

Aldeia de Santa Isabel: uma “casa para todas as idades”

Aldeia de Santa Isabel: uma “casa para todas as idades”

A aldeia de Santa Isabel, em Sintra, é escola para uns, casa, família e amparo para outros. Tem acolhimento para crianças e jovens, lar para idosos e um Centro de Formação Profissional. Ali, vive-se em comunidade e num espírito de entreajuda.

Crianças da Santa Casa visitam Academia do Sporting

A Academia Cristiano Ronaldo, centro nevrálgico do Sporting Clube de Portugal, encheu-se de sorrisos e muito entusiamo com a visita de cerca de quatro dezenas de crianças provenientes das casas de acolhimento da direção de infância e juventude e das equipas de apoio à família da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A iniciativa aconteceu no âmbito da celebração do Dia Mundial da Atividade Física, que se assinala anualmente a 6 de abril.

A visita teve como principal objetivo sensibilizar as crianças para a importância de conciliarem os estudos com a prática desportiva, sendo esta uma ligação crucial para a obtenção de bons resultados no seu desenvolvimento.

crianças da santa casa na academia sporting Fotos: Sporting Clube de Portugal

“Agrupámos cerca de 40 crianças entre os 10 e os 12 anos, que hoje vieram aqui passar um dia especial na companhia dos atletas do clube, e que têm, mais ou menos, as mesmas idades, o que é importante para eles”, referiu António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização da Santa Casa.

Para Inês Seco, coordenadora executiva da Fundação Sporting, esta foi “uma oportunidade única” para estas crianças. “Houve esta possibilidade de convidarmos crianças da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para promovermos a importância do desporto no sucesso escolar e no bem-estar, ainda mais no pós-covid, até para prevenção de problemas de saúde mental, na qual o desporto tem um poder absoluto”, explicou.

O grupo teve a oportunidade de visitar as instalações em Alcochete, de ver figuras carismáticas do Sporting, como a mascote Jubas ou o roupeiro Paulinho, assim como de ouvir testemunhos de duas jogadoras da equipa feminina do Sporting e de conviver com alguns atletas das camadas jovens dos leões.

A visita incluiu, ainda, uma palestra sobre os benefícios de uma vida saudável a todos os níveis. Num final muito aguardado pelo grupo, as crianças equiparam-se a rigor com as cores do Sporting e divertiram-se num jogo de futebol.

criança joga futebol na academia sporting

ComUnidades Aprendentes, o projeto que estreita laços comunitários

Tudo começou a partir de conversas com moradores da Ameixoeira, uma área da cidade de Lisboa com população vulnerável que vive, maioritariamente, em zonas urbanas de realojamento social e/ou de origem ilegal. Neste sentido, o Centro de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira (CDCA) desenvolveu um projeto que tinha em vista “fortalecer o sentido de pertença e identidade coletiva destas comunidades”, segundo a sua diretora Ana Isabel Fernandes.

A ideia do projeto ComUnidades Aprendentes nasceu em 2019 e ganhou forma no Concurso Gerações Solidárias, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que então foi lançado em parceria com a Gebalis e o Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural. Mais tarde surgiram, então, as primeiras atividades.

“Estas atividades visaram a criação de laços mais estreitos entre moradores e parceiros locais e externos aos territórios, celebrando as diferenças culturais, estimulando o diálogo intercultural e promovendo o conhecimento de diferentes culturas e gerações”, refere a diretora do CDCA.

Pandemia atrasou, mas solidificou projeto

A pandemia de covid-19 adiou a implementação do projeto ComUnidades Aprendentes para 2022, data em que este arrancou a todo o gás através de “atividades que promovem o diálogo, a partilha e a troca de conhecimentos entre pessoas de diferentes culturas e gerações, valorizando a história e a identidade da comunidade e incentivando a inclusão e a coesão social”, explica Ana Isabel Fernandes.

A diretora do Centro de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira dá mesmo o exemplo do evento comunitário na Vila Borges, uma das áreas do Bairro das Galinheiras mais afetada pela pandemia.

“Residem na vila, principalmente, imigrantes de países africanos, como Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, em casas minúsculas, pelo que a vida é feita nas ruas, pátios e espaços públicos partilhados pelos moradores. Durante este evento, promovido pelo projeto, a comunidade reuniu-se para homenagear uma moradora especial, que foi atleta olímpica de marcha em Atenas 2004, representando São Tomé e Príncipe. Ela foi a porta-bandeira do país durante a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos. Ouvir a sua história de vida inspiradora emocionou muitas pessoas na comunidade, incluindo a própria homenageada, que ficou muito grata por ver a sua história reconhecida anos depois, em Portugal, na comunidade que a acolheu”, explica ainda a responsável.

