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Comissões Sociais de Freguesia partilharam boas práticas no encontro anual

Decorreu esta terça-feira, 18 de novembro, o VI Encontro Anual de Comissões Sociais de Freguesia da Cidade de Lisboa. O Pavilhão Municipal da Junta de Freguesia de Alvalade acolheu esta iniciativa organizada pela Rede Social de Lisboa e subordinada ao tema “Partilha de práticas”.

O objetivo passou por dar visibilidade ao trabalho desenvolvido por cada Comissão Social de Freguesia (CSF), evidenciando o seu impacto e relevância para o desenvolvimento da cidade, bem como promover a troca de experiências entre as diversas comissões presentes.

Rita Prates, Vice-Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, marcou presença e participou na sessão de abertura da Comissão Tripartida, juntamente com Sandra Marcelino, diretora adjunta do Centro Distrital de Segurança Social, e Maria Luísa Aldim, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa.

Para Rita Prates, estes encontros funcionam como “um espaço vivo de colaboração, onde reforçamos laços, partilhamos experiências e nos sentimos inspirados pelo caminho que cada grupo e cada território vai fazendo, nesta senda de tornar a cidade mais inclusiva e mais socialmente justa”.

A Vice-Provedora da Misericórdia de Lisboa aproveitou ainda para agradecer “a todos os profissionais que diariamente assumem os seus diferentes papéis neste trabalho junto das comunidades locais”, particularmente os colaboradores da Santa Casa que integram as diferentes CSF, a quem reconheceu “dedicação, competência e um profundo sentido de missão”.

A manhã foi então preenchida por testemunhos e reflexões, a par de uma mostra das diversas Comissões Sociais de Freguesia com stands espalhados pelo pavilhão, onde cada uma delas apresentou os seus projetos, iniciativas e boas práticas, numa lógica de trabalho em rede.

Recorde-se que a Rede Social de Lisboa é uma estrutura de governança local que visa a articulação e congregação de esforços entre os agentes sociais ativos no concelho, com o objetivo de combater a pobreza e a exclusão social, promovendo o desenvolvimento integrado, a inclusão e a coesão social.

Café Memória dedica sessão especial ao Natal

Como habitualmente, a iniciativa decorre no Espaço CLIC-LX, na Rua Nova da Trindade, n.º 15. A tarde será dedicada ao espírito natalício, com a realização de várias atividades pensadas para estimular competências essenciais ao bem-estar e à atividade cerebral, proporcionando um momento lúdico, criativo e estimulante para todos os participantes.

 A sessão será dinamizada pela equipa do Café Memória (Dr.ª Maria João Diniz, Enfermeira Guida Amorim e Dr.ª Sónia Mascarenhas), que irá orientar as atividades e promover a partilha, a interação e o convívio típicos desta época festiva.

 O Café Memória é um espaço de encontro destinado a pessoas com problemas de memória ou síndromes demenciais, aos seus familiares e cuidadores, bem como a todos os que se interessam por estas temáticas. O projeto oferece um ambiente reservado, seguro e propício à partilha de experiências, ao apoio emocional e à participação em diversas atividades que promovem a estimulação cognitiva e o bem-estar.

 A entrada é livre, não sendo necessária inscrição prévia. Basta aparecer e participar nesta sessão especialmente dedicada ao Natal!

Valor T lança série de vídeos tutoriais acessíveis em Língua Gestual Portuguesa

A Valor T, projeto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dedicado à promoção da empregabilidade inclusiva, lançou uma série de tutoriais em vídeo com acessibilidade em Língua Gestual Portuguesa (LGP). Estes conteúdos digitais disponibilizam informação prática e orientações essenciais para apoiar pessoas com deficiência, em particular a comunidade surda, na preparação para entrevistas e processos de recrutamento, reforçando o compromisso da SCML com ambientes de trabalho mais acessíveis, equitativos e representativos.

Os vídeos agora divulgados foram desenvolvidos com um propósito claro: promover um acesso mais justo ao mercado de trabalho, oferecendo dicas concretas que ajudam os candidatos a prepararem-se, ultrapassarem barreiras e demonstrarem plenamente o seu talento. A iniciativa está profundamente alinhada com a missão da Valor T, que se concentra na integração profissional de pessoas com deficiência ou incapacidade, garantindo oportunidades equitativas para todos. A preparação prévia, já utilizada nos processos internos da equipa, tem revelado resultados muito positivos, aumentando significativamente o desempenho em entrevistas e a probabilidade de sucesso.

A divulgação destes conteúdos ocorre numa semana particularmente simbólica, que antecede o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa (15 de novembro). Para a Valor T, esta data evoca o reconhecimento constitucional da LGP como língua oficial e parte integrante da cultura e identidade nacional, sublinhando a responsabilidade de assegurar que a comunicação acessível é uma realidade quotidiana.

Este compromisso concretiza-se diariamente através da integração da LGP nos serviços prestados pela Valor T, permitindo que candidatos surdos tenham igualdade de condições e acesso efetivo ao emprego. Muitos utilizadores da rede da SCML dependem da LGP para comunicar, e garantir essa acessibilidade é vital para promover um mundo laboral mais inclusivo, justo e centrado nas potencialidades de cada pessoa.

A disponibilização pública destes vídeos constitui, assim, mais um passo no percurso da SCML rumo a uma sociedade onde ninguém fica para trás.

O vídeo de apresentação pode ser visto aqui:
https://youtu.be/tbTjxQmbAac

A playlist completa está disponível em:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLh8iFb9B569hs3sG5sHJK78JrRw_aN9qv

Café Memória promove sessão sobre diabetes e bem-estar

A sessão contará com a presença de duas convidadas da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP): Isabel Correia, Enfermeira Coordenadora de Enfermagem, e Lisandra Ribeiro, Nutricionista, que irão partilhar conhecimentos e estratégias práticas para lidar com a diabetes no quotidiano.

A equipa do Café Memória — composta pela Dr.ª Maria João Diniz, pela Enfermeira Guida Amorim e pela Dr.ª Sónia Mascarenhas — estará presente para apoiar e dinamizar o encontro.

O Café Memória é um espaço de encontro destinado a pessoas com problemas de memória ou síndromes demenciais, bem como aos seus familiares, cuidadores e todos os que se interessam por estas temáticas. O ambiente é acolhedor, seguro e propício à partilha de experiências, apoio emocional e interação entre pares.

A entrada é livre e não requer inscrição prévia. Basta aparecer na Rua Nova da Trindade, n.º 15  e participar!

 

Conheça a agenda sociocultural da Santa Casa para novembro e dezembro

Entre oficinas de pintura, workshops de culinária, sessões de literacia digital, tertúlias temáticas e caminhadas ao ar livre, a oferta é pensada para todas as idades e gostos. As atividades focam-se na inclusão, na valorização das tradições e na sustentabilidade, onde se encontram o Laboratório de Reciclagem de Plástico, o projeto RecicL’Art e os workshops de presépios natalícios.

A comunidade está convidada a participar e a descobrir o dinamismo destes espaços, que se abrem ao público mediante inscrição.

A programação completa inclui também momentos festivos como as celebrações de São Martinho e as festas de Natal.

Partilha e reflexão marcaram o encontro “Cuidador Informal – Um Olhar de Futuro”

Num dia inteiramente dedicado aos cuidadores, a Sala de Extrações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa acolheu na quarta-feira, 22 de outubro, o encontro “Cuidador Informal – Um Olhar de Futuro”, o qual serviu para reflexão e reconhecimento sobre a função que estas pessoas desempenham diariamente.

Numa oportunidade de partilhar conhecimento e boas práticas na área, foram muitos os cuidadores que estiveram presentes, para além de especialistas no assunto, numa iniciativa organizada pela Direção de Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade da Santa Casa e que contou na abertura com a intervenção de Rita Prates, Vice-Provedora da Instituição.

“Estas pessoas fazem, muitas vezes em silêncio, um trabalho extraordinário todos os dias”, lembrou a Vice-Provedora, acrescentando que “cuidar é um ato de amor, mas também de coragem, de resistência e, muitas vezes, de sacrifício”, salientando ainda o “papel essencial para a sociedade” dos cuidadores informais.

A manhã continuou em torno do tema “As várias perspetivas do cuidar”, antes da pausa que serviu para os participantes tomarem contacto com o mural da gratidão, disponível para quem quisesse agradecer publicamente por algum ato generoso, ou conhecer soluções e projetos como o Projeto RADAR. Ainda na parte da manhã decorreu uma mesa redonda sobre “Boas práticas no cuidar”.

Na parte da tarde os trabalhos recomeçaram após a atuação do Coro ROCK, que animou a Sala de Extrações com diversos temas conhecidos de todos. Foi então tempo de dar a palavra aos cuidadores, com os testemunhos impressionantes de Helena Costa e Felisberta Veiga, ambas cuidadoras informais e participantes no grupo de autoajuda do Centro de Educação, Formação e Certificação da Misericórdia de Lisboa.

Além dos difíceis desafios diários ao cuidar da mãe, de 80 anos, Helena falou sobre a sua participação no grupo de autoajuda, “quase uma droga viciante” e um polo de verdadeira partilha de experiências. “Somos todos diferentes, mas somos todos iguais”, resumiu.

Por seu lado, Felisberta, que cuida do marido há já quatro anos, contou como lida com o desgaste no dia a dia: “As coisas não são fáceis, mas faço o meu melhor, dentro do que vai sendo possível”.

A jornada terminou com a intervenção de Carla Ribeirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, que deu a sua visão não apenas como investigadora sobre este tema, mas também, ela própria, como cuidadora informal, e com o agradecimento de Etelvina Ferreira, diretora da Direção do Desenvolvimento e Intervenção de Proximidade, pela presença de todos, encerrando um dia muito proveitoso.

Orquestra Geração Santa Casa começa novo ano letivo com entusiasmo

Foi com uma tarde repleta de música que a Orquestra Geração Santa Casa regressou ao trabalho neste novo ano letivo, na terça-feira, 21 de outubro. Na antiga creche da Calçada da Glória, um grupo de crianças e jovens que compõem este projeto inclusivo juntou-se para o arranque dos trabalhos e mostrou já estar bem afinado.

Recorde-se que este é um projeto social que pretende contribuir para o desenvolvimento das crianças e jovens a nível pessoal, social e escolar e, para este efeito, é usado o poder condutor e agregador da música, neste caso clássica, envolvendo também a comunidade. Os ensaios são, assim, momentos muito especiais para estas crianças e jovens, que depois têm a oportunidade de mostrar externamente o resultado deste trabalho, através de diversos concertos ao longo do ano.

Este ano, a Orquestra Geração Santa Casa conta com 56 músicos infantis, ainda que nem todos tenham estado já neste primeiro ensaio, do qual apenas fizeram parte as crianças e jovens que já vinham do ano anterior.

O espaço deste primeiro ensaio foi adaptado para o efeito com a intervenção de voluntariado empresarial (intervenção essa que vai continuar) e contou com a presença dos professores dos principais instrumentos de cordas, sopro e percussão, para além de alguns familiares.

“Cuidador Informal – Um Olhar de Futuro”: Encontro Promove Reflexão e Reconhecimento

A iniciativa dedica-se especialmente a cuidadores informais, técnicos e parceiros que intervêm nesta área, com o objetivo de promover a reflexão sobre os desafios atuais enfrentados por quem cuida e de reconhecer o papel essencial que desempenham na sociedade.

A participação neste encontro é uma oportunidade para debater os desafios e oportunidades do cuidado informal, conhecer boas práticas e iniciativas que valorizam o papel do cuidador e fortalecer redes de apoio e colaboração entre profissionais e instituições que atuam nesta área.

Informações importantes:

  • Data: 22 de outubro de 2025;
  • Hora: 9h00;
  • Local: Sala de Extrações da SCML;
  • Entrada gratuita;
  • Inscrição obrigatória até às 14h00 de 21 de outubro;
  • Programa;
  • Link para inscrição.

A participação está limitada à capacidade da sala, por isso recomendamos que garanta o seu lugar com antecedência. Contamos com a sua presença!

Se é cuidador informal, técnico ou parceiro nesta área, este encontro é para si. Junte-se a nós nesta manhã de partilha, reconhecimento e construção de caminhos para o futuro do cuidado informal.

Santa Casa promove workshop GreenCity4Aging

O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa acolhe, no dia 24 de outubro, o workshop final do projeto GreenCity4Aging, dedicado aos efeitos dos passeios verdes urbanos na mobilidade, integração social e combate ao idadismo.

O encontro abre com as intervenções do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Paulo Sousa, da reitora do ISCTE, Maria de Lurdes Rodrigue, e da diretora do CIS-ISCTE, Carla Moleiro, seguindo-se a apresentação dos resultados do projeto pela equipa de investigação.

Durante a manhã, realizam-se duas mesas-redondas. A primeira, “Growing Older, Living Greener: A Gerontological Perspective”, conta com a intervenção de Moritz Hess, do Hochschule Niederrhein, Teresa Marat-Mendes, do ISCTE, Ana Louro, do IGOT, e moderação de Síbila Marques, do ISCTE. A segunda, subordinada ao tema “New Forms of Mobility: Cycling Infrastructure & Behaviour Change”, inclui intervenções de Willem Snel, da Mott MacDonald, e contributos de Bruno Maia, da EMEL, Rosa Félix, do IST, e André Samora-Arvela, do ISCTE.

A sessão da tarde inicia-se com uma síntese dos resultados do projeto, por Síbila Marques, e a apresentação do processo de envolvimento dos participantes, por Filomena Gerardo, da Misericórdia de Lisboa. Segue-se a mesa-redonda “Equidade em Movimento: Participação Pública e Cidades Amigas das Pessoas Idosas”, com participações de Pedro Homem Gouveia, da Polis Network, Pedro Navel, da Câmara Municipal de Lisboa, Mário Alves, da Estrada Viva, e Elisabete Arsénio, do LNEC, moderada por Sara Eloy, do ISCTE.

Promovido pela Santa Casa e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), o GreenCity4Aging é um projeto que cruza ciência, urbanismo e envelhecimento ativo, procurando soluções sustentáveis para melhorar a qualidade de vida das populações mais velhas nas cidades.

Participe!

O evento é de participação gratuita, mediante inscrição.

Mais informações em: https://greencity4aging-iscte.hub.arcgis.com/

Há vida no bairro Padre Cruz

Há momentos que definem um espaço, um sítio e as suas gentes, e a iniciativa idealizada pela equipa de Animação Socioeducativa do centro foi um desses instantes, que perdurará na memória de todos os participantes.

“A Aldeia adormece e o bairro acorda” é mais que um documentário. É um retrato do que foi, é, e pretende ser o bairro. Uma história que navega entre as memórias dos mais “antigos” habitantes do território e da geração mais nova de moradores, e que inclui muitas das histórias do que outrora foi um dos locais mais “indesejados de Lisboa”.

“A ideia foi realizar um trabalho filmográfico dentro deste espaço que é o bairro, que fosse impactante para todos os intervenientes e que no final todos sentissem que têm uma palavra a dizer, sejam os mais novos ou os mais velhos”, explica Sara Cruz, monitora de atividades de tempos livres do Centro Social Polivalente do Bairro Padre Cruz, durante a apresentação pública do documentário que aconteceu na última sexta-feira, 3 de outubro, no Auditório Natália Correia do Centro Cultural de Carnide.

Durante quase um ano, dezenas de jovens e utentes do centro foram mobilizados e desafiados a contarem um pouco da sua história, num cenário intimista e pessoal, que pretendeu ser um reflexo das “das vivências e sonhos” das “gentes” que diariamente dão vida a este território.

“Moro aqui há mais de 40 anos. Vim para cá ainda isto era um aglomerado de pedaços de casas empilhadas, umas em cima das outras. Este filme teve essa coisa engraçada de poder contar aos nossos jovens o que era este bairro, e, por exemplo, contar-lhes que as estradas onde jogam à bola ou andam de bicicleta eram sítios com casas e onde pessoas vendiam várias coisas”, diz José Rodrigues, utente do centro.

Da parte da geração dos mais novos, Diego Silva, ou Kiki, nome pelo qual é conhecido no bairro, conta que foi “engraçado” participar no filme e que espera que algumas das histórias que agora conhece “não voltem a acontecer”.

“Foi giro, mas foi também algo triste, porque não sabia que antigamente as pessoas viviam com tão pouco e com tantas dificuldades”, confessa.

O projeto, que teve o apoio, no processo de produção e edição, da equipa da direção de Comunicação da instituição, foi um momento de partilha e uma oportunidade única para o fortalecimento dos laços comunitários entre moradores do bairro.

Pode ver o documentário no Youtube da Santa Casa.

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Bens entregues à instituição direcionados para as boas causas

Programação e atividades Cultura Santa Casa

Incubação, mentoria e open calls

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Empregabilidade ao serviço das pessoas com deficiência

Jogos sociais do Estado e bolsas de educação

Ensino superior e formação profissional

Projetos de empreendedorismo e inovação social

Recuperação de património social e histórico das Misericórdias

Investimento na investigação nas áreas das biociências

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Voluntariado nas áreas da ação social, saúde e cultura

Locais únicos e diferenciados de épocas e tipologias muito variadas

Linha de apoios financeiros a projetos de impacto social.

Ambiente, bem-estar interno e comunidade

Ofertas de emprego

Contactos gerais e moradas

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