Comemorações do Dia Internacional das Pessoas Ciganas

Entre as várias atividades do projeto ComUnidades Aprendentes – como tertúlias e visitas guiadas, que visam aproximar os locais, promover a troca de histórias, conhecimentos e experiências – , Ana Isabel Fernandes destaca um produto inspirado no património local: o kit do Dia Internacional das Pessoas Ciganas. A responsável defende que esta ferramenta é “uma forma de valorizar a história e a identidade da comunidade, permitindo que as pessoas se identifiquem mais com o território e sintam parte integrante da comunidade”.

O kit será apresentado no dia 10 de abril e inclui um stencil (um género de um molde) para a construção de bandeiras e uma seleção de materiais pedagógicos produzidos por associações e pessoas ciganas, designadamente pela Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas e por Bruno Gonçalves, autor do livro “A História do Ciganinho Chico”.

dia internacional das pessoas ciganas

Ju, o “super-herói” da Casa dos Plátanos

Quem disse que os heróis só existem em livros e filmes é porque nunca conheceu o Jesualdo. De sorriso fácil, o jovem de 15 anos, é um dos três casos conhecidos em Portugal com uma doença rara, que o condiciona desde o seu nascimento.

Por isso mesmo, Ju sempre se entregou à sua imaginação, encontrando, desde cedo, no desenho uma maneira de viver com mais qualidade, onde o “limite está apenas na nossa cabeça”.

Ju reside na Casa dos Plátanos, uma das 19 unidades de acolhimento residencial. No início deste ano, foi a estrela principal da peça de teatro que integrou o programa do terceiro Encontro ExperimentArte. Uma peça de teatro concebida a partir dos seus desenhos, também eles expostos durante a iniciativa, e protagonizada por utentes e técnicos da Unidade de Saúde W+, da Santa Casa.

Conheça um pouco mais da história deste nosso “herói”, nesta vídeo-reportagem.

 

No universo do Ju, o super-herói da Casa dos Plátanos

Jogadores de rugby por um dia

A festa do rugby juvenil regressou ao Estádio Universitário de Lisboa no passado fim de semana. Esta é uma iniciativa que se enquadra na estratégia de patrocínios da instituição, ligada à promoção do talento nacional e ao desporto jovem, enquanto motor de inclusão social e de partilha valores sociais importantes.

À semelhança de edições anteriores, o Rugby Youth Festival juntou mais de três mil atletas de vários escalões jovens, provenientes de 17 países. Além dos desportistas, o evento teve também a presença de cerca de 30 crianças provenientes das casas de acolhimento e das equipas de apoio à família, da Santa Casa, que puderam conviver de perto com os atletas e conhecer melhor esta modalidade desportiva e os valores a ela ligados.

António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomização, frisou a “articulação da direção da infância e juventude com a organização do festival”. “Temos tido sempre um grupo de crianças que participa no festival, sobretudo no primeiro dia, em que houve várias atividades de animação e workshops de rugby, e foi interessante”, relatou.

A participação destas crianças no Rugby Youth Festival é, claramente, uma mais-valia, reforçou ainda o responsável. “As nossas crianças integram-se nas atividades. Não jogam porque não têm equipa, mas acabam por almoçar lá com os atletas e staff, e ficam por lá durante o dia a usufruir do espaço e veem os jogos. No fundo, é o contacto com desportistas e uma modalidade que muitos não conhecem, e poderem estar com crianças da idade delas que jogam rugby. É uma maneira também de alguns se sensibilizarem para a prática desta modalidade”, explicou António Santinha.

Refira-se que a Misericórdia de Lisboa patrocina este evento desde 2011, sendo que o torneio está enquadrado na estratégia de patrocínios da instituição, nomeadamente de apoio ao talento nacional e ao desporto jovem.

Diversas especialidades médicas e cirúrgicas

Programas de saúde

Unidades da rede nacional

Unidades que integram a rede de cobertura de equipamentos da Santa Casa na cidade de Lisboa

Prestação de apoio psicológico e psicoterapêutico

Aluguer de frações habitacionais, não habitacionais e para jovens

Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

Anúncios de emprego da Santa Casa

Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

Prémios nas áreas da ação social e saúde

Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas